Amigos, gostaria de compartilhar com vocês mais uma game music original. Adventura Saga é um RPG old-school para Windows Phone, projeto em andamento do Andre Nunes. Apresento-lhes a Adventura Saga – Battle Theme Normal, música de fundo das batalhas aleatórias. A idéia do Andre para este jogo inclui os conhecidos elementos dos RPGs clássicos, com batalhas aleatórias em turno, visão do mapa tipo “overworld” e… os dragões da moda, claro :)
Ele havia me pedido algo com sonoridade que pudesse remeter um pouco à era do PlayStation; optei, portanto, em utilizar muitos strings sintéticos (nome tradicional no universo dos teclados/sintetizadores dado aos sons que simulam violinos), que foram adotados em Chrono Trigger/FFVI na quarta geração e continuaram “firme e forte” até a era PlayStation. E arpas sintéticas, muitas delas ao fundo… Ou seja, propositalmente escolhemos timbres “datados” para, pelo menos, tentar provocar algum tipo de nostalgia neste sentido ao jogador que possa vir a experimentar o jogo de Windows Phone em questão.
Uma boa música de batalha em RPG old-school, por conta da constante repetição dos combates, é algo bem-vindo (pelo menos esta deve ser a meta do compositor, imagino). A Battle Theme Normal inicia-se com uma rápida introdução, para casar com a típica transição “mapa>visão de batalha”. Procurei desenvolver um tema inicial, com melodia bem definida (com os tais strings governando) que dá lugar a dois novos trechos, totalizando 3 partes distintas.
O objetivo da variedade “forçada” é óbvio: criar alguma… variedade para o jogador que teoricamente irá escutar tantas vezes a mesma música. A segunda parte, por exemplo, apresenta outra melodia distinta ao tema, num instrumento mais suave (no caso desta música, uma flauta); a terceira parte procura não definir uma melodia, propositalmente, para deixar o clima um pouco “ambiente” por um tempo. E loop…
Espero que gostem e, puxa, este joguinho promete… :)
Adventura Saga – Battle Theme Normal (by Cosmonal) [2011]
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E, seguindo com a brincadeira de soltar uma “game music em K7” como Bonus Track… alguém aí curte a trilha sonora genial, dark e envolvente de Shadow Of The Beast? Seja no Amiga com seu poderoso formato de música MOD ou no excelente port para o Mega Drive, que manteve as músicas originais (curiosidade: existe a ROM por aí do não-lançado “Super Shadow Of The Beast” para SNES que, infelizmente, teve parte da trilha trocada, perdendo boa parte do charme) a trilha composta pelo inglês David Whittaker é, no mínimo, cult entre os amantes da boa game music.
Pessoalmente, tenho uma intensa relação com este belo jogo da Psygnosis, sendo mais um que, após terminá-lo — uma única vez, com a ajuda de um aparelho VHS fazendo às vezes de “personal YouTube” — fui direto para o teclado ansioso por tirar, tocar e “produzir” a convidativa música da floresta… principal cenário do sombrio Shadow Of The Beast…
Como de costume, é importante ressaltar que esta versão não representa o tipo de trabalho com game music que faço atualmente, além de ser uma digitalização direta de uma fita cassete mal-conservada. É apenas um curioso registro histórico deste peculiar aprendizado onde os chiptunes eram os meus professores de música…
…e que tenho o prazer e a honra de tê-los aqui presentes, amigos, que dedicam um pedaço do seu precioso tempo para escutar estas versões cheirando a cartucho de videogame velho e com o “hiss” característico das fitas BASF… :)
Shadow Of The Beast – The Forests ’92 (by Cosmonal) [1992]
Amigos do Cosmic Effect: faz um tempinho que não coloco versões de game music por aqui. Mas há um motivo: andei produzindo algumas músicas originais para alguns jogos, basicamente contribuindo com projetos piloto ou atividades didáticas de colegas que estão envolvidos com desenvolvimento de jogos.
Independente do jogo em questão ter sido completado ou não, gostaria de compartilhar aos poucos com vocês estas faixas que compus para ser trilha sonora dos tais projetos — correndo o sério risco de acharem entendiante escutar uma música desconhecida. Afinal, não haverá a típica sensação de nostalgia associada ao ato de escutar uma versão daquela game music que você curte. Mas… quem sabe alguém, fora minha mãe (risos), acaba gostando de alguma? :-)
A música que gostaria que escutassem hoje é o Tema de Abertura do jogo “Eternal”, que seria trabalho de faculdade de um colega que cursava uma pós em desenvolvimento de jogos. O jogo não saiu do papel, mas acabei compondo duas músicas (são de 2010) inspirando-me nas idéias conceituais: seria um jogo de nave, de scroll lateral e no estilo sombrio de R-Type. Danilo Viana, o Dancovich, havia feito à pedido do mesmo colega, uma rápida animação do possível chefe, um cérebro — bem R-Type por sinal. A imagem dele ficou realmente assustadora, o que em se tratando de um shmup no estilo R-Type, é um mega-elogio. É isso, espero que gostem da música: é curtinha, levemente “ambient” e de clima dark.
“Eternal – Abertura (by Cosmonal) [2010]”
Caso deseje baixar a MP3 (!), use o “Download” do player.
Mas…
…este post…
…não acabou…
ainda…
“Golden Axe Versão 1”, feita pelo mesmo Cosmonal, na época em que era apenas conhecido como Eric (risos) e não sabia que o nome da música da primeira fase de Golden Axe era Wilderness. Exatamente 20 anos atrás, em 1992. Foi neste ano que ganhei meu primeiro instrumento próprio, um teclado Yamaha PSR-400. Ainda sem computador ou nenhum tipo de ferramenta, mas com um Mega Drive a poucos metros do teclado… não resisti: comecei a fazer minhas próprias versões de game music, costumeiramente após uma demorada visita ao sound test.
Façamos um exercício retrô e lembremos da época: O presidente era Fernando Collor, o grunge tomava conta do rock e Thundercats e He-Man ainda não eram retrô; O Exterminador do Futuro 2 acabara de ser lançado e O Parque dos Dinossauros estava prestes a aparecer nos cinemas. A Tec Toy abusava do sucesso do Master System e do Mega Drive no Brasil, aproveitando a ausência da Nintendo oficialmente por aqui. E o autor deste artigo… tocava a música da primeira fase de Golden Axe incessantemente no teclado e gravava numa fita cassete BASF Ferro Extra I, devidamente digitalizada e que gostaria de arriscar-me a compartilhar aos pouquinhos com vocês, amigos :-)
Caso tenham a curiosidade de escutar, faço um pedido importante: dêem um MEGA desconto ao adolescente jogador de videogame que aprendia a tocar. Aos 14 anos de idade, era um aprendiz completo: tanto no aspecto musical, quanto na habilidade de produzir uma música. O resultado é “experimental” e os arranjos, no mínimo, inocentes.
Habilidade? Sem sequer um sequenciador (que é o equivalente ao “gravador” para o compositor que toca instrumento de teclado), muito menos um computador como um Atari ST ou PC, só me restava utilizar a área de memória limitadíssima do próprio teclado.
O lado bom deste período? Passar por privações similares às que os compositores de game music experimentaram nas primeiras gerações, especialmente nas eras 8 e 16-bit. Desenvolvi a capacidade de “tirar música de ouvido” totalmente a partir das músicas de videogame. Até “perdi um pouco o respeito” por jogos que não tinham a função sound test: “e se eu gostasse muito de uma música e quisesse tirar depois de terminar o jogo?” Sem o teste de som pra ouvir com calma, era obrigado a gravar a música in-game para uma fita cassete, mas geralmente os efeitos sonoros atrapalhavam o objetivo — que era transpor cada instrumento daquela game music para uma performance ao teclado.
Falando em performance, há vários erros performáticos na “versão” (praticamente uma estendida) de Golden Axe que lhes apresento; também, arranjos meio “perdidões”, além de improvisos que me deixam até embarassado ao escutar hoje em dia — a música é “coisa de criança” mesmo… :-)
Fora isso, a qualidade sonora é de um K7 que não foi bem conservado nestes 20 anos, uma vez que nunca imaginaria compartilhar essas versões de game music com ninguém… mas o futuro chegou e, quem sabe, alguns de vocês viagem comigo para o tempo em que F-Zero e Golden Axe era tudo que precisávamos. De preferência, com um bom sound test na tela de abertura…
“Golden Axe Versão I (by Cosmonal) [1992]”
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Amigos do Cosmic Effect: Shinobi do arcade é uma das experiências mais incríveis que os fliperamas podem proporcionar a um jogador de videogame. Um plataforma com hack and slash dotado de um gameplay inspirado, único. Uma pérola da SEGA, talvez o jogo mais perfeito concebido pela empresa, mais precisamente pelo Team Shinobi.
“Três botões e uma alavanca. Era tudo que precisávamos”.
Celebre conosco o mundo mágico dos arcades — onde, contrariando a realidade dos jogos para consoles ou computadores domésticos, não haviam limites para os designers: o produto final saía exatamente como era imaginado, não importando a quantidade de chips necessária dentro daquele gabinete enorme movido a fichas da Taito. Só não dá pra dizer que Shinobi é algo perfeito, porque a perfeição é para as divindades…
1987: Uma Odisseia No Fliperama.
Seja bem-vindo ao…
Cosmic Cast
Episódio #33: Shinobi
Cliquem em Gostei no YouTube!
Download do vídeo em máxima qualidade
(clique com o botão direito no link abaixo e “salve como”):
Amigo leitor: o texto a seguir é um pouco longo e trata apenas da história do nosso blog, é uma espécie de registro (weblog? o_O). O pequeno vídeo (4 minutos) que fizemos em homenagem ao Cosmic Effect é tudo que você precisa ver, está no final deste post, pode ir direto para lá se preferir.
Amigos do Cosmic Effect: no dia 24 de janeiro de 2007, o autor deste post e o Euler Vicente criaram uma lista de discussão, batizada de Cosmic Ark, homônima ao clássico título de Atari 2600. O objetivo era juntar os baianos entusiastas de videogames antigos para um bate-papo online e outras atividades relacionadas — até mesmo desenvolver jogos, uma vez que diversos participantes (principalmente Euler e Danilo) eram programadores. E não é que houve um rascunho de um possível remake de… advinha qual jogo? ;-)
Outro foco da nossa lista era a realização de encontros, inspirados nos encontros da lista Canal 3. Conseguimos fazer dois pequenos eventos divertidos (e trabalhosos… imagina só carregar sua TV de CRT de 33 polegadas? :P) no salão de festas do prédio do Euler, regado somente a consoles antigos. Na lista, volta e meia alguém soltava: “não entendo porque não temos um blog.” Aquilo não saía de minha cabeça…
Então, exatamente 3 anos após a criação da lista, no dia 10 de fevereiro de 2010, nascia o blog… Cosmic Ark. Sim, amigos, existe o cosmicark.wordpress.com — mas ele é “somente mais um just another WordPress.com weblog”. Com o objetivo de também poder abordar jogos atuais, ainda que em menor intensidade, optei por substituir o “Ark” por “Effect”. Assim, teríamos o retrogaming representado pelo “Cosmic” e a dita next-gen com o “Effect”, do jogo Mass Effect, título de 2007 que representava muito bem a então nova geração dos consoles e, forçando um pouco (muito) a barra, guarda alguma similaridade com o Cosmic Ark…
Naturalmente, convidei a turma da lista para construir o blog, todos juntos. Euler e Danilo vestiram a camisa logo no início. Poucos meses depois, quando surgiu o Cosmic Cast através do despretencioso unboxing do Dingoo feito por Danilo, entra à bordo oficialmente o nosso Andrey, o nosso diretor de arte por aqui, e que também fazia parte da lista Cosmic Ark.
O SuperConsole, o móvel que construí para alojar minha coleção de consoles, foi escolhido para abrir o blog. Acreditava na originalidade do “objeto”, percebia que todo jogador tinha curiosidade em saber como foi construído, as motivações e como ele funciona. Era muito frequente postar fotos em listas e falar sobre ele — já mantinha alguns textos prontos para copiar e colar e há até uma matéria na revista EGW brasileira sobre o SuperConsole (nota: a matéria erra meu nome e o editor cortou as fotos do móvel, para desespero do jornalista que me entrevistou — e para minha decepção também).
Um artigo definitivo, totalmente ilustrado e explicativo sobre o SuperConsole parecia uma boa idéia para começar o blog: até onde sei, é um “objeto único” na Internet, o que talvez ajudasse o blog a ser interessante — pensava. Levei algumas semanas escrevendo, procurando e scaneando os rascunhos do Arnaldo Diniz (o arquiteto do “brinquedo”) até que…
…finalmente, no dia 22 de fevereiro de 2010, foi publicado o Cosmic Effect! Além da página fixa “SuperConsole”, o layout do blog já havia sido definido e é mantido até hoje. As seções “Ontem” para revisitar os jogos antigos, “Hoje” para acomodar os reviews dos atuais e “Game Music” para os eventuais remixes que produzo. Além destes, a costumeira seção fixa que descreve o blog e seus colaboradores e uma última seção — batizada de “Bônus” — para qualquer outro tipo de artigo (sempre sobre jogos). Mais tarde, foi criada a seção “Videocasts” para acomodar a nossa série de vídeos originais.
Em 2008, com a chegada das conexões de 10 mbit aqui em Salvador, tornei-me um grande fã de vídeos sobre videogame na Internet. Sou daquele tipo que gravava em VHS qualquer coisa remotamente relacionada à videogame que passava na TV aberta, nos anos 80 e 90. Tudo que eu queria era essa programação, todo dia e não um jornal genérico ou algo que o valha. E o sonho tornou-se realidade, com a Internet. Três séries em especial, norte-americanas, fizeram minha cabeça: The Totally Rad Show, Matt Chat e Co-Op. Inspirado nelas, surgiu o Cosmic Cast, sim?
Sim e não. Eu não tive coragem de começar. Já havia gravado algo (um review de Space Harrier do 32X, qualquer Cosmic Cast ele vai acabar entrando como curiosidade…) mas ficou muito desengonçado, pra dizer o mínimo; achei “polido” (risos) não subir para o YouTube. Abandonei a idéia naquele momento, até porque foi anterior à existência do próprio Cosmic Effect. Eu precisava de um empurrão… e aí entra Danilo com seu unboxing do Dingoo. Mas não somente isso: a vontade de fazer uma série sobre retrogaming, com nós dois juntos. Não tinha como dar errado: nós assistíamos as mesmas séries sobre jogos da Internet, tínhamos o mesmo gosto. E o mesmo objetivo: apresentar algum tipo de conteúdo relevante para todos, não somente para quem está no vídeo; nada de “eu gosto desse jogo ou daquele” ou “esse é o top 5 jogos de plataforma”.
Não dá pra falar de Cosmic Cast sem mencionar Andrey. Ele foi decisivo para o Cosmic Cast ser o que é, no sentido da qualidade. O cara trouxe um nível tão alto para os vídeos, através de suas animações 3D, manipulações de imagem e das idéias/conceitos em si que, sem elas, sequer imagino ter continuado. Eu e Danilo somos os famosos “nos viramos com as ferramentas gráficas”, mas uma coisa é ter facilidade de manipular software — nosso caso. O bom senso ajuda, mas ser artista não é saber instalar plugins de software de imagem, sabemos disso.
A abertura do terceiro Cosmic Cast, feita por Andrey, trouxe a tônica e o estímulo que precisávamos para continuar editando os episódios com empolgação. Lembro como hoje do momento em que eu e Danilo assistimos pela primeira vez a abertura, com a nave do Cosmic Ark liberando a nave menorzinha em plena floresta, soltando Pitfall, que pulava o famoso buraco da escada de maneira magistral, em 3D… perdemos o fôlego com aquilo. As aberturas de Andrey agraciam o telespectador com um “seja bem-vindo ao mundo dos jogos antigos. Sinta-se em casa”. Acredito que elas informam do respeito que o Cosmic Effect tem pelas criações artísticas que os jogos eletrônicos representam.
Somente no ano seguinte (2011), tivemos colaboradores que não eram da Cosmic Ark. O carioca Mario Cavalcanti, antes um leitor, manda um email que era literalmente uma carta de amor aos jogos de micro-computadores antigos, game music e “tudo no meio”. Além de entusiasta, é jornalista e não preciso nem citar os Cosmic Cast que ele tem nos fornecido ultimamente, além de artigos ocasionais. Depois, outro baiano, o Sérgio Oliveira “Fakepix”, que conheci num evento local de Star Wars e é fã número 1 de adventures de computador.
Os amigos Émerson Watanabe e Heider Carlos subiram na nave com artigos sobre jogos indie. Mais recentemente, o amigo e parceiro Gagá, que dispensa apresentações, andava procurando um lugarzinho para postar seus devaneios com os jogos atuais. Tascou um Metroid Prime Trilogy logo de cara para nos deliciarmos com seu texto primoroso. Por fim, o Michel Montenegro promete estar contando tudo sobre a evolução de sua engine de jogos 2D em Java por aqui.
Conteúdo original, relevante; esmero, perfeccionismo em cada artigo, cada game music ou cada vídeo que é disponibilizado. Os jogos eletrônicos merecem. Celebrar a amizade com todo mundo que gosta de celebrar os jogos. E aprender com tudo e com todos durante o processo.
Se você chegou até aqui, não tenha medo de clicar “play” abaixo: o vídeo a seguir tem apenas 4 minutos e é um singelo “parabéns pra você” versão Cosmic Effect… divirta-se conosco… e com Pitfall.
Amigos: um grande abraço cósmico,
em nome de toda a tripulação do Cosmic Effect!
Amigos do Cosmic Effect, o nosso Mario Cavalcanti pintou na famosa Feira de Antiguidades da Praça XV, que acontece todos os sábados no centro do Rio de Janeiro. Curiosos em busca de um passeio turístico juntam-se a colecionadores dos mais diversos itens em busca de preciosidades a preços camaradas. E, claro, este tipo de feira é o passeio perfeito para nós, amantes dos videogames antigos: não dá pra sair de lá sem deixar pelo menos 5 reais nas mãos de um vendedor, levando em troca um… Nintendo 64? E tem muito mais, por precinhos similares.
Entre Double Dragon II do NES “rachado ao meio”, Nintendo DS em perfeito estado, passando por cartuchos raros da CCE para o Atari 2600 — até o famoso BR 101 da Dismac o Mario encontrou por lá, sabem que jogo de Atari estamos nos referindo? ;-) — este Cosmic Cast leva você às raridades retrogamísticas da Praça XV como em um passeio pela Matrix! Coloque seu óculos 3D agora e curta conosco o…
Cosmic Cast
Episódio #31: Antiguidades Na Praça XV
Se você gostar do que viu, nós do Cosmic Effect pedimos
gentilmente que divulgue este episódio para seus amigos!
Agradecemos antecipadamente também aos que
clicarem em Gostei no YouTube!
Se preferir, faça o download do vídeo em máxima qualidade
(clique com o botão direito no link abaixo e “salve como”):