Mini-Reviews: Final Fantasy XIII (Xbox 360)

Análises com um máximo de 1.000 caracteres para você ler enquanto toma um café

Fãs e críticos espinafraram este jogo por ser linear demais: você passa o tempo quase todo andando por corredores sem muitas opções de exploração. Mas esse também é o maior trunfo de FFXIII, que corta todas as “gordurinhas” típicas de RPGs.

A trama, movimentadíssima, segue que nem uma flecha do início ao fim, sem nunca perder o pique (coisa rara em RPGs). Os personagens não são lá grandes coisas, mas são unidos por uma luta desesperada por suas vidas, que somada à mecânica otimizada dos combates dá ao jogo um ritmo invejável.

Com o sistema de paradigmas, você não precisa escolher magias nas batalhas: apenas diz “você é o healer e você é o cara das magias de ataque” e pronto, o jogo escolhe as magias com base nas suas ordens.

Parece fácil? Não é: até as batalhas comuns são desafiadoras e exigem um uso criterioso dos paradigmas, senão é derrota na certa. Quem anda meio de saco cheio dos excessos do gênero como eu vai amar; os demais devem passar longe.


Denuncie! Violência Contra Crianças

Denuncie! Violência contra crianças
Disque 100

TheBoss 016 – Monster Hunter 3 Ultimate (Wii U)

Em sua nova iteração HD, Monster Hunter 3 Ultimate mais uma vez nos surpreende com a pergunta fundamental: Por que esta série é tão amada no Japão enquanto é tão ignorada aqui no oeste?

Game Music Classics 003 – Streets Of Rage 2 (Mega Drive) – Moon Clear, Go!

Pessoal, um pequeno medley contendo 3 músicas do amado beat’em up da SEGA: Go Straight de Streets of Rage 2, Moon Beach do primeiro jogo e Level Complete, que pertence à trilha de ambos — aliás, a melhor vinheta de fase completada que já escutei em um jogo eletrônico.

Minha singela versão produzida em 2010 em homenagem ao mestre Yuzo Koshiro, espero que gostem.

Game Over PecMan!

Game Over, Pec Man

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