Cosmic Cast #45 – Silpheed & Project Sylpheed

Silpheed, um jogo de nave exclusivo (nos consoles) da Game Arts para o SEGA CD e Project Sylpheed, um presente da Square Enix exclusivo para o Xbox 360, que conta com, entre os desenvolvedores, parte da turma que produziu o original para o acessório do Mega Drive.

Viaje conosco neste tiroteio espacial de alto calibre, seja em 2D com vetores de baixíssima resolução ou em três dimensões com resolução HD e cutscenes padrão Square Enix em um shmup 3D.

Mini-Reviews: Prince of Persia 2008 (PC)

Análises com um máximo de 1.000 caracteres para você ler enquanto toma um café

Depois da bem-sucedida e desafiadora trilogia Sands of Time, a franquia Prince of Persia estava começando a se repetir. Para sair da mesmice, a Ubisoft resolveu sonhar tudo de novo em 2008 com esta abordagem… inusitada.

Que o jogo é belíssimo, ninguém discute. A polêmica é que o príncipe não morre: sempre que erra um salto, é salvo por sua parceira de aventura e pode tentar de novo. Sim, heresia instantânea para os velhos fãs, mas as aparências enganam!

O que a Ubisoft fez foi multiplicar por mil as peripécias acrobáticas do príncipe. Há sequências alucinantes de saltos ousados misturados a descidas em alta velocidade por rampas e escaladas em paredes; momentos que seriam frustrantes e inviáveis em jogos implacáveis como seus antecessores, que puniam o jogador a cada erro. Prince 2008 dá sim uma canja ao jogador, mas essa canja é um preço a pagar por uma experiência deliciosa e inesquecível. A trama empolga, o clima envolve e o final é extraordinário. Recomendadíssimo.


Gamesfera 001 – Não Dá Pra Confiar Num Humano Renderizado

Amigos do Cosmic Effect: conheçam a série Gamesfera, onde Arnaldo nos trará bits de conhecimento técnico-gamístico a cada novo episódio para um posterior co-op com todos nós.

No primeiro vídeo: um pouco de reflexão acerca da validade das cutscenes na atualidade dos games. De Monkey Island até The Last of Us, estamos andando pra frente ou perdemos a referência?

Mini-Reviews: Catherine (Xbox 360)

Análises com um máximo de 1.000 caracteres para você ler enquanto toma um café

Este puzzle da Atlus vendeu 500 mil cópias. Metade deve ter ido parar nas mãos de adolescentes virgens em busca de um pouco de “sacanagem animética”. Mas se você pretende comprar o jogo só por causa do “boob factor”, pense duas vezes!

Catherine é sim meio safadinho, mas é um PUZZLE safadinho. E um puzzle daqueles infernais, descabelantes. Durante o dia, o herói enche a cara no bar com os amigos e tenta “gerenciar” duas garotas: a namorada que quer casar e uma fogosa e desinibida amante. Mas toda noite, um pesadelo o leva a uma enorme torre que ele deve escalar movendo blocos. É frenético, viciante e exige o domínio de várias estratégias.

A trama sobrenatural, que mistura sexo, horror e medo de compromisso, vai ter mais impacto sobre quem é casado ou já sente a pressão. Nos intervalos entre as fases, as decisões do jogador conduzem o protagonista para os braços da namorada ou para os seios da amante. Não vi os oito finais, mas adorei o louco destino que dei ao meu personagem.


TheBoss 017 – Syder Arcade (OUYA)

Console de videogame novo precisa ter pelo menos um bom jogo de nave. Conheçam Syder Arcade, para o simpático e pequenino OUYA. Considere comprar caixas de som melhores para escutar a trilha sonora anos 90, MOD, synthpop europeia deste jogo independente em nosso vídeo.