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O Que Você Jogou Em 2011?

Amigos do Cosmic Effect: este post faz parte do meme proposto pelo Ighor do blog Videogame.etc.br. Como o título do post explicita, iremos revisitar os jogos que jogamos neste ano de 2011, porém de forma bem rápida e sucinta.
Há vários jogos citados neste post, passeando por diversas plataformas. Mas não há conexão entre os reviews, portanto não se assuste com o tamanho total do post — apenas escolha os jogos que gostaria de ler um parágrafo sobre e aproveite :)
Espero que gostem!

Cosmonal

Alien Syndrome

SEGA – Master System (1987)

Um run and gun original de arcade que teve modesto sucesso no Master System, Alien Syndrome é uma excelente alternativa pra quem gosta de jogos de nave como eu. Joguei o cartucho do Master System no console real, com seu joystick original — o que tornou a jogatina razoavelmente mais difícil por causa do famoso direcional impreciso do controle do 8-bit da SEGA. Tão difícil que parei sem passar da quarta fase, das 8 do jogo. Os chefes rendem belas batalhas, com aquele fundo preto típico da época e sprites que seriam altamente perturbadores se fossem em 3D na engine Unreal…

Super Metroid

Nintendo – Super Nintendo (1994)

Um dos melhores jogos de todos os tempos que só fui jogar com toda a pompa do controle do Super Nintendo nas mãos neste ano. É a vantagem de ser retrogamer… sempre tem uma MARAVILHA PERFEITA como Super Metroid que você ainda não jogou. As pirraças constantes que o jogador sofre ao ver um item impossível (ou quase) de alcançar, a trilha sonora atmosférica e a dificuldade equilibrada confirmaram tudo que eu ouvia falar sobre este título. E tem mais: o design genuinamente inteligente dos cenários, somado a um controle perfeito da personagem… e por aí vai.

Metroid Prime 2: Echoes

Nintendo – Wii (2009)

Quer um único motivo para ter um Wii? Metroid Prime Trilogy. Zelda e Mario tem aos montes nos outros consoles da Nintendo; Metroid não é tão farto assim. E Metroid Prime com o Wiimote funcionando não como um gimmick — bem-vindo REALMENTE à nova geração dos videogames. Ah, mas se fosse só isso… nem é. Sabe aquelas brincadeiras que vemos no YouTube onde um fã renderiza em 3D uma fase de um joguinho antigo, só pra ver como ficaria? Agora imagine Super Metroid em 3 dimensões, o JOGO INTEIRO — e não um videozinho de 1 minuto. Isso é Metroid Prime. Echoes, em especial, é o “mais hardcore” da trilogia. O Gagá dizimou (no melhor dos sentidos) a trilogia inteira num belíssimo post aqui no CFX recentemente.

Sim, você vai passear pelos ambientes; sim, você vai se perder no mapa; sim, você vai apreciar a trilha sonora GENIAL, com temas atualizados de Super Metroid e muito mais. E, sim, você vai sofrer no final para terminá-lo e sentir aquela sensação de “eu consegui encontrar todas as… sozinho”. Comprei o Wii por causa de Dead Space Extraction. Fiquei por Metroid Prime.

Dead Space 2

Electronic Arts – PC (2011)

O primeiro Dead Space chamou muito minha atenção quando lançado: um jogo desenvolvido pelo estúdio da Electronic Arts (tenho uma forte nostalgia e apreço por títulos da EA), com a temática navegando entre os filmes Alien e The Thing e de gameplay refinado. Não tinha como dar errado para mim, e não deu mesmo: virei fã incondicional da franquia. A continuação é o mais do mesmo que os fãs esperavam, ainda bem, e a preparação para o terceiro ato. Adicionou-se um ótimo multiplayer, ainda que esta não seja a crítica recorrente que ouvirá por aí. Pessoalmente, sair de um duto de ventilação controlando um dos alienígenas gosmentos contra os humanos, apertar o RT para vomitar em seu oponente… é divertido! Mas o que interessa, claro, é a campanha: lotada de ótimos momentos gamísticos e cinematográficos. Um jogo que você vê valor de produção em cada toque no botão do joystick.

Jamestown: Legend Of The Lost Colony

Final Form Games – PC (2011)

Se ninguém te contar, você termina este shmup sem perceber que é um jogo independente. Ok, não estou querendo dizer que é uma mega-produção cheia de cutscenes de Kojima, mas sim um jogo de nave que usa sprites sem afetação, sem parecer que os desenvolvedores estavam se sentindo nostálgicos e, só por isso, o Jamestown terminou tendo visual retrô. Além da pixel art imbatível e detalhada, a trilha sonora é lindamente orquestrada e o estilo é o mais atualizado manic shooter, com alguma dose de estratégia e um co-op empolgante. Por sinal, basicamente joguei-o “de dois”, o que me permitiu terminá-lo razoavelmente bem por causa da soma de forças. Cereja no bolo: a história… é até interessante! Não esqueça de que isso é uma mega elogio em se tratando de jogos de nave… Heider escreveu um review deste indie aqui no CFX.

Double Dragon II: The Revenge

Technos – NES (1989)

Outro que tive uma experiência multiplayer inesquecível este ano foi o Double Dragon II, do NES. Todo mundo é fã de algum Double Dragon: minha relação de adoração é com o primeiro da franquia, na conversão do Master System. Foi o primeiro jogo de luta cooperativo que lembro ter jogado fora dos arcades; primeiro jogo em que parei tudo só para escutar a trilha sonora… e o primeiro que coloquei um gravador na frente da TV para gravar as músicas em K7. Neste ano, joguei por inteiro com o Danilo, a continuação para NES, que tem gráficos iguais ou melhores que o Double Dragon 1 do Master System, mais fases e um boss final exclusivo. E um trecho de plataforma dificílimo no caminho. Sei que isso não deve ser novidade pra você mas lá vai: é um jogaço.

Out Run

SEGA – Game Gear (1989)

Out Run é um jogo adorável. Nunca enxerguei-o como um jogo de carro, de pilotagem. Ele é como Enduro do Atari: os carros são obstáculos, rodando sempre mais devagar; os cenários são belos e variados; e o que importa é a sua pontuação no high score. Com um Game Gear recém-adquirido, sabendo que em qualquer console da SEGA tem um Out Run (no Dreamcast, como um minigame do Shenmue, mas tá valendo :P), pensei: “vou começar por onde é certa a diversão”. Bom, na telinha de um portátil, a sensação de relaxamento típica ao jogar Out Run dá lugar à tensão para conseguir enxergar direito na alta velocidade. De qualquer maneira, é praticamente o mesmo jogo do Master System, com uma seção adicional onde é possível competir com outro carro.

Out Run Online Arcade

SEGA – Xbox 360 (2009)

Agora sim, estamos falando provavelmente da melhor maneira de jogar Out Run atualmente. Em 2003, Yu Suzuki expandiu a idéia original em Out Run 2, adicionando algumas simples manobras ao controle da sua Ferrari que deram origem à diversos modos de jogo sensacionais. A versão da Live do Xbox 360 é, basicamente, uma evolução daquele título (e do Out Run 2006: Coast To Coast), com a vantagem de ter sempre alguém online disponível para um racha. Mas, se correr contra outros jogadores não te interessa, volte-se aos modos single player deste Out Run e evolua no score. Não se iluda com o climinha relaxante de Passing Breeze tocando: este Out Run é daqueles fáceis de pegar, mas difíceis de virar mestre.

Vagrant Story

Square – PlayStation (2000)

Em busca de um RPG em turnos com a complexidade de armas e itens disponíveis nos cRPGs da Bethesda (Elder Scrolls, Fallout 3/New Vegas), deparei-me com Vagrant Story. De quebra, é um dungeon crawler isométrico com aqueles gráficos tridimensionais charmosos da era do PSX! Viciei no danado, joguei por umas duas semanas e parei por motivos técnicos (controle do PSX falhando irritantemente). Já comprei um novo, sem fio e devo voltar em breve. As impressões foram as melhores possíveis, principalmente do combate: misto de ação com turnos, recompensa o timing do jogador com combos que aumentam o dano. Você deve “respeitar a animação” dos ataques para acertar o momento certo de pressionar — altamente recompensador e imersivo. E a atmosfera sombria da dungeon ganha um toque especial com as músicas de Hitoshi Sakimoto, que tomou emprestado alguns motivos de Radiant Silvergun. Maravilha.

Soldner X2: Final Prototype

Eastasiasoft – PlayStation 3 (2010)

Console novo… jogo de nave mais bonito. Essa máxima sempre foi respeitada. Nunca um shmup do NES seria mais bonito que um título de Mega Drive; ou um de PlayStation não deixaria de ser visualmente mais interessante que um de Super NES. Bem… isso acabou na sétima geração. O gênero deixou de ser mainstream, correto… mas não morreu. Parece que o foco, após o nascimento dos bullet hell, mudou um pouco para as novas mecânicas e o exagero de tiros na tela. Mas, de vez em quando aparece um shmup para os mais tradicionais como eu, que gostam de R-Type e Gradius: Soldner X2 é um deles.

Produzido na Alemanha, com visual menos interessante que Gradius V do PlayStation 2 (o shmup mais bonito da história?), parece um jogo de nave feito para o “quarentão pai de dois filhos trabalhando 40 horas por semana com um tempinho no domingo à tarde”. Como não tem Xevious — nem arcade — perto da sua casa, ele comprou um PlayStation 3 e baixou um shmup na PSN. Ou seja: o jogo precisa PARECER que é desafiador, mas não pode se dar ao luxo de sê-lo realmente, pelo menos logo de cara. Afinal, ele só joga domingo à tarde, antes do futebol e precisa sentir-se recompensado sem o esforço tradicional requerido pelos jogos do gênero. Soldner  X2 tem um esquema adaptável de dificuldade: de acordo com seu score, o desafio vai “se adequando”. Ao terminar pela primeira vez, você tem a sensação de ter bebido água, mas queria Coca-Cola com limão.

Super Stardust HD

Housemarque – PlayStation 3 (2007)

Tido como o melhor jogo dos primeiros anos da PSN, Super Stardust HD eleva o primordial Asteroids à enésima potência. Este sim é um shooter que se utiliza das qualidades dos consoles atuais visando tornar a experiência mais vibrante: os asteroides têm física, o framerate é fixo em 60 quadros por segundo, a alta resolução nos permite ver quase que o outro lado do planeta permitindo antecipar-se aos inimigos… e os controles suaves dos analógicos do PlayStation 3 deixam a nave deliciosamente nas suas mãos. Se você é um velhote que amava ou não Asteroids e possui um PS3, Super Stardust HD é uma aquisição obrigatória — para quem não pegou de graça no pacote de boas-vindas após a queda da PSN

Call Of Duty: Black Ops

Activision – PC (2010)

Pois é, amigos cósmicos, Call of Duty: Black Ops. É um grande jogo sim. O negócio é clichê: vendeu milhões, é mais um FPS militar, etc, etc… e… é isso mesmo. Eu não jogo os Call of Duty pelo multiplayer: meu interesse limita-se à campanha single player (meu tempo “FPS online” já pertence ao Halo — mais de um, para mim, representa tempo demais no gênero). E ela é sensacional, para quem gosta de um “bom cineminha americano jogável”. Não, sério: é um estouro. E, como não estamos falando de FMV de SEGA CD ou de 3DO, dar os tirinhos e cumprir as missões é diversão rápida e eficiente. Rápida mesmo: as campanhas destes jogos são sempre curtas, por conta da ênfase no multiplayer.

The Legend Of Zelda: Ocarina Of Time

Nintendo – Nintendo 64 (1998)

No ano do lançamento cheio de estardalhaço do 3DS, fiz questão de jogar seu app killer… em sua forma original: no Nintendo 64, com o seu controle enorme e suas texturas borradas; seu aspecto 4:3 datado; o framerate atingindo 15 quadros por segundo, com frequência. Pois é, amigos… o que falar sobre Ocarina Of Time? A conclusão de que os japoneses da Nintendo, liderados pelo mais famoso deles (precisa nome?) trazem até hoje a magia de Donkey Kong para seus títulos. Por isso o Skyward Sword deve ser realmente uma coisa sensacional, porque é feita com este histórico mágico por trás. Adorei quando li o Miyamoto comentar, em alguma entrevista por aí: “É, tem um pessoal da Nintendo que tenta manter a cronologia, a coerência entre os Legend Of Zelda; eu não me preocupo com história não, meu negócio é a mecânica de gameplay”. Meu herói.

The Elder Scrolls V: Skyrim

Bethesda Softworks – PC (2011)

Para muitos fãs de RPG eletrônico, há uma espécie de “ano de Copa do Mundo”. O ano atual é um destes anos especiais, esperados. Em um intervalo aproximado de 5 anos, a Bethesda Softworks lança um jogo da série The Elder Scrolls. “Os Pergaminhos dos Sábios”. Este título, sozinho, já é altamente inspirador para qualquer gamer com espírito de aventura. Quem são estes sábios? O que encontrarei escrito nestes pergaminhos? Estas perguntas são relevantes ao jogo? Você decide. É… você decide MESMO. “Ah, eu sei, Eric, nesses jogos tem um monte de sidequest pra fazer não é? Ah, eu já vi isso!”. Ah… não viu MESMO.

Experimenta andar pelo mundo de qualquer Elder Scrolls e ser engolido pelo ambiente. Junte artistas gráficos geniais — Oblivion, em 2006, simplesmente me fez olhar para a tela, sozinho em casa e dizer “meu Deus, isso aqui são os RPGs 2D onde imaginávamos os cenários a partir da visão superior… caramba, só que agora não estou imaginando: estou VENDO a vila, estou VENDO o estábulo. Estou VENDO, MANIPULANDO e — pasmem — LENDO um livro em cima de uma mesa velha, de madeira, dentro de um casebre. E o texto deste livro, é — sim — cativante! E, mesmo com todo este “realismo”, continuo com aquela liberdade de poder entrar na casa de todo mundo quando quiser, posso subir em cima da mesa, posso falar com alguém que está dormindo — tudo como nos antigos RPGs! Não há nada igual aos role-playing da Bethesda, nem no Japão.

Não se apresse para jogar Skyrim. Ou Oblivion. Ou Morrowind, ou Daggerfall ou Arena. Quando jogar, saborei cada momento de qualquer um deles. Não se iluda com os “Game Of The Year” que eles sempre ganham. Não jogue por isso. Jogue para você. Mas cuidado: se não tem experiência com drogas… esta pode ser a primeira.

Todo gamer é fã de Shigeru Miyamoto. Ok, claro. Pessoalmente, sou também um grande fã também do Yu Suzuki, da SEGA, pela sua versatilidade. Mas, agora, o trio está completo: se tiverem um tempinho, procurem pelo Todd Howard, diretor destes jogos da Bethesda. Em 1994, ele era o estagiário que fazia o mais rápido speedrun do primeiro Elder Scrolls, ainda no MS-DOS. Hoje, ele meio que representa a empresa na mídia, e seu histórico de respeito é a garantia de que ele é o cara para isso. Direto e simples quando entrevistado, ele fala como alguém que não dá aquela impressão de “viajar tanto”, parece ter os pés no chão quanto ao desenvolvimento dos seus jogos. Ironicamente, dos jogos que mais me fazem viajar…

Só para constar, eu poderia escrever mais e mais sobre Skyrim mas, então, levei uma flechada no joelho…

Euler

Dead Nation

Housemarque – PS3 (2010)

Para a galera retrogamer que curtia Ikari Warriors ou Commando, esse jogo é para vocês! Um shooter em 3ª pessoa, visto de cima, bem do alto, com gráficos caprichados, armas bacanas, bons efeitos de sombra, luz e muitos — mas muitos zumbis para matarmos! Adicionalmente, fãs da série norte-americana The Walking Dead vão adorar a possibilidade de criar estratégias para lidar com ordas de mortos-vivos! E o melhor:  ganhei este título de graça no pacote de “Welcome Back” da PSN!

DeathSpank – Thongs Of Virtue

Electronic Arts – PS3 (2010)

Qual seria o resultado ao bater num liquidificador Diablo, mais uma colher de sopa do The Secret of Monkey Island? DeathSpank! Um inusitado mix de ação com RPG e muito humor, ajudamos nosso destemido herói a encontrar as 6 místicas “Thongs of Virtue“. Dezenas de sidequests garantem diversão por um bom tempo. Este título foi uma grata surpresa para mim!

Mario

Dr. Mario

Nintendo – NES (1990)

Sabe quando você para num jogo e não consegue mais jogar outro? Curiosamente isso aconteceu este ano comigo em relação ao Dr. Mario. Apesar da trilha sonora irritante, eu quis relembrar um dos games da minha infância e descobri que (como era de se esperar) evolui bastante (yes!). Acho que fiquei um mês inteiro sem jogar outro jogo. Tirando o lance da trilha, até que é um passatempo simpático, com um “quê” de Tetris. E eu também simpatizo com spin-offs.

ESP Ra. De.

Cave – Arcade (1998)

O autêntico bullet hell dos anos 90. Como nunca vi uma máquina destas aqui no Brasil, apelei para o bom e velho MAME. Quem curte shmup com chuva de balas vai gostar deste título desenvolvido pela Cave, que manja muito bem do assunto. Joguei bastante no início do ano, quando achei um pack de jogos de nave para o MAME. Bullet hell por parte dos vilões, rajadas por parte dos heróis.

God Of War

Sony – PlayStation 2 (2005)

A primeira aventura de Kratos está na lista dos jogos que me fizeram babar de primeira, assim como Double Dragon, R-Type, Prince of Persia e outros “abridores de caminhos”. Trilha envolvente, boa diversão e, além disso, é ótimo você comandar um protagonista que potencialmente pode dar porrada em qualquer um. Recomendado para aliviar o estresse.

Guardic

Compile – MSX (1986)

Excelente shmup, como praticamente todos os jogos que a japonesa Compile lançou para o MSX. Joguei muito o Guardic no mês de junho, mais ou menos na época em que fiz a cobertura do MSXRio’2011. Esse game tem atributos muito equilibrados: jogabilidade, originalidade, trilha sonora, gráficos e desafio. Na minha opinião, é uma obra-prima do MSX 1, tanto que estou namorando no eBay um cartucho original dele, mas o preço ainda está salgadinho pelo fato de ser raro.

FAKEPIX

Batman: Arkham City

Rocksteady Studios – Xbox 360 (2011)

O maior mérito do game não está só na jogabilidade variada, formada pelo melhor sistema de luta corpo a corpo que já vi num game, nem na sensação de “limpar” as ruas de Gotham City ou mesmo na voz de Mark Hammil na melhor forma dando vida ao Coringa. Mas em poder dizer “Eu sou o BATMAN!”

Gemini Rue

Wadjet Eye Games – PC (2011)

Um adventure independente que remete aos melhores point-and-click da década de 90. Situado num futuro distópico no melhor estilo Blade Runner, puzzles para rodar as engrenagens da mente e até mesmo uns tiros em momentos rápidos de ação compõem Gemini Rue.

Dancovich

H.E.R.O.

Activision – Atari 2600 (1984)

Pois é, um jogo de Atari figurando entre os jogos de 2011. Não conhecia este apesar de ter possuído Atari — porém, meus cartuchos eram mais no “estilo Dactar”, onde os jogos tinham nomes genéricos ou vinham em pacotes de “32 em 1”. Era comum nem saber o nome de que estava jogando. H.E.R.O. foi o Eric quem me mostrou, fiquei fascinado. Ainda não “terminei” — pois até que tem um final, uma vez que são 20 fases onde as últimas 5 se repetem (chamadas de “Level Pro”) até zerar a pontuação. Recomendo muito para quem é fã de jogos simples com muita ação. O gameplay é no ponto e o jogo não enjoa, realmente foi uma pena não tê-lo na época pois teria viciado na hora.

Bioshock

2k Games – Xbox 360 (2007)

Quem diz que os FPS são todos cópias um dos outros sempre costuma colocar Bioshock como a “exceção da regra”. Esse foi engraçado: comprei numa promoção a R$ 60 (em se tratando de Xbox 360 é praticamente dado) e acabei ganhando de aniversário na mesma semana e fiquei com 2, o que resultou no terceiro jogo dessa lista, mas vamos por partes.

Este jogo é uma pérola, poucas vezes se vê um FPS com boa história, bom gameplay de ação e aberto para progressão de personagens. O jogo começa bem difícil mesmo, lembro que meu primeiro combate com um Big Daddy foi frustração interminável e controles na parede. Com o tempo, seu personagem fica mais poderoso, um outro aspecto bem bacana de realmente sentir suas decisões de progressão afetando seu desempenho. Recomendo a qualquer maluco que ainda não tenha jogado.

SoulCalibur IV

Namco – Xbox 360 (2008)

Quando ganhei a segunda cópia de Bioshock, troquei um deles imediatamente por SoulCalibur IV. SSmpre fui fã da série Soul Something (o primeiro da série era Soul Edge, sei lá porque mudaram…) mas não sou necessariamente fã de fighting games de jogabilidade 3D: jogo SC por gostar da ambientação, da atmosfera; mas nunca fico bom nele. Minha maior decepção neste título foi o suporte a multiplayer online. Na época, não haviam inventado um jeito de ter um jogo de luta online. Devido aos tempos precisos necessários ao gênero, o mínimo lag atrapalha tudo e aqui essa deficiência veio “de com força”, deixando a experiência bem ruinzinha mesmo. Uma pena.

Super Street Fighter 4 / Arcade Edition

Capcom – Xbox 360 (2010)

Street Fighter sempre foi minha droga, acho que se tiver um “O Que Joguei Em” todo ano, vai ter um Street Fighter lá, sempre. O primeiro Street Fighter IV (sem Super) não aproveitei muito — o online era fraco para não americanos tornando difícil achar uma boa partida. Mas, neste novo título, criaram um filtro por região e jogos entre brasileiros são fáceis de achar e são MUITO sólidos, praticamente como estar jogando com um amigo na sala. O Arcade Edition só veio para colocar a cereja no bolo, com rebalanceamento dos personagens e o Oni, que parece Goku em Super Sayadjin 4.

Fallout New Vegas

Bethesda Softworks – Xbox 360 (2010)

Um jogo muito semelhante ao anterior — Fallout 3 — e ao mesmo tempo totalmente diferente. Fiquei muito feliz quando reduziram drasticamente o número de dungeons: adoro em jogos medievais mas, não sei o motivo, em Fallout 3 eu sempre corria para terminá-las rapidamente, a experiência não me agradava. A história do seu personagem é mais fraca desta vez, mas o mundo está mais rico, com suas diversas facções e NPCs mais interessantes. Agora que ele deu uma sossegada na maré de bugs da época do lançamento, recomendo muito quem ainda não pegou.

The Elder Scrolls V: Skyrim

Bethesda Softworks – PC (2011)

Estou hipnotizado, viciado, minha vida social já era. Normalmente os jogos lançados me deixam bem satisfeitos com a experiência mas a expectativa que crio é muito maior que o jogo vale —  já me acostumei e até ignoro isso quando pego uma novidade. Mas Skyrim é uma feliz exceção a esta regra. O Eric já escreveu sobre este jogo então irei apenas relatar minha experiência com ele.

Fazia tempo que não ficava tão imerso em um mundo de maneira tão arrebatadora — quero dizer MUITO tempo. Acho que o maior exemplo disso foi ao subir um pico para cumprir uma quest quando me deparo com um Ice Troll — a espécie de troll mais forte do jogo e um inimigo formidável. O resultado da batalha foi um enorme gasto de poções e itens de minha parte e a morte de minha companheira de batalha. Neste ponto, é normal o jogador voltar o save. Mas, eu estava tão imerso que fiquei realmente triste pela morte da companheira, a ponto de arrastar seu corpo para um lugar mais digno (infelizmente não é possível cavar em Skyrim) e simular um “enterro”, para, só então, seguir a jornada sozinho. Demorei bastante até conseguir outro companheiro de batalhas, talvez por demorar a aceitar a perda de minha amiga virtual, vai saber.

* * *

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“O Que Você Jogou Em 2011”

 

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39 Respostas

  1. […] Orakio Rob Gagá Games – por André Breder Passagem Secreta Blog do Kyo Glstoque Game Sênior Cosmic Effect Gamer Caduco The Twosday Code Relíquias do Mame Shugames Meio Orc Santuário do Mestre Ryu […]

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  2. Ao que parece o ano foi dos shmups pra galera do Cosmic Effect ^^

    Uma coisa que pode se tornar um vício pros retrogamers e eu em particular tento sempre evitar é jogar só games conhecidos. Fui separar as roms de Mega pra colocar no Dingoo e vi que lá só tinha jogos da minha infância. Qual a graça? Falar que Sonic é melhor que Modern Warfare 3? Aí eu decidi colocar só roms desconhecidas, e a sensação foi muito melhor. Me sentia um arqueólogo, escavando em procura de jóias. E quando encontrei pérolas como Guardian Heroes eu devo ter me sentido como o Eric jogando Super Metroid. Lembro de ter jogado com alguns amigos numa fita pirata, no Snes mesmo. E tinhamos jogado muito quando o save apagou. Ficamos felizes, e chegamos ao lugar em que o save tinha sido deletado em muito menos tempo e com mais itens. É incrível como Super Metroid não enjoa.

    Saiu um DLC pra Jamestown com personagens novos. É legal, mas eu queria fases novas. Comprei mesmo assim :D

    E Gradius V é o shmup mais bonito da história, ninguém tasca. Quando abre um buraco no espaço-tempo e aparece a Vip Viper do passado lutando ao lado da atual dá quase pra ouvir os aliens falando “Fudeu negada!”

    Eric, não rola de marcar um multiplayer de Halo um dia com uma galera não? O 1 deve rodar na maioria dos computadores, e é muito divertido. Se eu comprar um Xbox 360 um dia eu compro o Anniversary junto. E vou acabar comprando um 360, já que eu estou morrendo de vontade de jogar Skyrim.

    Gemini Rue eu vou comprar na promo de férias da Steam, que está com um repertório decente de Point & Clicks. Se duvidar melhor que o GOG. Infelizmente não roda no Scummvm. Tablets + scummvm são uma combinação matadora.

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    • Rapaz, muito bom seu comentário sobre a escolha das ROMs. Já pensando em tirar que já joguei do Android, por que acabo brincando só com os conhecidos quando estou numa sala de espera da vida e, sei lá, poderia estar experimentando um retrojogo antigo naquele contexto e depois trazendo pra plataforma “jogável” de verdade… valeu, me fez refletir bastante aqui.

      Tenho um ritualzinho bobo: todo domingo à noite, antes de dormir, jogo um jogo velho conhecido no SuperConsole, especificamente nele. Tipo, escolho um cartuchinho ou CD de algum console que tem lá e relaxo por 1 hora antes de dormir. Faço isso religiosamente tanto pra sempre rodar consoles que nem sempre estou usando (como no domingo último, que joguei Trevor Mcfur do Jaguar, o PIOR shmup do mundo mas… anyway… hehe) como para a assumida “sessão nostalgia” mesmo. Depois do seu comentário, já tenho achado que é perda de tempo, é melhor pegar um desconhecido também neste horário, vou experimentar! :D

      Ohh, se fosse fases novas do Jamestown, pegava também hein. Aliás, não comentei ali mas fiquei fã desse jogo (e muito) por conta do seu post na época.

      Gradius V, confirmado então o mais belo shmup da história. Quem não viu, não viu e pronto! :D

      E Halo, caramba, seria legal. Melhor ainda (mais fácil de implementar né) se você pegar um 360 mesmo. Ando querendo pegar o Anniversary também. Avisa aí se pegar o Xbox :)

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  3. Nóssa!
    Quanto jogo que eu só vou jogar daqui há vinte anos… putz!
    Não sei nem o que está acontecendo… sério. Ainda não estou preparado!

    Mesmo assim fiquei com aquele friozinho na barriga de game novo.
    Adorei o post!

    PS: …temos aqui suspeitos não-retrogamers infiltrados na blogsfera, câmbio.

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    • Haha, que nada Gabriel, é que o Cosmic Effect é “80% retrogaming e 20% next-gen”, então sobra ua espacinho pra alguns jogos novos. É bom pra colocar as coisas em perspectiva né… e vem cá, você tá jogando Pier Solar que é novinho em folha, nem vem! Ahahahaha!

      Abração!

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  4. O avatar do Euler é a nave do Zanac, né? :)

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  5. Nunca joguei Dead Space, mas estou curiosíssimo, tá em uma posição alta na minha wishlist no Steam. Aliás, tá rolando uma promoção no Steam para presentear os jogadores com os dez primeiros títulos de suas wishlists, vamos ver se eu faturo!

    Danilo, o Bioshock eu comprei já tem um tempo, mas ainda não joguei. Acho que vai ser o próximo que vou pegar.

    Pô, cadê a lista do Andrei? Fiquei curioso!

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    • Putz, tá rolando essa promoção? Caramba, deixa cadastrar mais uns na wishlist aqui, acho que não tinha 10!

      E Andrey é mesmo, fez falta na lista! Sei que andou jogando Portal 2 e, claro, Pitfall… hehehe! Vamos ver se ele manda algo depois :D

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      • Precisa ter pelo menos 10 pra concorrer. E entendi que você precisa visitar a página do jogo do dia pra concorrer. Na verdade é um sorteio onde o Steam vai dar os jogos. Mas eles também entram com descontões, o que incentiva presentear.

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    • Olá Gagá!

      Ha, ha, pra ser sincero… Pitfall. “Zerei”!
      Os demais jogos eu apenas gravava cenas propícias à pitifalização!

      :))

      Abração a todos!

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  6. —Cosmonal—
    Mandou bem nos games Cosmonal!
    Parabéns por ter jogado este ano Ocarina Of Time,se tem um jogo que tenho vontade de jogar é esse,nunca tive um 64 e com certeza este é um dos pecados gamísticos que devo consertar.Sobre Double Dragon 2 ele está no meu top 20 de todos os tempos e plataformas com certeza!!!
    —Danilo—
    Danilo fiquei apavorado em saber sobre sua “falha gamística” em relação a HERO.O melhor game de Atari de todos os tempos!Legal que tenha gostado,na verdade não poderia ser diferente,ha ha ha!Sobre os cartuchos Dactar, era realmente uma bagunça na época a quantidade de títulos, geralmente 4×1 .Graças a um amigo “riquinho” eu pude apreciar muitos jogos Atari originais,com toda aquela arte que só um original Atari tinha.

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  7. […] Cosmic Effect […]

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  8. @Cosmonal
    Muito boa sua lista. Nela vou tentar pegar para 2012 Dead Space 2 e The Elder Scrolls V: Skyrim. Já o Jamestown e fato que ainda em 2011 eu pego para hora de pura diversão.

    Agora faltou o Game Room nessa lista. Que tal um review especial?

    @Mario
    Existe jogos verdadeiramente viciantes, né? Aconteceu praticamente a mesma coisa comigo, conheci Dr. Mario e me viciei. Joguei um pouco menos de tempo uns 10 dias seguidos. Só que toda vez que ligo o Dingoo corro direto para ele. Tenho que me controlar. Os outros jogos devem estar com ciúmes.

    @Dancovic

    Outro que mal conhecia H.E.R.O. Uma vez tinha passado o olho nele no Atari 2600 e nunca mais encostei a mão. No começo do ano descobri e me divirto muito. Que não conhece tem a obrigação de procurar um emulador ou console e ir se viciar.

    É desculpa galera por aparecer por aqui tão tarde. É complicado coordenar um MEME em dia que sua internet quer te sacanear.

    Ótimas listas!

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  9. Caramba, não sabia que o tal Out Run Online Arcade era uma evolução do Coast 2 Coast, que por acaso eu joguei bastante. Curti demais. Vou ver se tem versão para PS3 também (acredito que sim) e ver de jogar ele.
    Vagrant Story é um jogão, uma pena que eu não fui até o fim quando o joguei na época.
    Soldner X2: Final Prototype e Super Stardust HD parecem ótimos e difíceis. Este último eu fiz a burrice de não pegar, acabei optando sei lá porque por Little Big Planet, que é até bacaninha, mas eu não tenho muita paciência pra jogar.
    Sobre The Elder Scrolls, comecei recentemente o Oblivion no PS3, estou adorando o jogo, até agora só fiz algumas side quests e as quests da Mage’s Guild. Esta versão já transmite bem tudo que você falou, Cosmonal. Tô babando pelo Skyrim agora, mas vou esperar para jogá-lo. Tenho muita coisa pra fazer a versão anterior ainda, antes de levar uma flechada no joelho.
    E, poxa, eu gosto da trilha sonora de Dr. Mario, pelo menos gostava no Gameboy! hehehe
    Por último, a sensação de “Eu sou o BATMAN” eu tive jogando o Arkham Asylum ainda este ano, preciso jogar logo a sequência.
    Desculpem o tamanho do comentário, acho que ficou claro que gostei do post.
    Pior que eu havia escrito o comentário antes da atualização do Dancovich, então a última coisa que tenho a declarar é que quando mais eu ouço e leio sobre Skyrim, com mais vontade eu fico de jogar. Espero não levar flechadas no joelho jogando Oblivion pra poder botar as mãos na versão seguinte logo.

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  11. Super Metroid é simplesmente o melhor jogo do Snes e Prime 2 destrói os nossos nervos, não sei como ainda não quebrei o controle do Cubo jogando ele, rzs.

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  12. Bioshock, é dificil segurar a tensão quando começam a aparecer os urros e batidas metálicas dos Big Daddies. Na época que joguei foi algo que me impressionou muito mesmo. Dead Space é sensacional, as fases são compridas e você fica em alerta o tempo todo. A forma de despedaçar os inimigos para matar é loucura. Do OutRun, falta você terminar Battle Out Run =) pra fechar o ciclo. ainda jogarei Dead Space 2, está na minha lista, mas pelo jeito, só no ano que vem.

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  13. Foi mal pelo atraso, mas está aí minha participação:
    http://supertecnicamente.wordpress.com/2011/12/16/o-que-voce-jogou-em-2011/

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    • @Dactar Pois é Dactar, é chover no molhado dizer isso mas Ocarina realmente vale a pena, você vai adorar com certeza pois ele é o nosso “Adventure para Nintendo 64” (só não tem dragão, haha!)

      @Ighor H(64Gamers) Meu caro Ighor, vai sim ter um Cosmic Cast inteiramente dedicado ao Game Room da Microsoft, focando principalmente nos títulos de Atari 2600 lá disponíveis, nos leaderboards e mais (você viu o preview no Cosmic Cast 29)!

      @Gamer Caduco Sim meu velho (ou melhor, Caduco :D), o Out Run da Live é meio que uma evolução do 2/Coast 2 Coast pelo que percebi, porém tem o mesmo “feel” daqueles. A grande adição é realmente o leaderboards e os rachas frequentes com outros jogadores, uma vez que na Live costuma-se ter sempre alguém pra jogar. No PS3, curiosamente, um amigo até se queixou de ter dificuldades de encontrar outros jogadores para Out Run Online (sim, tem para seu PS3 também).

      E vai fundo no Oblivion no seu PS3 aí, Caduco! Realmente qualquer Elder Scrolls do terceiro pra cá é essencialmente o mesmo “virtual world”, com muita atmosfera, muito RPG e sidequests incríveis e inesperadas pra fazer até você cansar. Como falei, joga outro jogo enquanto joga ele e aí vai saboreando sem culpa! Abração! :D

      @Rafa Tchulanguero Punk Caramba, mais um sofrendo com o Echoes? Putz, Rafa, eu quase desisto perto do final, não fosse o Orakio me dizendo “calma, você vai encontrar tudo”, hehe. Ainda bem que depois dessa “quest”, a luta final não é complicada.

      @MarvoxBrasil Opa Marvox, Battle Out Run do Master System? Ah, esse joguei sim na época, claro! E Dead Space é isso mesmo que falou, como todo bom survivor é o jogo todo em estado de alerta… é o tipo do jogo que a gente quer que saia outro, mas dá um medo de jogar (eu, pelo menos, não jogo Dead Space sozinho depois das 22:00! :D)

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  16. Olá Amigos,

    Gostaria de deixar aqui meus votos de um Feliz Natal e próspero Ano Novo para todos!!
    2011 teve muitas fases, umas difíceis, outras nem tanto. Um Boss ou outro pelo caminho mas desejo que cada pixel nesta tela seja um voto de felicidades, paz e muita saúde a todos!!
    Um abraço de toda equipe do Cosmic Effect!!
    Um abraço do tamanho do Cosmos!!!

    Agradecemos todos!!

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  17. Opa, aproveitando a oportunidade gostaria de recomendar alguns games para jogar em 2012 =)

    O primeiro (na verdade os 2 primeiros) são Oddworld, os dois que existem para ps1. Um pouco desconhecidos, porém são grandes jogos de plataforma que exigem o raciocínio do jogador muitas vezes, e ainda tem uma grande pitada de comédia!

    Também, caso não tenham jogado (ou terminado): Silent Hill 1 e 2. Simplesmente os melhores jogos de survival horror já feitos, na minha opinião.

    A série Metal Gear Solid também está entre minhas preferidas, não pode faltar no “currículo gamer” de ninguém!

    Um que eu ainda não finalizei, mas tenho MUITA vontade de jogá-lo (joguei pouco, e na minha infância passei a maior parte do tempo babando ao ver meu irmão jogar), é o Legend of Mana de ps1 também.

    E tantos outros… que tentarei re-lembrar aqui nos comentários durante o ano que vem (risos).
    Um abraço à equipe, e boas festas. E, é claro: Muitos games para vocês. ;D

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    • Eu endosso a sua opinião, GamerPaulista: já zerei o primeiro Oddworld no PC, é bom pra caramba! De fato, o jogo não tem o reconhecimento que merece.

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    • Joguei um pouco do primeiro e muito do segundo, mas não terminei nenhum.

      Não sei porque fico até com um pouco de medo de jogar os jogos da série, a ambientação é muito macabra. Lembro que no segundo tem uma parte com umas lesmas que te engolem inteiro se te acertarem a língua, eu ODEIO aquelas lesmas.

      Mesmo assim fica a recomendação, se o jogo dá medo de jogar então com certeza é bom não?

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  18. Tenho vontade de conhecer a série Metroid Prime. É o tipo de jogo que só testemunharei por fotos e vídeos. Esses Super Stardust HD e o Soldner X2: Final Prototype, deixaram-me com água na boca… sabe como é, fã de shmup não nega uma oportunidade de espancar botões com mais algum título do gênero. Ah, se eu fosse rico e tivesse vários consoles…

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