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O SuperConsole



O ATARI 2600

Em 1984, o primeiro videogame da família foi adquirido: O Atari 2600. Acompanhado de Pole Position e Defender, minha vida gamística estava prestes a se iniciar. E assim aconteceu.

Não foi uma escolha difícil, pois a maioria dos amigos possuía Atari (acervo de cartuchos estendido automaticamente) e já tínhamos tido contato com o Odyssey – que parecia ter uma biblioteca menor de jogos, apesar de ser um videogame de aparência sofisticada – provavelmente por conta da presença do teclado no console.

Além disso, o marketing da Atari, mesmo no Brasil, era fantástico. Joguei Atari até não poder mais. Fazia campeonatos em casa (um teve até troféu artesanal) com os amigos; voltar correndo da escola porque trocou cartucho com coleguinha e está louco para experimentá-lo — os jogadores de Atari sabem bem do que estou falando.

A primeira vez que saí sozinho de casa, aos 7 anos, foi para devolver uma fita na locadora (!) do meu bairro — a boa e velha locada no sábado para devolver na segunda. Gostava de explorar os jogos enigmáticos típicos da plataforma, que só fui entendê-los na era da Internet: Raiders Of The Lost Ark, Porky’s, Riddle Of The Sphinx e os Swordquest me fascinavam em especial.

No Atari tinha de tudo: jogos que poderiam ser chamados de “títulos AAA” como H.E.R.O., Montezuma’s Revenge, Cosmic Ark, James Bond 007 (jogo de filme bom) passando por cartuchos escabrosos de ruim, como (não, ET não era ruim)…  deixe estes pra lá. Como não havia o conceito de ‘fim’ nos jogos, pois em geral eram competitivos, alguns títulos inspiravam o jogador a jogá-lo incessantemente, talvez numa promessa de algo diferente acontecer em algum momento.

Cosmic Ark, por exemplo: eu jogava acreditando que se conseguisse resgatar uma certa quantidade de alienígenas, surgiria algum cenário diferente, possivelmente o planeta originário da nave que controlamos. Enfim… na era do Atari 2600, havia um senso de descoberta, imaginação e mistério que provavelmente nunca mais se repetirá nos videogames. Hoje, todos os jogos estão documentados na rede e a equipe desenvolvedora tem twitter e facebook.

Em 2006, após anos de muita nostalgia e diversão com os emuladores, decidi relembrar um pouco mais de perto a paixão pelos videogames antigos: comprei um Atari 2600 da Polyvox. Claro que também comprei alguns cartuchos ‘básicos’ para ele. Ênfase no “comprei” aqui porque em 1984 meu Atari original foi o presente de Natal – no alto dos meus 6 anos de idade. Após algumas partidinhas de Enduro e River Raid com meu irmão parti para minha próxima incursão no mundo dos consoles.

O MASTER SYSTEM

Ah, quando vi Alex Kidd in the Miracle World pela primeira vez, na casa de um amiguinho da época, foi um choque. Após vê-lo jogar e pegar eu mesmo no controle, só um pouquinho – porque o videogame era dele (!), voltei para casa extasiado. Lembro-me até hoje do caminho percorrido, tamanha era minha empolgação. Tudo tinha mudado. Na verdade, nada tinha mudado ainda, pois eu não tinha um Master System!

Depois de alguns rounds com as economias do meu pai, ele apareceu, em 1989 — acho que nem foi em data específica. E o melhor: consegui Alex Kidd in the Miracle World junto no mesmo pacote — só joguei Hang-on e Safari Hunt no mês seguinte. Tecnicamente muito superior à geração Atari/Odyssey, finalmente eu tinha em casa a qualidade que só via no computador MSX do amigo Euler (também contribuinte deste blog).

Não precisava mais babar por The Goonies, Knight Mare e F1 Spirit: Alex Kidd, Aztec Adventure e Super Monaco GP supriam esta carência gráfica e sonora numa boa. O MSX e o Master System eram máquinas baseadas no processador Z80 — tanto que muitos ports para o console da SEGA vieram do MSX. Ambas plataformas ofereciam a mesma qualidade técnica, era como se eu tivesse um MSX!

Pouco tempo depois de comprar o Atari 2600 de novo, decidi relembrar o querido 8-bit da SEGA e comprei um Master System 2, com Alex Kidd na memória.

Este videogame foi muito mais do que Alex Kidd. A dona do Master System não tinha third parties desenvolvendo para ele por conta de contratos de exclusividade com a Nintendo. Portanto, a SEGA precisou arregaçar as mangas e produzir (ou portar) seus próprios jogos. Daí surgiram: Zillion, Spell Caster, Golvellius, Kenseiden, Psycho Fox, R-Type, Lord Of The Sword e Phantasy Star – citando alguns dos meus favoritos. Jogos memoráveis que simplesmente me fizeram sentir, naquela época, que “a SEGA era melhor que a Nintendo” :-).

Fanboy assumido, aqui vou eu para a quarta geração. O melhor da SEGA ainda estava por vir. Mas antes de falar do Mega Drive, gostaria de compartilhar como consegui obter o novo videogame da SEGA.

O 1º CAMPEONATO: “CAMPEONATO MEGA & MASTER” NO SHOPPING IGUATEMI

Como fazer a cabeça do meu pai para comprar um videogame novo,  sendo que o “velho” Master System não tinha nem dois anos de vida? Ah, e o Mega Drive não era tão barato… então, eis que surge um campeonato de videogames realizado pela revista Ação Games e Tec Toy. O campeonato aconteceu em todo país, nas principais capitais, mas era localizado (os competidores jogavam entre si somente na própria cidade).

Aqui em Salvador, onde moro até hoje, o “Campeonato Mega & Master” aconteceu no Shopping Iguatemi, em julho de 1991. Com o Mega Drive recém-lançado, a Tec Toy dividiu em categorias (infantil, juvenil e adulto) e por videogame (Master e Mega).

Competi em “Master Juvenil”, que era a categoria com mais inscritos. Cada rodada jogavam 10 pessoas simultaneamente, durante 10 minutos; quando o tempo expirava, funcionários do campeonato pressionavam o pause do console e anotavam o score – quem obteve maior pontuação passava para a próxima etapa. O jogo da primeira rodada foi After Burner. Perdi.

Durante a partida, fiquei nervoso e olhava o tempo todo para os jogadores ao lado, tentando checar como eles estavam se saindo. Cara, eu não durei os 10 minutos , já tinha jogado bastante After Burner e sabia, como todo mundo, da tática de manter o avião inclinado para não ser alvejado. Como a dica funciona até a 12ª fase, 10 minutos eram mais do que suficientes. A desatenção frequente me fez perder as 3 vidas antes dos 10 minutos! Um colega da escola, mais velho 1 ou 2 anos, estava na mesma eliminatória que eu. Ele foi o classificado. E zombou de mim por ter perdido. Ele era bem competitivo.

Porém, uma nova inscrição era permitida, até o final do período das eliminatórias. Saí direto para a fila de inscrição. Minha nova rodada aconteceria na quarta-feira (perdi no sábado).

Aconselhado pelos meus “irmãos-treinadores”, estava proibido de olhar para o lado durante a partida. E foi o que fiz. Joguei concentrado – nervoso, mas no foco do jogo. Fui classificado.

Próxima etapa: uma espécie de semi-final. Agora apenas 5 pessoas por rodada e cinco rodadas – e os mesmos 10 minutos para jogar. O jogo era surpresa, anunciado apenas na hora: Paperboy. Que ótimo! Eu tinha alugado recentemente e ainda estava fresco na memória.

Quem estava na minha rodada? O colega da escola que zombou de mim. Ele chegou perto de mim e ameaçou contar que eu já tinha sido eliminado. Porém, fiquei tranquilo pois era permitido inscrever-se novamente quantas vezes quisesse enquanto houvesse eliminatórias – talvez ele nem soubesse disso, pois não tinha perdido.

Começou a rodada, Paperboy; o jogo era bem curto, se jogasse bem dava pra zerar em 10 minutos. E não é que deu? Minha pontuação foi muito alta – na verdade, teminei antes do tempo expirar e ainda deu tempo de ver o final…

Quando o colega (não lembro o nome, por mais que tente) terminou sua partida, veio direto para minha TV. Só que… nesta etapa, dois eram classificados para a final. E ele foi o segundo colocado. E ainda foi entrevistado pela TV (quando eu vi a tal câmera, fugi como louco).

Finalíssima no final de semana seguinte, 27 de julho de 1991: o jogo: E-Swat. Os 10 classificados das 5 rodadas da 2ª etapa jogariam uma única partida do jogo, de no máximo 10 minutos.

E-Swat no Master System era mais difícil do que no Mega Drive, por conta dos controles inconsistentes. Foi tenso, muito tenso, lembro desta partida quase toda.

Joguei concentradíssimo, não olhei para nada além da minha TV – e o tal colega ficou no console logo ao meu lado esquerdo. Final dos 10 minutos, pause no console, corro para a TV dele e ele para a minha: ganhei por tão pouco que demorei pra perceber!

Teve até pódio com medalha e troféu. E foto na Tribuna da Bahia do dia seguinte, mas o jornal sumiu.

Terminada a contenda, os prêmios: muitas locações, várias Ação Games (tenho 3 primeiras edições até hoje), o troféu e medalha e… um Master System 2 novinho! E agora? Vendi os dois Master System pois agora eu queria mesmo era…

O MEGA DRIVE

Quando soube do lançamento do próximo videogame da SEGA no Brasil através de uma edição especial da revista “Semana em Ação” (que se tornaria a “Ação Games” mais tarde) passei a procurar incessantemente nas lojas de shopping da minha cidade. Até que surgiu, nas Lojas Americanas, o poderoso Mega Drive – e o melhor: ligado numa TV para demonstração (só não dava pra jogar).

Não cheguei a matar aula, mas ao sair da escola, gastava mais uma passagem de ônibus, soltava no shopping, parava na frente deste Mega Drive e passava o resto da manhã curtindo a demonstração de Altered Beast até a fome não deixar mais. Até hoje, quando vou nesta loja das Americanas, bate a maior nostalgia.

Ao chegar em casa, colocava o cartucho de Altered Beast no Master System e… bem, o que era bom tinha ficado ruim. Menos cores, personagens menores, nada de parallax e a música… oh, a música da primeira fase de Altered Beast que eu tanto gostava no Master agora tinha se tornado, digamos, obsoleta.

Isso sem falar na jogabilidade muito superior da versão do Mega Drive – que era praticamente igual ao original do arcade. A promessa da SEGA de trazer os sucessos do arcade para dentro de casa tinha sido cumprida com o Mega Drive. Como contei antes, consegui comprar meu próprio Mega Drive a partir do dinheiro da venda do meu Master System e do Master System 2 que me foi premiado no campeonato. Sensação de independência… :-)

Nem vou falar dos jogos típicos da plataforma que me transformaram de vez num boêmio para sempre…  deixa isso pra compor os posts do blog. Algumas pérolas pessoais incluem: Starflight, The Immortal, Out Of This World, Verytex, Thunder Force III, Shadow Of The Beast, Strider, Sword Of Vermillion, Cybercop e Phantasy Star III.

Após emular muito e já ter adquirido novamente um Atari 2600 e um Master System, era a vez do Mega Drive. Peguei a versão da Tec Toy com um controle original – sentir o controle do Mega Drive nas mãos de novo foi emocionante – fazia muito tempo. A experiência tátil aumenta ainda mais a nostalgia, coisa que a emulação não fazia.

O 2º CAMPEONATO: “SEMANA DA CRIANÇA ITAIGARA”  NO SHOPPING ITAIGARA

Voltando no tempo novamente, agora para outubro de 1991. A Tec Toy, em outro shopping de Salvador, realizou um campeonato durante a semana da criança. Este campeonato permitiu a inscrição de jogadores com até 14 anos, no máximo – claro, era para o dia das crianças :-) Eu tinha 13, então, lá vou eu – desta vez, competi em ambas categorias: Master e Mega.

Devo dizer que foi rápido e fácil, no Master System: eu era um dos mais velhos e a final foi R-Type – eu era (sou) fanático pela franquia até hoje. Venci com facilidade e ainda joguei um pouquinho para um dos competidores finalistas, enquanto pausava minha partida. Que organização que permitia isso? Era a Tec Toy, por sinal :-)

Já no Mega Drive… fui até a final, e o jogo foi Truxton! Tinha jogado, e até lembrei da técnica de pausar durante a bomba para potencializar o efeito da mesma. Até usei o recurso, só para ouvir de um organizador, no meu ouvido “Por que você está fazendo isso? Perderá tempo”…

Fiquei em terceiro, ganhei um cartucho “Mystic Defense” – o que me agradou muito, pois era continuação espiritual de um dos meus favoritos do Master System (Spell Caster). No Master System, ganhei além de medalha, um outro Master System (o recém-lançado “2”). Este, vendi e comprei um adaptador Mega-Master (o Power Base Converter da Tec Toy).

Curiosidade: em Salvador, eu não encontrava este adaptador — fiz contato com a organizadora do evento, funcionária do escritório da Tec Toy de Salvador, e encomendou um para mim. Ela até morava na minha rua, por coincidência.

O 3º CAMPEONATO: “1º CAMPEONATO BAIANO DE MEGA DRIVE” NO SHOPPING BARRA

Uma locadora chamada “Mega Club” realizou este campeonato, em março de 1992, o primeiro de uma série (até o final da locadora, nunca houve o segundo…). Interessante como o Mega Drive estava em alta por aqui e em todo o mundo: a tal locadora somente oferecia jogos de Mega Drive. E vivia lotada!  Mas vamos ao primeiro e único campeonato realizado por ela: foi o mais emocionante dos três que participei.

Primeira etapa: Quackshot ou Pit Figher, era escolhido aleatoriamente na hora de cada rodada. Eram rodadas de 3 pessoas, o melhor score passava para a próxima etapa. Treinei ambos a semana inteira. Afiado nos dois, caiu Pit Fighter para mim.

Próxima etapa: Arrow Flash. Sempre escolhiam jogos de nave nestes campeonatos — ótimo. O jogo era anunciado na hora – por sorte (ou por jogar muito…) eu já tinha jogado Arrow Flash até o final. Não era um shooter difícil, inclusive. Coisa rara no gênero.

Etapa final: Master Of Weapon. Um shooter totalmente desconhecido para mim — e para meu oponente também, ufa! O jogo foi duro e muito tenso. Pena não ter vídeos do dia, mas ficaram três fotos. Consegui vencer. Prêmio: locações na Mega Club, um troféu meio bizarro e… um Mega Drive!

E agora? Vendo os dois Mega Drives e comprava qual console, um Super Nintendo? Não, não estava nos planos deixar a SEGA pela Nintendo pelo simples fato de estar muito satisfeito com o acervo do 16-bit da SEGA. Vende um Mega Drive e compra um Mega CD? Acho que não… 32x? Err…

PÓS MEGA DRIVE: A GAME MUSIC TOMOU CONTA DA JOGATINA

Neste momento, dei uma paradinha nos games: resolvi vender os dois Mega Drives e comprar um… teclado! Isso mesmo, um PSR-400 da Yamaha. Sempre tive um relacionamento bem próximo com a música – provavelmente por ter irmãos que tiveram banda de rock nos anos 80.

Um era tecladista e outro baixista; desenvolvi interesse por ambos os instrumentos, além de bateria e guitarra… a escolha natural para mim seria o teclado, pois assim poderia exercitar arranjos para diversos instrumentos. Espera aí, isto aqui é um site sobre videogames, este assunto está se tornando fora do tópico, não?

Desde o Master System, eu gravava as músicas favoritas dos jogos utilizando um rádio-gravador com mic embutido na frente da TV. Sim, pedia silêncio aos moradores da casa, rec+play e tome game music direto para a fita cassete! Após as jogatinas, eu realmente escutava as músicas.

Em 1989, ouvir game music não era lá muito comum – pelo menos, era o que os amiguinhos da época achavam :-) Mas eu não me importava, gostava mesmo de escutar as músicas dos jogos fora do momento da jogatina. Daí, nasceram duas fitinhas de 1 hora cada, com “As Melhores do Master System” e “As Melhores do Mega Drive” :-)

No Mega Drive, a qualidade de áudio era ótima, pois eu utilizava a saída estéreo do headphone e gravava, portanto, através de cabo. Trocar dois Mega Drive por um instrumento como um teclado, tinha tudo a ver: queria tentar produzir minhas próprias versões das músicas dos jogos favoritos!

E foi o que aconteceu: lembro que, logo após comprar o teclado, sequenciei (“sequenciar” é tocar as partes e instrumentos de uma música separadamente) uma música da banda Tears For Fears e, em seguida, fiz uma música de… After Burner!

Daí pra frente: Space Harrier, diversas versões da música da primeira fase de Golden Axe – e muitas outras. Tenho estes cassetes até hoje, além de tudo devidamente digitalizado. Quem tiver interesse em escutar e não se importar com a baixa qualidade da gravação e dos arranjos de um adolescente de 14 anos, visite a página Música: lá você encontrará as MP3 dessas versões, além de versões mais bem acabadas de diversas outras músicas de jogos que fiz posteriormente.

E ENTÃO, JOGAR NO COMPUTADOR

Durante este período sem videogame próprio, eu me virava com os dos amigos. Pegava Mega Drive emprestado de dois colegas, fazendo um rodízio, pra não abusar nenhum deles :-)

Lembro que joguei muito Starflight, um dos meus favoritos para Mega, nesta época, pois eu tinha e tenho o cartucho até hoje (incluindo os dois save games da época intactos!). Estamos falando de 1992, ano em que a SEGA lançava Sonic 2 em 24 de novembro (o tal “Sonic Day”).

Neste momento, os PCs com seus chips 386 e 486 viviam sua era dourada, principalmente com os incríveis adventures da Lucas Arts e Sierra. Um dos colegas de escola tinha um 386 com monitor colorido (não tão comum no início dos anos 90) enquanto eu tinha o Mega Drive; Assim como quando eu conheci o Mega e o Master se tornara obsoleto… agora era a vez do meu querido Mega Drive ficar velho!

Também, com jogos como: The Secret Of Monkey Island, King’s Quest, Wing Commander, Alone In The Dark – sem falar em Wolfenstein 3D… como ficar indiferente? Além disso, um PC teria outra função… um sequenciador completo para conectar ao meu teclado! Este mesmo colega do PC também tinha placa MIDI (necessária para se conectar instrumentos  MIDI no PC) e uns dois ou três sintetizadores, então eu já tinha contato com a coisa toda.

Minhas versões de game music poderiam melhorar bastante se eu pelo menos tivesse um 386 para conectar ao meu PSR-400. Por isso tudo, solenemente ignorei Mega CD, 32X, SNES, PC Engine, Neo Geo… até conseguir ganhar um 386 em 1994! Já com monitor SVGA colorido (1024 x 768? Tudo isso?) e incríveis 170 MB de disco rígido, este HD só via arquivos .mid e o diretório C:\GAMES lotava todo o resto do espaço.

Os jogos de PC faziam tanto sucesso que, nesta época, passaram a ser portados para os consoles:  alguns exemplos notáveis são The Secret of Monkey Island para o Mega CD, Wing Commander para SNES/Mega CD e Doom foi disponibilizado em tudo que você imaginar, de 32X até Atari Jaguar.

E continuei com o PC nas gerações seguintes: Tomb Raider para PlayStation 1? No PC era mais bonito. Quake no Nintendo 64? Piada, perto da versão original para PC. Em 1997 comprei minha primeira placa com gráficos OpenGL (conhecidas como ‘placas de vídeo aceleradoras’ à época) – uma “Pure 3D” com 6 MB (o padrão das primeiras aceleradores, as Voodoo 1, era 4 MB).

Foram 400 dólares bem gastos: era um Quake-freak na época, e estava até emulando OpenGL por software lá no meu Pentium 133 Classic só pra ver o querido jogo com AA e o resto dos efeitos lindos! Claro que o jogo virava um slideshow — imagina só, emular o hardware que justamente ‘acelera’ :-p Bom, a placa chegou e resolveu tudo.

Quake ganhou a fluidez que só mais de 40 quadros por segundo pode prover, além de – claro – todos os filtros que o padrão OpenGL oferecia. Tomb Raider  que já era mais bonito que o do PS1, agora não tinha comparação (havia versão OpenGL de Tomb Raider). Com tudo isso nas mãos, o PlayStation 1, Nintendo 64 e até o querido SEGA Saturn ficaram em segundo plano… só jogava na casa de amigos.

Tá bom, queria ter um PS1 pra jogar Gran Turismo — o realismo gráfico impressionava — mas os bons tempos da EA trouxe Need For Speed para o PC – eu passava muito bem com ele, obrigado :-) Ah, e os emuladores? Para quem não sabe, emular outros computadores e videogames não é coisa da era da Internet não… desde BBSes já encontrávamos o PCAtari, o KGEN, Genecyst e o MEKA – e tome discussão sobre a legalidade das ROMs pelos fóruns e mIRC. Lá estava eu, juntando tudo que baixava com meu modem de 2400 bps. E dá-lhe disquete pra guardar isso tudo!

O MS-DOS e, mais tarde, o Windows se tornaram minha plataforma preferida, até hoje.  Minha “era PlayStation” foi mais para “era PC”,  mas sem perder o contato com os consoles – porém sem tê-los em suas épocas. Então, resolvi pagar pelos pecados de ter ficado um pouco distante dos consoles…

O “ATO DE COLECIONAR”

Em 2006, adquiri um Atari 2600, um Master System e um Mega Drive — tríade esta que representa os consoles que joguei incessantemente, em suas épocas. Após voltar no tempo com eles, decidi  — depois de ver inúmeros quartos, salas e casas inteiras de colecionadores de videogame à mostra na web — transformar a brincadeira numa coleção.

Páginas de leilão, para que te quero? Para ter todos os consoles que eu não tive. Odyssey, 3DO, Neo Geo, NES, N64, PS1, Saturn, Telejogo… agora posso tê-los – todos eles – em casa. A cada “novo” console, uma procurada na biblioteca básica dele, compra uns cartuchos, liga o console e vamos lá – descobrir coisas velhas. Até que…

O “ATO DE JOGAR”

Após adquirir dezenas de consoles, eis que me deparo com uma situação no mínimo irônica: dificuldade na hora de jogar. Ora, mas com tantos videogames, qual poderia ser a dificuldade? Se você acha que é “falta de foco” ou “tanto pra escolher que dá indecisão” – não é o meu caso.

A questão comigo era a seguinte: conecta/desconecta de cabos, fontes e manipulação do console toda vez em que se quer  uma jogatina. Minha idéia de colecionar é comprar um console e mantê-lo – dessa vez, para sempre. Nada de vender para comprar outra coisa. Estava ali jurando fidelidade a todos eles :-) Portanto, tanta manipulação não ia ser muito bom para a vida longa dos consoles – com certeza não.

Além disso, eu guardava os consoles nas caixas ou muito bem embalados; jogar uma partidinha de Space Harrier do Master? Ok! 1) subir numa cadeira 2) retirar, com cuidado, a caixa do Master System da estante 3) abre a caixa 4) tira o console do plástico-bolha 5) vai para a sala 6)… 7)… 8)… 9) guarda o console de volta na prateleira. Descobri que sou um colecionador que gosta de olhar a coleção mas que também gosta de jogar!

Ah, se tivesse um jeito dos meus consoles já ficarem 100% conectados na TV, cabos de áudio e vídeo, fonte – e, mesmo assim, estarem protegidos…

Fui a caça de estantes de todo tipo, em lojas de shopping, especializadas em móveis e na web. Nada, nada mesmo, oferecia o que eu queria: manter os consoles protegidos e permitir fácil acesso na hora de jogar qualquer um deles… finalmente nasceu a idéia do SuperConsole.

Um móvel que exibisse os consoles, protegesse e ainda permitisse jogar qualquer console, rapidamente, sem manipular fontes, cabos… Essa era a idéia. Mas como ele deveria ser?

O amigo Arnaldo Diniz, gamer desde Apple II e professor Pardal de plantão, foi o primeiro com quem compartilhei a idéia. “E aí Arnaldo, como a gente faz isso aí?”. Ele, prontamente, respondeu com um projeto elétrico completo e os desenhos para a marcenaria.

Alguns dias depois e muito mais rascunhos do que os apresentados acima, a versão definitiva seria um móvel com as seguintes características:

  • 6 prateleiras inclinadas com portas de vidro 100% transparentes e puxadores; cada prateleira suporta até 3 consoles.
  • Painel frontal com 18 switches iluminados (um para cada console);
  • Porta lateral (o “AV BOX”) para permitir acesso fácil aos 6 chaveadores de áudio/vídeo ligados em série;
  • Um “maleiro” na parte superior para guardar consoles e acessórios;
  • Iluminação individual em cada console com a luz acionada junto com o console, automaticamente;
  • Tomadas e fiação acessíveis na parte traseira através de duas portas;
  • Sistema elétrico protegido por disjuntor interno;
  • Saídas de AV e força na lateral;
  • Rodízios que permitem movimentação do móvel com facilidade por uma única pessoa.

Agora era levar o projeto para a marcenaria. Foram 6 longos meses até ficar pronto – não parecia ser algo rápido, por conta da quantidade de detalhes, mas tanto tempo assim para finalizar o móvel foi porque não fiz uma boa escolha de marceneiro… Bom, nem tudo é perfeito. Pelo menos, por ter sido tão lento, pude fotografar cada etapa:

Escolhi a fonte da SEGA para sinalizar o SuperConsole – não só por ser fã mas também por apreciar o design e, claro, pelo símbolo gamístico que a empresa representa. Ou era a da SEGA ou a fonte padrão dos jogos do Atari 2600 :-)

Com o SuperConsole completamente pronto, pude realmente jogar os vários videogames quando desse vontade: é só pressionar o botão correspondente ao console, chavear o áudio/vídeo na porta lateral, conectar o joystick e… jogar! Com a tranquilidade de saber que eles estão protegidos o tempo todo. Nem pano seco preciso passar nos consoles — eles não ficam empoeirados porque as portas de vidro são bem rentes ao móvel.

O sistema elétrico é protegido por um disjuntor interno e a alimentação é fornecida por um nobreak. Mantenho anti-mofo/anti-umidade eletrônicos em cada prateleiras e um medidor de humidade e temperatura. Não preciso realizar manutenção alguma.

Até 5 videogames podem ser ligados ao mesmo tempo (para não sobrecarregar), bastando chavear o AV para se ter a imagem e som do respectivo console imediatamente na TV. Logo que ficou pronto, brinquei colocando Golden Axe do Master, do Mega e do SEGA AGES do PS2 ao mesmo tempo e mudava o chaveador para comparar as versões…

Os envolvidos no SuperConsole, direta ou indiretamente:

  • Eric Fraga – Tive a idéia inicial, mas não sabia por onde começar. O que me leva ao amigo…
  • Arnaldo Diniz – O grande responsável pela “coisa toda”: o design funcional e elétrico – além de lembrar que um maleiro na parte de cima faria um grande diferença. E, no final, ele não resistiu e me presentou com o SNES dele para ficar guardadinho no SuperConsole.
  • Gerval Dantas – Sem ele, o SuperConsole não chegaria ao meu apartamento.
  • João Fraga e Sheila Vasconcellos – Apoio durante todo o projeto e um dia inteiro executando a parte elétrica comigo…
  • Eduardo Fraga – Desenho final no AutoCAD, para o marceneiro.
  • Euler Vicente – Depois de mim, o mais interessado em vê-lo pronto… para jogar!

É isso. Agora, o melhor: se divertir desbravando o universo interminável dos jogos antigos. Todo dia em um console diferente!

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154 Respostas

  1. Cara, e eu que pensei que era malandro por ter todos os consoles da SEGA (inclusive alguns japoneses e um megra drive com switchs para overclocking feitas em casa), um gameboy classic e um color, um 64 um psx e um wii. hehehehe, e tudo isso guardado com carinho, mas dentro de um guarda roupas velho!
    Cuidado que assim você vai despertar inveja nos outros, hahahaha.
    Parabéns pela coleção!!!

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    • ahahaha, valeu , ou melhor, Zê, brigadão velho!

      Olha, 10 entre 10 gamers que se tornam colecionadores passam a jogar pouco os inúmeros consoles que possuem justamente por ficarem inacessíveis. O SuperConsole *realmente* resolveu este problema aqui comigo, como você pode ver :-)

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  2. Minha versão de músico com video game ficou por conta de usar efeitos sonoros no sound test de toejam & earl aliados com violão e guitarra, heheheheh!

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    • Gostei! Pô, na época de Toe Jam eu passava mais tempo com os dois controles na mão acionando os samples do que jogando o jogo eheheheheh

      Quero ver (ouvir) sua versão de Toe Jam depois viu!

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  3. Tem gente me perguntando o CUSTO da “brincadeira” toda.
    Se você já não tiver, tá na hora de por na ponta do lápis, poque até numa entrevista pra jornal ou TV com certeza vão perguntar!

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    • eheheheh, é mesmo, Tiago.

      Sem os consoles, ficou por volta de 3000 reais:

      – R$ 1100,00 de todo o material para a construção na marcenaria (incluindo dobradiças de porta, rodízios, parafusos, etc.)
      – R$ 400,00 dos vidros;
      – R$ 200,00 para cortar, polir os vidros;
      – R$ 650,00 de serviços do marceneiro (ia ser mais, mas é uma longa história…)
      – R$ 500,00 de material elétrico (fios, switches, tomadas, iluminação e miudezas)
      – R$ 90,00 de chaveadores de AV

      R$ 2900 aproximadamente.

      Depois fiz um upgrade nos rodízios colocandos umas rodinhas super-ultra-power que permite arrastá-lo até com uma mão só. Foi a única manutenção posterior realizada nele. Essas rodinhas custaram R$ 150,00 – fechando num total de gasto direto de aprox. 3000 reais, portanto. É, dava pra comprar 3 PS3 e, com a sobrinha, uma cópia de God Of War 3… :-)

      Ummm, sua pergunta deveria ser respondida já na própria página… :-)

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  4. Cara, se eu me deparar com esse seu movel algum dia vou me sentir naquela cena da hora do rush 2, quando jack chan e o outro carinha entram numa casa de massagem e tem de escolher entre umas 40 massagistas absrudamente belas. heheheh, é tanta opção que eu ia travar, hahahahah!
    PC é fogo mesmo, ainda mais que bem na época do psx eu me divertia emulando as coisas. Cada versão nova do zsnes era uma alegria por rodar mais jogos, heheheh. Noites em claro baixando tudo em modem dial up.
    Só jogão nesse post hein. Shadow of the colossus é uma das poucas exceções que abro para jogos mais novos na minha coleção, hehehehe

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    • uhauhauhauah

      Tá convidado Zê. Infelizmente, só não vai rolar as massagistas – você só ia travar diante de escolher o console mesmo eheheheh

      Pois é, Colossus é um jogo que consolida videogame como uma forma de arte, a oitava forma quem sabe… [SPOILER] tem gente que confessa ter até se emocionado na cena da morte do cavalo… chuif…

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  5. Rapaz, que coisa fantástica! Dá um autógrafo!

    Em tempos de emulação, eu acho fantástico que alguém tenha a disposição de montar uma coisa incrível dessas e de correr atrás dos jogos. Maravilhoso o seu trabalho, se você fosse aqui do Rio eu ia pedir seu endereço agora mesmo para ver o SuperConsole ao vivo. Parabéns!

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    • Mr. Gagá, valeu velho.

      Quando você vier a Salvador, tu já tem um “lugar pra jogar”!

      Ah, apesar dos consoles e do móvel, eu aprecio muito a emulação principalmente por conta das melhorias visuais e da possibilidade de usar conexões DVI/HDMI e garantir o contraste máximo nas LCDs. Os consoles são obrigados, em sua vasta maioria, a usarem vídeo composto – em LCDs, você sabe que o resultado é a imagem com qualidade levemente inferior às CRTs (por conta da conexão).

      Dito isso, Fusion ftw ;-)

      Abração

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  6. só pra constar o “fps” de pc que saiu pra tudo que é console foi o doom, não o wolfstein 3d…rs no mais parabens pela coleção… queria ter tempo, dinheiro e saco pra colecionar games…rs

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    • Valeu Rômulo!

      Rapaz, você tem razão: Doom tem até um tópico separado na wikipedia “Versions and ports of Doom”. E Wolf nem tem pra 32x, confundi no calor da escrita e ficou :-) os ports de Wolf relevantes foram mesmo o do Jag, 3DO e SNES.

      A diversão de colecionar é arrumar os jogos nas prateleiras, olhar pras caixas e manuais – uma coisa meio “exposição de quadros”. Gosto dessa parte :-) mas também gosto de abrir essas caixinhas e colocar o cartucho no console, por isso o SuperConsole :-)

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  7. Ufa!!!! Terminei de ler tudo Eric!!!

    Tópico fantástico!!! Muito bom o resumo da sua gamegrafia rs

    Eu lembrei agora que eu assisti a final daquele campeonato do shopping Barra. Lembro que encontrei Elmo (ele ainda tinha cabelo naquela época rsrs) e Eduardo na sua torcida.

    Foi incrível a sua obstinação de iniciar o projeto do SuperConsole e ir até o final. Vê-lo pronto, funcionando a todo vapor, mostra sua tenacidade e capacidade inventiva. Ainda mais passando o que você passou com aquele marceneiro enrolado!

    abs

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    • Se você conhecer um marceneiro que não seja enrolado, avise aí que o sujeito vai ficar rico. Aliás, pedreiro também é uma dificuldade.

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    • Rapaz, você voltou comigo no carro depois da final do Barra!

      Pois é, você viu bem de perto a dificuldade pra fazer a brincadeira toda… no final, valeu, e pior que é útil mesmo – se não fosse ele, acho que compraria os jogos antigos e nem testava ehehehehehe

      Ah, o marceneiro f*****…………….. uhauhauahuah

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  8. […] Mas quem teve essa ideia genial? Como ela foi construída? Como ela funciona? Posso eu ter uma também? Essas e outras perguntas você pode responder lendo o artigo do nosso colega Eric Fraga em seu blog: Cosmic Effect. […]

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  9. Pela paixão que o Eric tem por videogames, tecnologia, informática, música e invenções, era mais do que certo uma criação desta magnitude, feita com tanto perfeccionismo que ele deve ter escolhido a dedo as fotos das etapas de construção para nos mostrar aqui, no meio de “zilhões” de imagens que ele deve ter arquivadas! Por que será que esse cara não inventou o Google!??

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    • Ehehehe, valeu Lameira, você sempre pressão :-)

      Aproveito seu comentário pra ratificar que apesar de eu ter tido a idéia, o Arnaldo foi o cara “professor Pardal” do SuperConsole – sem ele, seria só um móvel que somente alojaria os consoles. Como o Arnaldo agregou uma estrutura elétrica, funcional e visual (a iluminação sincronizada aos consoles) ficou muito mais atraente e único.

      Realmente tem milhões de imagens mesmo por aqui, foi difícil selecionar uhauhauhauahauh

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  10. Cara… Palavras não bastam pra expressar o encantamento em ver uma coleção tão completa e tão bem “acomodada” como a sua… Como diria o pessoal da havaiana de pau “Super Console é coisa linda de Deus!” hehe… E não só a coleção e o Super Console, mas a narrativa da sua “vida gamística” que me fez lembrar em muitas vezes das minhas própria memórias… Assim como você, também tive uma fase de “abandonar” os consoles e me dedicar a outras paixões, migrar para o PC, redescobrir as velhas máquinas com o advento dos emuladores e finalmente bater o arrependimento (ah, se arrependimento matasse!) por ter vendido os antigos consoles e decidir que teria que recomprá-los para “redimir os pecados”… ;-)
    Atualmente estou nessa fase de “redenção”, readiquirindo consoles, cartuchos (e memórias) e se o destino permitir, realizar o sonho que sempre tive de ter uma grande estante com todos os consoles, que ao mesmo tempo protegesse, expusesse e facilitasse o uso… E putz, você roubou meus sonhos, partiu na frente e taí a coisa pronta! Um sonho materializado, literalmente! Sério sem palavras, Eric! Te saúdo por sua realização. Um dia, quando eu tiver completado minha coleção, espero poder contar com sua ajuda para construir o meu próprio Super Console. ;-)

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  11. Puxa Daniel, seu comentário foi no mínimo emocionante :-)

    Muito obrigado mesmo pelas palavras, velho. Enquanto o SuperConsole não ficava pronto, eu sentia uma mistura de angústia – por não ter escolhido muito bem a marcenaria e isso quase ter comprometido a finalização – e ansiedade para tê-lo na minha sala. De fato, quando finalmente puder colocar os consoles dentro, arrumar, trocar os videogames de posição – foi e é realmente a sensação de ter o “sonho materializado” como você falou.

    Cara, fique à vontade: quanto você tiver completado sua coleção (ou já tendo 18 consoles…), pode falar que te mando o projeto todo organizado (ele existe aqui desta maneira).

    Um abração e, por gentileza, apareça sempre por aqui, Daniel!

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  12. Parabens pelo feito amigao! Fiquei em duvida sobre os controles, aonde é que ficaram as conexoes deles?

    Posso ter pulado essa parte hehehe mas de boa….eu tambem tenho uma grande coleção guardada com carinho, todos na caixa com manual panfletos e etc.

    infelizmente aqui em casa nao da para fazer esse movel no momento mas é uma excelente ideia pra quem tem espaço, por enquanto fico só na vontade e despertando a inveja dos meus amigos retirando os meus consoles da caixa toda vez que eles vem aqui hehe.
    Abração
    Foi pro favoritos com certeza!

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    • Valeu Welington!

      Olha, os controles eu deixo fora, numa estante ao lado mesmo. No início eu até os deixava conectados aos respectivos consoles, porém os cabos acabavam com o visual… então resolvi tirar e só conecto quando jogo mesmo, ficou bem melhor e o trabalho é mínimo – incomparável a ter de conectar AV e fonte de alimentação…

      Num dos “variantes” do projeto, chegou a ser cogitada a possibilidade de se rotear os controles de cada console ao painél frontal. Desta maneira, era só conectar o joystick a um conector fêmea embutido na frente do móvel – a idéia é tentadora, mas o trabalho ia ser fenomenal pois teríamos de em alguns casos até ser obrigados a soldar fios aos conectores do console. Além disso, o console ia ficar “preso” ao móvel – uma coisa legal é poder mudar as posições de vez em quando.

      Sobre o lance do espaço, lembre-se que ele só ocupa espaço para cima (tem 2 metros de altura…) – observe que ele não é fundo e nem é tão largo – é menos largo que uma estante pequena de sala, por exemplo.

      Obrigado pelo favoritos aê :-)

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  13. hahaha, o Supercolsole tá te tornando celebridade retrogamer. É tipo parar na porta de uma balada com um Porche 911, hahahaha!

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  14. Parabéns amigo bela coleção e pelo movel!!!! muito doido, mas olhando os videos cara nossa e muitos fios né, não tem perigo disso aquecer dar um curto sei lá, e quanto aos consoles ali dentro, esses antigo até que são robustos em questão ao calor, se fosse um xbox 360 e o ps3 ali dentro não aconselharia!!!! ehhehe!!!

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    • Valeu mesmo Leonardo!

      O que você viu de fios foi na parte traseira do móvel, fechada pelas duas portas. Não há como ter curto pois foi tudo feito a partir de um projeto elétrico mesmo, inclusive tem um disjuntor que protege o sistema. Aquecer? De maneira alguma. Consoles não consomem muito (à exceção dos citados por você que até os tenho, mas ficam fora do móvel – ficam fora porque não é da proposta do SuperConsole), portanto os fios trabalham friozinhos, friozinhos…

      Mas sempre alguém lembra dos 3RLs e YLODs da vida quando vêem a possibilidade de ter um “next-gen” dentro do SuperConsole ehehehehehe

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  15. hmm, meu superconsole é um front-end no PC para vários emuladores… :-)

    mas parabéns pela coleção e idéia…

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    • Também tenho uma cópia deste seu “SuperConsole” ehehehhehe

      Aproveito seu comentário para “comentar” :-) que, apesar de colecionar consoles, sou emulator-freak desde os tempos de BBS e foi a partir deles, como contado na história, que resolvi colecionar. É engraçado como a experiência tátil ajuda na nostalgia – jogar R-Type no controle do Master System e com a resposta do Master System é um pouquinho diferente do que jogar emulado, mesmo que seja num joystick USB com “jeitinho de retrô” (guardo joysticks de PC antigos por isso…).

      Tipo, mantenho os packs de ROMs zero-miss no disco rígido e devidamente backupiados em blurays, incluindo aqueles 20 GB de ROMs de Arcade. No caso dos jogos para consoles, faço rodízio: quando um jogo é emulado 100% no PC, jogo nele para aproveitar o contraste máximo da LCD (uma vez que o PC está conectado na minha TV por HDMI… os consoles, sofrem com o vídeo composto na era das “TVs que digitalizam as imagems antes de mostrar” eheheheh) – mas também vou lá no console real e jogo também nele, quando dá vontade.

      Apesar do SuperConsole, sou fã da cena da emulação e das possibilidades que os emuladores oferecem. Nada de colecionador xiita aqui :-)

      Favoritei seu blog por aqui, vi que você é fã de King’s Quest quando ainda era baseado em parser… :-)

      Abração!

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  16. Cara eu tava meio desacreditado em ter uma coleção de vídeo game mas depois de sua historia a vontade veio a tona e até deu um aperto no coração. Sempre foi meu sonho ter um árcade em casa e vários consoles, mas como os estudos, trabalho, dinheiro e espaço aqui em casa eu guardei essa minha vontade no fundo do meu coração para um dia com condições melhores. Mas depois de ver seu blog fiquei emocionado, e o que mais legal, sou seu conterrâneo, participei desses campeonatos mas como não tinha os consoles na época fui um desastre uahuahuaha. Você é um soteropolitano que da ORGULHO, esse seu super console é uma MARAVILHA é um sonho de qual quer viveu essa espoca. Tem que vira atração turística aqui em Salvador, Parabéns ta lindo! Acho que valeu a pena, apesar do maldito do marceneiro. Tenho uma pergunta você. Como você ver os jogos e consoles de hoje em dia? Sei que por sua experiência sua resposta vai ser bem legal. Por enquanto só, pretendo volta sempre aqui no blog. Mais um vez PARABENS! E é um orgulho de nossa terra! rs

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    • Pô Carlos, entendo perfeitamente o que você falou no início do comentário. Todos vivemos essa fase de um jeito ou de outro, principalmente quando o velho duo “trabalho-faculdade” nos tira boa (ou toda?) parte do dia. Velho, espero que em breve você possa comprar o primeiro console que teve, de preferência com os primeiros cartuchos que jogou, ligar em sua TV de casa, pegar o joystick e se deleitar. Pela emoção do seu comentário, a partir daí você não vai parar mais de se divertir com eles :-)

      Obrigado mesmo pelos elogios, Carlos.

      Sobre os jogos atuais, rapaz, jogo bastante. Esforço-me para jogar os jogos em sua própria época até mesmo para ampliar minha própria visão sobre o universo dos jogos em geral, já aproveitando da “experiência” de ser um gamer desde o início dos tempos gamísticos, como muitos de nós. Fora – é claro – o motivo óbvio da extrema diversão propiciada pelos mesmos :-) Dito isso: quero jogar Mass Effect 2 em 2020 e sentir nostalgia – por isso estou jogando-o agora; Oblivion, que é de 2006, quando entre nele um pouquinho pra jogar, já até sinto nostalgia… e por aí vai. Isso já diz muito sobre o que sinto sobre os jogos atuais – sim, eles são bons e sim, jogue-os também não fique só retrô não pois há muito sendo feito no talvez melhor momento da história dos videogames. Não podemos deixar isso passar.

      Alguns dizem que 2010 será o melhor ano da história dos jogos eletrônicos. Claro que tem hype nessa frase, mas é certo dizer que será um dos melhores anos. Eu terminei Bioshock 1 para poder jogar o 2, e iniciei Mass Effect 2 agora, por exemplo. Estou simplesmente adorando a experiência de jogar ambos.

      Os jogos atuais possuem este “jeitão cinematográfico” – que acho que, no fundo, é algo que SEGA, Nintendo e cia sempre almeijaram na produção dos seus jogos. Acho que os game designers sempre quiseram isso que acontece hoje – vide Out of this World: ele foi feito por praticamente uma única pessoa e É um jogo cinematográfico. Ou seja: um “indie game” como se diz hoje – portanto desprovido de todo caráter comercial que poderíamos pensar que é “exigência da produtora” para que o jogo venda – e, mesmo assim, o jogo é um filme. Dá pra concluir que os game designers, os legítimos game designers, estavam mesmo era perseguindo o que se vê hoje. Então não há do que reclamar.

      Tanto que, surge agora, a discussão de como narrar a história em um jogo. E acho isso muito excitante. Os designers de jogos estão experimentando tudo. De Heavy Rain àquele “joguinho da Live”, todo mundo agora tenta narrar uma história enquanto você se diverte com o gameplay. Se tiverem sucesso nas duas facetas, veremos muitos “Out of this World” pela frente.

      Para conhecer melhor um lado que eu desconhecia dos jogos atuais, passei a jogar World of Warcraft – já estou envolvido com ele a quase 1 ano. Meu gênero favorito nos jogos single player é RPG – WoW é, como você sabe, um RPG online e o maior deles. Lá, você encontra uma outra experiência no que se refere a jogar um RPG eletrônico, algo entre o típico single player atual e um jogo de ação cooperativo online: os desafios propostos são dependentes da participação de outros jogadores. Você é obrigado a socializar, pelo menos de maneira online, com eles – senão, seu personagem não avança. Isto trouxe benefícios e malefícios à experiência de jogar: os benefícios são os mais óbvios: jogar com outras pessoas é legal. Socialização diverte também :-) Um malefício que mais me incomoda: o mundo do jogo está 100% documentado na web. Assume-se que você deve jogar sabendo o que tem de fazer e sobre o andamento da história dos personagens fixos. Por que? Porque você simplesmente leu na web antes. Poucos jogadores jogam pelo senso e pelo desafio de descobrir algo novo (eu tento fazer isso ainda e sou incompreendido, principalmente pelos jogadores do WoW que não são gamers). A idéia é executar algo que já se sabe. É como jogar utilizando aquelas revistas que te guiam pelo jogo todo, destrinchando tudo: perde a graça, principalmente para quem gosta de desafios. Apesar disso, meu ponto é: este universo é mais um no mundo dos jogos e veio para ficar. É uma nova abordagem para os gamers, referindo-me agora aos MMORPGs. E como tudo novo no mundo dos games, interesso-me em conhecer.

      Puxa Carlos, depois a gente tem que marcar aí pra bater um papo sobre os campeonatos que houveram por aqui – desde então, não “me bati” com ninguém que também participou!

      Na terra de Ivete Sangalo, quem tem um console é rei! :-)

      Abração!

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      • pena que a Nintendo abandonou esse “jeitão cinematográfico” e preferiu se concentrar em malhadores virtuais… :D

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        • uhauhauhauah é verdade…

          Dizem que isso que a Nintendo está fazendo está atraindo novos gamers ou trazendo de volta gamers que abandonaram quando os joystick ganharam a configuração de 12 botões do PS1 (sério, li esta teoria não lembro onde e achei interessante – de que muitos gamers largaram o joystick quando este ficou ‘complexo demais’).

          Se estiver atraindo mesmo, é até bom. Se depois de uma seção de Wii Fit eles jogarem Metroid, aí sim tá legal… :-)

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          • Nem me fale no Metroid do Wii, Eric… depois que vi o trailer do Metroid novo eu endoidei. Comprei um Wii ontem mesmo, e olha que meu último console foi um Dreamcast…

            Aliás, se souber de alguém interessado em vender o Metroid Trilogy me avisa, ok?

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  17. Poxa vida.. cheguei aqui com a chamada do uol jogos e fiquei muito feliz com o seu feito. Você consegue chavear direto nos botões do painel frontal?? sem precisar mexer nos chaveadores laterais?

    Fantástico! Sempre sonhei com um expositor como este e o seu feito foi muito inspirador!

    Logo vai precisar de mais um Superconsole para acomodar Psx, Ps2, Ps3, Xbox, Xbox 360, Wii, Nds, Psp e por ai vai!

    abs

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    • ahahahaha, outro SuperConsole em casa? Ummmm, boa idéia….. eheheheh

      Olha, Mark (pensei que podia ser um gringo mandando ver no português ehehehehe), os botões frontais são somente para ligar o respectivo console e sua iluminação específica mesmo. É necessário ir ao AV BOX e chavear o áudio/vídeo. Mas está tudo numerado, é fácil e rápido. O Arnaldo (o amigo que fez a parte elétrica toda) teve devaneios que incluíam esta automação – mas, assim como nos joysticks, envolveria um trabalho muito maior que iria incluir fabricar um chaveador digital completo para o móvel. Sendo assim, a versão 2.0 que faremos na aposentadoria terá estes recursos – pelo menos é o que falamos quando lembramos das idéias que ficaram para trás no 1.0 eheheheheh

      Os consoles atuais ficam no lugar típico mesmo – no rackzinho que segura a TV. Eles ainda não merecem entrar no SuperConsole – o único que teria um lugar garantido seria um novo console da querida SEGA, mas isto está longe de acontecer né… (digo “longe” por conta de ser esperançoso ehehehehehe). O Zeebo, por ser da Tec Toy, quase entra… mas ficou fora por falta de espaço (eu não ia tirar um Mega Drive por ele, né? uhauhuahau)

      Abração e volta sempre aqui!

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    • @Gagá

      ôpa Gagá, que bom que você pegou um console da geração atual! :-)

      Olha, jogamos e idolatramos os clássicos – sim, eles merecem cada post apaixonado – mas alguns games atuais realmente têm surpreendido: estou jogando agora Mass Effect 2, por exemplo: um RPG no mínimo ousado e verdadeiramente cinematográfico – mas sem perder em gameplay. Bioshock joguei logo antes, Gagá, e – cara – não é um FPS, é mais do que isso. Se você jogá-lo só atirando morre, não dura 5 minutos. Alguns jogos atuais têm associado com muito sucesso incríveis gráficos (Bioshock, por exemplo, a física é algo *realmente* útil ao gameplay) com gameplay excelente.

      Bom, Gagá, quero ver o grande old player em breve jogando Mass Effect ou God of War 3, quem sabe depois do Wii você se anima para o resto da geração atual :-) :-) olha, quando você ver o Game Room que a Microsoft recentemente lançou na Live, tu compra este console só por isso :-) e vamos começar a ver os tweets do Gagá dizendo: “Review de Heavy Rain no Gagá Games: é um jogo tão bom quanto um bom filme, mas – ainda assim, um jogo” uhauhauahuahuahauh :-) “Cruzada Next-Gen do Gagá” eheheheheh

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  18. Estou querendo comprar um Superconsole de vc.
    De onde vc é?

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    • Olá Michel, estou em Salvador e o amigo que fez comigo em São Paulo.

      Posso ajudar no processo de construção, mas não é algo rápido por conta de exigir marceneiro e eletricista.

      A aba “Sobre” acima do banner do blog tem o endereço do email.

      Abraço!

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  19. putz, fiquei babando cara, simplesmente fantastico, parabens! vc joga online no ps3? se sim, faz um favor de me add, ID PSN: lucasbarcelosrj

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    • Obrigado Lucas!

      Olha, como você viu, acabei de jogar e escrever os reviews dos dois primeiros God of War. Estes reviews foram como um preparativo para a aquisição que completa o hall de consoles de mesa da geração atual… :-)

      Te adiciono muito em breve! :-)

      Abração!

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  20. amigo, seu site é d+. um forte abraço e espero poder contribuir com algo se puder. vlw!

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  21. […] Super Console do Eric Fraga; […]

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  22. Olá!

    Fiquei babando pela sua historia, e cara que lindo *.*.

    Sonho que um dia pegarei meu Master System III(não aquelas drogas modernas de Master que não tem entrada de cartucho >.<), e meu Xbox 360 que estou preste a comprar e ir comprando os video games (principalmente Mega, PS1, Dreancast, e PS2 que ao longo de minha vida eu sempre quis ter mas por causa de grananão pude ter-los.

    E a proposito:

    Se vc comprar mais VGs aonde vai caber mais?

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    • Valeu Sonic (de Unleashed…) :-)

      No maleiro que fica na parte de cima do SuperConsole, ficam os outros consoles, basicamente backups (tenho alguns duplicados ou triplicados) e, tipo, um telejogo 2 por exemplo. Os consoles atuais ficam no rack logo abaixo da LCD – que ficam ao lado do SuperConsole. No SuperConsole só pode entrar até a geração anterior – essa é a idéia. Então, PS3, X360 e Wii só ganharão um “slot” na super-estante quando as empresas lançarem a oitava geração :-)

      Abração!

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  23. Caraca, Gagá! Legal saber que também se rendeu ao Wii! :D E ainda dá pra achar MPTrilogy nas lojas! Eu tive que levar o Wii porque soube que MPT estava saindo de produção e estava lá, na minha frente na Saraiva! não pude deixar passar…

    e agora que já experimentou e gostou de Dragon Quest, pode saber que o VIII do PS2 é um dos melhores e o do Wii (DQX) parece que vai seguir a mesma linha…

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  24. Caraaaaaacaaaa… O_O
    Nem eu tinha pensado nisso, Eric!
    Imagina só… um super armário para guardar todos seus videogames, desde um PS1 a um Wii ou X360.
    Eu fiquei babando e falando: Mano, que massa!
    Viu gente, é isso que dá confiar nos seus sonhos! XD
    Continue pensando, Eric! Vai que surge algo revolucionário!

    Supreme Sonic

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    • ehehehehe valeu Supreme!

      Pois é rapaz, quem sabe em breve surge alguma novidade por aí – afinal, os 18 lugares já estão completados, preciso de mais espaço!

      SuperConsole 2? ;-)

      Brincadeirinha… foi tão trabalhoso fazer o “1” que agora é só curtir mesmo :-)

      Abração!

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  25. […] o homem do SuperConsole! Celebridade na esfera retrô, o ERIC tirou a sorte grande: a dezena correspondente ao bilhete dele […]

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  26. […] ao vivo na Rádio Gamer Station (valeu aí turma!), e meu amigo Eric Fraga, o felizardo dono do Super Console e vencedor do nosso rifão, ainda me mandou de presente o prometido remix do tema do Lassic de […]

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  27. Poxa, haja nostalgia quando li sobre estes campeonatos. Gostaria de mencionar um campeonato que foi muito bacana: tinha uma locadora no Iguatemi chamada Games & Cia (2o andar) e rolou lá campeonato de Street Fighter 2 World Warrior e Mortal Kombat, ambos para o SNES. As eliminatórias aconteceram em vários Sábados e os classificados disputariam a grande final jogando Mortal Kombat. Lembro como se fosse ontem, a grande final foi num Domingo em pleno Fast Food do Iguatemi. Botaram um tv gigante que ficava no finado fliperama Hot Games (onde hoje é o Multiplex).

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    • Ôpa, lembro dessa locadora (careira…) eheheheh

      Me passei nesse aí, mas eu não teria chances: apesar de ter tido a fase “SF2”, minha fase jogando este jogo se limitava aos arcades. Quando ele foi lançado no SNES, por não conseguir a mesma performance com o pad, abandonei rapidinho e me decidi que só jogaria Street Fighter do fliperama eheheheh

      Tanto que hoje tenho um joystick arcade USB quando quero jogar uma partidinha com meu Sagat em casa no MAME… :-)

      O Hot Games tenho uma história complicada de contar, mas resumindo: moedas de 10 centavos de real funcionavam como fichas nas máquinas de lá………… até mesmo em Mad Dog McGree que ficava na entrada……….

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  28. Acho que Street Fighter, começando pela 1a edição que eu conheci no falecido fliperama do 2o andar do Shopping Barra, foi o jogo mais relevante na minha vida de jogatina. Quando comecei a jogá-lo em casa, no Super Nintendo (ganhei o console de graça, depois conto como foi), teve épocas que era o único jogo que eu jogava e tinha meio que uma obssessão em ser o melhor da Bahia rsrsrs Comprei um joystick arcade pra aprender a jogar tanto de manche quanto de pad e expandir meu leque de adversários. Saudosa época dos fliperamas da ladeira da Estação da Lapa, era o ponto de encontro principal dos amantes de jogos de luta. Vi sucessos como Mortal Kombat, King of Fighters, Samurai Shodown e tantos outros nascerem diantes de meus olhos. É uma pena que depois que encerrou a década de 90, os jogos de luta perderam um pouco da força que tinha. Hoje em dia, a galera mais nova só quer saber de CS, WoW e PES/Fifa. Torço pra que Street Fighter IV (e a Super Street Fighter IV, que acabou de ser lançada) possa contribuir para que essa chama se acenda novamente.

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    • Rapaz, jogar competitivamente está de volta, só que online: se você tem X360, lá é a melhor plataforma para competição, tanto em embates diretos (como SFs da vida) como pra se colocar bem nos leaderboards, por score. É fantástico: atualmente, tenho jogado muito After Burner Climax na Live; o Danilo, contribuidor deste blog, também; cada dia um passa o outro no escore e, dos 20000 jogadores que possuem escore lá, estamos entre os 500 agora :-) O mesmo Danilo também está sempre online na Live procurando desafios no remake de SF (ele prefere este ao IV por conta da abordagem com relação ao lag feito pelo remake, ausente no IV, se não estou enganado – ele me corrijirá quando ver este coment :-)

      A chama já se reacendeu, se você não tem um X360, acabo de conseguir uma venda para a Microsoft :-)

      Claro que não é a mesma coisa do que jogar um desafio nos arcades – cada um de nós têm suas histórias com jogos de arcade no final da década de 80 e início da 90 (tem aquele cara que era imbatível com Dhalsim, aquele outro que zerava Golden Axe sem perder nenhuma barra ;-) e por aí vai) mas com a PSN e, principalmente, com a Live, jogar competitivamente está de volta. Velho, tenho jogado Megamania do Atari 2600 no Game Room da Microsoft e o objetivo é ficar em primeiro até junho :-)

      Abraço, valeu!

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      • Precisa corrigir não Eric, é isso mesmo. Infelizmente o SF4 não usa GGPO, que é um algorítmo fantástico de redução de lag. partidas de SF2T HD Remix são praticamente offline enquanto que as de SF4 sofrem por um delay monstro ao dar inputs.

        Mas jogar online é a onda agora, uma coisa que só vi em Ikaruga, sei que tem em outros jogos mas não é muito comum é poder baixar o replay de outros jogadores, é como um ghost em jogos de corrida, fica mais competitivo ainda quando você tenta vencer a “performance” do primeiro lugar nas leaderboards.

        Mas os campeonatos não estão só online não, a Saraiva tá com um campeonato de PES2010, uma pena que sou terrível em futebol mas com certeza um campeonato como esses ajuda a reascender a chama que havia nas décadas de 80 e 90.

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        • Bem lembrado Danilo, hoje fui ver o campeonato de PES 2010 da Saraiva, foi bem bacana. No próximo sábado serei um dos competidores… rsrsrsrs :)
          Realmente, não entendo até hoje o motivo da SF4 não ter o algoritmo da GGPO… Pensei que isso seria corrigido na Super SF4, mas permaneceu inalterado.

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          • Pelo que li, o GGPO fica salvando o estado do jogo de tempos em tempos, pra caso ele erre na previsão ele saiba como voltar pra um estado válido. Acontece que em SF4 eles disseram que o jogo é muito pesado e tem muita informação para ser salva de tempos em tempos, daí não seria possível usar GGPO.

            David Sirlin, diretor do projeto de SF2 HD Remix, disse que seguiria o seguinte procedimento se SF4 estivesse nas mãos dele:

            1 – Escolher usar GGPO
            2 – Tomar todas as outras decisões de projeto a partir daí
            3 – Qualquer decisão que invalide nº 1 é descartada.

            Nada radical o cara ein?

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  29. Cara que história fantástica, muito boa mesmo! Eu ia só ler a parte do Alex Kidd, mas acabei lendo tudo de tão bem escrito e empolgante que foi esse post, muito dez!

    O mais tenso foi o campeonato com o seu colega competitivo, fiquei até imaginando a rivalidade entre os dois jogando Master System. E o SuperConsole é muito loco tb, vocês estão de parabéns pelo projeto!

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    • Valeu Adinan!

      Se eu encontrar com esse cara na rua em algum lugar, ele vai querer acertar as “retro-contas” me chamando para uma amigável partidinha de E-Swat de novo……

      E o SuperConsole foi mesmo a solução para que minha coleção não fosse só enfeite – não era o que eu queria. Com ele, posso jogar sem trabalho qualquer console. A emulação resolve, mas às vezes quero o joystick original e não ter nenhuma chance de um Windows da vida querer “falar” durante a jogatina fazendo eu perder frames ou resposta, mesmo que por um momento. Por isso, o SuperConsole “não tem preço” :-)

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  30. […] Fraga é de Salvador/BA, e também dono do projeto retrogamer mais invejador ever, o Superconsole, e fera na criação de remixes de músicas do Mega Drive! Ouvi falar do seu trabalho pela primeira […]

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  31. Zê ! Uma sugestão. Para implementar uma segurança:
    Um extintor de incêndio de CO2.
    Falo sério.
    Parece bobagem, mas não é.
    É uma coleção de VGs maravilhosa e esta medida preventiva pode salvar as máquinas.

    []s
    E parabéns.

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    • Apoiadíssimo. Eu não tenho extintor em casa, mas se tivesse uma coleção dessas… ô vício!

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      • ehehehehe, essa eu nunca tinha pensado não. E parece importante mesmo, afinal são tantos juntos, bem juntos e conectados. Bom, tem um disjuntor que até já desarmou uma vez.

        Olhei aqui no hall do prédio agora e o extintor está até perto (uns 6 metros do SuperConsole), está carregado e na validade. Acho que nunca reparei nisso antes.

        Valeu mesmo a dica e obrigado pelos elogios, o Gagá já sabe que tem estadia certa quando vir a Salvador, estendo a você também Ricleite! Cada um escolhe um console pra jogar e ninguém dorme, por falta de acomodações – e fica todo mundo feliz de manhã :D

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        • Vou combinar com o Ricleite de irmos no mesmo dia. Com dois para carregar fica mais fácil sair na calada da noite enquanto todos dormem com o super console nas costas… digo, acho que vai ser mais divertido :)

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  32. O que vc fez é completamente incrível! Simplesmente ESPETACULAR!!!

    Parabéns por essa peça de arte!

    E cuidado com os invejosos, hehehe.

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    • Obrigadão Antônio, agradeço mesmo suas palavras.

      ahahahah, terei cuidado sim, quando essa página surgiu, apareceram umas matérias em outros blogs citando o SuperConsole e surgiram nos comentários (não nos posts, o povo comentando sobre mesmo) alguns destes indivíduos não muito animados com as coisas alheias a eles :D

      Grande abraço e visite sempre nosso blog, estamos tentando produzir bastante coisa legal por aqui sobre a cultura gamística.

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  33. Manolo, se eu tivesse visto esse teu móvel quando eu era metido a colecionador eu desmaiava certo xD

    Parabéns mesmo!

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    • eheheheh, valeu Ricardo! E é mesmo uma coisa que todo colecionador pensa em algum momento – principalmente quando ele nota que todos os consoles juntos, empilhados ou no armário, desanima um pouquinho pra levar pra TV e fazer com eles o que há de melhor – jogar.

      Daí não teve jeito, mesmo gostando de GUARDAR os consoles, eu queria poder jogá-los – assim não fico tentado a usar save state :p

      Abração, valeu mesmo pelo comentário!

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  34. CARAMBA! Que maneiro o Super Console! Cara estou pensando em fazer um móvel também pros meus video-games descansarem sossegados. O meu rack não suporta mais espaço ( http://twitpic.com/2ppfs6 ), ainda mais agora que chegou o NES.

    Isso me inspirou e muito. E acho que vou pedir umas dicas sobre as conexões AV e tudo mais, haha.

    Parabéns!

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    • Legal Alê, fica à vontade pra dicas, se uma coisa eu entendo é como fazer móvel para videogames (risos)

      Mas é verdade, foram mais de 6 meses labutando pra sair do jeito que queria, e fico satisfeito como ele o tempo todo. Estimula a jogar nos consoles e ao mesmo tempo sei que estão protegidos.

      Vi o seu rack aí, temos muito o que conversar ehehehehe

      Abração e valeu mesmo!

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  35. Cara meus parabens! sem palavras, estou comecando no ramo de colecao de games e um movel desses tornou meu objetivo agora. queria saber a possibilidade de voce fazer um movel desses, ou me ajudar a construir um, dinheiro nao e problema. pois isso nao tem valor!! queria saber quantos consoles da pra colocar, se sao 18 consoles. aguardo contato pois nao achei seu email na aba sobre do blog

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    • Blz Luciano, legal! Olha, veja de novo na aba “Colaboradores”, na última linha do terceiro parágrafo. O email não está com o @ separando nome de domínio, mas está bem claro lá! :)

      Abração e qualquer coisa que puder contribuir a gente se fala por email!

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  36. Muito criativo seu projeto , coleção maravilhosa e parabens principalmente por ser um jogador e não apenas um contemplador. Acho desnecessário possuir os jogos só pra ficar olhando e se gabar por tê-los.
    Só uma dúvida, como você faz para trocar os jogos?
    Os vidros são fixos ou são tipo uma janela?
    Parabens mais uma vez e que seu modelo seja exemplo para outros colecionadores!!

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    • Puxa, não respondi seu comentário, corrigindo agora.

      Valeu Guilherme, e olha, para trocar os jogos é tranquilo, basta levantar a porta de vidro (ela tem um puxador). Ela não fica presa, tipo, tem de segurar com uma mão e colocar o cartucho/disco com a outra, mas dá tranquilamente. Os vidros são como uma janela, originalmente iam ser de correr, mas ia ficar muito mais complicado pro marceneiro.

      Brigadão pelos elogios e espero que você tenha marcado pra notificar as respostas :)

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  37. Opa!

    Aceita encomendas?

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  38. Nessa parte,

    Os envolvidos no SuperConsole, direta ou indiretamente:

    Faltou colocar o Junio, que colaborou também nessa grande batalha.

    Abraço!

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  39. Atari. O que mais me “incomodava” no Atari era essa coisa dos jogos não terem final. Não o fato de não ter uma “Cutscene”, mas o fato dos jogos ficarem rodando em loop. Nunca tive um console dessa geração e nunca coloquei as mãos num Atari original, joguei só em Dactar e um outro genérico da CCE que tinha o controle minúsculo. Enduro foi para mim, o jogo mais marcante, aquele truque visual das pistas à noite era demais! Sobre o Odissey, joguei na casa de um amigo e achei muito a frente do seu tempo, aquele teclado era muito bacana e as caixas dos jogos eram de cair o queixo, aquela parte de acrílico e manuais encartados eram demais!

    Master System. Joguei bastante em casa de amigos, mas sempre a versão Master System III, queria ter jogado esse clássico aí preto e vermelho. Nunca coloquei as mãos nele, parecia ser muito futurista, inclusive com a adição da pistola e óculos 3D!

    Mega Drive. Esse é saudoso! E você falando do campeonato (que história ein!), lembro-me que em um Shopping da minha cidade, teve uma época que ficava um stand com alguns consoles Mega Drive e Master System, só com Sonic na Memória. Eu fui uma vez com minha mãe, devia ter uns 6 anos, pegava a fila, podia ficar jogando uns 5 ou 10 minutos, depois pegava a fila de novo… até a paciêncida da minha mãe se esgotar! :-)

    Campeonatos. Não tem como não ler suas histórias de compeonatos e não lembrar de um episódio de “O Mundo da Lua” em que Lucas Silva & Silva participava de um campeonato. Lembro dos garotos locando cartuchos para treinarem dos campeonatos, esse tipo de coisa :-)

    PC. Só vim a ter um PC no começo dos anos 2000. Era um Compaq Presario, Celeron 700MHz… na verdade era da minha irmã, mas ela deixava eu jogar. Apesar da minha placa ser On board, ela aceitava o tal Open Gl e isso foi uma maravilha para mim na época!

    SUPER CONSOLE. O lance de ligar video games diferentes com jogos iguais para comparar é bem legal, quem nunca teve vontade de fazer isso?

    JOGOS. Lembro que esse Space Harrier podia ser jogado em um “arcade” no jogo Shenmue de Dreamcast!

    Ufa! Demorou bastante para eu ler tudo e ver os vídeos, mas valeu a pena. Assim como deve ter dado um trabalhão para você fazer o Super Console e deve ter dado uma baita satisfação!

    Depois vou tentar ler os comentários da galera também, acredito que este seja o post recordista de comentários!

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    • O Odyssey tem ou não tem as melhores caixas da história dos videogames? Você não tem idéia de como elas ficam lindas na prateleira do seu quarto, olhar pra elas ao acordar já dá vontade de jogar videogame, é um “turn on” ahahahaha

      Ô rapaz, vou atrás desse episódio do Mundo da Lua, putz, já tinha esquecido de Lucas Silva & Silva!!! Putz, valeu mesmo.

      Você se deu bem com esse Compaq, VGA integrada nessa época com suporte à OpenGL era raro.

      Não é Frank, o Mega provocava calafrios e fez muita gente desmaiar com as demos de Altered Beast & cia nas lojas de shopping. O melhor é que quando você colocava a mão nos jogos, ele cumpria o que prometia, não era só “um corpinho bonito”.

      Rapaz, fazer o SuperConsole foi o mais divertido sim. O danado é enorme, etc, mas agora que ele já vai para o quarto ano aqui em casa, tem cumprido o papel de me fazer jogar nos consoles, e não só no emulador.

      Coincidente ao seu comentário: estou a alguns dias trabalhando só pela manhã, chegando em casa para o almoço. A décadas não tenho esse ritmo. Pois então: tenho experimentado uma nostalgia muito louca: pego cartuchos que joguei na época e vou uma partidinha depois do almoço, no SuperConsole. Como eu, a vida inteira, estudei pela manhã, parece que “cheguei da escola, almocei e fui pro videogame”. Mais que retrogaming, uma viagem no tempo mesmo.

      Valeu Frank!!!

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  40. Olá, Cosmonal. Meus parabéns por sua criatividade e empenho. Eu conheci o Cosmic Effect através do Passagem Secreta, afiliado do Santuário do Mestre Ryu, blog em que escrevo. Essa estante é sencacional. Mas até agora eu fico quebrando a cabeça com algumas coisas em relação a essa estrutura, embora você tenha explicado detalhadamente o processo de criação, fiquei ainda leigo com esse detalhe:
    Como você faz pra locomover os videogames nas partes superiores da estante? Um forte abraço. Obrigado por nos conceder esse espaço. Saudações do Mestre.

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    • Grande Mestre Ryu! Valeu rapaz, foi muito legal construir esse móvel, apesar do trabalhão.

      Então, você perguntou sobre como mover os consoles nas partes superiores. Dá pra alcançar numa boa, o que atrapalha é que como a prateileira fica um pouco alta, os cabos de joystick mal chegam no sofá, mas nada que extensores de cabo de joystick não resolvam. Em geral não manipulo os consoles, muito raramente troco algum de lugar – mas tem mais de 1 ano que não mexo, até porque meio que “completei” a coleção dos principais consoles clássicos.

      Como o móvel tem portas traseiras, é lá que ficam as fontes de alimentação e percorrem os cabos de AV. Veja o vídeo logo do início do post que mostra bem legal.

      Bridagão a você pelo comentário, acho que já tinha entrado no seu blog (o Santuário do Mestr Ryu) mas assinei o feed dele agora, valeu!

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  41. Uauuuu , vc já participava do meme #O primeiro console a gente nunca esquece, desde sempre.

    D+ sua engenharia para ligar todos os consoles.

    Linda coleção e linda história!

    ; )

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    • ahahaha, que legal, valeu! :)

      Pois é Ritinha, esse negócio enorme aqui na sala garante que eu não deixe de jogar os consoles colecionados.

      Valeu mesmo, acabei até editando o post só com o trecho do Atari 2600 e transformando no formato do meme, pequenino centrado só no assunto, mas fiquei feliz que você leu esta página, valeu mesmo.

      Seu Super Metroid sai antes do que você imagina ;-)

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  42. Grannnnnde Eric! “May the force be with you”! Lembrei logo desse clicherzão Fiquei realmente impressionado com toda essa história. Antes que você veja quem asssina o post, quero dizer que tenho orgulho de ter vivido o início dessa história no colégio que estudamos e aí mesmo na sua casa: jogando, liberando memória nos 640k do DOS com QEMM, affff! Era assim o nome do app? Olha, Parabéns pelas criações! Vim parar aqui depois de ouvir sua música lá no GMB e ficou muito boa. Posso saber qual set usou para criar? Reason, plugins, kurweils… Enfim, adorei esse site. Estou ouvindo as versões das músicas e vou conhecendo um pouco das músicas dos games que não joguei. Quem sabe agora volto a jogar… Grande abraço, Denizard!!!

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    • Mestre Denizard, o homem do GEM! Velho, fiquei muito feliz em ver você por aqui, realmente cito você sem falar o nome nessa página, como você percebeu! Sim, sim, bons tempos do QEMM salvando nossa pele das garras do MemMaker, hahaha! Sobre a música do GMB, usei o Triton clássico e os timbres de orquestra são do Komplete 6 mesmo (o set de bateria tb do Komplete) e um timbre da SoundBlaster, SoundFont, lembra que usávamos? Até hoje tenho todos aqueles bancos da AWE32 daquela época, e frequentemente uso um ou outro!

      Ah: até hoje uso o PowerTracks, Denizard, e foi você que me mostrou o caminho dele, além de boa parte de minha iniciação com MIDI, né? Rapaz, vou te mandar um email e a gente se fala mais, abração!

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  43. Cara que belezura, tu tem um verdadeiro “Megazord” de consoles…, queria eu ter uma coleção assim nem que fosse só de consoles Nintendo…afinal o que é com a Sega eu sou com a Big N …embora ache ambas as empresas maravilhosas…infelizmente a Sega se perdeu e se ferrou ao longo dos anos mas com certeza…nessa época longinquia dos 8,16 bits ela era mesmo a rival perfeita…, Parabens por todo o trabalho que teve não só pra montar o Super Console como tambem pra juntar todas essas antiguidades!

    Aah alias…não achei uma area no site pra pedir parceria…tem como me dizer ai como faço pra ter o Cosmic Effect de parceiro?
    Abraços.

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    • Valeu Tiago, hehe, que bom que gostou do SuperConsole! Sim, apesar de usar a fonte da SEGA e brincar com a coisa do fanboy, não sou não! Na verdade, como diz minha descrição do twitter: “…sou fanboy da Atari, SEGA, Nintendo e Microsoft” hehehe!

      Opa, já assinei o feed do seu Retro Journey, vou dar uma olhada nos posts, indica algum especial? Abração e na aba “Colaboradores” tem meu email, vou adicionar seu blog no “Blogs of Fame” agora aqui, meu caro!

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      • Pois é é Cosmonal, ser fanboy não tá com nada mas tambem não é por isso que não podemos ter nossa empresa preferida não é? hehehe

        Valeu por ter adicionado o Retro Journey aqui no Cosmic Effect, já vou fazer o mesmo lá com o Cosmic Effect, sobre posts do meu blog…recomendo o postado recentemente sobre o Clock Tower e o Trash Bucket sobre os RPG’s ruins de Snes, alias parabens pelos Cosmic Cast’s tambem são ótimos!

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  44. saudações ao colecionador!

    Estou com um ATARI XE na caixa, usado 2x somente e o coloquei a venda.
    Caso não se interesse, agradeceria se a divulgasse entre os amigos colecionadores.

    aBRÇS
    Sidney- sidneyyazigi@yahoo.com.br

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  45. Olá, só passei aqui para dizer um parabéns!!!!!
    Tenho minha pequenina pereba colection aqui em casa.
    Prometi que não ia mais comprar jogos, mas não resisti e comprei Sonic 3.
    Não tenho grana para consoles modernos ou dar um ugrade no pc agora. Portanto daqui há dez anos quando você estiver jogando Mass efect2 pela 2 vez eu estaria indo pela primeira. Acho que não tem época para jogar os clássicos. Chrono Trigger é tão bom hoje quando foi lançado na década de 90. A experiencia e o hype pode ser diferente, mas ainda assim é válida.
    Abraços.

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    • Brigadão Guilherme e disse tudo sobre os clássicos: não há tempo para eles, na verdade todos fazem parte de uma grande biblioteca de jogos à nossa disposição. E você vai se divertir muito daqui a 10 anos quando jogar Mass Effect — é bom que vai ter a trilogia toda disponível pra você! :D Abração e cuide bem de sua pereba collection! :)

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  46. Eric, seu SuperConsole tem que entrar para os pontos turísticos da nossa bela Bahia ;-) Parabéns cara, projeto incrível! Realização do sonho de 11 em cada 10 retrogamers!!!!

    Mas cara, deixa eu te perguntar uma coisa, comprei a pouco tempo uma TV de 42” LED. Liguei o NES nela e notei que os pixels ficaram estourados, bem como a imagem não fica muito legal, em comparado com as TVs CRT (sabemos que os jogos foram produzidos naquela época justamente utilizando os “recursos” das TVs de tubo para “melhorar” a experiência gamer).

    Noto que seu super console está ligado em uma TV moderna tbm (plasma?). Lhe pergunto, vc nota tbm essa diferença? Será que é possível fazer algo para melhorar a experiência de se jogar consoles antigos em TVs modernas?

    Grande Abraço!
    Licker (4NiM4L)

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    • Hehe, valeu Licker! Já pensou, ao lado do Farol da Barra, o SuperConsole? Quem sabe um photoshop não resolva isso… ummmm…. boa idéia, Licker, hehehehe!

      Resposta meio longa, mas espero que ajude, segue aí :)

      Sim sim, o famoso caso da imagem “diferente” de um console antigo nas TVs novas. Você já bem colocou a questão do uso ao seu favor que os consoles antigos faziam (caso mais notório: Atari 2600) do CRT. O maior problema, na verdade, nem é a diferença de resolução do panel LCD com relação à resolução do videogame antigo: o que mata a imagem é a conexão *vídeo composto* entrando numa *TV moderna*. O contraste cai, e os vazamentos de pixel (mais notadamente os de cor vermelha) são “digitalizados” pelo circuito da sua TV (pois TVs modernas precisam digitalizar os sinais analógicos, antes de exibir na tela). Imagina só, digitalizar ruído visual, gerados pelas conexões de baixa qualidade (vídeo composto e S-Video são ruins para os padrões de hoje)… os resultados são realmente aquém do que se espera.

      Mas há um lado positivo para alguns: como não há scanlines (aquela “linha preta” entre cada linha) a imagem do console antigo é exibida, digamos, inteiramente. Para uns o scanline é motivo de nostalgia, e é desejável; para outros, as “linhas pretas” entre as linhas de pixel são desnecessárias (meu caso).

      O que dá pra melhorar: diminua o brilho (pois isso diminui a saturação das cores) e aumente o controle de nitidez/sharpness, mas não até o máximo (senão os ruídos gerados pela conexão de vídeo composto ficarão “nítidos demais”).

      Há soluções mais complicadas: pegar o sinal SCART de seu NES, convertê-lo para VGA ou vídeo componente e ligar na sua TV nova. Seria o máximo de qualidade, mas vai exigir mais leitura sua em fóruns sobre o assunto e alguns passeios pelo DealExtreme… (Obs: em alguns consoles, como imagino que seja o caso do NES, seja necessário algum tipo de hacking pra pegar o sinal SCART). Em tempo: SCART é uma conexão de altíssima qualidade, mas que só rolou no mercado europeu. Porém, é possível extrair esse sinal de qualquer dispositivo digital (como os consoles) e sair SCART, que é essencialmente RGB.

      Curiosidade: sua TV não é de LED, somente o backlit (a luz que ilumina o painel LCD) é de LED. No Brasil, não há TVs de LED (a Samsung foi até processada por propaganda enganosa por aqui, se não estou enganado). O LED não muda a qualidade da imagem, sua TV é de LCD; apenas adiciona mais brilho (dispensável, basta apagar a luz da sala, rs) e economiza um pouco mais de energia.

      Qualquer coisa é só falar, abração e volte sempre por aqui!

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  47. Parabens amigo muito bom tbm me iniciei nessa de colecionar tenho 25 anos talves nao nasci na epoca fer dos atari mais tive um atari primeiro video game e me amarrava em river raid seaquest Keistone Keapers etc ai depois tive o Dynavision 3 isso em 1993 que era a versão so NES 8 bits meu pai nao tinha condições de comprar os videogames atuais da epoca tipo o mega drive mais hj graças a Deus posso ter todos aqueles que eu babava na casa dos amigos ja comprei um Super Nintendo um Master System um Mega Drive um Nintendo 64 um XBOX 360 um Dreancast e um Nintendo Wii estou em busca de um Play 1 Fat aquela primeira versão cinza a que eu acho mais linda sabe e estou pegando um Neo Geo CD alem do Sega CD e do Atari 2600 tambem estou desenvolvendo uma plataforma Arcade no qual vou montar um Joystick Arcade sabe estilo fliperama e vou montar uma maquena pequena emulando MAME CPS 1,2 e 3 e NEO GEO ai conectar essa maquina na tv e fazer dela um console arcade como se fosse uma maquina de fliperama PARABENS CURTI MUITO SEU PROJETO ISSO AI NUNCA DEIXE A POEIRA APAGAR SUA HISTORIA LEVE ESSES GAMES PARA SEMPRE COM VOCE E UM DIA SE TIVER UM FILHO ENSINE A ELE A HISTORIA DE TODOS E PASSE ESSA HERANÇA LINDA PARA ELE

    Mais posso dar uma sugestão ?? porque voce nao arruma uma televisao tambem aquelas dos anos 80 pq ai fica mais nostalgia henn eu ja pensei nisso em procurar alguma e montar um quarto de jogos bem nostalgico

    e vc por acado poderia me dar uma ideia de como ligar o master que so tem saida RF em um tv dessas modernas em LCD tipo se existe algum conversor de RF para RCA ou HDMI ???

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    • Opa Douglas, valeu pela empolgação! Siga aí colecionando e jogando meu velho!

      Sobre a TV “oitentista”, a questão atual é o espaço na sala (pois já tem uma TV LCD, onde tudo está conectado). Como também uso o PC e os 3 consoles atuais conectados a esta TV, uma de tubo não serviria para todos. A TV de tubo antiga (que já tenho, está embalada, guardada em outra casa, para o futuro…) estará no SuperConsole 2.0!

      Sobre seu conversor: você precisa de um modulador de sinal RF como entrada para saída vídeo composto (vídeo composto = “RCA”). O mais comum é o caminho inverso (Vídeo composto para RF), mas acredito que encontre de RF para vídeo composto também. Abração!

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  48. fiquei seu fan cara… muito bom seu Super console espero ainda um dia fazer o meu…
    outro que vai contar com sua ajuda hehehe

    eu tenho os q desde criança eu ia ganhando ou trocando xD… que é o Genesis 16 bits, Mastem System, Mega Driver, Super Nintendo, n64, Dreamcast, ps1 e 2, e o xbox 1 q comprei esses dias hehehe….falta muitooo ainda mais sei que com essa vontade desde moleque e com a emoção de ver os seus ainda chego lá!!!

    você esta de parabéns cara…abraço…

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    • Opa Lenon, valeu mesmo meu velho! Pode contar sim quando fizer o seu!

      Rapaz, legal você poder ter guardado seus consoles desde a época… quase nenhum colecionador consegue, pois a gente não imaginava a importância — e precisava levantar dinheiro para comprar o console da geração seguinte, rsrsrs

      Abração meu caro, apareça sempre por aqui! (se quiser assinar o blog, coloca seu email na barra lateral direita, não tem spam, só envia notificação de novo artigo).

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  49. Depois de ler uma história gamer bonita fui presenteado com uma outra história, e apresentado ao Super Console. Confesso que me faltam palavras para elogiar esse projeto e todo o contexto que o originou; então desde já peço desculpas. E na falta de palavras mais adequadas eu o que eu posso dizer se não DEFINITIVAMENTE FANTÁSTICO!

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    • Opa Alan, valeu! O SuperConsole foi apenas a união da “vontade de jogar com a vontade de guardar” (risos). Um grande abraço e já adicionei seu blog sobre indie aqui.

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  50. Nossa se eu mostrar esse móvel para o meu marido, ele vai querer fazer um aqui em casa, temos vários consoles, mas tudo bagunçado, eu amo meus consoles, meu filho de 8 anos está apixonado pelo meu Super Nes e seu superMario, é demais seu megaconsole, parabéns!
    como vc liga aqueles fiosinhos do Atari nessas tvs novas pois são necessários aqueles parafusinhos de entrada de antena, ou entrada para aquele plugue preto, eu já fiz uma adaptação para ligálo no vhs, mas queria poder jogá-lo em uma tv mais moderna, pq a dele é uma velinha? Obrigado, Gisela

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    • Não esconde dele não Gisela: você vai curtir a arrumação que um SuperConsole traria para sua casa! :)

      Sobre a conexão do Atari, hoje em dia nós utilizamos Ataris com modificações na saída de áudio e vídeo. O Atari do SuperConsole, por exemplo, tem saída de vídeo composto (igual a do seu SNES) pois foi alterado. Praticamente todos Ataris (Odysseys também) que você comprar no MercadoLivre está assim. Não muda nada nos “internos” dele, somente ganha-se a comodidade de não precisar mais dos “fiozinhos” :)

      Como certamente você não mora em Salvador, recomendo que procure no ML por vendedores que vendam estes Ataris em sua cidade; se achar, manda uma mensagem pra ele e combina pra fazer a modificação no seu Atari, eles fazem.

      Abração, bom saber que seu filho começou bem nos videogames!

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  51. Puxa será q eu encontro quem faca essa modificação no meu atrai velho de guerra? Eu o tenho desde os meus 8 anos, eu tenho 38 (abafa) kkkkkk eu moro perto de sp em sao Sebastião, hj eu tive q costurar uma capa para meu filho brincar de superarão, e fazer um bigodao de feltro para ele brincar, kkkk a nintendomania pegou nele. obrigada pela dica, vc tem facebook? Entre no meu Gigi Ventura serás bem vindo! Abco Gisela.

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    • Encontra sim, Gisela! No ML, com certeza, dá uma procurada por Ataris modificados para AV e faz pergunta no anúncio que você achará gente perto de você, acredito, que faça modificação no seu Atari existente. Um abração, espero ter ajudado!

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  52. Grande Eric,

    Que belíssimas memórias, hein?

    Eu também participei de um campeonato no Iguatemi, mas não me lembro o ano. Sei que foi numa locadora (Sógames, talvez?) naquela parte do shopping que tinha um carpete e ficava próximo da A Primavera. Rapaz, eu lembro que o dono da locadora botava a maior fé em mim… Vai entender! O jogo era SF2 e eu perdi na primeira rodada. Fiquei muito triste.

    Hoje, me considero um jogador razoável de SF. Mas acho que também não sobreviveria muito tempo em um campeonato!

    Parabéns por todas essas conquistas gamísticas numa idade tão tenra!

    Uma dúvida técnica: quando a sua coleção aumentar, você vai fazer outra estante SuperConsole?

    Grande abraço.

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    • Pô Marcelo, valeu. Rapaz, essa lembrança do carpete vermelho do corredor da “careira” (rs) A Primavera, putz, demais. Você também era da Sógames? Não lembro dela no Iguatemi, suspeito que era outra essa locadora a que se refere (suspeito apenas).

      Ih rapaz, esse negócio de campeonato naquela idade era uma coisa de sorte mesmo. No meu caso, sempre caíram jogos que eu havia jogado, isso foi decisivo mesmo. O acervo da Sogames era absurdo e eu tinha aquela carteirinha de sócio que dava direito a sempre estar com um cartucho, acabei jogando tudo de Master e Mega naquele tempo. Pô, você foi logo pra Street Fighter, putz, “uma caixinha de surpresas”! :)

      Aliás, Marcelo, pô, vê isso aqui, por favor: http://www.youtube.com/watch?v=dXtXCw8VIZE — rapaz, é um Cosmic Cast “antigo” mas que será particularmente interessante para você, eu adoraria que você o assistisse. Sim, nele, a gente dá um pulinho na Sógames da Pituba e tudo! Não é bem produzido como os de hoje, ainda 4 por 3 e “câmera fotográfica que filma AVI tremendo” mas caramba, você vai adorar ver o Jardim de Alah ao som de Out Run… ;-)

      Sim rapaz, boa pergunta: mas já deixei de comprar os consoles e parei a coleção. Só quero mesmo um TurboGrafx que seria o único console importante que não tem no móvel. Os moderninhos não se dão bem lá dentro pois fica fechado demais, o fan do PS3 lá dentro ficou a 100% o tempo inteiro, rs… é bom mesmo para os velhotes, com refrigeração passiva mesmo, rs Existe um projeto “fictício” de um SuperConsole 2 que o Arnaldo desenhou, mas é mais por curiosidade. Seu comentário até me lembrou que deveria colocar aqui por curiosidade, valeu duplamente, Marcelão.

      Abração e rapaz, vou escutar você agora no VerticeX, ansioso!

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  53. FIca tudo ligado no AV? cara tem mods muito bons pra mega sega cd dream cast e etc, mods de video, mega drive em s-video é a coisa mais linda do mundo, jogar em AV é bem diferente, se voce usasse o maximo de video que cada videogame proporciona, seu super console iria ser um ultra console, ah, e claro, na tv de tubo de 29, aí sim a imagem ia ficar perfeitinha, abração, parabens pela historia e pelo superconsole, é de se invejar!

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    • Olá Jean! Seja bem-vindo aqui no Cosmic Effect!

      Então, todo o SuperConsole tem o sinal posteriormente convertido pra 720p, com um filtro anti-noise por hardware. Ou seja, todos os AVs (vídeo composto) dos 18 consoles passam no final pelo conversor (que converte tanto os consoles PAL-M quanto os NTSC) e vira um único cabo HDMI, com o sinal tratado e 720p a 60Hz. Este cabo entra na TV de LCD. Imagem PERFEITA, similar a emulação — e tudo nos consoles reais. Do velho Odyssey ao Dreamcast (este por sinal converto de VGA para HDMI, fica melhor ainda, rs)

      A diferença entre S-Video e vídeo composto é MÍNIMA, apenas o vazamento do vermelho é um pouco menor — desculpe discordar, mas não é absolutamente nada de “mais lindo do mundo” :D Esta diferença DIMINUI ainda mais quando se usa TVs LCDs — porque elas digitalizam o sinal e costumam melhorar a saturação excessiva do vermelho das conexões vídeo composto.

      TV de tubo: tenho uma TV de tubo embalada para uso futuro. Porém, prefiro a imagem mais precisa e sólida que temos a partir dos painéis LCD. É hábito acreditar que “imagem de consoles velhos fica melhor em TVs CRTs” mas isso é discutível, é uma questão de preferência na verdade. Eu, por exemplo, prefiro a imagem mais sólida das LCDs, sem as linhas pretas entre os scanlines, especialmente com o sinal dos consoles velhos tratado previamente para entrar na LCD em 720p como faço (a LCD faz o mesmo — digitaliza o sinal que vem do vídeo composto antes de exibir na tela — mas hardware externo dedicado faz isso de maneira superior). Há mais informações sobre isso, mas paro por aqui senão o comentário vira um post :)

      Ou seja, acredito que sim, uso o “máximo do vídeo que cada videogame proporciona” amigo! :D Falando sério, melhor do que vídeo composto ou S-Video convertido para HDMI por hardware específico que filtra/reforça/melhora nitidez do sinal, somente conexões SCART ou RGB — mods complicadíssimos de se fazer nos consoles antigos e impossível em alguns :(

      Obrigado pelos elogios ao SuperConsole meu velho, grande abraço!

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    • Ah, se quiser conferir como fica o sinal, assista este episódio da série de vídeos sobre retrogaming que fazemos por aqui:

      https://cosmiceffect.com.br/2012/08/26/cosmic-cast-38-astal/

      Gameplay do Saturn real, capturado a partir do SuperConsole por HDMI :)

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  54. Cara parabéns, muito legal esse seu projeto!! sou colecionador tb. iniciante, mas devagar chego la!!! Fiquei muito interessado em fazer algo parecido, hoje tenho 43 consoles, acho que da pra fazer uma estante maneira com eles!!! Gosto desse tipo de projeito, fiz um Arcade Caseiro pra mim, do mesmo estilo, passei o desenho pro marcineiro, ele fez a caixa e eu mesmo fiz a parte eletrica e o sistema!!! Parabéns mesmo!!! Muito show!!! Segue a foto de parte da minha coleção, pois depois disso ja comprei um Jaguar, um PC Engine e mais alguns jogos de SNES em um leilao!!!

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  55. Ola amigo Cosmonal, gostaria de fazer uma pergunta, notei no video do superconsole, que vc usa um conversor HD para seus video games. Eu tentei jogar algusn video games antigos em minha TV FullHD LCD 42″ (PsOne, Saturn, PS2, Game Cube, etc…) Os graficos ficam MEDONHOS. Pergunto se com esse adaptador, consigo jogar em HD (ou Full HD 1080p), esses consoles? Achei esse adaptador no Mercado Livre (http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-447679253-hd-video-converter-av-composite-cvbs-l-r-audio-hdmi-_JM), pergunto, conhece esse produto? É Bom? O preço é justo? Me recomenda algum outro? Agradeço sua atenção. Um grande abraço!

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    • Fala Alexandre! Olha só, vou dar a resposta “versão completa”, prepare-se! :)

      Primeiro, é importante você saber que não há possibilidade de “jogar em HD ou Full HD nesses consoles”. Na verdade, não se trata de resolução a idéia de vc adquirir um conversor de vídeo composto para HDMI. Os videogames antigos gravitam entre 256×192 e 640×480. No CRT, era possível repetir a máscara da resolução da fonte de acordo. Ou seja: nossas TVs antigas tinham telas “mutantes” em termos de resolução — elas operavam na resolução da fonte, garantindo precisão na exibição de cada pixel.

      Já com LCD, atualmente temos uma resolução fixa: 1920×1080. Quando seu videogame envia um sinal analógico com, exemplo, 256×192, sua TV “dá um zoom” e exibe. O que isso traz de ruim para a imagem? Um pouco de “blur”, aquele embassado. Por outro lado…

      …a tela LCD não exibe o scanline, que é uma “linha preta” entre cada linha de pixels (lembra disso na CRT?). Essa linha preta não é informação útil, apenas transformava a imagem numa espécie de “veneziana”. Nos acostumamos com isso no passado, mas isso não era desejável.

      Ou seja: é discutível se a imagem de um console antigo fica melhor ou pior na LCD. Eu, por exemplo? Prefiro na LCD. Ok, tem a nostalgia de jogar com a imagem da CRT… mas essa nostalgia, atualmente, eu dispenso: prefiro a imagem sólida das LCDs, sem as linhas pretas e com menor vazamento de cor (outro problema do CRT).

      O que o conversor externo de vídeo composto para HDMI faz, Alexandre: O mesmo que sua TV já faz, ele digitaliza o sinal analógico do vídeo composto e manda para uma saída HDMI. Ele PODE ser vantajoso caso sua TV de LCD não faça este trabalho muito bem. Que trabalho? O de converter o sinal analógico pelo vídeo composto para bits antes de exibir na tela. O conversor também trata de reduzir o vazamento da cor vermelha e, em tese, reduz ruído (noise, aqueles “pontinhos que andam” típico do vídeo composto).

      Porém, como falei, sua TV pode fazer tudo isso — ou não. É difícil testar, são muitos modelos de TV no mercado e ninguém está tão interessado assim em fazer este tipo de benchmark. No meu caso, a motivação principal foi capturar, pois minha placa de captura não aceita os sinais de baixa resolução de certos consoles. De quebra, notei uma leve melhora com relação à digitalização que minha TV Philips fazia (ficou menos blurred, mais pixelada — como eu gosto). Ou seja, no meu caso, foi ótimo. Mas o resultado aí pode variar.

      Sobre modelo disso, outro ponto complicadíssimo: dizem que só tem um fabricante chinês fazendo este conversor, só muda “a caixa”. Não tem muitos fóruns (nenhum?) por aí discutindo o assunto, portanto o negócio é experimentar. Boa sorte aí amigo, abração!

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  56. ola meu amigo eu vo agora sexta feira dia 11 a bahia certo ,e quero lhe conhe cer o mais rapido possivel e so maluco desde de pequeno e tenho alguns consoles em maos e os meus favoritos sao os da sega ,nao troco por nemhum atual da era moderna de agora como entro em contato com voce pelo facebook? meu nome e joelson e so de porto velhp ro.O meu comsole predileto e o master sistem e o mega drive em 1 o mega e depois os demais que vem sega cd e 32x tenho todos esses e quero montar um super comsole igualzinho ao seu . Entre em contato comigo ? meu numero e 06993430595 aguardo sua resposta ?

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  57. ou pelo facebook me adiciona amigao joelson vicente da silva aguardo ?

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  58. cosmiceffect.com.br gives me so much pleasure

    android app

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    • Amigos, acima é um spam, mas aprovei porque… bem… pode ser uma função desconhecida até então deste site relatada no comentário do “games for android”. Por favor, só não cliquem no link pra garantir! :)

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  59. Eric, meus parabéns pela magnifica idéia, não só voce, mas todos os envolvidos, queria muito ter colegas como voce por perto, para relembrar os velhos tempos, jogar um multiplayer local, coisas que quase nao se ve mais por ai, tenho uma bela coleçao tb que comecei a dois anos, coleciono tb figuras de açao e revistas antigas de videogame, estou pensando seriamente em tentar fazer um super console, igual ao seu, sera que voce poderia me passar o projeto detalhado? infelizmente nao conseguiria projetar um desses sozinho, haha, se pudesse ajudaria muito, e caso possa me passar, aguardo seu retorno com algum email para eu entrar em contato, mais uma vez meus parabéns. Grande abraço.

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    • Valeu Lucas!

      Olha, o “projeto detalhado” meio que não existe. Como deve ter visto no vídeo, possuo rascunhos soltos apenas.

      Mas te digo: parte da diversão é a construção! Você precisa primeiro arrumar um marceneiro que se interesse em fazer; para as questões elétricas, realmente vai precisar de “um Arnaldo” (o amigo meu “professor Pardal” que projetou toda essa parte e também o design do móvel). Aí você adapta para sua necessidade (por exemplo: não recomendo fazer tão grande como eu fiz… e por aí vai).

      Meu email e Twitter está listado na aba “CFX Team”, acima do banner do site!

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  60. Ola Erik. Eu estive na gamepolitan no domingo 17- cheguei a conversar um pouco com vc sobre o atari mas vc me disse que tinha que poupar a voz para a palestra e eu respeitei. Pensei que vc era mais velho do que eu pela aparencia, mas pela informacao que vc colocou dos campeonatos vejo que somos quase da mesma idade… Eu nasci em 79 janeiro e sempre um um grande fan da SEGA. Mas sempre reconhecendo os grandes titulos da Nintendo na epoca, eu tinha um vizinho que era filho unico e tinha os 2 consoles de 8 bits, enquanto eu tinha apenas o master system… Depois de um tempo quando eu ja tinha uma quantidade de fitas, eu e meu irmao comecamos a alugar nossos games a vizinhos e amigos daqui do meu bairro por 1 real por dia, e a coisa foi andandoe eu fui podendo comprar mais games.. Lembro que eu tive num total de 64 fitas de master system… Tinha tb os acessorios pistola light phaser (imitando a pistola do desenho zillion) e os oculos 3D (esses lembro que minha mae disse que custou bem caro na epoca) acabei colocando pra jogar aqui em caasa, comprei mega drives e snes… Bom essa e uma conversa pra continuarmos pessoalmente pois estou escrevendo por celular e minha bateria ta arriando…. Grande abraço… JUNIOR

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  61. Olá Erik, vi no vídeo que vc fez do Superconsole que você faz um upscale da imagem para a utilização na sua tv. O que você utilizou para fazer isso? estou tentando instalar meus consoloes em casa, mas na minha TV é terrível para jogar.

    Abraços…. e uma invejinha desse super console…. minha esposa não deixou eu montar um parecido na sala de casa rsrsrsrsrsrsrs

    Henrique

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    • Na verdade, uso um conversor de vídeo composto para HDMI genérico apenas porque capturo para fazer vídeos no youtube, pois minha placa de captura (uma Blackmagic Infinity) só aceita sinal vídeo composto em 480i acima e videogames antigos (Atari, NES, Mega, Master, etc etc) não têm o sinal analógico padronizado, muito menos em 480i. É por isso que converto para HDMI, pois o conversor já deixa o sinal em 720p numa conexão HDMI e, assim, minha placa aceita. Abraço!

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  62. Olá, como q vc ligou os Chaveadores Av em série…????

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  63. Eric, boa tarde, tudo bem? Cara parabéns, ótima ideia, vou até fazer um aqui em casa também, porém tenho apenas 7 vídeos games, mas devagar eu chego nos 18 kkk.
    Uma dúvida, os óculos 3D e as pistolas do Master System e do Nintendinho funcionam normalmente em televisões de LED, se não como vc fez para que funcionem? Outra dúvida é o que você usou para ligar o Dreamcast no HDMI?

    Te adicionei no face, depois me aceita pra gente poder conversar melhor e eu tirar mais algumas dúvidas pra poder montar o meu aqui em casa.

    Abraços

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    • Valeu! Óculos 3D do SMS não funciona em TVs não-CRT, do Nintendinho não tenho, Dreamcast não ligo na TV e sim na Blackmagic (minha placa de captura) e ela quem devolve o sinal pra TV para que eu possa jogar capturando. Boa sorte no seu projeto!

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      • E será que não tem nada que possa fazer pra funcionar?? E quanto a pistola? Ela funciona nas tv de lcd? O Dreamcast vc liga na sua placa através do VGA Box né?

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        • > E será que não tem nada que possa fazer pra funcionar?

          Verifique no Google, estou por fora! :(

          Dreamcast passo num conversor para HDMI pois minha placa de captura não tem VGA IN

          Boa sorte com sua pesquisa e projeto!

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          • Grande Eric, obrigado pela resposta, eu achei aqui que se você deixar a imagem em 60 htz e retirar todos os filtros e melhoramentos de imagem, em tvs CRT digitais e DLP funciona, porém o rapaz não tinha uma LCD pra testar. Se conseguir testar posta pra gente o resultado.

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            • Valeu Anderson! Meu caro, pessoalmente não acredito que irá funcionar: em qualquer TV cuja tecnologia inclua em qualquer etapa algum processo de digitalização, *sempre* haverão delays, nem que sejam milissegundos mínimos (eles vão “encavalar” depois, acredite, rs…).

              Para o óculos 3D do SMS, assumindo que você nunca usou (se usou e conhece bem a tecnologia, desconsidere o que vem a seguir ^_^), explico: é MUITO dependente da “velocidade da luz” analógica e com precisão “natural” das CRTs. Replicar isso em monitores que possuam *qualquer* processo de digitalização me cheira, garantidamente, à problemas para o 3D ficar 100% sincronizado. Imagine algo que, mesmo quando funcionando na velocidade da luz garantida das CRTs, sincronismo perfeito, cansa a vista e embola a imagem…. imagine esse cenário com qualquer imperfeição extra, rs… inviável…

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  64. Olá Eric fiquei impressionado com seu projeto. Parabéns mesmo! Mas fiquei curioso com relação aos controles no caso você teve que fazer algumas extensões?

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    • Valeu Francisco! Sobre controles: alguns possuo extensão mas não necessariamente por conta do SuperConsole e sim por conta da distância do SuperConsole até o sofá. Mas poucos consoles precisaram, cabos do tamanho do NES e acima alcançam meu sofá numa boa, mesmo com o console dentro do móvel. Abração!

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  65. Boa tarde. Hoje li essa materia e gostaria de expressar toda a minha admiração por sua idéia. Sensacional. Muito linda a sua coleção. Quando for a salvador vou lhe fazer uma visita

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    • Olá Glaubert, brigadão meu caro. Fique à vontade, só avisar viu :) Enquanto isso, por gentileza, caso tenha interesse assine meu pequenino canal do youtube. Faço diversos vídeos episódios, com bastante edição e preocupação extrema com a qualidade, onde o SuperConsole é o ator principal ^_^

      Caso deseje: http://bit.ly/13spUuP

      Abração!

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  66. Olá Eric, sou colecionador de games também, e me identifico com o problema que você relatou em desembalar o vídeo game cuidadosamente, instalar na TV e jogar, inclusive tenho uma TV de tubo antiga somente para games de atari e CIA, já pensei também em fazer algo para deixar eles sempre ligados, mas agora vi seu super console e me deu mais animo de ir atras disso, gostaria de saber se você estaria disposto a compartilhar conosco as medidas ou projeto do móvel de madeira para quem tiver a coragem e iniciativa de fazer algo assim como você fez, claro que isso é muito pessoal, mas iria facilitar bastante a vida dos colecionadores. Grato pela atenção.

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    • Olá Luciano!

      Então, o que eu sempre recomendo quando me perguntam isso (confie na resposta, já são 7 anos que a turma sempre me pergunta isso ^_^): monte seu próprio projeto. Do zero. Continue lendo.

      Parte da diversão do meu SuperConsole foi a própria construção. Ele é completamente original, não existe outro em lugar algum. Por que isso? Porque ele foi feito pensando na minha sala — as dimensões, localizações de saídas de cabo, etc… foi tudo pensado para minha sala específica. Se você fizer o mesmo móvel aí… já imaginou como pode ficar desequilibrado com seu ambiente?

      Por isso, sugiro que procure alguém que projete-o para você. No meu caso, tive a sorte de ter um amigo que é engenheiro de produto (o Arnaldo, descrito no vídeo e no artigo). Veja aí em seus círculos quem pode desenhar o projeto do seu móvel de videogames pra você, caso você assim como eu não tenha esta habilidade.

      É isso! Boa sorte com seu móvel, Luciano, abração!

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  67. muy buen blog me encanto tu publicacion, te dejo un link con mas info al respecto empresas de extintores

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  68. Fantástico o projeto. Só uma perguntinha, na hora de jogar, você conecta o controle no console, e o vidro que fecha o super console, fica aberto? como funciona?

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  69. Olá! Incrível! Parabéns pelo superconsole e pelo conteúdo todo produzido. Já fiz uma pergunta no teu twitter, mas não sabia se obteria a resposta por lá, então resolvi perguntar aqui também. E aproveitar para perguntar mais coisas. 1) Sobre o superconsole, fiquei interessada no desumidificador elétrico, qual modelo/marca e onde você comprou? 2) Você colocou esse disjuntor, será que se eu colocar uma régua com filtro de linha, terei proteção nos videogames? 3) Você não gosta de jogos de pistola? Ou só não serão utilizados no superconsole por causa da tv não tubo mesmo?

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    • >fiquei interessada no desumidificador elétrico, qual modelo/marca e onde você comprou?

      O desumidificador elétrico são modelos genéricos comprados em casas de utensílios domésticos ou Mercado Livre. Nenhum modelo específico, inclusive alguns já foram trocados de quando este vídeo foi feito pra cá — e foram trocados por outro modelo genérico qualquer.

      >você colocou esse disjuntor, será que se eu colocar uma régua com filtro de linha, terei proteção nos videogames?

      Não. Nobreak é necessário pra proteger, com aterramento adequado, qualquer equipamento eletrônico.

      > Você não gosta de jogos de pistola?

      Não atualmente, só “gostava” na época do Master System mesmo porque era novidade.

      >Ou só não serão utilizados no superconsole por causa da tv não tubo mesmo?

      Então, não jogo jogos de pistola desde 1989 :)

      Abs!

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