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Cosmic Cast #48 – O Master System Portátil – Parte 1

Cosmic Cast #48 - Primeira Parte - YouTube Thumb

Viaje conosco não exatamente no Master System Portátil da Tec Toy e sim nos 10 jogos da SEGA revisitados na primeira parte deste mega (master?) episódio!

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Gagá, agora em 3D…S!

Como vocês já sabem, no ano passado eu cometi a heresia retrogamer suprema de comprar um Xbox 360. Agora, disposto a ser definitivamente excomungado da Igreja Retrô, comprei um portátil moderno! Sim, um 3DS XL, vermelho, com 396 gramas! It’s a boy! E a compra foi um parto, diga-se de passagem.

Comprei via Mercado Livre, porque o preço estava muito bom. Recebi lacradinho, bonitinho, mas… o direcional estava partido ao meio! Holy shit, nunca vi nada parecido. Falei com o vendedor, que era nível platina (NUNCA comprem coisas caras com vendedores que não sejam platina, amiguinhos), e felizmente ele confiou na minha palavra e não criou problemas. Mandei o 3DS de volta e ele trocou por outro numa boa. É como eu costumo dizer: problemas acontecem em qualquer loja, o importante é como a loja resolve o problema. Portanto, agradeço à turma da NEROSHOP por não duvidar da minha palavra e trocar o portátil numa boa.

Direcional partido ao meio? Taí uma coisa que a gente não vê todo dia.

Concluído o “momento merchan”, vamos ao que interessa…

Por que comprei? O que achei?

O Danilão já fez um vídeo bacanudo falando sobre o 3DS em si, então não vou me ater muito a explicações sobre o hardware. Em vez disso, vou falar sobre o que achei do 3DS e de alguns de seus recursos, além dos motivos que me levaram a comprá-lo.

Decidi comprar o 3DS porque minha vida está cada vez mais corrida, e para um gamer casado e atarefado é bem mais fácil acomodar jogatinas rápidas num portátil do que num console de mesa. Às vezes a esposa precisa de um help aqui em casa, ou chega alguma visita de repente… com o 3DS, nunca mais serei xingado por dizer coisas como “peraí paixão, eu tenho que achar um save”: agora é só fechar o portátil, o jogo fica em stand-by no ponto em que estiver. Além disso, posso jogar na cama quando vamos dormir, ou na cozinha quando ela resolve fazer um bolo e quer um pouco de companhia. É perfeito para o meu casamento, e deve funcionar igualmente bem (ou até melhor) se um dia tivermos um filho.

Achei o efeito 3D interessante, mas não uso muito. É preciso manter o portátil à sua frente no ângulo certo, e qualquer mexidinha já faz tudo ficar dobrado na tela. Além disso, sou magrelo e o 3DS é bem pesadinho (quase duas vezes mais que meu antigo DS Lite), então meu “braço graveto” cansa se eu não mudar de posição ou não apoiar o portátil nas pernas. Com isso, nem sempre consigo o ângulo ideal.

3dsxl3DS XL, o portátil mais sexy de todos os tempos

Para piorar, acho o 3D meio cansativo. Força a vista, eu fico meio enjoado… também me aconteceu algo engraçado outro dia: joguei por uma hora com o 3D ligado e fui trabalhar logo em seguida. Quando sentei na frente do computador, tive a impressão de que o texto estava saltando do monitor ^_^ Foi engraçado, mas fiquei com a impressão de que o 3D pode fazer mal à minha vista. Por isso, faço uso criterioso do efeito, ligo só em momentos nos quais ele parece interessante. Ou, no caso de jogos como Mario 3D Land, onde o 3D realmente melhora a experiência, jogo com o efeito num nível bem fraquinho.

Curiosamente, notei que gosto mais do efeito 3D em jogos com jogabilidade 2D. Em Power of Illusion, por exemplo, o efeito dá ainda mais beleza aos cenários caprichados, e não cansa a vista. Já no Luigi’s Mansion, o 3D logo me deixa meio enjoado. Acho que o resultado varia de pessoa para pessoa, cada um tem um nível de tolerância diferente ao efeito.

Se o 3D não me atraiu muito, o tamanho do portátil me agradou. O modelo XL é bem grandão, e meus dedos enormes se sentiram super em casa.

Uma central de diversão para power gamers

Antes de falar sobre os jogos propriamente ditos, permitam-me destacar algumas ferramentas que fazem parte do sistema padrão do 3DS. São ferramentas tremendamente interessantes, e acho que elas não recebem a atenção que merecem — eu sequer sabia que elas existiam até ver o Danilo mencionar algumas no vídeo dele. Vamos lá.

Para começar, adorei a ferramenta para anotações sobre jogos. Jogando Metroid, por exemplo, posso colocar o jogo em segundo plano, abrir a ferramenta de anotações e escrever com a caneta: “Voltar na tela x depois de encontrar o tiro de gelo”. Eu sou do tipo que joga com caderno ao lado para anotar essas coisas, então o 3DS facilitou as coisas para mim. A cereja no bolo é que o 3DS cria blocos de notas específicos para cada jogo, você nem precisa ficar salvando em pastinhas específicas ou escolhendo o arquivo de notas que quer abrir. Tá jogando Zelda, abriu o programa de anotações, só aparecem as notas sobre o Zelda. Adorei.

notas_do_3dsUma das minhas anotações sobre Link’s Awakening

Outra coisa ótima é que você pode deixar o jogo em segundo plano e abrir o navegador de internet. Isso é PERFECT para jogos mais complexos, porque você pode deixar aquela página marota do GameFaqs aberta enquanto joga, ou postar suas dúvidas sobre o jogo nos fóruns da vida. Só tenha em mente que o navegador é meio limitado: ele abre meus emails do Gmail numa boa, mas não roda vídeos do YouTube.

A ferramenta de anotações e a possibilidade de consultar guias enquanto jogo me deixaram muito feliz, porque sou um power gamer e antes precisava de caderno, caneta e notebook para “power jogatinas” de Metroid, por exemplo (qualquer dia mostro para vocês minhas copiosas anotações sobre Metroid Prime). Para mim, ter tudo isso concentrado no portátil me faz ter a sensação de que o bichinho foi “tunado” para power gamers como eu, e não só para o público casual, como muitos imaginam quando se fala em portáteis.

No momento, estou viciado no “Troca-Cartas”, um programinha pré-instalado que permite trocar mensagens com os amigos que têm 3DS. Sou péssimo desenhista, mas adoro desenhar mensagens nesse negócio. Pobres das almas que ousam mandar seus friend codes para mim; volta e meia eu as “presenteio” com a minha “arte”.

troca_cartasAndo pensando em abrir um kickstarter para financiar um livro com as minhas artes. Vocês acham que vai colar?

Conforme você vai usando o Troca-Cartas, novos recursos vão aparecendo, incluindo a possibilidade de desenhar em 3D, anexar imagens e gravar mensagens de voz. Claro, você pode fazer tudo isso com muito mais liberdade mandando um email pelo seu computador, mas as limitações do 3DS te estimulam a fazer coisas mais doidas e criativas! Mas posso esperar pela chegada do MiiVerse ao portátil!

Dois joguinhos já vêm instalados. Um é o Face Raiders, que põe o jogador para atirar em rostos voadores. O grande barato é que os inimigos aparecem voando literalmente ao seu redor, já que o cenário é capturado pela câmera do 3DS! Parece besteira, mas eu acho engraçadíssimo atirar num rosto que está sobrevoando o teclado do meu computador. É para jogar em pé, porque você precisa virar a câmera do portátil para tudo que é lado, fica rodando que nem um louco. Mas o divertido mesmo é que os rostos dos inimigos na verdade são fotos que você mesmo captura. Comecei com uma foto da minha esposa, mas ela ficou brava por me ver atirando nela (^_^), então busquei uma abordagem diferente: capturar rostos de celebridades em revistas. No momento, estou me divertindo um bocado atirando no Bruce Willis, no PSY e no Tiririca. Não funcionou com a Marilyn Monroe e a Jennifer Lawrence, porque eu simplesmente não conseguia atirar nelas :)

faceraidersFace Raiders Gangnam Style!

O outro jogo é aquele de realidade aumentada, vocês já devem ter visto no vídeo do Danilo ou em outros lugares. A gente vira a câmera do 3DS para umas cartinhas especiais que acompanham o portátil, e todo tipo de maluquice começa a acontecer. Pensei que esse negócio de realidade aumentada fosse besteira, mas que diabos, funciona bem demais! É muito legal ver a Samus se mexendo sobre a mesa da cozinha, é cool demais para a gente ignorar.

Enfim, acho que as ferramentas e os games incluídos no portátil mostram bem o motivo da Nintendo ser a líder nesse mercado. Ela fez um portátil totalmente focado na diversão; absolutamente tudo nele gira em torno dos jogos. Até o aplicativo de troca de mensagens parece um joguinho, com recursos que são destravados aos poucos ou comprados com moedinhas que você adquire andando com o 3DS pela rua. Um show o aparelho, estou adorando.

E os jogos?

No momento, tenho três cartuchos: Super Mario 3D Land, Luigi’s Mansion e Mickey Mouse: Power of Illusion (este último comprei para a esposa, e ela está adorando). Vou falar mais sobre eles seguindo o meu atual esquema de mini-reviews aqui no Cosmic Effect, aguardem.

Como de costume nos consoles da Nintendo, os jogos mainstream custam caro, quase tudo é no mínimo 100 reais. Mas porém contudo entretanto, rolam promoções no eShop, para quem não se incomoda em comprar jogos digitais. As promoções nem de longe são boas como as do Steam, mas quebram um galho. Outro dia mesmo o Shin Megami Tensei: Soul Hackers tava por 60 reais, o que é um valor razoável.

eshop_3dsHá muitos jogos divertidíssimos no eshop do 3DS por preços bem razoáveis

Já títulos lançados exclusivamente em formato digital aparecem por preços bem melhores. O eShop está entupido de jogos excelentes vendidos a dez reais ou menos, vale a pena conferir. Mesmo com pouca grana, você nunca vai ficar sem ter o que jogar no portátil. Além disso, há algumas demos disponíveis, e você acaba descobrindo que jogos que pareciam bobos na verdade são muito divertidos (oh God, eu preciso comprar aquele Theatrhythm Final Fantasy).

O Virtual Console é uma delícia. Não vou ser hipócrita, é óbvio que um retrogamer como eu já jogou muita ROM em emulador no PC, mas jogar jogos de Game Boy e Game Gear na tela do 3DS é just perfect. Simplesmente não tem graça jogar esse tipo de jogo no PC, eles foram feitos para telinhas pequenas. Mas tem velharias de NES também, e volta e meia pintam versões 3D de títulos antigos. A SEGA e a Capcom estão empolgadíssimas com a ideia de lançar seus jogos em 3D, e estão prometidas para breve versões de Sonic, Streets of Rage, Mega Man e muitos outros jogos.

Conclusão

Fiquei muito satisfeito com o 3DS XL. A imagem é muito boa, os controles são ótimos, adoro os recursos que ele me oferece e sinto que vou me divertir com ele por muitos anos.

Como o 3DS é um portátil muito louco, nele eu tenho vontade de jogar só coisas doidas. Testei o Resident Evil: Revelations e achei fantástico, paquerei um pouco o Shin Megami Tensei IV, mas ando com vontade mesmo é de comprar jogos pirados que eu nunca compraria no Xbox: Hora de Aventura, Apenas um Show, o Final Fantasy musical esquisitão que citei antes… no Xbox eu quero jogar coisas épicas, mas no 3DS eu quero é muita piração. O portátil parece ter sido feito para a minha metade gamer que não cresceu, e eu estou achando isso o máximo. Mas se você quer “epicidade”, pode cair dentro também, porque não faltam jogos com altos níveis de produção e atmosfera. O 3DS é um sucesso justamente no ponto em que o Wii U vem se mostrando um fracasso: há uma enorme abundância de jogos para todos os tipos de público. Difícil é escolher no que você vai gastar, porque não faltam opções.

E você, já tem 3DS? Então me adicione e una-se ao grupo de privilegiados que recebem meus incríveis desenhos ^_^ Aí vai o meu Friend Code: 2809-8281-5208.

Games Com Café: Nova Série Do TheBoss

Amigos, apresento-lhes o trailer de nossa série em vídeo: Games Com Café. Dois dos melhores prazeres da vida em um só vídeo.

Com o Wii U lançado, o Playstation 4 anunciado e o novo Xbox envolto em mistérios, a oitava geração de consoles promete muitas surpresas (nem todas boas).

No primeiro episódio desta nova série do TheBoss, nós batemos um papo sobre o que a próxima geração trará e nos perguntamos: O lançamento de um novo console ainda carrega a mesma magia de antes? Claro, tudo isso regado a um delicioso café.

Games Com Café

Trailer

 


O Que Você Jogou Em 2011?

Amigos do Cosmic Effect: este post faz parte do meme proposto pelo Ighor do blog Videogame.etc.br. Como o título do post explicita, iremos revisitar os jogos que jogamos neste ano de 2011, porém de forma bem rápida e sucinta.
Há vários jogos citados neste post, passeando por diversas plataformas. Mas não há conexão entre os reviews, portanto não se assuste com o tamanho total do post — apenas escolha os jogos que gostaria de ler um parágrafo sobre e aproveite :)
Espero que gostem!

Cosmonal

Alien Syndrome

SEGA – Master System (1987)

Um run and gun original de arcade que teve modesto sucesso no Master System, Alien Syndrome é uma excelente alternativa pra quem gosta de jogos de nave como eu. Joguei o cartucho do Master System no console real, com seu joystick original — o que tornou a jogatina razoavelmente mais difícil por causa do famoso direcional impreciso do controle do 8-bit da SEGA. Tão difícil que parei sem passar da quarta fase, das 8 do jogo. Os chefes rendem belas batalhas, com aquele fundo preto típico da época e sprites que seriam altamente perturbadores se fossem em 3D na engine Unreal…

Super Metroid

Nintendo – Super Nintendo (1994)

Um dos melhores jogos de todos os tempos que só fui jogar com toda a pompa do controle do Super Nintendo nas mãos neste ano. É a vantagem de ser retrogamer… sempre tem uma MARAVILHA PERFEITA como Super Metroid que você ainda não jogou. As pirraças constantes que o jogador sofre ao ver um item impossível (ou quase) de alcançar, a trilha sonora atmosférica e a dificuldade equilibrada confirmaram tudo que eu ouvia falar sobre este título. E tem mais: o design genuinamente inteligente dos cenários, somado a um controle perfeito da personagem… e por aí vai.

Metroid Prime 2: Echoes

Nintendo – Wii (2009)

Quer um único motivo para ter um Wii? Metroid Prime Trilogy. Zelda e Mario tem aos montes nos outros consoles da Nintendo; Metroid não é tão farto assim. E Metroid Prime com o Wiimote funcionando não como um gimmick — bem-vindo REALMENTE à nova geração dos videogames. Ah, mas se fosse só isso… nem é. Sabe aquelas brincadeiras que vemos no YouTube onde um fã renderiza em 3D uma fase de um joguinho antigo, só pra ver como ficaria? Agora imagine Super Metroid em 3 dimensões, o JOGO INTEIRO — e não um videozinho de 1 minuto. Isso é Metroid Prime. Echoes, em especial, é o “mais hardcore” da trilogia. O Gagá dizimou (no melhor dos sentidos) a trilogia inteira num belíssimo post aqui no CFX recentemente.

Sim, você vai passear pelos ambientes; sim, você vai se perder no mapa; sim, você vai apreciar a trilha sonora GENIAL, com temas atualizados de Super Metroid e muito mais. E, sim, você vai sofrer no final para terminá-lo e sentir aquela sensação de “eu consegui encontrar todas as… sozinho”. Comprei o Wii por causa de Dead Space Extraction. Fiquei por Metroid Prime.

Dead Space 2

Electronic Arts – PC (2011)

O primeiro Dead Space chamou muito minha atenção quando lançado: um jogo desenvolvido pelo estúdio da Electronic Arts (tenho uma forte nostalgia e apreço por títulos da EA), com a temática navegando entre os filmes Alien e The Thing e de gameplay refinado. Não tinha como dar errado para mim, e não deu mesmo: virei fã incondicional da franquia. A continuação é o mais do mesmo que os fãs esperavam, ainda bem, e a preparação para o terceiro ato. Adicionou-se um ótimo multiplayer, ainda que esta não seja a crítica recorrente que ouvirá por aí. Pessoalmente, sair de um duto de ventilação controlando um dos alienígenas gosmentos contra os humanos, apertar o RT para vomitar em seu oponente… é divertido! Mas o que interessa, claro, é a campanha: lotada de ótimos momentos gamísticos e cinematográficos. Um jogo que você vê valor de produção em cada toque no botão do joystick.

Jamestown: Legend Of The Lost Colony

Final Form Games – PC (2011)

Se ninguém te contar, você termina este shmup sem perceber que é um jogo independente. Ok, não estou querendo dizer que é uma mega-produção cheia de cutscenes de Kojima, mas sim um jogo de nave que usa sprites sem afetação, sem parecer que os desenvolvedores estavam se sentindo nostálgicos e, só por isso, o Jamestown terminou tendo visual retrô. Além da pixel art imbatível e detalhada, a trilha sonora é lindamente orquestrada e o estilo é o mais atualizado manic shooter, com alguma dose de estratégia e um co-op empolgante. Por sinal, basicamente joguei-o “de dois”, o que me permitiu terminá-lo razoavelmente bem por causa da soma de forças. Cereja no bolo: a história… é até interessante! Não esqueça de que isso é uma mega elogio em se tratando de jogos de nave… Heider escreveu um review deste indie aqui no CFX.

Double Dragon II: The Revenge

Technos – NES (1989)

Outro que tive uma experiência multiplayer inesquecível este ano foi o Double Dragon II, do NES. Todo mundo é fã de algum Double Dragon: minha relação de adoração é com o primeiro da franquia, na conversão do Master System. Foi o primeiro jogo de luta cooperativo que lembro ter jogado fora dos arcades; primeiro jogo em que parei tudo só para escutar a trilha sonora… e o primeiro que coloquei um gravador na frente da TV para gravar as músicas em K7. Neste ano, joguei por inteiro com o Danilo, a continuação para NES, que tem gráficos iguais ou melhores que o Double Dragon 1 do Master System, mais fases e um boss final exclusivo. E um trecho de plataforma dificílimo no caminho. Sei que isso não deve ser novidade pra você mas lá vai: é um jogaço.

Out Run

SEGA – Game Gear (1989)

Out Run é um jogo adorável. Nunca enxerguei-o como um jogo de carro, de pilotagem. Ele é como Enduro do Atari: os carros são obstáculos, rodando sempre mais devagar; os cenários são belos e variados; e o que importa é a sua pontuação no high score. Com um Game Gear recém-adquirido, sabendo que em qualquer console da SEGA tem um Out Run (no Dreamcast, como um minigame do Shenmue, mas tá valendo :P), pensei: “vou começar por onde é certa a diversão”. Bom, na telinha de um portátil, a sensação de relaxamento típica ao jogar Out Run dá lugar à tensão para conseguir enxergar direito na alta velocidade. De qualquer maneira, é praticamente o mesmo jogo do Master System, com uma seção adicional onde é possível competir com outro carro.

Out Run Online Arcade

SEGA – Xbox 360 (2009)

Agora sim, estamos falando provavelmente da melhor maneira de jogar Out Run atualmente. Em 2003, Yu Suzuki expandiu a idéia original em Out Run 2, adicionando algumas simples manobras ao controle da sua Ferrari que deram origem à diversos modos de jogo sensacionais. A versão da Live do Xbox 360 é, basicamente, uma evolução daquele título (e do Out Run 2006: Coast To Coast), com a vantagem de ter sempre alguém online disponível para um racha. Mas, se correr contra outros jogadores não te interessa, volte-se aos modos single player deste Out Run e evolua no score. Não se iluda com o climinha relaxante de Passing Breeze tocando: este Out Run é daqueles fáceis de pegar, mas difíceis de virar mestre.

Vagrant Story

Square – PlayStation (2000)

Em busca de um RPG em turnos com a complexidade de armas e itens disponíveis nos cRPGs da Bethesda (Elder Scrolls, Fallout 3/New Vegas), deparei-me com Vagrant Story. De quebra, é um dungeon crawler isométrico com aqueles gráficos tridimensionais charmosos da era do PSX! Viciei no danado, joguei por umas duas semanas e parei por motivos técnicos (controle do PSX falhando irritantemente). Já comprei um novo, sem fio e devo voltar em breve. As impressões foram as melhores possíveis, principalmente do combate: misto de ação com turnos, recompensa o timing do jogador com combos que aumentam o dano. Você deve “respeitar a animação” dos ataques para acertar o momento certo de pressionar — altamente recompensador e imersivo. E a atmosfera sombria da dungeon ganha um toque especial com as músicas de Hitoshi Sakimoto, que tomou emprestado alguns motivos de Radiant Silvergun. Maravilha.

Soldner X2: Final Prototype

Eastasiasoft – PlayStation 3 (2010)

Console novo… jogo de nave mais bonito. Essa máxima sempre foi respeitada. Nunca um shmup do NES seria mais bonito que um título de Mega Drive; ou um de PlayStation não deixaria de ser visualmente mais interessante que um de Super NES. Bem… isso acabou na sétima geração. O gênero deixou de ser mainstream, correto… mas não morreu. Parece que o foco, após o nascimento dos bullet hell, mudou um pouco para as novas mecânicas e o exagero de tiros na tela. Mas, de vez em quando aparece um shmup para os mais tradicionais como eu, que gostam de R-Type e Gradius: Soldner X2 é um deles.

Produzido na Alemanha, com visual menos interessante que Gradius V do PlayStation 2 (o shmup mais bonito da história?), parece um jogo de nave feito para o “quarentão pai de dois filhos trabalhando 40 horas por semana com um tempinho no domingo à tarde”. Como não tem Xevious — nem arcade — perto da sua casa, ele comprou um PlayStation 3 e baixou um shmup na PSN. Ou seja: o jogo precisa PARECER que é desafiador, mas não pode se dar ao luxo de sê-lo realmente, pelo menos logo de cara. Afinal, ele só joga domingo à tarde, antes do futebol e precisa sentir-se recompensado sem o esforço tradicional requerido pelos jogos do gênero. Soldner  X2 tem um esquema adaptável de dificuldade: de acordo com seu score, o desafio vai “se adequando”. Ao terminar pela primeira vez, você tem a sensação de ter bebido água, mas queria Coca-Cola com limão.

Super Stardust HD

Housemarque – PlayStation 3 (2007)

Tido como o melhor jogo dos primeiros anos da PSN, Super Stardust HD eleva o primordial Asteroids à enésima potência. Este sim é um shooter que se utiliza das qualidades dos consoles atuais visando tornar a experiência mais vibrante: os asteroides têm física, o framerate é fixo em 60 quadros por segundo, a alta resolução nos permite ver quase que o outro lado do planeta permitindo antecipar-se aos inimigos… e os controles suaves dos analógicos do PlayStation 3 deixam a nave deliciosamente nas suas mãos. Se você é um velhote que amava ou não Asteroids e possui um PS3, Super Stardust HD é uma aquisição obrigatória — para quem não pegou de graça no pacote de boas-vindas após a queda da PSN

Call Of Duty: Black Ops

Activision – PC (2010)

Pois é, amigos cósmicos, Call of Duty: Black Ops. É um grande jogo sim. O negócio é clichê: vendeu milhões, é mais um FPS militar, etc, etc… e… é isso mesmo. Eu não jogo os Call of Duty pelo multiplayer: meu interesse limita-se à campanha single player (meu tempo “FPS online” já pertence ao Halo — mais de um, para mim, representa tempo demais no gênero). E ela é sensacional, para quem gosta de um “bom cineminha americano jogável”. Não, sério: é um estouro. E, como não estamos falando de FMV de SEGA CD ou de 3DO, dar os tirinhos e cumprir as missões é diversão rápida e eficiente. Rápida mesmo: as campanhas destes jogos são sempre curtas, por conta da ênfase no multiplayer.

The Legend Of Zelda: Ocarina Of Time

Nintendo – Nintendo 64 (1998)

No ano do lançamento cheio de estardalhaço do 3DS, fiz questão de jogar seu app killer… em sua forma original: no Nintendo 64, com o seu controle enorme e suas texturas borradas; seu aspecto 4:3 datado; o framerate atingindo 15 quadros por segundo, com frequência. Pois é, amigos… o que falar sobre Ocarina Of Time? A conclusão de que os japoneses da Nintendo, liderados pelo mais famoso deles (precisa nome?) trazem até hoje a magia de Donkey Kong para seus títulos. Por isso o Skyward Sword deve ser realmente uma coisa sensacional, porque é feita com este histórico mágico por trás. Adorei quando li o Miyamoto comentar, em alguma entrevista por aí: “É, tem um pessoal da Nintendo que tenta manter a cronologia, a coerência entre os Legend Of Zelda; eu não me preocupo com história não, meu negócio é a mecânica de gameplay”. Meu herói.

The Elder Scrolls V: Skyrim

Bethesda Softworks – PC (2011)

Para muitos fãs de RPG eletrônico, há uma espécie de “ano de Copa do Mundo”. O ano atual é um destes anos especiais, esperados. Em um intervalo aproximado de 5 anos, a Bethesda Softworks lança um jogo da série The Elder Scrolls. “Os Pergaminhos dos Sábios”. Este título, sozinho, já é altamente inspirador para qualquer gamer com espírito de aventura. Quem são estes sábios? O que encontrarei escrito nestes pergaminhos? Estas perguntas são relevantes ao jogo? Você decide. É… você decide MESMO. “Ah, eu sei, Eric, nesses jogos tem um monte de sidequest pra fazer não é? Ah, eu já vi isso!”. Ah… não viu MESMO.

Experimenta andar pelo mundo de qualquer Elder Scrolls e ser engolido pelo ambiente. Junte artistas gráficos geniais — Oblivion, em 2006, simplesmente me fez olhar para a tela, sozinho em casa e dizer “meu Deus, isso aqui são os RPGs 2D onde imaginávamos os cenários a partir da visão superior… caramba, só que agora não estou imaginando: estou VENDO a vila, estou VENDO o estábulo. Estou VENDO, MANIPULANDO e — pasmem — LENDO um livro em cima de uma mesa velha, de madeira, dentro de um casebre. E o texto deste livro, é — sim — cativante! E, mesmo com todo este “realismo”, continuo com aquela liberdade de poder entrar na casa de todo mundo quando quiser, posso subir em cima da mesa, posso falar com alguém que está dormindo — tudo como nos antigos RPGs! Não há nada igual aos role-playing da Bethesda, nem no Japão.

Não se apresse para jogar Skyrim. Ou Oblivion. Ou Morrowind, ou Daggerfall ou Arena. Quando jogar, saborei cada momento de qualquer um deles. Não se iluda com os “Game Of The Year” que eles sempre ganham. Não jogue por isso. Jogue para você. Mas cuidado: se não tem experiência com drogas… esta pode ser a primeira.

Todo gamer é fã de Shigeru Miyamoto. Ok, claro. Pessoalmente, sou também um grande fã também do Yu Suzuki, da SEGA, pela sua versatilidade. Mas, agora, o trio está completo: se tiverem um tempinho, procurem pelo Todd Howard, diretor destes jogos da Bethesda. Em 1994, ele era o estagiário que fazia o mais rápido speedrun do primeiro Elder Scrolls, ainda no MS-DOS. Hoje, ele meio que representa a empresa na mídia, e seu histórico de respeito é a garantia de que ele é o cara para isso. Direto e simples quando entrevistado, ele fala como alguém que não dá aquela impressão de “viajar tanto”, parece ter os pés no chão quanto ao desenvolvimento dos seus jogos. Ironicamente, dos jogos que mais me fazem viajar…

Só para constar, eu poderia escrever mais e mais sobre Skyrim mas, então, levei uma flechada no joelho…

Euler

Dead Nation

Housemarque – PS3 (2010)

Para a galera retrogamer que curtia Ikari Warriors ou Commando, esse jogo é para vocês! Um shooter em 3ª pessoa, visto de cima, bem do alto, com gráficos caprichados, armas bacanas, bons efeitos de sombra, luz e muitos — mas muitos zumbis para matarmos! Adicionalmente, fãs da série norte-americana The Walking Dead vão adorar a possibilidade de criar estratégias para lidar com ordas de mortos-vivos! E o melhor:  ganhei este título de graça no pacote de “Welcome Back” da PSN!

DeathSpank – Thongs Of Virtue

Electronic Arts – PS3 (2010)

Qual seria o resultado ao bater num liquidificador Diablo, mais uma colher de sopa do The Secret of Monkey Island? DeathSpank! Um inusitado mix de ação com RPG e muito humor, ajudamos nosso destemido herói a encontrar as 6 místicas “Thongs of Virtue“. Dezenas de sidequests garantem diversão por um bom tempo. Este título foi uma grata surpresa para mim!

Mario

Dr. Mario

Nintendo – NES (1990)

Sabe quando você para num jogo e não consegue mais jogar outro? Curiosamente isso aconteceu este ano comigo em relação ao Dr. Mario. Apesar da trilha sonora irritante, eu quis relembrar um dos games da minha infância e descobri que (como era de se esperar) evolui bastante (yes!). Acho que fiquei um mês inteiro sem jogar outro jogo. Tirando o lance da trilha, até que é um passatempo simpático, com um “quê” de Tetris. E eu também simpatizo com spin-offs.

ESP Ra. De.

Cave – Arcade (1998)

O autêntico bullet hell dos anos 90. Como nunca vi uma máquina destas aqui no Brasil, apelei para o bom e velho MAME. Quem curte shmup com chuva de balas vai gostar deste título desenvolvido pela Cave, que manja muito bem do assunto. Joguei bastante no início do ano, quando achei um pack de jogos de nave para o MAME. Bullet hell por parte dos vilões, rajadas por parte dos heróis.

God Of War

Sony – PlayStation 2 (2005)

A primeira aventura de Kratos está na lista dos jogos que me fizeram babar de primeira, assim como Double Dragon, R-Type, Prince of Persia e outros “abridores de caminhos”. Trilha envolvente, boa diversão e, além disso, é ótimo você comandar um protagonista que potencialmente pode dar porrada em qualquer um. Recomendado para aliviar o estresse.

Guardic

Compile – MSX (1986)

Excelente shmup, como praticamente todos os jogos que a japonesa Compile lançou para o MSX. Joguei muito o Guardic no mês de junho, mais ou menos na época em que fiz a cobertura do MSXRio’2011. Esse game tem atributos muito equilibrados: jogabilidade, originalidade, trilha sonora, gráficos e desafio. Na minha opinião, é uma obra-prima do MSX 1, tanto que estou namorando no eBay um cartucho original dele, mas o preço ainda está salgadinho pelo fato de ser raro.

FAKEPIX

Batman: Arkham City

Rocksteady Studios – Xbox 360 (2011)

O maior mérito do game não está só na jogabilidade variada, formada pelo melhor sistema de luta corpo a corpo que já vi num game, nem na sensação de “limpar” as ruas de Gotham City ou mesmo na voz de Mark Hammil na melhor forma dando vida ao Coringa. Mas em poder dizer “Eu sou o BATMAN!”

Gemini Rue

Wadjet Eye Games – PC (2011)

Um adventure independente que remete aos melhores point-and-click da década de 90. Situado num futuro distópico no melhor estilo Blade Runner, puzzles para rodar as engrenagens da mente e até mesmo uns tiros em momentos rápidos de ação compõem Gemini Rue.

Dancovich

H.E.R.O.

Activision – Atari 2600 (1984)

Pois é, um jogo de Atari figurando entre os jogos de 2011. Não conhecia este apesar de ter possuído Atari — porém, meus cartuchos eram mais no “estilo Dactar”, onde os jogos tinham nomes genéricos ou vinham em pacotes de “32 em 1”. Era comum nem saber o nome de que estava jogando. H.E.R.O. foi o Eric quem me mostrou, fiquei fascinado. Ainda não “terminei” — pois até que tem um final, uma vez que são 20 fases onde as últimas 5 se repetem (chamadas de “Level Pro”) até zerar a pontuação. Recomendo muito para quem é fã de jogos simples com muita ação. O gameplay é no ponto e o jogo não enjoa, realmente foi uma pena não tê-lo na época pois teria viciado na hora.

Bioshock

2k Games – Xbox 360 (2007)

Quem diz que os FPS são todos cópias um dos outros sempre costuma colocar Bioshock como a “exceção da regra”. Esse foi engraçado: comprei numa promoção a R$ 60 (em se tratando de Xbox 360 é praticamente dado) e acabei ganhando de aniversário na mesma semana e fiquei com 2, o que resultou no terceiro jogo dessa lista, mas vamos por partes.

Este jogo é uma pérola, poucas vezes se vê um FPS com boa história, bom gameplay de ação e aberto para progressão de personagens. O jogo começa bem difícil mesmo, lembro que meu primeiro combate com um Big Daddy foi frustração interminável e controles na parede. Com o tempo, seu personagem fica mais poderoso, um outro aspecto bem bacana de realmente sentir suas decisões de progressão afetando seu desempenho. Recomendo a qualquer maluco que ainda não tenha jogado.

SoulCalibur IV

Namco – Xbox 360 (2008)

Quando ganhei a segunda cópia de Bioshock, troquei um deles imediatamente por SoulCalibur IV. SSmpre fui fã da série Soul Something (o primeiro da série era Soul Edge, sei lá porque mudaram…) mas não sou necessariamente fã de fighting games de jogabilidade 3D: jogo SC por gostar da ambientação, da atmosfera; mas nunca fico bom nele. Minha maior decepção neste título foi o suporte a multiplayer online. Na época, não haviam inventado um jeito de ter um jogo de luta online. Devido aos tempos precisos necessários ao gênero, o mínimo lag atrapalha tudo e aqui essa deficiência veio “de com força”, deixando a experiência bem ruinzinha mesmo. Uma pena.

Super Street Fighter 4 / Arcade Edition

Capcom – Xbox 360 (2010)

Street Fighter sempre foi minha droga, acho que se tiver um “O Que Joguei Em” todo ano, vai ter um Street Fighter lá, sempre. O primeiro Street Fighter IV (sem Super) não aproveitei muito — o online era fraco para não americanos tornando difícil achar uma boa partida. Mas, neste novo título, criaram um filtro por região e jogos entre brasileiros são fáceis de achar e são MUITO sólidos, praticamente como estar jogando com um amigo na sala. O Arcade Edition só veio para colocar a cereja no bolo, com rebalanceamento dos personagens e o Oni, que parece Goku em Super Sayadjin 4.

Fallout New Vegas

Bethesda Softworks – Xbox 360 (2010)

Um jogo muito semelhante ao anterior — Fallout 3 — e ao mesmo tempo totalmente diferente. Fiquei muito feliz quando reduziram drasticamente o número de dungeons: adoro em jogos medievais mas, não sei o motivo, em Fallout 3 eu sempre corria para terminá-las rapidamente, a experiência não me agradava. A história do seu personagem é mais fraca desta vez, mas o mundo está mais rico, com suas diversas facções e NPCs mais interessantes. Agora que ele deu uma sossegada na maré de bugs da época do lançamento, recomendo muito quem ainda não pegou.

The Elder Scrolls V: Skyrim

Bethesda Softworks – PC (2011)

Estou hipnotizado, viciado, minha vida social já era. Normalmente os jogos lançados me deixam bem satisfeitos com a experiência mas a expectativa que crio é muito maior que o jogo vale —  já me acostumei e até ignoro isso quando pego uma novidade. Mas Skyrim é uma feliz exceção a esta regra. O Eric já escreveu sobre este jogo então irei apenas relatar minha experiência com ele.

Fazia tempo que não ficava tão imerso em um mundo de maneira tão arrebatadora — quero dizer MUITO tempo. Acho que o maior exemplo disso foi ao subir um pico para cumprir uma quest quando me deparo com um Ice Troll — a espécie de troll mais forte do jogo e um inimigo formidável. O resultado da batalha foi um enorme gasto de poções e itens de minha parte e a morte de minha companheira de batalha. Neste ponto, é normal o jogador voltar o save. Mas, eu estava tão imerso que fiquei realmente triste pela morte da companheira, a ponto de arrastar seu corpo para um lugar mais digno (infelizmente não é possível cavar em Skyrim) e simular um “enterro”, para, só então, seguir a jornada sozinho. Demorei bastante até conseguir outro companheiro de batalhas, talvez por demorar a aceitar a perda de minha amiga virtual, vai saber.

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Blogs Participantes do Meme

“O Que Você Jogou Em 2011”

 

Cosmic Fast #15 – Brasil Game Show 2011

Entre os dias 5 e 9 de outubro, aconteceu a “maior feira de games da América Latina”: Brasil Game Show, no Rio de Janeiro. A feira é um convite a qualquer apaixonado por videogames, está em sua terceira edição anual e foi idealizada por um dos maiores colecionadores do Brasil, o empresário Marcelo Tavares.

Neste Cosmic Fast, acompanhe a visita do nosso Mario Cavalcanti ao primeiro e terceiro dias da feira. Além da ênfase nos lançamentos do ano, o ambiente contou com um “Museu dos Games” exibindo consoles de todas as gerações (inclusive o Microvision, primeiro portátil de cartuchos, muito raro) e até a proposta de um arcade com algumas máquinas antigas — ainda que tenha ficado um pouquinho vazio, infelizmente. Mas o evento parece ter sido um sucesso, com seus jogos de Atari 2600 em telões até Just Dance 3 no Kinect, curiosamente um título muito apreciado por fãs de… Fantasy Zone?

Nossa cobertura do BGS 2011 é apenas um passeio pela feira ao som da boa game music e algumas surpresas ao longo do caminho, preparadas pelo “Cosmic Effect Team” :) Aumente o volume e clique play no…

Cosmic Fast

Episódio #15: Brasil Game Show 2011

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NOVO!

Se preferir, faça o download do vídeo em máxima qualidade
(clique com o botão direito no link abaixo e “salve como”):

Download Cosmic Fast #15: Brasil Game Show 2011

(1.1 GB MPEG4/H264 baseline, 1080p, Audio AAC 224 kbps)

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Canais somente com vídeos originais produzidos pelo Cosmic Effect

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Cosmic Fast #11 – O Primeiro Portátil A Gente Nunca Esquece

E então amigos, um jogador de videogame pode viver sem um console portátil? Toda a sua vida? Parece que não.

Este Cosmic Fast é um unboxing de uma vida inteira…

Cosmic Fast

Edição #11: O Primeiro Portátil A Gente Nunca Esquece

Canais somente com vídeos produzidos pelo Cosmic Effect

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