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Metroid Prime Trilogy (Wii)

Olá pessoal! Para quem não me conhece, eu sou o Gagá, do Gagá Games, um blog especializado em jogos velhos. Acontece que volta e meia jogo coisas mais recentes e muito bacanas, mas que não se encaixam na proposta do Gagá Games. Por isso, pedi ao Eric um espacinho aqui no Cosmic Effect para falar sobre esses jogos. Espero que curtam os posts!

Por muitos anos, a franquia Metroid reinou suprema em um subgênero mais sombrio e sério dos títulos de plataforma. Há um consenso de que o ponto alto desse gênero foi o clássico Super Metroid (Super Nintendo, 1994), onde a mistura de saltos, tiros e exploração por cenários bidimensionais atingiu um patamar bastante elevado e difícil de ser superado.

Mas a Nintendo tinha uma surpresa para os jogadores. Em um momento de rara ousadia, a empresa entregou os rumos de Metroid ao Retro Studios, uma equipe ocidental até então desconhecida. Esses talentosos desenvolvedores resolveram sonhar tudo de novo, recriando a franquia com gráficos tridimensionais e ação em primeira pessoa. Nascia Metroid Prime (Gamecube, 2002).

O enorme sucesso de público e crítica abriu caminho para uma trilogia, com Metroid Prime: Echoes (Gamecube, 2004) e Metroid Prime: Corruption (Wii, 2007). Este último teve como maior atrativo os controles com sensores de movimentos do Wii. Dois anos depois, a Nintendo juntou os três títulos em uma edição especial, Metroid Prime Trilogy (Wii, 2009), que dentre outras coisas levou os excelentes controles de Corruption aos dois primeiros títulos. Foi justamente através dessa trilogia que eu conheci a série Prime.

Metroid Prime

O primeiro Metroid Prime veio com a difícil missão de convencer os antigos fãs da franquia de que era possível criar um jogo em primeira pessoa com a alma da série Metroid. Todo mundo ficou com a pulga atrás da orelha na época, porque era difícil imaginar Samus saltando e explorando mapas complexos com visão em primeira pessoa. Esse tipo de visão é mais usado em títulos com ênfase nos tiros, e não nos saltos.

Felizmente o Retro Studios operou um pequeno milagre, e a jogabilidade de Super Metroid parece ter sido transportada diretamente para Metroid Prime. Você escala árvores gigantes, pula de plataforma em plataforma e realiza acrobacias ousadas a grandes alturas. E o melhor de tudo é que em momento algum a visão em primeira pessoa prejudica a precisão dos saltos, tudo funciona incrivelmente bem.

A ambientação não fica atrás. O jogo apresenta a mesma estrutura de “salas” separadas por portas dos títulos anteriores, mas essas “salas” variam enormemente em tamanho e formato. Um longo e estreito corredor pode levar a um grande desfiladeiro, e em amplas áreas árticas você pode mergulhar em rios gélidos e adentrar túneis submersos. Isso faz com que cada tela perca o aspecto de “caixa de sapato” e contribui para convencer o jogador de que o mundo de Metroid Prime é real.

Além de belíssimos, os cenários exigem soluções criativas para serem transpostos. É como se cada sala fosse um puzzle. Nas cavernas de lava, um míssel certeiro em uma formação rochosa no teto faz com que ela desabe e forme uma pequena ilha. Nas ruínas, uma sala apresenta um engenhoso mecanismo que, quando acionado, abre passagens ocultas. É difícil não lembrar de Samus virando morph ball nas mãos de uma estátua dos Chozo para realizar uma tarefa parecida em Super Metroid. Aliás, Samus continua “virando bolinha”; nesses momentos, a câmera salta para trás da personagem, e somos presenteados com sequências vertiginosas de Samus rolando por túneis em alta velocidade.

Obviamente não falta ação, e você vai usar várias armas diferentes para travar combates com as criaturas alienígenas enquanto salta loucamente. É ação pesada e “acrobática”, com Samus saltando enquanto atira e tenta se esquivar do fogo inimigo. E não faltam momentos de tensão: quando as portas se fecham, as luzes se apagam e espectros alienígenas surgem diante de você, a adrenalina dispara.

O prazer em explorar o mundo de Tallon IV ganha força com o visor especial de Samus. Quando acionado, ele permite examinar criaturas, plantas e computadores. É justamente através dos registros coletados nos computadores dos piratas espaciais que a história vai sendo contada, e não por meio de longas sequências animadas com diálogo, tornando a sensação de exploração ainda mais real. Todas as informações coletadas vão parar no banco de dados de Samus, organizadas por categorias. No fim do jogo, você vai ter uma bela biblioteca digital sobre Tallon IV e se sentir um verdadeiro pesquisador espacial, coletando informações sobre as bizarras criaturas e vegetações do mundo alienígena.

A trilha sonora atmosférica e assustadora cai como uma luva, com músicas que grudam nos ouvidos (coisa rara em trilhas desse tipo). Os bizarros ruídos emitidos pelos alienígenas completam um pacote praticamente perfeito. Metroid Prime é um dos jogos mais fantásticos que eu já joguei, e podem me chamar de herege, mas na minha opinião ele não fica devendo nadinha ao clássico Super Metroid. É pau a pau.

Metroid Prime: Echoes

O segundo jogo da trilogia é o título “maldito” da série. Há quem o ame loucamente e quem o odeie com todas as forças, ambos com bons motivos.

A jogabilidade é basicamente a mesma, com equipamentos novos que trazem alguma variedade, mas você tem basicamente mais do mesmo em relação ao título anterior. E isso não é nem um pouco ruim, visto que tudo funcionava com perfeição no primeiro jogo, e continua funcionando aqui. A grande diferença está na ambientação.

Em Echoes, Samus vai parar no planeta Aether, onde uma equipe inteira da federação galáctica foi brutalmente assassinada por estranhos alienígenas. Logo Samus descobre uma estranha anomalia que dividiu Aether em dois planetas gêmeos, que ocupam o mesmo lugar, porém em dimensões diferentes. Aether é um planeta comum, com cenários variados, enquanto Dark Aether é uma réplica negra, com cenários em tons de roxo e preto.

Ao longo do jogo, Samus precisa alternar entre um planeta e outro através de portais, e as visitas a Dark Aether não são nada agradáveis. Além de estar repleto de criatuas negras assustadoras, que se movem pelo chão e pelas paredes como grandes poças de piche e ganham forma subitamente para atacar, Dark Aether tem uma atmosfera letal a Samus. A cada segundo em Dark Aether, Samus perde energia. Há algumas “ilhas de luz” que permitem recuperar a energia perdida, mas você acaba tendo que se afastar delas mais cedo ou mais tarde para explorar o planeta mais a fundo, e aí a tensão é constante: será que você vai alcançar a próxima “ilha” antes de sua energia acabar? Se alienígenas o cercarem, você vai ter que se preocupar com os danos causados por seus golpes e também com o tempo que está perdendo ali: quanto mais tempo durar o combate, menores serão suas chances.

Dark Aether é o ponto central dos elogios e das críticas a Echoes. Seus cenários são muito pouco variados, e a combinação de roxo e preto predominante em seus cenários é um tanto pesada e deprimente, cansando rápido. Some a isso o fato de que os inimigos aqui só caem depois de levar MUITOS tiros mesmo no modo easy, e você logo estará odiando cada jornada a esse planeta maldito com todas as suas forças. É fato que o design dos cenários não é tão variado e inspirado como o do jogo anterior, mas esse clima pesadão e odioso de Dark Aether, reforçado por criaturas que parecem se transformar em nuvens de enxofre e chefes monstruosos e arrepiantes, dá a Echoes uma atmosfera de terror que casa maravilhosamente bem com a temática de ficção científica do jogo. Eu, particularmente, acho que o ódio que eu sentia a cada visita a Dark Aether me aproximava da protagonista. Aposto que, se Samus fosse real, se sentiria exatamente como eu ao pisar naquele lugar sombrio.

Críticas à parte, há muitos pontos de interesse em Aether. O pântano de Torvus Bog, por exemplo, é um estouro. Nada como estar caminhando lentamente debaixo d’água e ser subitamente surpreendido por velozes… sei lá, cães alienígenas superdesenvolvidos e bastante adaptados à vida submarina. É assustador. travar combate ali, em clara desvantagem. Mas Samus já deve estar acostumada a esse tipo de situação, não é mesmo?

Com sua alta dificuldade e sua ambientação de pesadelo, misturando máquinas e criaturas horripilantes em cenários sombrios, Metroid Prime: Echoes não é para os fracos. Os novatos provavelmente vão detestá-lo, especialmente no final, onde só quem prestar muita atenção a todos os registros que coletar durante o jogo vai conseguir localizar as chaves do templo sem ajuda. Mas os veteranos que estiverem interessados em viver uma experiência envolvente e arrepiante como poucas vão enfrentar o tédio das paisagens de Dark Aether e se sentir incrivelmente recomepensados no final.

Metroid Prime: Corruption

A grande novidade de Corruption foi a adoção do sistema de controles do Wii, tido como um grande avanço sobre o controle dos dois primeiros títulos no Gamecube. Porém, como só fui conhecer Prime e Echoes já com os controles adaptados no Wii, vou comentar sobre Corruption sem levar em conta esse trunfo que ele teve sobre os outros na época de seu lançamento original.

Corruption talvez seja o mais ousado dos três jogos, porque abre mão de várias marcas registradas da franquia. Ele é bem mais linear do que quase todos os outros títulos Metroid, com a possível exceção de Metroid Fusion (Game Boy Advance, 2002). Sempre que você cumpre um objetivo, recebe um chamado do computador principal ou de alguma outra pessoa que indica para onde você deve seguir. Se você gosta de se perder pelos mundos alienígenas de Metroid, vai odiar isso. Eu confesso que não gostei, especialmente quando, lá pela metade da aventura, o jogo chega ao extremo de indicar no mapa a localização de todos os powerups escondidos, heresia total para os fãs mais tradicionais da franquia.

Por outro lado, a linearidade permitiu que o Retro Studios abandonasse os mapas enormes e investisse em variedade, espalhando a ação por vários planetas e ambientes menores e diferentes, porém com mais conteúdo e variedade, deixando o jogo mais denso. Ao contrário dos outros títulos, que apresentam longos períodos de exploração separando os eventos, sempre há alguma coisa bacana acontecendo em Corruption.

Outra quebra com a tradição está na equipe que trabalha com Samus. Esqueça os dias de jornada em completa solidão típicos da franquia: aqui Samus encontra e conversa com um monte de gente e toda hora alguém “liga para ela” para dizer alguma coisa. Some a isso o grupinho “Liga da Justiça” que atua ao longo da aventura… sabem aquela coisa de mulher que muda de forma, homem de gelo… achei uma presepada. Na verdade eu estava achando o falatório todo uma chatice até mais ou menos a metade do jogo, quando as coisas realmente começaram a melhorar. Algumas missões interessantes começaram a surgir, com ótimas sequências de ação muito bem roteirizadas. A cena em que Samus lidera uma equipe de soldados pelos túneis repletos de alienígenas perto do final, por exemplo, foi muito empolgante, e valeu o jogo inteiro. Pena o último chefe ser meio anticlimático, o encerramento poderia ter sido melhor.

A verdade é que, mesmo com alguns tropeços, Corruption é um excelente título. Por ser mais orientado à ação e confundir menos, acaba sendo mais light para jogar, parecendo quase uma massagem nos pés depois da pauleira que foi Echoes. Quem jogar até o final certamente não vai se arrepender.

Enfim…

Se você nunca jogou a trilogia Prime, tem um Wii e está com grana no bolso, vá voando comprar o seu Metroid Prime Trilogy. É um delírio completo. Quando comecei o primeiro jogo fiquei fascinado, e só de pensar que eu ainda tinha mais dois títulos para jogar em seguida eu já tremia de prazer. É um dos melhores investimentos gamers que já fiz na minha vida, e recomendo fortemente a todos. Os três jogos têm uma qualidade extrema e não podem deixar de constar no seu currículo.

Quem já jogou os dois primeiros Primes no Gamecube também deveria conferir. Com certeza os controles do Wii vão acrescentar uma nova dimensão à experiência toda, e você vai se sentir jogando pela primeira vez. O único porém é que a coletânea do Wii foi lançada em esquema de edição limitada (que já esgotou faz tempo), e atinge preços consideráveis no eBay (usada a partir de 60 dólares, lacrada a partir de 100). Mas acredite, vale cada centavo do seu suado dinheirinho.

* * *

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43 Respostas

  1. Muito bom!!! Já joguei os três e concordo plenamente com o review, que por sinal está muito bem feito!!

    Parabéns!

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  2. Muito legal o post, já terminei o primeiro e comecei o Echoes, os comentários sobre a dificuldade são exatamente a primeira sensação que tive.

    Pena que o Metroid Trilogy foi edição limitada Gagá, o que se acha nos sites de leilões, inclusive aqui no Brasil, são preços realmente bem salgados.

    No momento estou jogando o Metroid Other M, parece ser mais na linha do Corruption pelo que li do seu review, vale muito a pena também.

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    • Quando joguei o Echoes pela primeira vez, joguei na dificuldade normal e passei da metade da aventura. Mas tava tão chato ter que atirar tanto nos inimigos que eu já não aguentava mais. Comecei tudo outra vez, mas dessa vez no easy.

      Eu curto um bom desafio, mas a resistência dos inimigos no Echoes não torna o jogo mais difícil: torna mais entediante. No easy ficou BEM melhor, acabei adorando.

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  3. Eta Gagá você quer mesmo fazer o pessoal gastar o dinheiro!

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    • Vocês podem até ir à falência com os jogos que eu indico, mas pelo menos vão à falência com um sorriso no rosto ^_^

      O lance é se desapegar dos bens materiais… troque toda a sua grana por uma experiência retrogamer inesquecível! Da vida nada se leva! Mas se sobrar alguma coisa, minha conta no banco é *espaço editado pela diretoria do Cosmic Effect*

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  4. Cacete de agulha, Eric não tinha me falado nada… Isso foi acho que uma das maiores surpresas que tive visitando o site….

    Gagá meu filho, você por aqui!!!!

    Ótimo review e com as exatas impressões que tive passeando pela série (não terminei nenhum, joguei muito o primeiro e passeei pelos outros dois). Concordo que são excelentes títulos mas meu amor por Super Metroid não me permite retira-los do posto de segundo lugar na série.

    Tomara que a visita se repita muitas vezes, aqui tá começando a parecer Brasília com seus “cargos de confiança”, hehehe.

    Abraços.

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  5. ôpa! Gagá por aqui!? Que honra rapaz!!!!

    Muito bom seu review, como sempre!

    Abs

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  6. […] Atenção senhores: agora o Gagá também vai falar sobre jogos novos! Mas calma, nada de pânico: vai ser lá no Cosmic Effect! Confiram meu primeiro post, sobre Metroid Prime Trilogy! […]

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  7. AO COSMICEFFECT TEAM
    A nave de Cosmic Ark parece uma sentinela no topo do blog,sensacional.Mas afinal quem é o mascote do blog,a navezinha ou Pitfall Harry?Ha ha ha,sensacional!
    Aliás a mudança do tema também ficou show!!! “To Pixel or not to Pixel” , that is the question…ha ha ha ha Shakespeare é clássico,e o Cosmic Effect também fala de clássicos,logo “ta tudo em casa” ha ha ha,ficou ótimo!!!
    A arte “E assim ele chegou…” é mais uma do Andrey não é mesmo?Eu adorei a idéia,pegou bem o clima do post,isto é,a estréia do Gagá em solo cosmicffetiano.

    Ao Orakio “O Gagá” Rob
    Gagá é um grande prazer te ver aqui no CosmicEffect.Seja muito bem vindo meu velho!!!
    Eu já acompanho suas “insanidades” a algum tempo e por isso estou muito feliz em ver você por aqui!!!
    Tem certos momentos que me vem a cabeça quando penso em você Gagá e um deles é sua participação no “CosmicFast 7 Essa tal de PSN” quando diante do desespero brilhantemente interpretado por Eric sem a conexão com a PSN, e ele pergunta se você está com o mesmo problema, e sua reação foi beber calmamente um copo de água e responder ao Eric que”estava enrolado pra caramba conversando com um cliente um assunto
    sério de trabalho…” isso diante de um netbook jogando OFF LINE TRANQUILAMENTE,ha ha ha ha e depois vem a melhor…você solta uma frase que nunca saiu da minha cabeça:

    “-PSN..esse Eric e essas modernices dele.”

    Ri muito da sua interpretação naquele Cosmic Fast 7.
    E por falar em interpretação eu lembro também do seu post

    “Brasil Game Show 2010 o gagá não conta como foi”

    Senhor Orakio,jogando Just Dance 2 foi…impagável,ha ha ha,uma prova incontestável da sua coragem e bravura diante do público cético que certamente ousava duvidar de seus talentos artísticos,pobres mortais,você mandou muito bem Gagá,não esqueço desse vídeo nunca,ha ha ha!
    Isso me lembra mais outra coisa,Orakio provavelmente você não vai lembrar mas…no seu post “Retro-rápidas: Podcast, aniversário e ABBA para o povo” eu comentei que adoraria jogar o lançamento “Abba You Can Dance” pro WII,um jogaço nostágico e você gostou da idéia e até brincou falando do “crédito de masculinidade” ha ha ha,lembra? sempre que lembro da sua performance em Just Dance 2 eu lembro deste post.Aliás esse é o único jogo super casual que eu tenho vontade de experimentar e isso é culpa sua senhor Gagá,ha ha ha ha.

    O TEXTO
    Antes de mais nada a diagramação e exposição das fotos está sublime,não sei se foi você Orakio ou o Eric que construiu a diagramação,mas está linda,texto e fotos totalmente em harmonia,pra quem é fã de Metroid,como eu, é de encher os olhos,eu só fico imaginando o quanto @Danilo aqui do blog deve ter gostado também,já que sei que ele é muito mais fã que eu,disso tenho certeza.
    O texto como um todo foi um passeio maravilhoso pela trilogia Metroid,eu só joguei os antigos e o do DS”Metroid Prime Hunters” também(que é muito bom na minha opinião,um dos melhores do DS) o Nintendo WII é um console que devo experimentar algum dia e Metroid será a série mais querida,com certeza!
    Pelo pouco que joguei e vi,Metroid na ambientação 3D,realmente conseguiu um feito extraordinário,isto é,adaptar um clássico 2D e manter toda a sua qualidade em arte,som e jogabilidade.Parece que a alma da série foi preservada mesmo.
    Sua avaliação em comparar Prime com Super Metroid(SNES) no mesmo nível é totalmente legítima.Embora por motivos de experiência própria( e saudosismo barato,he he he) eu ainda fico mais com a versão do SNES,mas eu posso mudar de idéia quando um dia botar as mãos nesta obra prima do WII.

    GAGAGAMES E COSMICEFFECT
    A participação de colaboradores do Gagágames no Cosmic Effect é uma idéia muito interessante,casa perfeito,são blogs totalmente compatíveis.Blogs que primam pela qualidade e dedicação aos jogos,espero mesmo de coração,ver o pessoal de lá escrevendo aqui e o pessoal daqui lá,muito legal mesmo!!!
    Orakio,desejo muito sucesso pra você aqui no CosmicEffect,sua ideia em disponibilizar os textos sobre jogos mais novos por aqui é um ato de maturidade e confiança ao mesmo tempo,você poderia “egoísticamente” ter criado outro espaço para publicar,mas não, você apostou nesta aliança com o Cosmonal e com certeza foi a melhor opção,até mesmo para não contrariar a linha do Gagagames que é muito mais focada em “velharia gamer”. Agora de certa forma,você criou uma demanda e por isso estamos esperando desde já por mais textos.

    Grande Abraço e Seja Bem vindo!

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    • Valeu pelas boas-vindas, Dactar! O público aqui do Cosmic Effect é de alto nível, e para mim o elogio de vocês tem um valor enorme.

      Gostou daquela da PSN, né? He he… o Eric é um figuraça, e deixa a gente bem à vontade para brincar.

      > Senhor Orakio,jogando Just Dance 2 foi…impagável,ha ha ha

      Eu QUASE soltei um vídeo meu jogando o jogo do Michael Jackson com a minha esposa no Reveillon do ano passado, he he… quem sabe neste ano?

      E lembro da história do ABBA sim, he he… meu sonho é reunir toda a turma dos retroblogs para um “mico mob”, com todo mundo dançando “Waterloo” junto diante das câmeras ^_^

      > não sei se foi você Orakio ou o Eric que construiu a diagramação

      Foi o Eric, eu também adorei. É como dizem, “Eric is God”, he he… e a tirinha do Andrey ficou genial! Quando eu crescer, quero ser igual a ele.

      Eu quero muito experimentar o Metroid Prime de DS também. Quem sabe não vira post no futuro?

      Valeu mesmo pelas boas-vindas, Dactar. Eu admiro profundamente o Cosmic Effect e toda a equipe, e estou todo felizão porque me aceitaram aqui. Aguarde que vem mais coisa em breve!

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    • Ola Dactar,
      É uma honra a presença do Gagá. Um evento cósmico de primeira grandeza.
      Com a sapiência infinita gamer do velhinho, nos estamos lisongeados. Parabéns Gagá, mais uma vez!!

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      • … disse o Hans Donner da retrosfera ^_^

        Valeu Andrey, é um prazer postar num blog de feras como vocês!

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  8. Coincidentemente (ou não, como você verá a seguir), eu estou na metade do Echoes. É que, ao ler que você havia terminado a trilogia nas retro-rápidas, eu me toquei que precisava encerrar o Metroid Prime de qualquer jeito como o jogo comemorará uma década de existência em 2012. =p

    Isso tudo porque não tive GameCube, mas sempre quis jogar após ter encerrado todos os 2D (exceção ao Metroid II, que ainda não entendo a razão para a Nintendo não fazer um remake),o que vim a realizar em 2004. Faltava vergonha na cara.

    Não sei se você chegou a ver a história do desenvolvimento do Metroid Prime, Gagá, mas é fascinante. Na época do Nintendo 64, o Yoshio Sakamoto se sentiu inapto a adaptar Metroid para 3D e ofereceu a licença para um estúdio estrangeiro, que recusou a proposta por achar incapaz de produzir um jogo à altura do Super Metroid. Infelizmente, o Sakamoto não falou qual softhouse era. Só podia ser a Rare. http://bit.ly/bo44CU

    Já na era GameCube a Retro Studios cancelou vários jogos para se enfocar no Metroid Prime. Durante o desenvolvimento teve demissão de funcionários, visitas irritadas do Miyamoto no estúdio americano e um monte de rolos. É impensável acreditar que de toda a confusão tenha saído um jogo desse calibre. Aliás, foi o Miyamoto que bateu o pé para o jogo ser em primeira pessoa. Não surpreende essa preferência, uma vez que ele queria que o Ocarina of Time fosse todo em primeira pessoa, se não me falhe a memória, e só mudou de ideia para mostrar as diferenças do Link jovem e adulto.

    Você conseguiu captar com precisão no texto o que a série tem de especial. Incrível como os cenários do primeiro são variados e legais de explorar (eu só me cansava um pouco nas regiões escuras da Phendrana Drifts). Eu fiquei com uma expectativa baixa quando fui começar o Echoes pelos comentários negativos, e estou gostando mais do que esperava. Apesar da exaustão da Dark Aether, pelo menos o mapa tem bem menos áreas do que Light Aether. Uma impressão que tive no Echoes até agora é que o primeiro tinha mais sessões de plataforma. Até agora não fiz tantas escaladas. É assim mesmo?

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    • Que maravilha, não sabia desse babado todo do desenvolvimento não… valeu, vou conferir o link agora mesmo!

      Eu também nunca terminei o Metroid II… para mim faltam ainda o Metroid Prime de DS, o Metroid Zero Mission e o Other M. Se não me engano, os outros todos eu já fechei.

      E em relação ao Echoes, sim, ele é menos focado nas escaladas. Mas é um jogão também, como você pode ver. O que mais me incomodou mesmo foi a enorme resistência dos inimigos, tirando isso eu gostei muito, especialmente do climão de pesadelo. Misturar terror e ficção-científica quase sempre resulta em coisas bacanas. Talvez por isso o Metroid Corruption tenha me decepcionado um pouco, eles é mais… “alegrinho”, digamos assim. Mas é ótimo também.

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    • @Alexei Barros Opa Alexei, bom vê-lo por aqui!

      Me intrometendo e me adiantando na resposta do nosso amigo Orakio, acho que quando chegar a Torvus Bog, você terá um pouco mais de plataforma de qualidade por lá — mas no geral, o Echoes é bem menos intenso neste aspecto com relação ao primeiro (não tem nenhuma sequência de saltos tão grande como aquelas do primeiro não); eu estranhava também (imagino que vc tenha percebido) a quantidade bem menor de segredos, aqueles itens “fazendo teasing” típicos da franquia, novamente comparando ao primeiro. Lá pelo final, a coisa melhora um pouco neste aspecto também — mas tive a impressão final de ter bem menos itens “secretos” comparando com o Metroid Prime.

      Cara, se prepara para a quest do final do Echoes (que o Gagá comenta no post), é de tirar o fôlego, um retorno à dificuldade dos jogos antigos. Como Gagá muito bem falou, eu fui um dos que tive uma fase de ódio ao Echoes; mas, depois de terminá-lo, veio uma sensação inigualável que o colocou como uma belíssima e ousada continuação. O próprio Orakio ouvia minhas lamentações por email enquanto eu jogava o Echoes, ele dizia algo como “calma Eric, segue na fé aí que tudo vai dar certo” hehe! E deu. Hoje dá sempre uma dúvida em escolher qual dos dois é o melhor.

      @Dactar Dactar, meu velho, você lembrou de um vídeo que eu e o Andrey havíamos esquecido durante a edição… e o Gagá fez questão de não lembrar, é claro! Já estamos pensando em fazer um episódio “extended” somente com a sequência de dança do Gagá, pra provar que no Rio de Janeiro se joga jogo velho mas também se vai no sapatinho! :D Abração meu amigo, valeu por suas preciosas palavras como sempre.

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      • @ Gagá

        Eu me esqueci de colocar o link. Este fabuloso (e gigante) artigo do IGN que saiu por ocasião do lançamento do Trilogy conta toda a história de desenvolvimento da trilogia: http://wii.ign.com/articles/101/1016511p1.html

        Uma coisa que faltou eu comentar e não sei se vocês ficaram sabendo: era para ter o Kraid no primeiro Metroid Prime! http://www.nintendoblast.com.br/2011/05/top-10-mitos-e-teorias-da-serie-metroid.html

        O Metroid Petroid Hunters eu nunca joguei seriamente, mas, pelo que li/ouvi, é praticamente um jogo de tiro puro, sem grandes elementos de exploração. O Other M nem sequer joguei, mas pretendo emendar assim que finalizar o Corruption. As maiores críticas que ouvi foram em relação à trama.

        Agora, o Zero Mission, Gagá, eu sou simplesmente tarado por esse jogo. Como fui burro e não joguei o Super Metroid na época do SNES, eu comecei pelo Zero Mission. Certamente é um dos meus favoritos de todos os tempos. Com mapa, as horas de jogo diminuem bastante e dá para terminar em uma tarde.

        Não sei dizer se a dificuldade Normal corresponde à do original de GameCube, daí acabei selecionando essa e chegou ao ponto de irritar a resistência de alguns inimigos comuns. Mas vai assim até o final. =p

        @ Cosmonal / Gagá

        Valeu pela informação das escaladas. Falando na Torbus Bog, cheguei não faz muito tempo nessa área e já senti um resquício das sessões de plataforma por lá.

        Não reparei tanto nisso dos itens secretos, confesso. Agora que você falou realmente parece que estão menos escondidos que no Prime 1.

        E estou na expectativa por essa quest final…

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        • Se eu não me engano, a dificuldade normal do Echoes no Wii já é inferior à do original de Gamecube. Falam sobre isso na Wikipedia, com links apoiando o comentário. E mesmo assim é aquele inferno para os inimigos caírem, he he…

          E o Zero Mission tá na minha lista faz tempo. Eu provavelmente vou bancar o velho chato e reacionário e ficar de “mimimi” pelo fato do jogo ser mais fácil, mas aposto que é um jogão!

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      • Esse vídeo da minha dancinha fez tanto sucesso que ainda não consegui pensar em como fazer um vídeo melhor. Pensei em jogar Just Dance 3 vestido de oncinha no BGS, mas a esposa não deixou…

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  9. Sempre me perguntei por que a Nintendo levou a série Metroid para o “mundo” em primeira pessoa e a responsta veio nesse post. Ela deixou que desenvolvedores ocidentais o fizessem. Diziam pra mim na época do SNES que RPG era igual farinha para os japoneses e FPS o mesmo para os americanos.
    Ainda não joguei nenhum dos três por mais de 10 minutos mas me pareceram interessantes e ainda vou jogá-los mas confesso que sinto falta do antigo estilo.
    Parabéns Orakio pelo texto!

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    • Justin, eu sempre fiquei desconfiado da série Prime. Não conseguia levar fé nela, até porque sou fã das antigas de Metroid. Mas olha, quando você começar a pegar o jeito do negócio, não vai querer outra coisa. É surpreendente. E olha que a última vez que eu realmente curti um FPS foi com Doom II.

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  10. Estou rejogando a trilogia Prime via emulador e realmente o jogo é muito bom… pena que eu sou preconceituoso e digo: FPS em console é sacrilégio! XD

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    • Rs… eu não sou lá muito fã dos FPS de console também não. Eu gostava muito de Doom e Quake no PC, mas em console é difícil algum me atrair. Minto: joguei muito Quake III no Dreamcast. Mas Metroid Prime é especial, não é não? Que beleza de jogo…

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  11. Olha eu aqui tentando desesperadamente limpar minha lista de posts do READ IT LATER né… maudito Gagá que me apresentou essa jossa u_u
    E me surpreendeu ver a participação do velho aqui no Cosmic XD Também, ele devia estar LOUCO de vontade de falar em algum lugar sobre esses jogos, né Gagá??

    Não é pra menos: tudo que ele disse é verdade, e vamos aos fatos:

    -Prime
    O Gagá não acreditava em hipótese alguma quando eu dizia pra ele que Prime era tão perfeito quanto Super Metroid. Eu joguei Prime 1 e 2 ainda no Cube, e quando o véio pensou em jogar (ou comprar, não lembro, ele que confirme), me perguntou o que eu achava do jogo e eu relatei as mil maravilhas que presenciei enquanto terminava as duas aventuras.
    Prime é um game muito próximo da pefeição, de seu início a seu fim. pouca coisa pode ser retocada, como o escaneamento excessivo pelos cenários. Mas fora isso, é o mais perfeito jogo de exploração 3D em 1ª pessoa que existe. Quebrou a cara de muita gente que não acreditava em hipótese alguma que poderia ser possível um jogo da franquia METROID funcionar em um hambiente 3D, inclusive eu =P
    Os detalhes são algo que não dá pra explicar nesta curta resposta, por exemplo, trombar o primeiro metroid do game é algo que dá no mínimo muito receio: a musica épica, o local, o bixo aparece, o vidro se quebra… Ferrou!! A batalha final então é tão épica que dá medo daquela… daquela… argghh!!!! Xá pra lá!! Num RetroScore eu daria nota 98% pra ele, não é 100 só por causa desse sistema de escaneamento que poderia ter sido melhor pensado, pois no resto, é impecável. Pra mim, é melhor que Super Metroid III fácil.

    -Echoes
    Confesso que não vi toda essa dificuldade que o véio disse ai não… Mas reconheço que ele não é tão profundo e … sei lá… vibrante quanto o primeiro. Mas é um Metroid Prime quase sem por nem tirar, uma continuação nos mesmos padrões e com a mesma mecânica de jogo. O tchan fica por conta da hambientação bem mais sombria do negócio, mais Trevas que o prime, e das armaduras foderosas que Samus vai coletando, mas na balança, perde em tudo para o primeiro, que é um graaande clássico. Minha nota seria um 90%

    -Corruption
    Foi o único que joguei pelo WiiMote, e o que mais se assemelha a um FPS (os outros dois não são classificados como FPS, e sim por FPA: First Person Adventure, acertadamente ao meu ver) devido a mira livre. Não senti essa linearidade que o Gagá exemplificou, mas a impressão que tive quando vi o grupinho formado de “alienígenas Ben10” foi a mesma kkk bem besta kkkk Mas os acontecimentos envolvendo esses seres são bem interessantes, e dão um belo UP na história do game. Mais fácil? Sim, é o mais fácil dos 3, culpa da política do jogo fácil impulsionada por mongolóides que reclamam toda vez que se deparam com algo que exija o mínimo de trabalho para ser vencido. Isso explica também a tal da DICA MONSTRUOSA que mostra a localização dos itens… fazer o que?
    Quanto às diferenças, todas as possibilidades se mantém, mas mudan-se as forma de realizá-las, pois a jogabilidade é completamente outra. É um dos jogos de Wii que faz o melhor e mais perfeito uso do wii mote, e isso já vale o game. Só isso? Não, o jogo é incrível, fecha a trilogia com chave de ouro, e espero ferozmente ver mais Metroid Prime by Retro Studios no WiiU! 92% seria minha nota.

    Apareça mais por aqui Gagá, como vc viu, eu também estou louco para dar a minha opinião sobre estes jogos XD

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    • Pois é, meu camarada, você tinha razão mesmo! Metroid Prime chuta bundas! Acho que se eu montar um top 10 pessoal de jogos favoritos ele pinta ali no meio!

      Eu também joguei o Prime meio incrédulo, não conseguia entender como esse negócio poderia ser bom. Mas taí, quebrei a cara bonito. E hoje tenho meu Metroid Prime Trilogy como um pequeno tesouro: não dou, não vendo, não troco.

      Sobre o Echoes, não é bem a dificuldade… é mais a resistência dos bichos. No Prime os caras morrem bem mais rápido. Eu tentei jogar o Echoes no modo normal (o Trilogy tem seleção de dificuldade) e desisti quando já estava além da metade, comecei tudo de novo no easy. E não foi pela dificuldade: foi porque eu estava achando um saco, a coisa andava muito devagar, as lutas eram intermináveis. Mas meu, que jogaço! Torvus Bog virou meu “passeio turístico retrogamer” favorito.

      E segura que já tô aprontando mais um post… e é sobre outro jogo que você conhece…

      Valeu aí pelos comentários, abração!

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  12. Metroid Prime… preciso urgentemente jogar um jogo desta série, porém são tantos jogos para zerar xD vou aproveitar as férias pra isso mesmo! Confesso que finalizei apenas o Metroid Fusion do game boy advance mas já me apaixonei pela série (e olha que esse não é um dos melhores da série, como vi em alguns lugares).

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    • É que o Fusion te “leva pela mão”, vai te dizendo para onde ir o tempo todo, por isso foge um pouco ao estilo tradicional da série. Mas é um ótimo jogo também, eu curto.

      Se quiser jogar outro Metroid tradicional, pode ir de Super Metroid sem medo de errar. É que nem o Fusion, só que maior, mais difícil e dez mil vezes mais sensacional. É diversão garantida ou seu dinheiro de volta. Mas o dinheiro você cobra do Cosmonal, que é o dono do blog :P

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  13. Não sei porque a galera mete o pau no Echoes, eu acho que ele tem muito mais cara de Metroid do que o primeiro, tensão sempre foi uma palavra que acompanhou a série e ele te faz sentir isso o tempo todo. A dificuldade é elevada mas não achei exagerado não, é bacana ir decorando os macetes pra não perder tempo em Dark Aether e conseguir sobreviver até o próximo ponto de luz.

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    • Pois é, Rafa, eu também acho o Echoes um baita jogão… talvez seja o meu favorito da trilogia, é difícil dizer. Só que ele tem uns lances um pouco cansativos, eu pelo menos noto claramente alguns probleminhas como descrevi aí no post, mas cada um vai ter uma opinião diferente.

      Seja como for, com ou sem defeitos, o Echoes é fenomenal. E ele tá “bem na fita” com os críticos. A pontuação dele no Metacritic é 92 tanto entre os críticos profissionais como entre os gamers. Dei uma olhadinha, e os reviews de um modo geral são muito positivos. Pelo que vi, os críticos apontam sim os defeitos, mas gostam do jogo mesmo assim e elogiam bastante. Triste é quando um jogo poderia ser bom, mas fica uma droga por causa de algum detalhe bobo… felizmente o Echoes chuta todas as bundas da galáxia! Já tô querendo jogar outra vez.

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      • Eu nunca vi galera nenhuma “meter o pau” em echoes (sem sacanagem)!! Já vi muito a frase “prefiro o primeiro”, já alguém detonar com o segundo é um tanto pesado. Este game sempre foi reconhecido como um baita jogo, um dos melhores não só do Cube, mas também da geração. Só que o primeiro é melhor, apenas isso!

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        • Ok, eu admito que exagerei no termo, he he he… mas já vi muita gente internet afora reclamando muito sim sobre Echoes, que era repetitivo, difícil demais e afins, normalmente para justificar a superioridade do primeiro, pra mim isso é o mesmo efeito que acontece com “Ocarina Of Time”, o impacto do primeiro acaba pesando bastante na opnião. O primeiro é ótimo, mas não adianta, o segundo me agradou mais :P

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          • Eu entendi o que você quis dizer, Rafa… é só ver como tem gente que malha o Zelda Majora’s Mask só poque o Ocarina foi muito bom e…

            … aliás, não é você que malha o Majora’s Mask, Sabat? ^_^

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  14. @Gagá
    Bem, eu não malho o jogo em si, eu malho o maldito Bombers Notebook kkkkkkkkk ô trocinho desgraçado de chato XD
    O jogo em si é muito bom, adorei o clima mais sombrio dele, mas considero um sacrilégio dizer que ele supera Ocarina em qualquer quesito kkkkk Ai não dá XD

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  15. Tô jogando o SUper Metroid. Mas estou hackeando o jogo todinho.
    ;-p

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  16. […] Seja como for, o Corruption tem ótimos momentos e adorei também. Quem quiser pode ler meu post sobre Metroid Prime Trilogy no Cosmic Effect. Mas já aviso: meu Trilogy é sagrado, não dou, não vendo e não troco. Vá […]

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  17. […] hardcore” da trilogia. O Gagá dizimou (no melhor dos sentidos) a trilogia inteira num belíssimo post aqui no CFX recentemente. Sim, você vai passear pelos ambientes; sim, você vai se perder no mapa; […]

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  18. […] vem floodando (no bom sentido) a retrosfera com diversos textos elogiando o jogo. Inclusive nem o Cosmic Effect fugiu dessa. E quando um expert em jogos antigos não para de elogiar uma série moderna algo de bom tem […]

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  19. […] de passagem, depois acabei achando o jogo uma porcaria, mas não me arrependi porque meu amado Metroid Prime Trilogy já valeu o preço do console. Isso sem falar nas surpresas excelentes que pintaram pelo caminho […]

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