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Cosmic Cast #33 – Shinobi

Amigos do Cosmic Effect: Shinobi do arcade é uma das experiências mais incríveis que os fliperamas podem proporcionar a um jogador de videogame. Um plataforma com hack and slash dotado de um gameplay inspirado, único. Uma pérola da SEGA, talvez o jogo mais perfeito concebido pela empresa, mais precisamente pelo Team Shinobi.

“Três botões e uma alavanca. Era tudo que precisávamos”.

Celebre conosco o mundo mágico dos arcades — onde, contrariando a realidade dos jogos para consoles ou computadores domésticos, não haviam limites para os designers: o produto final saía exatamente como era imaginado, não importando a quantidade de chips necessária dentro daquele gabinete enorme movido a fichas da Taito. Só não dá pra dizer que Shinobi é algo perfeito, porque a perfeição é para as divindades…

1987: Uma Odisseia No Fliperama.
Seja bem-vindo ao…

Cosmic Cast

Episódio #33: Shinobi

Cliquem em Gostei no YouTube!
Download do vídeo em máxima qualidade
(clique com o botão direito no link abaixo e “salve como”):

* * *

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76 Respostas

  1. Opa, Cosmic Cast quentinho do forno? Já estou baixando para comentar depois…

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    • Adney, suspeito que você pode gostar MUITO deste episódio em especial. Espero ter ficado à altura da sua paixão pelos arcades :)

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      • Finalmente consegui um tempinho para assistir o Cosmic Cast calmamente em casa.

        Sensacional, para variar. O Orakio foi bastante feliz quando mencionou que o seu vídeo foi bem além dos tradicionais “Let’s Play’ que vimos no youtube. Eles são úteis caso você já tenha uma vivência com o jogo, para dicas esporádicas em algum momento mais barra-pesada de algum jogo, mas se você uma análise mais apurada e metódica (no bom sentido), ou ainda se você não conhece (ou nunca jogou), esses “Let’s Play” mais comuns não são interessantes. Já esse, feito por você, mesmo não chegando ao final dele, foi sublime, para dizer o mínimo. Além de mostrar as minúcias do jogo, você inseriu bastante informação sobre os Arcades em geral, deixando o vídeo bastante gostoso de assistir.

        E, complementando o que você mencionou no vídeo, o que eu acho mais fantástico nos Arcades é a preocupação de, ao mesmo tempo que eles são programados para serem extremamente difíceis (cumprindo, assim, a sua parte relacionada aos “jogos de azar”), eles precisam ser atrativos o suficiente para manter o jogador gastando as suas fichas. E, para isso, não bastava apenas o jogo possuir gráficos superiores aos consoles domésticos: era preciso ter aquele “algo mais”, para manter o jogador vidrado no jogo, naquelas maravilhas eletrônicas. Diria que a mesma sensação que você têm em relação ao Shinobi, eu tenho em relação a “King of Dragons”, da Capcom. Poderia falar horas sobre esse jogo.

        Enfim, para terminar: como um apaixonado pelos Arcades e pelo cinema (o momento da “Valsa com os Ninjas”, fazendo referência a 2001, foi sensacional também), esse Cosmic Cast recebeu um selo máximo de aprovação. Foi um dos melhores (senão o melhor) que assisti.

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        • Puxa Adney, valeu demais pela parte que comenta sobre o vídeo em si. Putz, é muito legal saber que você percebe o objetivo por trás do episódio, de justamente não ser um let’s play como você e Gagá bem mencionaram, e sim um passeio em conjunto pelo jogo — quem está jogando JUNTO com quem está assistindo.

          Tipo, vamos juntos aqui colocar uma lente de aumento em alguns aspectos relevantes sobre o título em questão, quem sabe haverá algo interessante para o jogador que gosta de saborear os jogos com calma… Curiosamente, essa era a idéia inicial do Cosmic Cast, porém este é somente o quarto episódio dos 33 que foca somente em um jogo; mas como dito no vídeo em que a gente “anuncia as novidades”, rs, haverá muito mais deste tipo a partir de agora, o melhor é a confirmação de que realmente é muito bem-vindo por todos.

          Você falou muito bem ao mencionar o “algo mais” como um elemento para atrair. O legal é que havia um capricho fora do comum para conseguirem este algo mais. É uma pena que os arcades como eram antes não existem mais; pois sempre que vejo um jogo bonito e/ou interessante no console doméstico, acredito que ele poderia ser AINDA MAIS bonito/melhor se fosse para um utópico (hoje) fliperama… :)

          Valeu mesmo Adney, você como amante do cinema certamente aprovaria a escolha de 2001 com louvor :D Abração Adney.

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  2. > Ou assista a “Versão Reduzida”…

    … e una-se ao grupo dos retrogamers fracotes :P

    Baixando agora a versão full!

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  3. Chegando em casa estarei assistindo! ena que eu não trouxe meu fone de ouvido para ouvir em silêncio no trabaio. :/

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  4. Cosmic Cast e The Walking Dead? A noite há de ser boa!! Keepvid here i go!!!!!

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    • @Daniel Gomes Valeu Daniel, pô, acho que a turma da Comunidade Mega Drive vai curtir muito se assistir, espero ter acertado em toda pompa que Shinobi da SEGA merece… :)

      @Guilherme Opa, pelo visto já viu um pedaço, tem Walking Dead, tem até 2001 nesse ;-)

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      • Engraçado, comentei do The Walking Dead porque era pra eu assisti-lo ontem na fox e depois assisti ao Cast, isso é que é coincidência. Não deu pra ver o Cast ainda, mas assim que eu assistir eu passo aqui pra deixar as impressões.

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  5. Ótimo!!

    Eric, não sei se vc se referia a mim qnd citou amigo de infância que preferia Shadow Dancer, mas sim, eu preferia Shadow Dancer! rs

    Achei interessante qnd vc disse sobre fliperama e jogos de azar. Era assim mesmo que meus pais viam os fliperamas, por isso não gostavam que eu frenquentasse aqueles ambientes. Eu ia assim mesmo, apesar dos meu pais não me darem dinheiro pra jogar rs

    Talvez seja esse modo de pensar os jogos eletrônicos que os torna tão caros hoje em dia. São ainda vistos como jogos de azar, por isso a tributação é tão alta.

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  6. O cast ficou sensacional, adorei todo o gameplay atento aos detalhes de design, o humor também não ficou atrás, aquela puladinha no soldado deitado foi obcenamente engraçada, além da referência a um dos meus filmes favoritos, 2001 Uma Odisséia no Espaço.

    Não tive o prazer de jogar o Shinobi, para falar a verdade, só experimentei a franquia na sua versão do PS2, que tem muitos problemas. Meus trunfos de arcade foram: The Simpsons Arcade Game; House of The Dead; Time Crisis; Virtua Fighter; Metal Slug.

    PS: Menções honrosas para um game que não lembro o nome, era de pistola com temática western naquele esquema antiquado ( que na época era sensação) de atores reais, além do game do arcade do Dungeons and Dragons também.

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    • @Euler Hehe, agora que falou lembrei que você era fã de Shadow Dancer! Mas foi lembrando do povo da Sogames (a locadora famosa de Salvador, rs) que debatia muito essas coisas, lembro de um específico acalorado entre Revenge of Shinobi e Shadow Dancer. Eu achava os dois ótimos, mas nenhum superando o do arcade… ;-) E é mesmo, os pais não gostavam (com razão) de certos fliperamas, a sorte minha é que sempre me levavam no do shopping, que na época, era um fliper com um bom acervo pros nossos “padrões baianos”… valeu Euler

      @FAKEPIX Valeu mesmo Sérgio! Pois é… os ninjas também dançam elegantemente, não somente os astronautas de 2001 ;-) Legal, e o jogo que se refere é o FMV Mad Dog McGree, ficava na entrada do arcade que hoje é o cinema multiplex do Iguatemi…. quem não jogou aquele negócio pra ver o coroa falando com você “ao vivo” naquela TV de 53″? :D abração!

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  7. Que análise charmosa de Shinobi. Sei que Eric tem um lugar reservado no coração para este jogo, mas mesmo assim acho que coração, apesar de ser uns 90% da magia de uma análise como esta, ainda não é suficiente – não sei se foi a pesquisa que rolou (não sabia que Shadow Dancer era anterior a Revenge) ou a minúcia para casar a cena com a descrição verbal e com a música mas tem algo neste episódio que faz ele se destacar.

    O momento do combate com o último chefe por exemplo – onde nenhuma palavra é dita – acaba deixando o jogador tão apreensivo quanto o próprio Eric com o resultado da batalha. Outros momentos como este acabam fazendo deste episódio quase como jogar nós mesmos o jogo.

    Parabéns mesmo Eric. Tentei ao máximo possível ficar de fora deste episódio (Eric empolgado é difícil de evitar, se fosse por ele eu assistia o episódio todo antes de estar editado) porque sabendo da paixão dele por Shinobi eu sabia que o resultado seria melhor degustado assim, inédito.

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  8. Parabéns Eric! Fazia tempo que não assistia os vídeos do Cosmic Cast, mas quando decido fazer, assisto sempre a versão mais extensa com toda calma que esses vídeos merecem.

    A linha vermelha foi muito legal, estilo “A regra é clara” que o pessoal tanto brinca. Os efeitos de câmera lenta e zoom que você colocou ficaram muito bons, dando uma compreensão ainda maior dos golpes e movimentos do jogo, sem contar a já velha conhecida… como era o nome “Cosmic Camera”, algo assim? Que mostra a transição entre os vídeos e sua jogatina. As inserções de informações, fotos, imagens e vídeos também ficaram bem legais. Sei que é redundante falar isso, tenho certeza que a galera que acompanha aqui sempre repara e admira esses detalhes, mas acho importante ressaltar, para você saber que esta trabalheira que você tem, realmente vale a pena e é notada!

    2001 também é um dos meus filmes favoritos, achei muito legal a referência dele. Quanto aos jogos, nunca tinha nem visto este jogo, creio eu. Achei interessante o nome do ninja, o fato dele usar “revolver” também :-) O primeiro Shinobi só joguei rapidamente por curiosidade naquele cartucho 6-Pak do Mega Drive. Agora o Shadow Dancer e Shinobi III joguei muito (ambos no Mega Drive também). E acabei gostando mais desses dois últimos. O Shadow Dancer de Arcade é algo realmente sensacional, já tinha visto um pouco, mas nunca peguei para jogar. Já esse que você focou, acho que não animaria

    Não que o jogo seja ruim, mas acho que não teria paciência o suficiente (a qual ainda teria num Ninja Gaiden antigo), principalmente pelo fato de ser um “Contra” em que cada “tiro” tem que ter o seu botão apertado XD. Mas é exatamente aí que acho que o seu vídeo se torna importante, por trazer essas experiências do jogo para quem não jogou e talvez nunca irá jogar.

    Um abraço!

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    • @Dancovich Putz Danc, o lance do último chefe sem fala… sabia que você ia gostar. Você lembra que uma vez conversando com você comparava o prazer de controlar o personagem de Shinobi (guardadas as diferenças entre os jogos, claro) com o de Super Metroid, por sinal insistência sua que joguei finalmente inteiro e fui um idiota esses anos todos sem ter controlado Samus no SNES. Ambos não são jogos eletrônicos, estão mais para “vinho com caviar” na finesse e eu sei que desse vinho você gosta e muito. Valeu Dan.

      @FrankCastle Puxa Frank, valeu cara, ainda bem que retornou pra celebrar conosco. Hahaha, adorei vc ter lembrado da “Cosmic Effect Cam”, foi no episódio de Crysis que ela “apareceu”! Puxa, você completa a frase nos deixando lisonjeado, só digo isso. E entendi perfeitamente sobre não “pegar pra jogar” Shinobi atualmente, legal você tê-lo conhecido no vídeo como um jogo novo, ficamos honrados em poder mostrá-lo sob esse contexto. Ajudou muito eu tê-lo jogado no passado, claro, esses jogos de fliperama… putz… são quase todos impossíveis. Abração Frank, não suma meu velho! :)

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  9. Nunca pensei que Shinobi e Danubio Azul combinassem tanto

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  10. Wow, que review, que review mesmo. Nunca vi algo tão apaixonante posto no vídeo como este review. E interessante ver os jogos em suas plçataformas originais antes de sair para os consoles.

    E que diabos de ninja é esse que usa uma pistola depois que pega o powerup? lol.

    Com certeza tinhamos esse pequeno problema entre os jogos da versão arcade para o videogame, sempre ficava decepcionado entre as versões. rs

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    • @Sonic_Tales Hehehe! Não tinha jeito, aqueles saltos coreografados dos ninjas da SEGA… arte! :)

      @Daniel Gomes Pô, Daniel, valeu mesmo meu velho. Tinha certeza que você e a turma da Comunidade Mega Drive iriam curtir, é a nascente do nosso querido 16-bit que saiu logo em seguida, olha só que nível de design de jogo a SEGA tinha “nas mãos” pra nos presentear em casa… Hehe, é isso aí, converter pra plataforma inferior tecnicamente devia ser um transtorno pros programadores e artistas, o esforço valia a pena mesmo assim. Mas claro que na “tenra idade”, a gente não levava isso em conta e queria era mesmo uma máquina de arcade de Shinobi dentro de casa, rs…

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  11. Mas que surpresa, Eric! Eu não sabia dessa sua paixão toda por Shinobi! E vejam só, o cara é uma fera! Tudo bem que tá com fichas infinitas, mas pô, arrepiando nas esquivas!

    Adorei o episódio, mais até do que de costume. Ótima a ideia de fazer um vídeo com o jogo do início ao fim e destacar trechos, fazer comentários… o YouTube está cheio de “Let’s Play” e “Long play” mostrando jogos inteiros, mas esses vídeos são sempre tão entediantes quando não têm comentários relevantes…

    O lance da valsa foi perfect, rs… o detalhe do ninja dando o golpe quando o Musashi muda de plano também, incrível!

    Aproveitando ali o que o Frank disse: eu também nunca zerei Shinobi (nem no arcade, nem no Master System), e também acho super importante o seu trabalho de mostrar o jogo. Mas eu queria destacar um outro ponto: vendo o seu vídeo, eu percebi que não é qualquer um que pode mostrar certos jogos.

    Eu explico: se eu fosse fazer um vídeo desses, ia jogar que nem um imbecil, me atirar em cima dos inimigos etc. Você, que já jogou Shinobi mil vezes, conhece as sutilezas do gameplay. Sabe a hora de avançar, de parar, de voltar. Tem uma fase onde você menciona o lance de fugir dos ninjas, um deles vai pulando subindo atrás de você e você vai pulando para trás, se afastando… é um balé, cara, a SEGA queria que fosse um balé, mas só quem se dedica a conhecer o jogo de verdade ouve essa música. Você ouviu e botou ela para tocar para a gente ouvir.

    Honestamente, eu sempre achei Shinobi bacana, mas só vendo seu vídeo é que me caiu a ficha de como o design é totalmente brilhante. O timing dos ataques dos ninjas é fabuloso; o vai e vem do herói, aquela coisa de avançar um pouco, dar uma paradinha, limpar a tela e voltar a andar… sensacional, Eric, sensacional. Baita aula de retrogaming que você deu hoje, parabéns mesmo.

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    • Putz Orakio, sua comparação com os “Let’s Play” era tudo que queríamos ouvir. Caramba, valeu. A brincadeira com a valsa ficou mágico né? Você deve até ter lembrado de algo… anyway, pô, legal saber que acabou contribuindo a sorte de ter jogado Shinobi antes no fliperama. No MAME deu pra lembrar de várias coisas e descobrir outras do jogo, fiquei tão impressionado quanto você também nessa descoberta, putz.

      “é um balé, cara, a SEGA queria que fosse um balé” me arrepeie quando li isso.

      Puxa Gagá, que bom que deu pra transmitir o que o Shinobi é, putz, o crédito é todo desses japoneses da SEGA. Realmente é um jeito de controlar meio “furioso”, as coisas são rápidas mas o jogo não lhe trai em momento algum. Pena que ficou restrito ao fliperama, mas os seguintes no Mega fizeram jus ao original e todo mundo acabou se divertindo com Shinobi.

      Gagá, valeu meu velho… enter your initials…

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  12. E apesar de eu saber que Shinobi do fliper foi onde surgiu tudo, mas tudo mesmo, sobre a série Shinobi, ainda, não é que eu não queira, mas a minha paixão ainda vai para Shadow Dancer e The Revenge of Shinobi, que, mais uma vez, reconheço completamente o jogo do fliper, mas o que tornou Shinobi o que é, foi os jogos do Mega Drive.

    E é interessante notar como não foi apenas um ou outro jogo do fliper que saiu para o Mega Drive que fizeram história, e sim quase todos, mostrando a capacidade do console de mostrar todos os trabalhos da SEGA para aqueles que eram impossibilitados – porque os pais trancafiavam os filhos em casa, ou a casa de fliper era longe demais, ou, simplesmente pq muitos não queriam gastar fichas excessivas e tinha aquela locadora ali perto -, de jogar a versão do arcade, e, com o conceito de arcade dentro de casa que o MD trouxe, fez com que o jogador viesse a vasculhar de onde será que veio este jogo.

    Por isso que eu acho que a emulação é algo tão importante, tão relevante, que até as grandes empresas virão que o cenário retrogaming veio com a força toda por causa dos emuladores, fazendo com que as mesmas a adotassem nos sistemas live/psn/steam, ou, até mesmo, remasterizando os seus jogos para aqueles sistemas.

    Do inicio ao fim, o vídeo mostrou o verdadeiro valor do que é ser um retrogamer, antes ista, é um apaixonado pelos jogos que eram feitos com afinco e amor, não que isto não seja feito agora, mas não vejo assim tanta dedicação nos jogos atuais, como nos de antigamente.

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    • Isso aí Daniel, o Mega trouxe não só o fliperama pra nossa casa como você bem comentou, como ainda “de brinde” também trouxe o IBM-PC e o Amiga, através de empresas como EA e Psygnosis. Putz, eu era louco pra jogar Shinobi em casa, mas também queria jogar The Immortal que vi na casa de um amigo “barão” que tinha um IBM-PC… e Lakers vs Celtics, que ele tinha também?

      Eu e a maioria de nós nunca ganharia um PC naquela época, final dos anos 80. Meu pai não tinha como, não tinha $$ pra um 286… Por um preço módico e um console com design técnico “elegante”, poderoso, fácil de desenvolver, o Mega trouxe isso tudo e “salvou nossas vidas” :D Valeu mesmo Daniel, não é mera nostalgia como você me colocou no final, havia mesmo em alguns casos uma paixão que anda diluída nos jogos super-produzidos atuais (thank God pelos indies…).

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  13. “Só” 40 minutos??? Eu poderia assistir 4 horas de video que ainda ia querer mais!
    Minha única recordação de Sinobi é para o Master System que mesmo com sua limitação artistica e tecnica consegue passar a sensação do jogo original de arcade.
    Parabens Eric! Trabalho majestoso digno de estatueta de Oscar!

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    • Puxa Andre, que bom ouvir isso! Dá sempre um “medo” de subir o vídeo longo, mas sentimos que vocês que já nos conhecem sabem que não vamos “enrolar”. Pô, valeu mesmo.

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  14. Eric Musashi.

    Tudo que tenho a falar.

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  15. Eric, realmente, o post foi a altura do que deveria ser pra um jogo tão “nobre” quanto Shinobi. Somente 40 minutos? Passaram muito rápido!

    Um detalhe inicial, talvez seja mais um cuidado gráfico da equipe Team Shinobi. Veja que os ninjas inimigos de Revenge of Shinobi são os ninjas do Bonus Stage do Shinobi. Será?

    A parte da valsa Danúbio Azul? Simplesmente demais aquela “dança nas sombras”. Sería essa essência captada por você que a equipe Team Shinobi usou para dar nome ao título “Shadow Dancer?

    Shinobi era muito visado no arcade. Se alguém estivesse jogando, dava sempre vontade de assistir a partida e pensar: “Duvido que nesse bonus stage esse carinha tire perfect novamente.” :)

    Parabéns Eric. Esse foi um bônus post e vc conseguio o “perfect” novamente. ‘Welcome to Cosmic Cast #33’ (Vc disse no final do texto!)

    Perfect!

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    • Caramba, Andrey, na mosca: o ninja do bonus stage é o de Revenge, com certeza! Estaria no vídeo se você tivesse percebido antes, putz! Aliás, valeu ressaltar que Andrey é outro jogador de Shinobi frenético e um apaixonado por cada pixel do jogo, assim como eu teve a sorte de ter um fliperama perto de casa com essa máquina mágica.

      “Duvido que nesse bonus stage esse carinha tire perfect novamente.” Hahahaha! Caramba, acho que a gente pensava isso mesmo, com o corpo recostado no gabinete vendo o outro jogar, rsrs… “Welcome to Bonus Stage” valeu Andrew, ninja dos pixels.

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  16. Falando de SEGA System 16, acredito que Golden Axe mereça um cast a altura de Shinobi, aqui em São Paulo quando apareceu em meados de 1989 e 91 imprecionou muita gente, minha paixão por games começou por causa desse Arcade (sou suspeito por ser fã de Conan)…
    Parabens pelo blog, o melhor que já vi nesse sequiamento ( retrôGamer)!!!

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    • Puxa Mikael, merece sim, com certeza. Curiosamente, Golden Axe é o jogo de arcade que mais joguei, dentre todos, inclusive comparando com Shinobi. Olha, pode deixar que está anotado sim, pode ficar ligado aqui com a gente que haverá um Cosmic Cast, fatalmente, sobre Golden Axe. E focando no original também, meu velho. Abração.

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  17. Opa! Só pude assistir e comentar agora. “Um dos melhores jogos de todos os tempos”. Falou bem, Eric. Sem exageros, é isso mesmo. Também sou fã da franquia Shinobi. Os sons e as músicas de fundo do arcade ecoam na minha cabeça até hoje. Fiquei um pouco decepcionado com a versão PS2 (mesmo assim comprei com prazer), justamente porque fiquei mal acostumado com a versão original do arcade e com o Revenge of Shinobi, uma verdadeira obra prima. E não precisa nem dizer qual foi o único Alex Kidd que fiquei viciado, né? Alex Kidd in Shinobi World. Velho, parabéns por detalhar o jogo tão bem. Fiquei emocionado. A explicação sobre a beleza dos jogos de arcade foi um plus. Muito bom mesmo.

    Um breve comentário sobre a Sega. Mesmo ela tendo tido grande sucesso com o Master System e com o Mega Drive, acho que não deveria ter investido tanto em hardware, pois ela sempre foi sensacional como produtora de jogos. Opinião minha. Não sei se concordam. Mas a Sega criou muitos clássicos e, apesar de uma coisa não anular outra (investir em jogos e hardware), acho que ela deve continuar investindo todo o seu fôlego SÓ em jogos, para termos sempre belezas como o Shinobi e vermos outros clássicos nascendo.

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    • Puxa Mario, você era garantido gostar: fã de E-Swat como você… Shinobi (original) tinha de ser ponto fraco também, hehe!

      E olha, não é porque eu estava usando a camisa com a logo da empresa não… concordo 100% com o que disse, pelo menos com relação à estes times iniciais da SEGA, eles certamente se dariam muito bem só como produtora de jogos. É uma visão muito interessante esta sua, o foco em hardware talvez excessivo (32x… em cima de um Sega CD… em cima de um console…) pode ter desviado a atenção dos talentos japoneses que batiam ponto por lá, vai saber. Sem fanboysmo, posso dizer que poucas fizeram algo parecido como o jogo deste vídeo, ou alguns outros desta época (Capcom, Nintendo são as que vem à mente como concorrentes em qualidade, mas não passa muito disso).

      Valeu Mario, quem sabe um dia rola um episódio de E-Swat com esta lente de aumento também, meu velho? ;-)

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  18. Eric,

    Que episódio maravilhoso. Obrigado por lembrar esse jogo SENSACIONAL! Pô, eu também joguei no Iguatemi! Era aquele do lado da Mister Pizza? Shinobi era o primeiro arcade, logo na entrada à esquerda, não era?

    Eu acho que só consegui vencer no bonus stage uma ou duas vezes na vida. Inclusive jogando recentemente no PS3!

    Eu me lembro que eu era tão fã de Shinobi para arcade que pedi para um amigo do meu pai trazer a versão do jogo para Master System. Naquela época, com tenros 8 anos de idade, eu não tinha a mínima ideia do que eram os ports.

    Eu tive a mesma sensação que você quando comecei a jogar. Que decepção! O jogo era MUITO diferente do arcade. Boneco pequeno, mais lentinho…

    A cena da valsa ficou animal, meus parabéns! Sempre me impressionei com a sincronia dos movimentos dos inimigos neste jogo.

    Ps. Vocês se lembrar do nome daquele jogo que tinha um cavaleiro que duelava e ia derrubando as partes da armadura dos inimigos? Eu procuro isso há séculos… Tinha no Iguatemi também.

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    • Caramba… era AQUELE EXATO mesmo, ao lado da Mister Pizza, na entrada à esquerda!!

      Putz, seus comentários sobre Shinobi são do verdadeiro fã, que aprecia o que o original do arcade tem. Legal, até mesmo a parte da “decepção” com o do Master, putz… hehe!

      Pois é, a cena da valsa, havia resgatado aquela atmosfera de 2001 recentemente em um papo… e aquilo me fez lembrar enquanto editava e via os ninjas pulando pra lá e pra cá na tela do software de edição: “e se fosse como em 2001? É só trocar as naves e os astronautas se movendo lentamente no filme pelos ninjas” rsrsrs valeu!

      Rapaz, não lembrava do jogo, quase lembrando… tenho certeza que Andrey lembra, deixa ele pintar por aqui :)

      Abração Marcelo, valeu por compartilhar as lembranças! :)

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  19. O que mais me impressionava nos arcades era o som.Aquele som grave e encorpado próprio daquela estrutura toda.
    Gostei muito do seu controle botões azuis Eric,isso sim é reviver os tempos de fliperama com todo estilo. :)
    Sobre o MAME gosto muito, embora jogue pouco.
    Esse aprendizado orgânico também acontecia comigo,não só nos arcades ,nas casas que alugavam por tempo os consoles MD e SNES também.Aprendi muito vendo os outros jogar ,acho que um jogo lindo como Shinobi é mais apreciado por quem assiste e espera sua vez do que o jogador propriamente dito.Eu digo isso em relação a riqueza de detalhes e do visual.

    Nunca joguei Shinobi do arcade,por isso este cast foi uma descoberta,uma maravilhosa descoberta em cada momento, em cada “slowmotion” para se apreciar os belos movimentos do jogo.
    E o Bonus Stage então?Esse timing máx. dos shurikens “educa” o jogador e evita a louca apertação de botões.Isso eu chamo de “gameplay intelligence” ha ha ha!
    Essa do último boss o Ninja Mascarado é tenso mesmo!O melhor foi sua expressão mais ou menos assim,tipo:
    ”como é possível?!” ou “e agora?” :)
    Não se preocupe Eric,arcade é foda mesmo e Shinobi é tenso.Imagine então um típico jogador newGen,mimado com as facilidades inerentes a muitos games de hoje,jogando Shinobi! Ha ha ha,sem chance!

    Quando você citou os “filmes de ninja”,pode crer,ha ha ha lembrei de muita coisa!Shinobi trouxe muito dessas referências anos 80 sem dúvida.
    Agora nós temos também a “Andrey Cam” para capturar momentos inusitados! :)
    Este formato dedicado a games específicos fica muito bom!O único problema é que sempre fico tentado a jogar tudo que aparece de velho por aqui,fiquei com vontade de jogar Revenge! Pode isso?
    Ha ha ha ha!

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  20. Pô Eric, meus parabéns, meu velho!

    Eu acho que esse foi (está sendo) o vídeo do Cosmic Cast que eu mais curti! A análise do jogo, passo a passo, em cima do game play, intercalando entre você e o gameplay, ficou sensacional!

    Acho que a minha lembrança mais marcante de Shinobi é do Alex Kidd in Shinobi World (Viciado em Alex Kidd, você sabe bem…). O mais bacana é que vendo esse vídeo com as músicas do Revenge of Shinobi lembrava das versões aceleradas e com pitch mais alto nas do antigo mascote da Sega.

    Vou ter que dar uma pausa aqui, mas continuarei vendo assim que buscar minha senhora no trabalho dela!

    Abraços!

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    • @Dactar “Aquele som grave e encorpado” pô Dactar, legal saber que você também era “enfeitiçado” por isso, acho que muitos de nós e nem sabíamos o que era, rs. E cara, é verdade: o mesmo ambiente de “troca secreta de informações ilegais acerca do gameplay” (risos) havia nas locadoras de cartuchos que também tinham consoles pra alugar! Era a mesmíssima coisa, muito legal. E Dactar pegou a Andrey Cam, você é o cara, rsrs — pior que Andrey fez aquilo mesmo, se desviou daquele ninja assim, tentei e não consegui, rsrs

      E é mesmo sobre os filmes de Ninja, você e a turma dos anos 80 lembra de uma enxurrada deles, Andrey até achou de onde deve ter vindo aquela face da abertura de Shinobi, dos filmes de um tal de “Sho Kosugi”, olha que curioso: http://www.shokosugitheninja.com/main.htm Valeu Dactar — deve estar jogando Revenge of Shinobi nesse momento ;-)

      @Johnny Grande Johnny, valeu você cara. Sim, detalhe: quase entra Shinobi World, cheguei a capturar (justamente por causa da música, da ADORÁVEL versão da música de Shinobi original feita nele que ambos gostamos, rs). Sim é, a mesma música de Shinobi original em outro tom e tempo! Espero que veja o resto, tem boas surpresas ainda, rsrs abraço!

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      • Esse é o Cosmonal!Sim eu era enfeitiçado pelo som dos games assim como você.E claro,gamemusic e efeitos sonoros são um fator importante,podem salvar ou destruir um jogo,pelo menos ao meu “paladar”.
        A dica do Andrey me levou a eras remotas quando eu tinha uns 12 ou 13 anos.Sempre alugava os VHS de Ninja em geral e também coisas do Bruce Lee e do Van Damme também,por ai vai…Eu tinha um poderoso VCR de 2 cabeças da Sanyo,ha ha ha!
        Sobre Shinobi to jogando mesmo,Eric,via PicoDrive,Especialmente neste episódio você demonstrou tanta paixão por Shinobi que fiquei contagiado,foi inevitável.
        Só pra constar…eu to adorando Revenge. :)

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  21. Faz muito tempo que não posto mas estou aqui novamente.
    Shinobi dispensa apresentações e comentários. Ele veio no início da minha vida gamer onde a malucada pegava dinheiro do pão para comprar fichas.
    Só pensei que eras mais astuto e você no final tomou uma lixa do Masked Ninja, que pena . . .

    Eu era muito bom nisso e ainda continuo bom só que demorei umas 2 horas para passar esse infeliz e sei sua frustração.

    Me conte uma coisa: Você chegou a ver o final disso?

    Outra coisa: Shinobi conheci na época de seu lançamento no Uruguai na cidade de Riveira, divisa com a cidade de Santana do Livramento-RS onde minha ainda viva vovó mora. Era um molecote jogando esse jogo extremamente difícil.

    Abraço e desculpa encher o seu saco

    Ulisses Old Gamer 78

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  22. Welcome to bônus stage!!!

    Aproveitando a deixa colocaria a parte Summer de Vivaldi na luta entre o boss final.

    Você realmente está muito melhor que todos os videos análise de games e eu uma lição para quem quer aparecer falando sobre retrô games. Sem sombra de dúvida você está de merecidos parabéns pelo seu excelente trabalho onde resgata bons momentos e faz jus ao que é ser chamado com orgulho de Retro Gamer.

    Até mais e muito obrigado por sua educação ao responder todos meus mails. Continue nessa.

    Ulisses Old Gamer 78

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    • Fala Ulisses!

      Pois é, sobrei com o masked ninja, rs. Bom, eu não quis olhar nada no youtube, pra jogatina ficar realista pra gente compartilhar juntos, além de deixar um suspense para o final, não spoilar e tal. Não usei save state e realmente o jogo não aceita crédito na última fase, jogando sem cheats. Então, “what you see is what you get” mesmo :) me ferrei, rsrs…

      no Master era bem mais fácil, tinha uma estratégia simples. Sobre ter visto o final, há muito tempo vi no youtube, é bem simples, mas um pouco melhor que o do Master — que era só um game over, rs

      Pô valeu mesmo, que bom que tenha gostado, valeu pelos elogios Ulisses. Anotado usar Vivaldi, quem sabe numa “extended edition” ;-) Abração!

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  23. Marcelo Martins o Arcade que cita é o Jogo Gladiator de 1984 da empresa Taito que em Japonês era Ohgho no Shiro.
    Joguei muito esse jogo que era excelente também.

    Abraços

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  24. Cosmonal, me diz uma coisa: tua calça sobreviveu a esse jogo? Tô perguntando porque contei pelomenos umas 5 vezes em que vc escapou de morrer na cagada! Vai ser largo assim na floresta do Pitfall!

    P.S.: Eric, vc ou alguem do Cosmic Effect é casado? Tô precisando de uma ajudinha pro VideoMuseum, Se vc ou algum outro membro for casado/comprometido/etc. e puder ajudar, eu agradeço!

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  25. Saudações!
    Eu me amarro nesses vídeos e, o de hoje, me fez correr atrás do meu Shinobi de Master System. O joguei e senti o “peso da idade”, pois nem passei da primeira parte da Mandara.
    Realmente, a versão de fliper é extremamente superior mas, como conheci primeiro a de console, não consigo achar esta ruim. Acho até que a Sega ainda fez milagre na conversão, entrentanto, cagou feio em não colocar um final, nem que fosse uma fotinha que fosse. Imaginem a cena: Depois de horas e mais horas de desespero para concluir o jogo, esperar por um final emocionante, e me deparar com aquilo? Uma “trabalheira do cão” para ver só um Game Over na tela?
    Se o Shinobi de Master System tem um defeito é este, o que destrói o fator replay: “Já que não será recompesado ao final, pra quê jogá-lo de novo?”… muitos podem pensar assim.
    Até mais!

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    • @Tristanccm Rs, sobrevivi, a sorte sempre ajuda! :) Sobre sua pergunta, no que estiver ao alcance, pode mandar email sobre, meu velho! Abração!

      @Douglas Deiró Ahhhh, o game over terrível de Shinobi do Master, bem lembrado!! Rapaz, o do arcade é um pouquinho mais interessante (vi no youtube anteriormente), rola uma historinha rápida, uma fotinha pelo menos, antes das iniciais. Mas a música é a mesma do game over, o que dá um sabor agridoce, hehe. É… esse é o tipo de jogo de ninja mesmo: “o que importa é a trajetória, intrépido jogador” (risos) — abração! PS: fiquei tentado em ver mandara do Master de novo depois que você falou, opa, abrindo Fusion… :) valeu!

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      • É, meu caro Cosmonal…
        A “Maldição do Encerramento Maldito” aconteceu comigo com Shinobi do Master System e, cerca de dois anos depois, com Batman Returns do Mega Drive. O trampo para concluí-lo foi igualmente hercúleo e o final tão frustrante quanto.
        Era uma quarta-feira de 1993, não me recordo qual o mês, mas me lembro que já era inverno. Fui até a locadora e loquei o game. Cheguei em casa com uma gana lascada pois era o jogo mais comentado no momento… nem almocei neste dia e fui direto pro joypad original com 3 botões do meu “Megão” (o primeiro modelo japonês).
        A jogatina rolou solta pela quarta, passou para a quinta e entrou na sexta-feira. Como tinha avançado bastante, pensei que mais um fim de semana, daria conta do trabalho. Assim chegou a segunda-feira seguinte e já estava “batendo à porta do último chefe”, o Pinguim e seu “Yellow Mecha-Duck”.
        Eu fiquei pendurado esses dias todos no jogo mas, como estava muito perto de conseguir (e o jogo, até então, me agradava bastante), pensava que neste mesmo dia daria, enfim, para depenar aquela “ave desgraçada”… entretanto, não foi daquela vez ainda.
        Pensei: “Não é possível que, amanhã (terça-feira), eu não consiga… falta muito pouco, faltou um tracinho de life do Penguin para vencer!”. E, com este pensamento, comecei meu último dia da saga que havia se tornado meu contato com Batman Returns.
        Enfim, havia vencido o Oswald Coblepott (A.K.A Penguin), isto já no “injure time” para a entrega de mais um dia do cartucho para a locadora. A minha alegria estava nas alturas, meu empenho, enfim, seria recompensado e… ledo engano! Não vou dizar como foi o final deste jogo, por duas razão, para não “espoilear” e para não me trazer ainda mais raiva do que já tive naquele famigerado dia.
        Depois de praticamente uma semana neste Batman Returns, doido para ver um final dígno das outras qualidades técnicas que o game apresentava até então, o que eu recebo de volta é praticamente o mesmo que tive com o Shinobi do Master: “Porque que eu não fui jogar o Batman Returns da Konami?” Que ódio!”.
        Nunca mais botei as mãos neste jogo, nem em emulador… tambem não tenho esta rom no meu MD Play, tamanha a raiva que tenho desta “desventura” com o Cavaleiro das Trevas.
        Até mais Cosmonal… pessoal…
        Espero que, pelo menos a pessoa que ler isto, dê alguma risada… porque eu não tenho essa mesma empolgação. Hehehe!

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        • Douglas compartilho da sua indignação,não joguei este Batman…mas,pô se fosse num NES vai lá,mas no MD?E ainda mais com uma franquia que muita gente curte e conhece que é Batman?!Realmente foi mancada(ou má fé) dos caras que fizeram este jogo.Como você fala foi uma desventura mesmo.Valeu contar a experiência,assim outros inocentes serão salvos,eu por exemplo já estou avisado.Ha ha ha joguinho das trevas mesmo,ha ha ha.
          Abraço Douglas.

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        • Cacetada, emocionante a história do Batman Returns! Putz, “faltou um tracinho de life” oh meu Deus, essa é a pior sensação ao ir dormir!!!! Ahahahah!

          Nessas horas, vale o ditado “o caminho é mais importante do que o destino”. Agora, alguém que fale isso ao seu lado na hora em que zerou o Returns e viu esse final brochante aí… você ia querer matar o cara e o filósofo que concebeu a frase! rsrs

          Putz, nem a ROM entra no seu diretório? Caramba… hehehehe!

          Valeu pela história Douglas, daria um Cosmic Cast :)

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  26. @Cosmonal valeu pela ajuda, já te mandei o e-mail. Muito obrigado!

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  27. Fantástico vídeo, vou comentando conforme vou assistindo (de novo):

    – Engraçado que Shadow Dancer do Mega tem a mecânica muito mais semelhante ao Shinobi de Arcade do que o próprio The Revenge of Shinobi do console. Aliás, adoro Shadow Dancer.

    – Essa música da primeira fase é muito boa!

    – Muito legal essa percepção do tempo ideal de aperto dos botões na fase de bônus.

    – Gostei da edição que, em caso de morte do personagem, volta no exato momento da fase em que o jogador parou, sem repetições monótonas.

    – Ótimo uso de zoom, nos proporcionando momentos como o da “bela escapada” (13:45).

    – Aliás, as diversas sacadas como aquela da “linha vermelha” na mudança de plano fazem do vídeo muito superior àqueles detonados que temos no Youtube a rodo. As trilhas de fundo (com créditos, inclusive) também fazem toda a diferença.

    – A valsa “Danúbio Azul” é o momento alto do vídeo. Aquela expressão “jogar como música” não poderia ser mais verdadeira. Todo fã de um jogo atravessa uma fronteira invisível de habilidade no game que separa o jogador “curioso” do grande jogador. É o tempo certo, é a reação na hora e na medida exata, o pulo, a “dança” dos inimigos e projéteis, etc. É realmente entrar na cabeça de quem criou o jogo, e podemos ver isso claramente aqui.

    – Fliperamas estão para os games como os desfiles de moda estão para a indústria da moda: são a inovação experimental, sem limites mercadológicos e sem precisar seguir um padrão único, que alimenta com inovação e dá diversidade de idéias. Jogos indies tomaram o lugar dos arcades nesta questão, atualmente.

    – Mandala em Japonês é algo como “Mandara” (マンダラ), então não está tão errado assim. :)

    – Putz, que chefão final difícil! Nem com créditos dá continue! A SEGA estava à frente do seu tempo quando criou esse jogo: “Emuladores? Veremos se é suficiente…”.

    – Bem lembrado esse forte modismo de ninjas da segunda metade da década de 80 e do filmaço “American Ninja”.

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    • @mcs

      ” Fliperamas estão para os games como os desfiles de moda estão para a indústria da moda…”

      Ha ha ha,quando li isso peguei na hora o sentido da ideia.Adorei esta frase!
      :)

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    • Valeu Marcos! Adorei os comentários “realtime”!! Bem observado sobre a similaridade de Shadow Dancer do Mega com o do arcade, deve ter sido portado mesmo e muito bem, como era costume da Sega. E sim, é tão difícil escolher entre esses primeiros Shinobis…. são tão bons….. cada um no seu tempo, com suas qualidades únicas, coisa finíssima.

      Adorei sua empolgação com a música da primeira fase. Putz, a “Bela Escapada”, hehe, parece nome de capítulo! Valeu, vamos adicionar ao script para o extended! :D

      Marcos, adorável que você curte nossa atenção aos detalhes, puxa, emocionante mesmo. O lance dos créditos que você sempre menciona, é realmente gostoso saber que você e a turma curte mesmo essa preocupação. “O astro é o videogame”.

      Caraca, que comparação brilhante com os desfiles de moda. Sem mais. Anotado, não se preocupe que creditaremos (c) 2012 Marcos Valverde! ;-) — fechou com os indies, tomando este “lugar”. Opa, então Mandala funciona, valeu, Shiroma 2!!!! :D :D

      “Emuladores? Veremos…” hahahaha!

      Grande abraço, mcs!

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  28. Opa, o Cast ta ficando cada vez melhor.
    Daqui a pouco Daniel é quem vai estar com uma equipe aí filmando tudo.
    Belo video. Parece que vc vai começar uma serie “Jogando com o Cosmic Effect” hehe
    Gostei muito do Gameplay com narração dando informação.

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    • Valeu Tiago, opa, nome da série anotado, hehe! Se juntar seu irmão Daniel com Andrey, o Cosmic Cast vira uma superprodução milionária (risos). Espero não ter alongado muito no vídeo à ponto de tirar você muito de Mass Effect 3 e Team Fortress :D Valeu Pareto!

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  29. Eu tenho uma paixão gigante por Revenge of the Shinobi. Meu Mega Drive veio com uma fita 10 in 1 (igual a que estava conectada no seu console :D) e eu ficava fascinado com o jogo. Lembro que quando joguei pela primeira vez eu gostava de matar os inimigos pra ficar parado olhando pras paisagens e construções do jogo. Se tem uma coisa em que Revenge of Shinobi se destaca muito é a ambientação. É impossível deixar de se sentir um ninja jogando. Uma luta contra ninjas em uma discoteca é um dos desafios mais descolados que já enfrentei ^^ Mas mesmo com esta paixão pelos Shinobis de Mega Drive eu nunca tive interesse em conhecer o de arcade. A única vez que lembro dele foi quando o Émerson Watanabe me falou que tinha comprado pro 360 ^^

    Ver você jogando Shinobi foi estranho. Algumas coisas me lembram bastante Ninja Gaiden, como a grande velocidade e os atiradores campers (sobe um frio na espinha toda vez que penso neles). Ver o Joe Musashi sem o uniforme completo foi esquisito também. Fora a ausência dos poderes. Mas vendo assim parece que o jogo é mesmo a primeira missão dele. Que a série tem uma progressão bem bolada. O ninja mais novo, hiperativo e sem tantos poderes que era o Musashi no Shinobi evoluiu pra se tornar um guerreiro mais sábio, paciente e mortal. A limitação das shurikens é um bom exemplo disso. Imagino que quem acompanhou a série desde o começo deve ter se sentido como o Joe Musashi, enfrentando desafios cada vez mais grandiosos. Deve ter sido o máximo.

    Marilyn Monroe, Homem-Aranha, aquele vilão das Tartarugas Ninjas… A Sega desde o começo da franquia já gostava de usar imagens de personagens e artistas famosos ^^ Com internet a chance de uma coisa assim acontecerem novamente são mínimas. Mas a chance da Sega fazer um Shinobi tão grandioso quanto os antigos também é mínima, então nem faz muita diferença :]

    Belo video, e bela jogatina. Me senti de volta a um bar cheio de fliperamas, vendo alguém jogar e apreciando o máximo que podia do jogo. Os comentários são a melhor parte. Dicas, comentários sobre a história do jogo, etc. Obrigado por me fazer voltar à minha infância por 40 minutos :D

    Você usou algum filtro no MAME pra gravar? Parece mesmo com a tela dos fliperamas, os pixels não estão estourados, ficou muito bonito na TV. Parabéns, ficou muito bom o Cosmic Effect, como sempre. È como eu já disse: não conheço uma série de videocasts sobre games tão profissional e divertida quanto o Cosmic Effect. Nem o Matt Barton faz igual ^^

    PS: Muito ansioso pelo Cosmic Effect de Golden Axe. Será épico :D

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  30. @Cosmonal… foi dureza, mas consegui passar da Mandara no Master System (MS) novamente (só com o Shuirken normal, é osso! Rss!).
    Vendo o vídeo com o Shinobi de arcade, me lembrei de um detalhe: Como pouco joguei este – mais a de Master – não tive como perceber a “Mecânica Shinobi” ja presente neste título e que acabou por ser tornar padrão dentro desta linha de jogos pela Sega.
    Na versão MS, a Sega mexeu na jogabilidade indo além de só colocar barras de energia. Me corrija se eu estiver errado, mas no arcade não tem todas aquelas armas que você adquire ao longo das fases como vemos no 8 bits.
    No “flíper”, já existe a famosa mecânica do power up onde, o shuriken, “fica mais forte” e o golpe de perto idem (geralmente, com alguma animação de ataque diferente). Ainda vemos neste, o shuriken dar espaço para a pistola e o ataque de perto, num golpe de espada. Daí para frente, vemos a mesma tipologia, como em Shadow Dancer (de shuriken para shuriken flamejante e espadada para chute com fogo) ou Revenge of Shinobi (com o power up, o shuriken também fica pegando fogo e os ataques de perto ganham performance onde, é possível até, defender projéteis).
    Já a versão de Joe Musashi para o Master, conforme você avança nas fases e salvando as crianças, ganha-se bonificações (pontos, e permissão de ir para fase de bônus – quande se adquire magias), power ups (para aumento da barra de energia e dar upgrade no projétil) e melhora nas armas de curto alcance.
    O legal é que, se você morrer, perde tudo. Se deixar para trás alguma criança, perde-se a progressão de poder de seu projétil ou ataque de curto alcance. Isto tudo dá um fator de “randomicidade” interessante à esta versão caseira do “ninja com nome de samurai”. Ainda há a possibilidade de, se jogarmos várias vezes, sabermos quais crianças darão determinados bônus e se evitar aquele que não lhe agradar (exemplo, se eu jogar e pegar tudo do começo, chego na Mandara com a pistola e não acho a melhor opção para tal, sendo que prefiro a faca).
    Seja como for, Shinobi de arcade criou um padrão de mecânica que foi utilizado nos jogos seguintes, os principais da séries e que realmente contam, é claro (tem umas bagaças velhas no meio, que prefiro nem citar). A coisa já era tão boa neste, que pouco foi alterada de fato ao longo dos anos, mudando para valer mesno em Revenge of Shinobi 2/Super Shinobi 3 quando ganhou vários movimentos novos.
    Ainda assim, recomendo uma jogadinha no “Shinobizinho” do Master System pois, o considero um game bacana e praticamente um jogo diferente de seu irmão mais velho de arcade. Mas, um aviso: jogue-o desprenteciosamente ou poderá ter uma surpresa desagradável ao fim da aventura (como já disse antes em outro post). Rss!

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  31. adorei o vídeo. gostei mais quando o Shinobi “dançou a valsa” com os ninjas inimigos, mas é verdade. nos momentos que eu debulhava o do Master System, fazia algo parecido. para pegar um de cada vez.. eu apenas vi essa maquina do Shinobi uma vez num Shopping de Boa Viagem. eu tinha 6 ou 7 anos eu achava legal a demo, mas já sabia que não era para mim. e a versão arcade. parecia ser mais osso de zerar

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    • @Heider Carlos Sabe que comprei Shinobi do 360 por causa do mesmo Watanabe? Esse japonês…… :P

      Rapaz, seu relato sobre a evolução da série foi emocionante, pra dizer o mínimo. Um ninja mais novo, hiperativo… putz, não é que olhando no todo, é isso mesmo? Ou pelo menos foi onde sua imaginação nos levou, seja como for, excelente.

      Ah… e no 360 não têm os pôsters de Marilyn, Homem-Aranha é, sei lá, verde….. rs…

      Sim, sobre a captura, Heider: tentei vários métodos, o melhor foi usar o MAME x64 com a captura pra AVI interna dele, AVI sem compressão, sem filtro pra ficar pixel perfect e a 60 fps. Assim, somente houve uma etapa de perda de qualidade (fora a do youtube obrigatória), que foi encodificando no Vegas. Como usei o Vegas mais novo (11), que encodifica a 30 fps real (nada de 29,97, que dá um “solavanco” de vez em quando), isso ajudou bastante. O importante de capturar a 60 e encodificar a 30: o slow motion da cena do “Danúbio Azul” ficou suave, pois havia frames suficientes pra isso. Por fim, o bitrate foi 16000, o dobro recomendado pelo youtube para vídeos “standard HD quality”, dá uma forcinha no reencode do youtube, deixando o gameplay com menos artefatos de compressão.

      Valeu como sempre Heider. A parte do Matt foi onde chorei ;-) e o de Golden Axe, pode escrever num post-it aí: em breve, e com um novo joystick de arcade. Grande abraço, meu velho.

      @Douglas Deiró Opa Douglas, que ótimo review detalhado você nos trouxe de Shonobi do Master! :) Verdade, ele trouxe todas estas adições e, como até mencionei, gostava (e gosto) muito dele no Master — depois de passar da fase de pensar que “não é o do arcade” (a coisa do parâmetro que você acaba se apegando, não tem jeito). O lance da “randomicidade” que ele trouxe, bem observado. Colocando-o como um jogo distinto da sua contraparte, realmente ele brilha, e muito. Rapaz… fique doido pra jogar a batalha com Mandara do Master… então é bom eu chegar lá com a faca, correto? Valeu, vou pegar o cartuchinho ainda hoje à noite — tenho ele em “caixa de locadora” (risos) — pra jogar no Master, no controle do Master (sim, gosto de sofrer, tudo pela nostalgia, rs). Abração Douglas!!

      @leandroleonbelmont Grande Leandro, legal que lembra de ter visto a máquina de Shinobi, eu era um pouco mais velho que você, já ficava numa altura “jogável” nesse fliper, rs… pois é, a valsa ficou divertida mesmo, 1987, uma odisséia no espaço….. ;-)

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      • Não é só você que ficou doido (novamente) em Shinobi. Depois que “encasquetei” que passaria da Mandara (sei lá, 20 e poucos anos depois), não parei mais de jogar.
        E sim, se chegar neste chefe em “Cangaceiro’s Mode” (na faca) é a melhor pedida. Ela é a arma mais rápida e mais precisa que o tiro de pistola. Este último, mesmo o disparo “propagando” seu campo de ação quando atinge o alvo, na Mandara, se o hit não for em cheio na estátua (ficando um pouco mais abaixo entre uma e outra), nenhuma das duas recebe dano e perde-de tempo, o essencial neste confronto. Doideira, né?
        Por fim, algo que havia esquecido de dizer: Deram bola fora em adaptar o comando de magia para o Master System. Ter que pular primeiro e manter o botão apertado para soltá-la é dose e muito pouco prático em determinadas situações (como a tela cheia de inimigos). Não bastava apertas 1+2 para não, Sega? Hehehehe!

        P.S: Acabei de ver o video (muito bacana, por sinal) sobre seu primeiro portátil, o Game Gear. Tenho uma história até parecida com esta sua, mas com um Game Boy (o original). Um dia, quem sabe eu conto. Até mais!

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        • Hahaha, verdade! Se você estivesse no beta-test de Shinobi do Master, seria mais fácil soltar a magia por lá, certamente!! :)

          Legal que viu o do Game Gear! O objetivo do “unboxing” era mesmo de usá-lo de pano de fundo pra observamos juntos algumas informações sobre o portátil mesmo, aquela coisa de jogar sem o “impacto” do som alto, da tela grande e por outro lado, uma experiência mais intimista com o jogo, mais até — porque não — próxima do videogame… :) legal, depois conta o lance seu com o Game Boy sim!! Abração Douglas!

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  32. Rapaziada, parabens novamente ^^
    Recentemente eu realizei uma maratona de Shinobi no mega drive, joguei os 3 games da franquia para o console (Revenge of, Return of Ninja Master, e Shadow Dancer), e tinha muita vontade de conhecre este do arcade mas pqp, o trem não dá continue nem com crédito!!!! SANTA SACANAGEM!!!
    Espero ainda conseguir (talvês em breve) atualizar minha romset de mame (e o próprio emulador tb), e esse video me deixou inclinado a realizar essa tarefa com mais rapidez kkk só preciso de espaço disponível no HD ^^

    Valeu pessoal XD

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    • Valeu mesmo Sabat, que bom que curtiu o passeio pelo fliperama com a gente :)

      Ajeita seu MAME aí que falta você saborear o primogênito do Team Shinobi, muitos shurikens te esperam…. :) Abração!

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  33. Muito bom video, vocês como sempre estão de parabéns. Esse jogo era um dos meus favoritos na infância. Lembro-me que não passava da terceira fase, e raramente chegava na mesma. No Mame só até a penúltima fase com as mãos calejadas. Para quem quer ver o final segue o link abaixo, lembrando que se você tem interesse em jogar até o final não veja pois vai tirar a surpresa tão esperada no fim do jogo.

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    • Valeu Marcos! E mesmo coisa, putz, quase nunca chegava na quarta fase, o que era uma alegria sem tamanho. Em geral, ficava na terceira missão mesmo, isso quando não perdia a ficha na 2-2, rs. Às vezes batia um nervosismo quando perdia uma vida logo no início, aí a partida inteira já tinha ido pro espaço…. Abração!

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  34. Com certeza um dos melhores jogos da Sega de todos os tempos, feito originalmente para a placa System 16 A (depois teve uma revisão para a placa System 16 B o jogo é absolutamente o mesmo, não muda nada, só começou a ser produzido na System 16 B porque a revisão A parou de ser produzida, o que era bem comum naquela época) Divertia e diverte muito até hoje. Shinobi foi o jogo mais bem sucedido da história da Sega nos arcades, seguido de perto por After Burner (Sega X Board, uma evolução da System 16 B feita para simuladores, depois teve a Sega Y Board), Moonwalker (System 18), Golden Axe (System 16 A) e Shadow Dancer (System 18) totalmente obrigatório por tanto.

    Shinobi é classico, pena esse último Boss ser tão fácil, com ou sem shurikens hehe, abraços

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    • Aproveitando, eu queria deixar uma dica e acabei esquecendo… porque quando for falar de jogos específicos não da uma enfase maior nas especificações técnicas originais, e uma palavrinha sobre qual emulador jogar? seria interessante pra quem não conhece poder aproveitar ao máximo as maravilhas da década de 80 e 90 que não é boa só em música não como muitos pensam hehe

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      • Valeu pelas informações complementares Luiz! Sim, qualquer jogo da SEGA baseado nas System xx era garantia de sucesso e muitas fichas de nossa parte :)

        E puxa, anotadíssima sua sugestão. Pode deixar que faremos isso, é uma boa mesmo nos próximos de jogos específicos, às vezes sugerir uma ROM mais indicada, para os casos onde há várias e há alguma diferença substancial, etc. Brigadão mesmo, e concordamos plenamente, não é só em música que estas décadas — especialmente a “purpurinada” década de 80, rs — foram maravilhosas :D

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  35. Ufa, finalmente li todos os comentários!
    Apesar de todos já os terem parabenizado, acho que não custa mais uma vez dizer que este vídeo foi fantástico! Parabéns ao Eric e todo o pessoal do Cosmic Effect pelo trabalho!

    Nem sobrou muito o que dizer, tamanho o repertório do pessoal que aqui deixou o seu relato.
    Bem, gostei muito do fato de que você literalmente vestiu a camisa da SEGA para falar de Shinobi, praticamente “like a boss”, ou como você citou num momento, como um “magnata” do fliperama! Hahahaha!

    Deixe-me perguntar algo, Eric: aquele pequeno trecho tocado na parte em que você cita que o Shopping Iguatemi da capital baiana não pertence ao famoso conglomerado é de Splatterhouse? Fiquei com essa dúvida na cabeça.

    Essa coisa do timing que você citou no Bonus Stage de Shinobi, “blew my mind”. Eu joguei essa versão do Arcade pouquíssimas vezes (assim como outros aqui, tive maior experiência na versão do Master System), e nunca consegui o Perfect justamente por apertar o botão rapidamente. Nem pensava nisso, que coisa! Esse detalhe explicativo, assim como vários outros, foram os que deixaram o vídeo um primor.

    Você citou que os ninjas aparecem como fantasmas, e devo dizer-lhe que eles fazem isso porque é extremamente difícil esconder-se com roupas tão espalhafatosamente coloridas como aquelas! Como não notar um “ninja verde-limão”? Hehehe!

    A parte da valsa me fez pensar no Gabriel do GLStoque — você e ele fizeram/fazem algo que me surpreende: a capacidade de criar um diálogo entre coisas que parecem tão distantes! O Gabriel, por exemplo, já citou a letra de uma música sertaneja relacionando-a a um jogo, e agora você com “Danúbio Azul”, “2001: Uma odisseia no espaço” e o clima do jogo. O que dizer senão… GÊNIOS!

    O final de Shinobi. Como não joguei até o fim no Arcade, nem sabia da limitação do uso de créditos no último chefe, mas já senti na pele a mesma situação, só que em outro jogo: NAM-1975. Até citei isso uma vez no Gagá Games. Fora isso, como eu joguei Shinobi no Master System, deparei-me com aquele final já citado aqui nos comentários. “Que alegria!” Quem diria que depois dele, iria me esbarrar em outro final como esse, só que em outro jogo do Master: Running Battle! Também comentei sobre isso num momento, mas desta vez, no Shugames.

    Enfim, os anos 80, apesar do momento aqui no Brasil, realmente tinham muita diversão. Os filmes de ninja eram o máximo! Hahahaha!

    Agradeço imensamente por essa aula sobre Shinobi, e novamente gostaria de parabenizá-los todos pelo vídeo.

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    • Grande Edu!

      Caramba, de Splatterhouse? Puutzz, não mas fiquei curioso pra saber qual música dele achou semelhante. Bom, a músiquinha que toca ali é do “The Binding Of Isaac”, estava procurando uma game music com cara de “música de elevador” para “momentos off-topic” e essa caiu como uma luva, rs, olha ela inteira aqui -> ( http://bit.ly/I5f5tK )

      “Como não notar um “ninja verde-limão” Rsrsrs… E Running Battle hein…. “now Broody can rest in peace”. OMG… rsrsrs…

      Rapaz, valeu por todos os elogios, espero vê-lo novamente no próximo Cosmic Cast, do Gauntlet IV, que está neste mesmo formato; tenho certeza que vai curtir bastante, ainda mais pelo fino toque de RPG que a Tengen trouxe ao port do Mega Drive…

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  36. […] uma. Essa coisa de atirar no momento certo é abordada também pelo Cosmonal no não tão distante Cosmic Cast #33, dedicado ao Shinobi. Habilidades aprimoradas/adquiridas: […]

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