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Mini-Reviews: Final Fantasy XIII (Xbox 360)

Análises com um máximo de 1.000 caracteres para você ler enquanto toma um café

Fãs e críticos espinafraram este jogo por ser linear demais: você passa o tempo quase todo andando por corredores sem muitas opções de exploração. Mas esse também é o maior trunfo de FFXIII, que corta todas as “gordurinhas” típicas de RPGs.

A trama, movimentadíssima, segue que nem uma flecha do início ao fim, sem nunca perder o pique (coisa rara em RPGs). Os personagens não são lá grandes coisas, mas são unidos por uma luta desesperada por suas vidas, que somada à mecânica otimizada dos combates dá ao jogo um ritmo invejável.

Com o sistema de paradigmas, você não precisa escolher magias nas batalhas: apenas diz “você é o healer e você é o cara das magias de ataque” e pronto, o jogo escolhe as magias com base nas suas ordens.

Parece fácil? Não é: até as batalhas comuns são desafiadoras e exigem um uso criterioso dos paradigmas, senão é derrota na certa. Quem anda meio de saco cheio dos excessos do gênero como eu vai amar; os demais devem passar longe.


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34 Respostas

  1. Foi exatamente essa diferença que me fez ficar interessado em conferir o jogo. Confesso que não gosto de RPG’s, mas de tanto opinarem sobre FFXIII acabei comprando. Ainda não chegou pra mim, mas deve chegar na sexta em casa. Vai chegar a tempo pro final de semana.

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    • Pelo que você disse, é bem provável que você vá gostar do jogo tanto quanto eu… depois conte aí o que achou!

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  2. Esse e’ um review de bolso, um resumo deste universo FF.
    Pra saber tudo mais, siga o autor: mestre Gaga’

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  3. Caramba! Muito bacana essa ideia, esse é mini mesmo! Confesso que perdi o interesse dos JRPGs atuais, eu gostava mesmo eram dos caras “cabeçudinhos” hahaha. Mas quem sabe um dia, quando eu tiver mais tempo a dedicar para jogos, eu não dê uma chance? :-) Parabéns pelo super mini-review! Segundo este site o tempo de leitura é 1m29s, um novo recorde! \o/

    http://www.speechwordcount.com/pt/

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  4. Fala Gagá sumido.
    Este jogo não é ruim, diria um pouco cansativo.
    Como decidi não comprar nenhum next gen até a 2ª ordem, estou me divertindo a beça no meu recém adquirido Super Nintendo, Axelay é bom demais.
    Abraço e vê se não some.
    O Leandro Belmont que é pirado na Lighting do jogo, falar mal dele pra ele é o fim.
    Mas como eu não sou fan boy de nada, gosto do jogo e seu coteúdo, eu piro mais em trilhas e este tem uma trilha agradável.
    Fui.

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    • A trilha do Axeley está fixa na minha playlist há anos, he he…

      Achei a trilha do FFXIII excelente, especialmente o tema de batalha — por natureza, esses temas tendem a ficar bem irritantes após algumas horas de jogo, mas eu curti o tema do FFXIII até o fim.

      Abração, meu chapa!

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  5. Obrigado pelo review, Gagá!

    Esse jogo não é tão ruim quanto falam. É linear, de fato, mas o sistema de batalha com paradigmas é muito interessante. A trilha sonora é maravilhosa. Para mim, está no topo de todas as trilhas lançadas nesta geração.

    Eles resolveram muita coisa em FFXIII-2.

    Para os fãs de JRPG tradicional feito com qualidade, joguem Ni No Kuni.

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    • Quer ouvir uma história curiosa, Marcelo?

      Todo mundo malhou o FFXIII e disse que o FFXIII-2 consertou tudo. Pois eu achei o contrário: adorei o FFXIII e achei o XIII-2 meio fraquinho. Vai entender, rs…

      O XIII-2 certamente permite mais exploração, tem muito mais conteúdo extra para descobrir… enfim, é mais “jogo” que o XIII. Só que eu detestei a história, achei os personagens péssimos (não sei quem é pior, a Serah ou o Noel) e achei que o jogo não tem um ritmo tão bom. Os combates em especial são muito mais fáceis, então o jogo perde muito em emoção.

      Ok, eu também não gostei dos personagens do XIII, mas o que acontece é que separados eles não são muito interessantes, mas o grupo reunido funciona muito bem. Você acredita mesmo que eles precisam uns dos outros para sobreviver, porque eles estão numa roubada muito grande, não é aquela coisa artificial típica do gênero. No XIII-2 são só esses dois chatos de galochas, e a química entre eles simplesmente não existe.

      Claro, essa é só a minha opinião esquisitona, dá para notar claramente o porquê dos fãs preferirem o XIII-2. Mas acontece que eu realmente gostei das ideias birutas do FFXIII, foi um dos poucos RPGs que eu joguei de ponta a ponta sem desanimar em nenhum momento. O ritmo do jogo é fantástico. Enfim, questão de opinião. A preferência vai depender do que cada jogador considera mais importante num RPG.

      Mesmo não curtindo muito, vou levar até o fim o XIII-2, estou quase terminando. Ainda é um jogo lindíssimo, a mecânica ainda é muito boa e… eu confesso, aqueles J-Pops bobinhos com letras ridículas me agradaram, mas não conte para a minha esposa porque isso é muito mico :P

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      • Olha só, que opinião interessante!

        O que você falou faz muito sentido. E eu também achei os personagens do FFXIII-2 bem chatos. Pô, Serah não é uma heroína, heroína é Lightining. Serah é toda menininha. Como ela vai lutar contra aqueles bichos imensos?

        Eu acho que a Square se preocupou tanto em atender os pedidos e reclamações na transição do XIII pro XIII-2 que acabou investindo menos naquilo que acreditavam no XIII, que era a história.

        O XIII-2 é certamente um jogo “maior”, mas nem sempre maior quer dizer melhor. O fato de ter ou não “cidades” não torna um RPG melhor ou pior. Mas, foi isso que os fãs pediram, né?

        Algumas missões do XIII-2 também são estúpidas. Você vai pra um lado e para o outro coletando coisas escondidas em um cantinho do mapa… É cansativo mesmo.

        Porém, para o público mais “completionist”, o jogo parecia mais robusto e como eles continuaram com o esquema da luta muito semelhante, acabou agradando mais gente do que o XIII original.

        Que legal a gente desses jogos dessa maneira. É raro achar isso na mídia especializada. Esse é um dos motivos que volto para ler as coisas no CFX.

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        • Eu gosto muito de conversar sobre jogos. A minha ideia com esses mini-reviews é justamente a de fazer textos bem curtinhos para todo mundo se sentir motivado a ler, mas com uns pontos relevantes para provocar uma conversa legal nos comentários.

          E é bem por aí mesmo, o XIII-2 parece mais robusto, você sente que tem mais coisas a fazer e descobrir. Acho que a maioria dos fãs de RPG curte isso. Já eu, raramente tenho paciência de fazer side-quests, então a abordagem do FFXIII (de incluir praticamente todo o conteúdo na quest principal) acaba me atraindo mais.

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      • Ah, e j-pop é massa!

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  6. só o Gagá mesmo. eu achava que era o unico do planeta a achar o FFXIII não tão ruim quanto falam, mas esses sites que se dizem especialistas e revistas, que mal jogam o jogo e se acham no direito de dar notas, dizem o que acham e o povo vai atrás.

    se você tem esse jogo Gagá, eu te invejo, pois até hoje busco esse game para jogar

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    • Não é que não seja tão ruim, meu caro Belmont, eu ADOREI o jogo. Sério mesmo, achei sensacional. Deu até vontade de começar tudo de novo quando eu terminei!

      Respeito a opinião de quem não gosta, mas também acho a malhação exagerada. Mesmo não curtindo o rumo que a Square deu o jogo, dizer que é uma porcaria é meio forte. As pessoas reclamam tanto que as sequências de grandes franquias são sempre mais do mesmo, e aí quando a Square tenta fazer uma coisa diferente todo mundo cai de pau… porque ficou diferente demais 0_0

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  7. Ó o Gagá aí!

    Compartilho da sua (curta) opinião, meu caro!

    O problema é que o público ligado a RPGs é conservador em excesso. Se tudo que esse pessoal fala fosse considerado pelas equipes de produção, ainda estaríamos em batalhas por turno, aleatórias, sem ATB e contra sprites estáticos.

    Indo um pouco mais além, eu tive a mesma sensação com o FFXII: um jogo espetacular, que foi ‘malhado’ por crítica e público simplesmente por não ser “mais do mesmo”. Até concordo os personagens não são tão marcantes e a história peca aqui e colá, mas, o conjunto da obra é muito satisfatório.

    O sistema de combate mesclando turnos com combate aberto, os mapas gigantes e bem elaborados, as batalhas épicas exigindo o máximo do PS2… não consigo entender porque tanta gente torceu o nariz.

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    • Eu já joguei todos os FF e o XII é um dos meus favoritos! O mundo é belíssimo, a trilha é maravilhosa e os combate são muito legais, mesmo usando aquele sistema de macros. Sério, aquele bicho escondido que você demora 3 dias pra matar marcou a minha vida. Você salva o jogo, desliga o videogame e a energia do inimigo não enche, tamanha a dificuldade da batalha. FFXII é sensacional.

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      • Que interessante, Marcelo: eu nunca completei nenhum FF e o único que joguei “muito” (prepare-se para o muito, rs) foi justamente o XII no PS2, o qual dediquei umas 5 horas de jogo. Não é por nada não, certamente vou adorar Final Fantasy, mas por razões aleatórias ainda não joguei nenhum completo e até onde eu sabia, começar pelo XII não foi uma boa escolha (bom, gostei de ouvir o contrário agora com você e o Allan V soltando elogios ao jogo ^_^)

        O sistema de combate do XII — lembro subjetivamente — havia gostado muito. Coletando sua opinião sobre por “qual FF começar de verdade”, sua sugestão pessoal seria o VI, o VII ou arriscar-me nos paradigmas (que fiquei muito curioso após o review do Gagá) do XIII? Abração

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        • Eu nunca joguei o XII, mas sempre morri de vontade de jogar justamente por causa das críticas que o jogo recebeu. Pelo que eu entendi (posso estar errado), essa ideia toda de combate com paradigmas tem modestas origens no FFXII, e em parte os fãs não gostaram do jogo por isso. Procede, Marcelo?

          O XII era obra do criador do (excelentíssimo) Final Fantasy Tactics de PSX. A história oficial é a de que ele teve que abandonar a equipe no meio do desenvolvimento devido a problemas de saúde, mas corre um papo de que ele estava revolucionando tanto a franquia que a Square tirou o homem de lá de propósito, com medo do resultado ser muito exótico para a franquia. Seja qual for a verdade, a saída dele teria deixado o jogo meio desconjuntado. Ao menos foi o que eu ouvi dizer, mas não sei se isso tudo procede.

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    • Não é só a turma do RPG não, Allan. Outro dia, por exemplo, eu joguei o Prince of Persia 2008. É um jogo amplamente malhado por ser impossível morrer, a mulher lá te salva sempre que você cai e coisa e tal. E na verdade…

      … hmmm, isso daria um ótimo mini-review. Segure esse pensamento aí, em breve pinta um post sobre o jogo. Valeu pela sugestão indireta ^_^

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  8. Legal! :)
    Não gosto de RPGs, nem pretendo tentar uma reaproximação com o estilo (abandonei nos anos 90, no MSX) com esse jogo. Mas, legal o review.
    No meu retrogamesrevival já uso esse expediente e o chamo de Rapid Review. :)

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  9. Porque tenho a impressão que esse “mini” saiu de um papo lá em casa?!

    XD

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  10. Gagá, fiquei muitíssimo curioso agora sobre o sistema de paradigmas. Naturalmente já tinha lido sobre, mas no seu review curto, por tê-lo enfatizado, aguçou a curiosidade. Parece criativa a ideia. Aguardando seus próximos reviews ansiosamente…

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    • Uma delícia os paradigmas…

      Um exemplo básico de como funciona: você enfrenta um tipo de inimigo pela primeira vez. Não sabe suas fraquezas nem seus pontos fortes. Aí, escolhe um paradigma de ataques com magias: seus personagens saem jogando fogo, gelo, raio, tudo em sequência para ver o que “cola”.

      Após algumas batalhas, a “ficha” de status do monstro vai sendo preenchida, indicando seus pontos fracos. Aí, quando você manda a turma atacar, o jogo escolhe sozinho justamente aquelas magias que têm mais efeito sobre o inimigo. É o máximo, corta aquele micromanagement pentelho das batalhas — questão de gosto, é claro, eu particularmente gosto muito desse esquema mais simples.

      Mas tá bem longe de ser automático, felizmente! Você monta um “deck” de paradigmas, tipo: “personagem 1 usando ataque, o 2 usando magia, o 3 usando magia de suporte”. Aí, o inimigo manda um ataque de área que ferra com todo mundo; você troca correndo para o paradigma de healing (por exemplo, “personagem 1 no heal, o 2 no heal, o 3 defendendo os outros”).

      É o máximo montar esses decks. Nas batalhas comuns, você vai sacando que alguns decks funcionam melhor contra monstros específicos, e você pode ter que preparar decks especialmente para certos chefes, senão se estrepa. Totalmente sensacional.

      Tô no último chefe do FFXIII-2, e fiquei um pouco decepcionado, porque de modo geral os combates são bem mais fáceis, então você não se sente muito estimulado a usar a criatividade nos decks :(

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  11. @Cosmonal

    Grande Eric,

    Para começar Final Fantasy, eu diria que você poderia voltar ao VII. Não porque eu acho que seja o melhor jogo, mas porque é o favorito da maior parte dos fãs de FF. O X de PS2 também é muito lembrado.

    É difícil dizer qual o melhor jogo pra começar porque todos eles são diferentes. A história, personagens e até o sistema de batalha sempre muda um pouco de um jogo pro outro, principalmente na era PS2 e PS3. Os únicos semelhantes são as continuações como o XIII-2 e o X-2, mas mesmo assim existem diferenças.

    @Gagá

    O sistema de batalha do XII tem um conceito semelhante ao do XIII. Basicamente, você “programa” o que você quer que seus aliados façam e eles atacam automaticamente. O legal é que o nível de programação é até bem detalhada e permite, por exemplo, que você mude o comportamento do seu aliado dependendo da quantidade de HP que seu inimigo tem.

    Os paradigmas eliminam a necessidade do micromanagement e sem dúvidas dão uma dinâmica muito maior aos combates. E a feature de deixar o inimigo fraco “stagger” é também muito legal.

    Eu gosto de ambos os sistemas, mas o do XII é mais lento e precisa de mais tempo para organizar, enquanto no XIII e XIII-2, a curva de aprendizado é muito mais rápida.

    Agora, em se tratando de RPGs, nada pra mim se compara a Dark Souls. Para mim, é o melhor jogo desta sétima geração. Disparado!

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    • Nem me fale no Dark Souls. Peguei e adorei, é mesmo muito bom. Só que você leva horas para conseguir progredir por causa da dificuldade, rs…

      Se fosse nos meus tempos de moleque, eu ia jogar Dark Souls com um prazer quase sádico. Mas hoje, eu só tenho uma ou duas horas para jogar por dia, e é frustrante demais trabalhar o dia inteiro, sentar na frente da TV no fim do dia para relaxar e… ter que ficar ganhando níveis, níveis, níveis, e só fazer um mínimo de progresso quatro dias depois ^_^ Mas lá pra janeiro eu entro de férias, aí quem sabe…

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      • É verdade, precisa de dedicação mesmo. Nem me lembro quantas horas usei só pra ficar farmando souls pra poder melhorar meu status. Mas, que sensação incrível é passar daqueles chefes…

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    • Obrigado Marcelo e Gagá pelos insights e explicações detalhadas sobre o combate destes novos FF. Parece “encapsular” o micro-gerenciamento. Puxa, faz a gente lembrar o tempo em que descobrir qual magia/ataque era mais efetiva a um determinado monstro importante era, no fim das contas, ‘trial and error’. É algo frustrante dos retrôs, rs… abraço a vocês.

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  12. Gagá, você achou o formato ideal para suas analises aqui no CFX, elas são rápidas e mortais…rs
    Já que o GagaGames acabou justamente para te sobrar mais tempo penso eu que esses posts caíram como uma luva para você, pois te “rouba” menos tempo e com isso você também mata um pouco da saudade que dava de fazer suas observações e análises dos jogos…
    Eu que nunca consegui ler analises muito extensas pela correria do dia, gostei do novo formato.
    Valeu Roberto Gagá e esperamos mais analises!!
    ;)

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    • Você acertou na mosca, Julio: eu bolei esse negócio de mini-reviews justamente porque estou sem tempo de fazer aqueles meus habituais posts enormes, mas ao mesmo tempo estou morrendo de vontade de falar sobre os jogos que tenho jogado, rs… uma vez blogueiro, sempre blogueiro!

      Abração!

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