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TheBoss NewGame 015 – Halo 5 Multiplayer Beta (Xbox One)

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TheBoss Extra 010 Parte 3 – Jogos clássicos, atuais e a melhor cena de Star Wars!

A empolgação de uma audiência de Jedis a certas referências a Star Wars em jogos de videogame na parte final da nossa participação no evento “Aliança Salvador III”, realizado pelo Conselho Jedi Bahia em 2013.

TheBoss Extra 003 – Palestra SuperConsole E YouTube No Gamepólitan 2013

Amigos, uma palestra (ai meu Deus…) que eu “proferi” no Gamepólitan, evento de games que aconteceu em Salvador. No final da palestra, uma pequena surpresa cósmica para os que lá estavam assistindo…

TheBoss Extra 003

Palestra SuperConsole E YouTube No Gamepólitan 2013

 


O Que Você Jogou Em 2012?

Amigos do Cosmic Effect: este post faz parte de um meme entre vários sites que versam sobre videogames por aqui. Como o título do artigo explicita, iremos revisitar os jogos que jogamos neste ano de 2012, porém de forma rápida e sucinta.
Não há conexão entre os mini-reviews, portanto apenas escolha títulos os quais gostaria de ler um parágrafo sobre e aproveite. E o mais importante: compartilhe seus principais jogos que se aventurou este ano com a gente nos comentários!
Espero que gostem!


Cosmonal


The Binding Of Isaac

Edmund McMillen – PC (2011)

Jogos independentes. Antes meras tentativas de programadores sonhadores, agora são uma moda na indústria. The Binding Of Isaac mostra que independente sabe fazer até Zelda. E com um plus: dungeons geradas aleatoriamente. O negócio é uma delícia para quem gosta de se rastejar dentro de cavernas, como eu. Dizem que vai sair até para Wii U no futuro, imaginem só onde esses caras chegaram.


Solar Fox

Midway – Atari 2600 (1983)

Um Pac-Man espacial. Mais um port de arcade bem-sucedido no console da Atari, o jogo até esconde uma palavra secreta que o jogador deveria descobrir vencendo as telas de bônus. Como colecionador, possuo alguns cartuchos ainda não jogados por aqui e este foi uma grata surpresa este ano. Ah, e se quiser saber qual a palavra secreta, leia nosso artigo sobre Solar Fox aqui


Gauntlet IV

Tengen – Mega Drive (1993)

O Que Você Jogou Em 2012 - Gauntlet IV

Gauntlet IV. Torres. Chaves. Poções. Paredes mágicas. Escadas de um só destino. Tesouros que fogem. Elfos (e anéis, claro). Em tempos de grandes batalhas com dragões nas gerações atuais de videogame, Gauntlet IV traz dragões sem vetores, mas com muita personalidade, em um surpreendente dungeon crawler exclusivo do Mega Drive. Afinal, você pode matar dragões nos RPGs por aí; mas… e tornar-se um deles?


Star Fox 64

Nintendo – Nintendo 64 (1997)

Praticamente um remake do já incrível Star Fox do Super NES, a versão para o Nintendo 64 é um deleite para o fã de jogos arcade. A própria Nintendo, que nada produzira nos anos 90 nos fliperamas, caprichava nos consoles domésticos e deixava até os donos de computadores babando com Fox McCloud a 60 quadros por segundo. E com Miyamoto no comando, Star Fox 64 ganha aquele clima de aventura, cortesia do mestre. Fiz até um artigo com capturas de imagens diretas do meu Nintendo 64!


Mass Effect 3

Bioware – PC (2012)

O “Effect” do título deste site que você visita agora veio desta franquia. Uma ficção científica na forma videogame, inspirada no meu jogo favorito de Mega Drive — Starflight — finalmente chegou a uma conclusão. Talvez a trilogia Mass Effect seja, um dia, considerada o Star Wars dos videogames. E não seja um troll e fale do final “que não cumpriu o que foi prometido”: Mass Effect 3 tem um gameplay tão afinado com a ficção da sua história que Jack Sheppard poderia até ganhar um papel importante em Star Wars VII by Disney. Seria o máximo. A nossa série de vídeos TheBoss, que trata somente da next-gen, abriu com ME3.


Enslaved: Odyssey To The West

Ninja Theory – PS3 (2010)

O que me chamou a atenção em Enslaved: Odyssey To The West foram as cutscenes: as expressões facias dos personagens eram chocantes. Mas o jogo… meh. Um hack and slash com alguma plataforma, mas falhou em encantar este jogador que vos fala. Fizemos um episódio em vídeo sobre ele também: o jogo vale muito pelo seu visual e é aquela diversão “porto seguro” com o joystick do PS3 nas mãos.


Astal

SEGA – Saturn (1995)

Oh. Meu. Deus. Que jogo bonito é Astal! Se fosse só isso… mas não: que trilha sonora soberba, com músicas que vão da “game music clássica só que em CD” até alguns jazz-fusion super charmosos. E o gameplay, amigo? Plataforma, 2D, by SEGA. Não tinha como não fazer um Cosmic Cast sobre esta pérola esquecida, esse, amigo retrogamer, eu insisto: se não assistiu antes, não deixe de ver este vídeo antes do mundo acabar!


Resident Evil 4

Capcom – Wii (2007)

Resident Evil 4 trouxe boas lembranças com relação ao survival horror. Com um tiroteio equilibrado com soluções de enigmas, ele é um jogo moderninho — definiu as bases do combate em terceira pessoa da última década — mas que retém o “sabor Alone in The Dark”. Como o joguei por completo às vésperas do lançamento do RE6, fiquei triste ao perceber que a franquia correu para o tiroteio desenfreado depois do RE4… pra isso, temos os FPS, ora! Mas este aqui, especialmente no Wii, é uma delícia de experiência gamística — tanto que fizemos um vídeo em duas partes somente sobre a versão que usa o Wiimote.


Diablo

Blizzard – PC (1996)

Quando penso em Diablo, seja escrevendo para este meme, seja pensando sozinho enquanto dou uma caminhada… dá uma vontade incontrolável de voltar e sentir o tom daquele jogo. Entrar na dungeon, escutar o ruído das flechas das caveirinhas. Que RPG de ação é esse, rapaz? Como todo jogador de PC, já tinha passado por ele antes mas nunca com a profundidade deste ano, para escrever uma matéria para a revista OLD!Gamer junto com meu amigo Gagá. Jogamos até em co-op, o velhinho no Rio de Janeiro e eu aqui em Salvador. Até hoje não sabemos como matamos o Butcher, mas eu insisto: o Gagá amarelou quando aquela porta abriu. Diablo não precisa de remake, ele funciona nesse seu Windows 7 aí numa boa, mesmo o jogo sendo de 1996. Até nisso Diablo 1 é fora de série.


Halo 4

343 Industries – Xbox 360 (2012)

Nada contra aos outros FPS atuais, mas a gente precisa priorizar um só, certo? Senão não sobra tempo pros outros jogos, multiplayer toma um tempo danado… e minha escolha é Halo. É o jogo de “tiroteio descerebrado” que mais me lembra Doom e Quake, os eternos favoritos do gênero aqui em casa. Por sinal, há alguns anos eu andava desencantado com FPS de console — a precisão do mouse+teclado era uma obsessão — mas o Danilo me convenceu a entrar no multiplayer de Halo 3 sem preconceito com as alavancas analógicas do joystick. De lá pra cá… é só fanatismo. Halo 4 é tão bonito, mas tão bonito que você nem acredita que está rodando no Xbox 360 e sua placa de vídeo de 2005. Tanto que ganhou “Best Graphics” no VGA 2012 há poucos dias, o negócio é sério. E o multiplayer azeitou ainda mais o já maravilhoso multiplayer do Halo Reach. Resumo: é o disco default do Xbox 360 até Halo 5. Dancovich, já baixou os mapas novos aí?


Mais alguns títulos jogados pelo Cosmonal em 2012:

Deadlight (Xbox 360)
Hybrid (Xbox 360)
Super Star Shooter (Wii homebrew)
Double Dragon Neon (Xbox 360)
Dead Trigger (Android)
H.E.R.O. (Atari 2600/Game Room, Xbox 360)

Dancovich

Este ano foi o ano do PC para mim. No finalzinho de 2011 adquiri finalmente, depois de várias insistidas de Eric, um PC apto a jogar os jogos mais recentes. Não foi um convencimento muito difícil, já que no final de 2011 vários jogos fantásticos tinham acabado de sair que gritavam “me jogue em um PC”.

The Elder Scrolls V: Skyrim

Bethesda Softworks – PC (2011)

elder-scrolls-skyrim

O primeiro — e não me sinto constrangido em dizer, mais importante — jogo da lista é nada menos que The Elder Scrolls V: Skyrim. Quando terminei Oblivion fiquei simplesmente faminto por mais um jogo da franquia e, enquanto Fallout 3 e New Vegas foram ótimas férias no mundo moderno pós-apocaliptico, o anúncio de que finalmente o mundo aberto medieval da Bethesda ganharia mais uma continuação foi demais para meu pobre coração. Mais de cem horas depois este fica invicto como meu favorito de 2012.


Battlefield 3

DICE – PC (2011)

Battlefield-3

Mas ainda não acabou a farra do PC, já que meu recente cansaço da série Call of Duty me levou a experimentar Battlefield 3. O jogo foi recebido com elogios e críticas mas eu fiquei com a parte dos elogios mesmo. Infelizmente sou ruim de doer no jogo, mas me divirto mesmo assim e o jogo põe um pouco de cérebro na fórmula “corra-que-nem-louco-atire-no-que-se-mexer” de Call of Duty.


Diablo 3

Blizzard – PC (2012)

diablo3

Dois mil e doze foi o ano em que finalmente a Blizzard deu o ar da graça com seu aguardadíssimo Diablo III. Engraçado que em Diablo II eu não entrei na febre de jogá-lo por mais de 400 horas como muitos faziam (e fazem até hoje), mas achei que iria entrar na febre em Diablo III. O jogo é bom — ainda que eu tenha algumas ressalvas — e me diverti um bocado, mas não fui tão fiel assim e logo passei para o próximo. A fila anda.


XCOM: Enemy Unknown

2K Games – PC (2012)

XCOM_Enemy_Unknown_Game_Cover

Para fechar o PC com chave de ouro, adquiri o fantástico jogo de estratégia em turnos XCOM: Enemy Unknown. Quem jogou o original não se decepcionou de forma alguma: XCOM apresenta a mesma fórmula da série Civilization, que é a síndrome do “só mais um turno”. Só sei que cheguei no trabalho como um zumbi duas ou três vezes após ir dormir quatro da manhã esperando mais um turno terminar.


Chrono Trigger, H.E.R.O. e Final Fantasy 6

Square Enix (SNES, 1995), Activision (Atari 2600, 1984) & Square Enix (SNES, 1994)

game room

Nem só de PC foi meu ano. Na frente retrogamer rejoguei alguns velhos amigos como Chrono Trigger que foi lançado no Android, H.E.R.O. no Game Room do Xbox 360 e Final Fantasy 6 no Super Nintendo (emulado) mesmo. Retrogames sempre terão lugar especial em meu coração e agora que smartphones têm emuladores de tanta qualidade meu passatempo ocasional sempre é uma partidinha de Mario, Pitfall, etc.


Metal Gear Solid HD Collection

Konami – Xbox 360 (2011)

Graças ao Gagá (ah miserável) fiquei sabendo de uma verdadeira pérola no Xbox 360: Metal Gear Solid HD Collection, contendo MGS 2, MGS3 e MGS Peace Walker. Destes três jogos. o MGS3 era um desafio pessoal, pois o tinha começado ainda no PS2 umas 10 vezes… mas nunca tinha passado da primeira missão. Comprei este remake em HD e fui direto para o MGS3, com espírito de “agora vai”. E foi mesmo: finalmente o risquei da listinha, ao mesmo tempo feliz por ter terminado um jogo tão elegante da franquia. Arrependido de não tê-lo feito antes.


Halo-4

Chegando no final do ano, o 360 reconquistou meu interesse com Halo 4. Sou fã incondicional da série que tanto me lembra as partidas online de Quake, e esta versão está fantástica em absolutamente todos os sentidos. Escrevo meu relato enquanto baixa o primeiro pacote de mapas para ele, então se pareço apressado no texto é porque estou mesmo. Baixou. Eric, entra na Live aê. Volto já, amigos. E um ótimo 2013 para todos!


BONUS STAGE DO MEME!

O Cosmic Effect convida os amigos dos blogs participantes do meme a assistirem o primeiro episódio de nossa nova série em vídeo sobre retrogaming: Retrowave.
Neste  primeiro episódio: F-Zero do SNES, Senhor das Trevas do Odyssey e SpellCaster do Master System. Com imagens capturadas diretamente dos consoles!
Espero que gostem!

* * *

Blogs Participantes do Meme

“O Que Você Jogou Em 2012″

Xbox Music: para ouvir música até estourar

Há pouco, pouquíssimo tempo atrás, numa galáxia muito próxima, a moda da música era baixar MP3. Kazaa, eMule, Megaupload, Piratebay: a gente – digo, vocês, que são criminosos, eu sou um santo — catava música em várias fontes diferentes. Nem sempre era fácil achar o que a gente procurava, a qualidade do áudio variava de download para download e o risco de vírus era constante.

Mas isso já é passado. Em tempos de mobilidade, em que a gente tem computador, notebook, videogame, celular, tablet e chaveirinho que roda Android, ficar copiando a coleção de músicas de um aparelho para o outro não tem condição.

É aí que entra o Xbox Music, uma espécie de Netflix musical. Você paga 15 reais por mês (o primeiro mês é gratuito) e pode navegar livremente pelo cardápio musical da Microsoft, ouvindo quantas músicas quiser. No momento o serviço só roda no Xbox 360, no Windows 8 e em telefones Windows Phone 8. Porém, a Microsoft promete levar a coisa toda para outros dispositivos no futuro, então os donos de dispositivos móveis rodando iOS ou Android já podem ir se animando. Também há a previsão de uma rede social unindo usuários do Xbox Music em breve.

Estou usando o serviço há dias no Xbox, e fiquei bastante surpreso com a qualidade do negócio. Tudo funciona via streaming, como no YouTube. Eu tenho conexão de 10 Mb, e o streaming funcionou perfeitamente, sem qualquer travadinha. Minto: em uma ocasião a música simplesmente parou de tocar, mas a culpa muito provavelmente foi da minha conexão.

Para quem prefere comprar músicas e baixá-las, o Xbox Music também tem uma lojinha online, mas infelizmente ela ainda não opera no Brasil. A partir do ano que vem, um serviço de armazenamento em nuvem permitirá o acesso à sua coleção pessoal onde quer que você esteja. Até que se prove o contrário eu acredito que quem já tem uma boa coleção de músicas no iTunes não vai querer mudar de time.

Por outro lado, o serviço da Microsoft é muito mais interessante que o da Apple para pessoas como eu, que não têm “iNada” e vivem rodeadas por dispositivos compatíveis da Microsoft – Windows no PC, Xbox na sala e, caso a Microsoft cumpra sua promessa, celular com Android.

Xbox

Mas de nada adiantaria tudo isso se a oferta de músicas não fosse boa, e esse é o maior destaque do serviço: de artistas pop como Coldplay e U2 a nomes menos conhecidos por estas bandas, como Tori Amos, The Wallflowers e a violinista-prodígio Vanessa Mae, o Xbox Music sempre retornou alguma coisa nas pesquisas que eu fiz – na maioria dos casos, encontrei vários discos (muitas vezes todos) de cada artista, disponíveis para audição na íntegra, na hora, sem espera. Há até alguns clips para a gente assistir, mas aí a oferta já é bem mais modesta.

Artistas brasileiros também estão incluídos: há vários discos do Kid Abelha, por exemplo, e quando minha sogra pediu para ouvir Nelson Ned eu quase caí para trás ao ver que ela poderia até escolher o disco! Wando? Sydney Magal? Estão lá também. Impressionante. É claro você não vai achar muita game music por lá, mas a trilha do Halo 4 está às ordens para quem quiser ouvir.

Quando você bota uma música para tocar, o Xbox Music exibe uma apresentação de slides estilizada com fotos do artista em questão – artistas menos badalados geralmente não têm fotos específicas; nesse caso, o serviço exibe a capa do disco em um mosaico como fundo. Você pode criar e salvar playlists; também pode simplesmente ouvir uma música e apertar o botão X sobre outras para que elas sigam para uma fila (que nada mais é do que uma playlist não salva). A mecânica funciona bem, mas senti falta de uma opção que me permita manipular facilmente essa playlist.

Um recurso muito bacana é o SmartDJ, que monta automaticamente uma playlist com artistas semelhantes aos que você estiver ouvindo no momento. Enquanto eu ouvia um disco do REM, ativei o SmartDJ e ouvi Yo La Tengo, Counting Crows e outras bandas que, de fato, costumam agradar a quem curte REM. Já minha esposa ativou o SmartDJ enquanto ouvia Josh Groban (um cantor pop-lírico), e a playlist incluiu Michael Bolton, Andrea Bocelli e Ill Divo, todos artistas semelhantes em estilo. Enfim, o SmartDJ não só funciona como uma rádio que só toca artistas do estilo que você curte como ainda serve para você descobrir bandas com grande potencial de agradá-lo.

Na tela de abertura, há uma seção que destaca discos novos; isso é ótimo para quem gosta de estar sempre trazendo mais artistas para sua playlist. Agorinha mesmo fui navegar por essa lista e meio que aleatoriamente botei para tocar o disco do Jake Bugg – nunca tinha ouvido falar nele, é um cara de 18 anos que está lançando seu primeiro álbum, com influências de Oasis e Bob Dylan. E não é que o disco é excelente? O disco da Lana Del Rey também me agradou, e até outro dia eu mal sabia que a moça existia.

Obviamente, nem tudo são flores. Além da já mencionada dificuldade em manipular a playlist atual, a interface em si é meio “labiríntica” e é fácil se perder. A Microsoft poderia melhorar essa situação facilmente acrescentando atalhos para algumas funções mais usadas em cada botão do controle.

Quando você escolhe o artista, o Xbox Music abre uma lista de CDs. Acontece que essa lista é uma zona, misturando singles e álbuns completos, e algumas entradas se repetem. Isso pode gerar uma grande confusão para artistas com carreiras longas e com muitos singles lançados; o ideal seria ao menos separar os álbuns dos singles. Ordenar discos de artistas por ordem cronológica e ter uma opção para tocar todos eles em sequência ou em ordem aleatória também faz falta, e me parece um recurso básico. Ao menos há uma opção para ouvir as faixas mais tocadas de cada artista, que é muito bacana para conhecer melhor a carreira de um artista que você acabou de descobrir.

Vale observar ainda que há algumas informações erradas sobre os artistas no que se refere ao ano de lançamento dos álbuns. Outro problema: alguns discos estão na lista, mas não dá para tocar nenhuma música deles. Pelo que vi, isso acontece com a coleção inteira do Barão Vermelho, que curiosamente estava em destaque na página inicial do serviço. Vai entender.

Mas o que mais me irrita talvez seja o fato das músicas tocarem em loop. Quando o disco acaba, começa de novo do início. Se você escolher uma única música para ouvir, ela vai repetir, repetir, repetir… é surreal que não haja uma opção para desligar o “repeat” desse negócio. Outro vacilo é que não dá para deixar o Xbox Music tocando enquanto você navega na internet ou mexe em outras áreas da interface do Xbox. Isso eu considero básico, mas sonhando um pouco, seria fantástico se desse para ouvir o Xbox Music enquanto você joga alguma coisa. Bom, aí já seria luxo demais.

Seja como for, esses problemas são pequenos se comparados a tudo de bom que o serviço oferece. Eu já me converti, e decidi pagar a mensalidade de 15 reais. É muito conveniente ter um amplo cardápio musical na minha sala, pronto para atender ao gosto de qualquer visita que eu receber. Além do mais, vou instalar o Windows 8 antes do ano virar, e como trabalho em casa ouvindo música esse negócio vai ajudar a deixar o trampo mais animado.

Quando o Xbox Music chegar a celulares populares com Android, aí então vai ser uma festa. É claro que hoje a internet em celular ainda é lenta e cara aqui no Brasil, mas vai saber como vai estar essa situação daqui a um ano ou dois? Quando a internet móvel decolar no Brasil, serviços de streaming como o Xbox Music têm grandes chances de aposentar o MP3 no nosso dia a dia cada vez mais movimentado. Ao menos no meu dia a dia, isso é quase certo.

Portanto, fica a recomendação do Gagá: experimente o Xbox Music. Você pode fazer o seu cadastro facilmente pelo menu “Música” do seu Xbox. É preciso informar seus dados de cartão de crédito para usufruir do mês gratuito, mas se só quiser testar mesmo e não estiver disposto a pagar mensalidade, não esqueça de cancelar seu cadastro antes de completar um mês de uso!

E já que falamos de música, aí vai, sem nenhuma explicação lógica ou qualquer relevância, o listão dos dez CDs favoritos do Gagá! ^_^ A lista está em ordem alfabética, e não em ordem de preferência. Todos os discos estão disponíveis no Xbox Music – pronto, arranjei uma desculpa para falar dos meus discos favoritos, he he!

  • “Automatic for the People” (REM): de ponta a ponta, este disco é um festival de pérolas. Abre perfeitamente com a hipnótica “Drive”, e fecha maravilhosamente com “Man on the Moon”, “Night Swimming” e “Find the River”, num dos maiores encerramentos de disco da história do rock.
  • “Elastica” (Elastica): gosta de new wave? Blondie, Ramones? O Elastica mistura isso tudo com alta competência num disco curto e grosso, totalmente brilhante.
  • “Garbage” (Garbage): sonzeira unindo a música eletrônica dos anos 90 ao som pop-gótico dos anos 80. A vocalista irresistível é a cereja no bolo.
  • “In Utero” (Nirvana): ok, o clássico do Nirvana é o “Nevermind”, mas não tem como ficar indiferente ao som cru e poderoso de “Serve the Servants” e outros petardos.
  • “Last Splash” (The Breeders): banda da baixista dos Pixies. Tem aquele jeitão de rock alternativo ao estilo Sonic Youth, mas há uma pegadinha pop irresistível se misturando timidamente. Se você viveu os anos 90, deve conhecer o hit “Cannoball”, mas minha faixa favorita é “Saints”.
  • “Live Through This” (Hole): eu odeio a viúva do Kurt Cobain tanto quanto qualquer fã do Nirvana, mas putz, que discaço. Gritaria, atmosfera e uma energia descomunal. Dizem que o Kurt foi ghost writer das músicas…
  • “Little Earthquakes” (Tori Amos): uma mulher e um piano, com composições altamente pessoais. Sim, tem tudo para ser um desastre chatérrimo para qualquer homem, mas felizmente Tori Amos está bem longe de ser uma Alanis Morrissette (ok, confesso que gosto do primeiro disco da Alanis, mas odeio todo o resto). Tem músicas aqui que são de chorar de tão bonitas (estou olhando para você, “Winter”).
  • “OK Computer” (Radiohead): com músicas densas, em camadas, alternando suspense, beleza e solos de guitarra rasgados, levando o ouvinte das lágrimas ao desespero. Minha esposa detesta esse disco ^_^
  • “Post” (Björk): difícil escolher só um disco desta bizarra cantora islandesa, mas acabei me rendendo ao transe chacoalhante de “Army of Me”, à balada eletrônica sobre suicídio “Hyperballad” e à beleza de “Isobel”. Um aviso: Björk é do tipo “ame ou odeie”, depois não venha reclamar comigo!
  • “Trompe le Monde” (Pixies): o clássico do Pixies é o disco “Doolitle”, mas eu gosto mais ddeste aqui, que é um disco meio malhado até. “Head On” é para levantar defunto, “Alec Eiffel” é pauleira com teclado mágico no final, e “Letter to Memphis”… que delícia. Ainda tem a lindíssima “Bird Dream…” para completar.
  • “What’s the Story Morning Glory” (Oasis): Da minha lista aqui, este talvez seja o mais acessível. Música pop com a habitual “muralha” de guitarras da banda. Ótimas letras, melodias fantásticas, uma delícia de disco para todo tipo de ouvinte.

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TheBoss 007 – Halo 4

Master Chief está de volta. Halo está de volta como o FPS de sempre que tão bem representa o Xbox 360.

Só que, neste jogo em especial, Halo 4 tem ares de um título feito, quem sabe, para o Xbox 720…

TheBoss 007

Halo 4

 

Download MP4 TheBoss 007 – Halo 4

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