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TheBoss 002 – Enslaved: Odyssey To The West

No segundo episódio da nossa série sobre a geração atual, fizemos um passeio no título mais recente da novata Ninja Theory, o Enslaved: Odyssey To The West. Lançado em 2010, Enslaved é um típico jogo de ação com plataforma e combate hack and slash. E orbs.

…E cutscenes meticulosas, com captação de movimentos e expressões faciais poucas vezes vista no videogame. Convidamos o amigo jogador a conhecer mais um título ambientado no nosso planeta, 150 anos depois do apocalipse. Neste futuro devastado, haverá algum PlayStation 3 ainda funcionando? ;-)

Se você for um fã de Devil May Cry, este vídeo pode provocar reflexões importantes acerca do futuro da amada franquia. A desenvolvedora do Enslaved, enquanto você lê este artigo, está trabalhando no desenvolvimento do reboot de DmC. Portanto, o Cosmic Effect Team recomenda atenção redobrada ao assistir o…

TheBoss 002

Enslaved: Odyssey To The West

 

Observação para os amantes de altas taxas de quadros por segundo em jogos de ação: todo o gameplay deste episódio foi capturado a 60 FPS, por HDMI, em qualidade máxima (convertido a 30 FPS para atender o limite do YouTube). Dada a precisão da captura, os mais atentos poderão, até mesmo, perceber o efeito de tearing (um “rasgo” na imagem) ocasional que ocorre na versão do PlayStation 3. O V-Sync  desligado para melhorar o desempenho, por vezes sofrível, do título no console da Sony, parece que foi a única solução encontrada pela Ninja Theory. Ou seja, todos os framedrops presentes neste episódio foram preservados para garantir o realismo da sua sessão. O Cosmic Effect Team exime-se de qualquer responsabilidade relacionada a quadros de animação perdidos…
Download MP4 TheBoss 002 – Enslaved: Odyssey To The West 

* * *

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38 Respostas

  1. Belo jogo e belo episódio.

    Quem lembrou de Dragon Ball dá UP!!!

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  2. já ouvi falar desse game, é um daqueles games que são bons, mas ninguém paga pau. e a voz de um dos personagens é a do Andy Serkin, vulgo Gollum/Smeagle do Senhor dos aneis.

    esse game é uma prova de que orçamento milionário e publicidade excessiva não fazem um bom jogo.

    Com uma história simples e bacana sobre amizade e dedicação, Monkey e Trip dificilmente se tornarão famosos como o Branquelo Espartano e Master Chief, mas encantarão a todos aqueles que se dispuserem a passar algum tempo com eles.

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  3. Saudações à todos!
    Tudo certinho?
    Então…
    Se haverá PS3s funcionando daqui há 150 anos depois do apocalípse, eu duvido muito. Mas, um Mega Drive, com certeza terá!
    Robustez e durabilidade, é com os consoles da Sega mesmo… sem comparação. Hahahaha!
    Até mais!

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    • Completando o comentário, pois só consegui assistir só agora…

      São jogos como esse que me fazem querer ter um videogame moderno. Curti muito esse “Dragon Ballminator” com o “Goku do Futuro”. Hehehe!`
      Gostei muito do trabalho produzido com o The Boss. Atingiram um patamar profissional de edição de imagens, aliado aos comentários top de linha de sempre…. parabéns!
      Até mais.
      Abraço!

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    • @Leandro alves (@cybertechwyvern) Sim, Smeagle está no Enslaved sim, hehehe! Que dublagem incrível, não? É isso mesmo, sem grandes inovações, sem multiplayer… mas tem um apelo, é um jogo que dá pra passear pela campanha com alguma diversão. Vamos aguardar DmC agora…

      @Douglas Deiró “…um Mega Drive com certeza terá (daqui 150 anos)” hehehehe! Vou pegar sua deixa e, se me permite, compartilhar este reforço ao seu argumento, Douglas:

      Enquanto gravava o Cosmic Cast do R-Type, o Xbox 360… deu 3 luzes vermelhas e morreu. Resumo: tive de gastar o que não tinha pra comprar outro e continuar a vida. Olhei para o SuperConsole… o Atari que tá dentro do móvel fez 30 anos (tem o selo embaixo com data de 1982)… o NES tem uns 25 de fabricado… Mais uns 4 Mega Drive com mais de 20 anos… e o Xbox 360 TINHA 3 ANOS DE VIDA!!!!

      Valeu Douglas e falou bem, o Enslaved é um joguinho danado de atraente mesmo sem inovações! “Às vezes tudo que queremos é passear pela campanha…” :) Abração!

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      • Esquente não Eric, quando ele completar 4 anos de vida, acende a quarta luz vermelha para comemorar!!! hahahaha. Cara, é rir para não chorar, o meu não teve esse problema ainda (tenho um Elite Falcon de 2009), mas o Drive dele já está emperrando, para abrir, tenho que ficar pressionando o eject várias vezes :-(

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        • Que engraçado Frank, o meu 360 dá o mesmo problema. Achei que era coisa única, não sabia que era um erro comum.
          To esperando me mudar para trocar de Xbox. Apesar dos problemas gosto dos jogos para ele, o R-Type Dimensions é um exemplo de coisa que eu gosto nessa nova geração de consoles, assim como Braid, Winterbottom, Limbo, Castle Crashers, etc.

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        • Haha, valeu o apoio moral, mister Frank :) Rapaz, o meu era exatamente o mesmo, um Elite Falcon… cheio de nobreak, uso moderado, tudo “certinho”… é a “loteria 360”! :) O acervo incrível da Live vale a pena, mesmo assim.

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      • Quando digo coisas como estas, que os videogames de hoje são umas “frangas”, tem moleque que pira! Heheheh!
        Lembro de PS1s de ponta-cabeça porque o canhão havia desalinhado, até quebrarem de vez. Por outro lado, na mesma época, vi um Saturn cair de uma mesinha de centro (porque meu amigo tropeçou no fio do controle) e o jogo só deu uma “pausa” por conta do tranco, continuando a rodar numa boa logo depois, como se nada tivesse acontecido.
        Tem empresas que se gabam de vender milhões de consoles mas, lá fora, não há o hábito de mandar aparelhos para concertar. Ou seja, quebrou, compra-se outro:”Assim, fica fácil né, Sony, Microsoft e Cia. LTDA?”.
        Em suma, produzem-se consoles vagabundos, para quebrarem logo e dar lucro para o fabricante, enquanto o pensamento do passado, era lucrar com os jogos. Taí sua prova, o Atari do Éric funcionando perfeitamente desde 1982.
        Devemos virar as coisas para a modernidade? Claro que não, ou deixaríamos de aproveitar coisas maravilhosas que não cansam de surgir. Mas, há de se enaltecer o trabalho feito outrora ou, nada disto que temos no momento existiria.
        Aliás, isto é uma coisa que o Cosmic Effect faz com maestria, não deixa o legado gamístico se perder na “Aurora do Tempo” dando, também, o devido crédito para os “Polígnos Renderizado em Tempo Real” que temos agora.
        Até mais!

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        • O pior Douglas é que não é bem assim. O PS3 deu prejuízo na venda de cada unidade por anos, acho que só agora a Sony lucra no console vendido. O 360 também deu prejuízo um tempo mas passou a dar lucro mais cedo.
          Cada vez que um console desses quebra e alguém compra outro Sony e MS também perdem, porque elas ganham no jogo e uma pessoa que compra dois consoles não compra dois de cada jogo que tem, então essencialmente elas tomaram prejú em dois consoles a toa.

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        • Belo relato, Douglas. E lisonjeado ficamos com o trecho cósmico no seu comentário!

          E também creio em um certo descuido por parte da indústria, gerando uma “descartabilidade” ruim, para os nossos bolsos e para a natureza. Pô, a Apple mesmo… dificulta ao limite a manutenção nos iPads, piorou no iPad 2 e 3 este aspecto. É uma atitude mesquinha da empresa — proteger sua propriedade intelectual ignorando a possibilidade de reuso do dispositivo através de manutenção. Não há argumentos contrários a isto, as conclusões estão por aí, feitas pela turma hacker/entusiastas de eletrônica sobre o tablet da Apple.

          Tudo bem que desde o PS2, os consoles sofrem com refrigeração ativa (presença do cooler), isso piora as coisas em termos de durabilidade. Mas o 360 e o PS3 tiveram números tão alarmantes em defeitos pouco tempo depois de comprados que… putz, nem PC montado na esquina está assim… tem algo errado com estes pixels… :)

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      • Putz Eric… seu XBOX foi pro saco? Não sabia disso… aff.
        Vc sabe que eu ja passei por isso com meu PS3 e vou lhe dizer: se ele pifar novamente eu desisto dessa geração! rs

        Eu pensei que esses novos XBOXs fossem mais resistêntes, que fossem imunes ao problemas das luzes… e olhe que vc toma todo o cuidado que eu sei: usa nobreak, protege os consoles contra humidade e contra o salitre.

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        • Foi Euler, rapaz, foi muito rápido: tive a pior das 3rl, o mais nefastos dos códigos. Comprei um Xbox arcade, que é barato, e coloquei o HD do antigo nele através de um case vendido no dealextreme. Aí saiu mais em conta e ficou tudo igual. Agora estou vendendo o defeituoso no ML pra turma das “spare parts”… e sim, assim como você, acreditei por um tempo nos “Elite”, agora caiu por terra… especialmente depois de ler por aí o povo da eletrônica afirmando que, para a falha clássica do super-aquecimento no core, a falha de arquitetura continuou… bom, agora eu acredito! :(

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  4. Fala aí galera! Primeiramente, parabéns Eric, Andrey, Gagá e Sheila por mais este vídeo!

    Desde que conheci este jogo o que mais me chamou a atenção foi sua história, principalmente por saber que foi baseado em “Jornada ao Oeste”, que também serviu de inspiração para Dragon Ball. Joguei apenas o seu demo para Xbox 360 e desde então decidi que um dia iria jogá-lo por completo. Infelizmente, este dia ainda não chegou! hehehe

    Sou um cara que não é fã de Hack and Slash, os famosos smash buttons. O único game no estilo que eu gostava mesmo era o primeiro Ninja Gaiden para Xbox. Porém, ele é BEM difícil. Mas nesta geração, me surpreendi com os gráficos de jogos como Bayonetta e o próprio Enslaved. Não sei se tem partes mais caprichadas ainda, mas aquela parte nas asas daquela nave no início do jogo, o vento batendo, é demais!

    Recentemente, me aventurei com Darksiders e gostei demais do jogo (estou jogando). Sei que ele pega elementos de jogos com Zelda e God of War, mas por eu nunca ter jogado God of War e outros parecidos, estou curtindo muito. Não quero desmerecer este tipo de jogo, mas sempre quis pegar jogos assim em promoções e jogá-los de forma semelhante a que Eric falou no vídeo: depois de um dia estressante de trabalho, “desligar o cérebro” mesmo e só curtir o momento.No caso de Darksiders o achei muito bem resolvido. E já tinha cogitado de jogar em breve Enslaved.

    Talvez alguns de vocês estranhem (ou não) as fortes críticas que Eric fez ao jogo, pode até parecer que ele pegou o jogo pra “Cristo’, hahaha. Mas achei uma análise sincera, tanto é que, não foram poupados elogios quando foram apontados os pontos positivos do jogo, como gráficos, destruição e cenário, dublagem, expressão facial, etc. Ainda assim, senti uma certa frustração. Você tinha algum hype, ou esperava um pouco mais da jogabilidade, Eric?

    Confesso que notei claramente esses, defeitos talvez (ou simplesmente escolha de game design), como o fato de não cair. Por outro lado, como já espero algo mais fácil e mastigado nestes jogos, acabo não exigindo tanto deles E, por isso acabam até superando minhas expectativas. Se foi escolha de game design, talvez o lance dos “trilhos” seja para não quebrar a imersão (ou não dar frustração ao jogador), para que o clima cinematográfico não seja interrompido por uma morte no meio do caminho. Shenmue tinha essas “cenas” jogáveis, porém seus quick time events não perdoavam desleixo e falta de atenção por parte do jogador, o que por outro lado prova que seria possível fazer algo bem feito de outra maneira também.

    Mesmo sendo condescendente com esses “trilhos” do jogo o tempo todo, não tenho como discordar que, pelo menos em algumas partes, como o rio sujo tinham sim que ter a queda e o dano, assim como Rayman 2, por exemplo:

    No mais, acho que o jogo é muito bonito e merece ser jogado. É uma pena que seja exclusivo de consoles, pois no Steam tem muitas promoções ótimas. Meu Darksiders peguei por R$ 10,15. Mas como Enslaved se trata de um jogo single player, uma boa pedida é tentar pegar um usado para quem não quiser gastar muito. Um grande abraço!

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  5. Esse game para mim foi uma das grandes surpresas do seu ano. De fato como bem falou o Eric, não inova, mas é bem competente nas mecânicas que explora.

    Sem dúvidas a narrativa é um presente para quem curte esse lado nos games. Legal ter falado um pouco da Ninja Theory também, vamos ver o que eles estão preparando em termos de Devil May Cry, ou DMC, que já vem com o desafio de vencer o preconceito dos fãs, já que Dante saiu de um visual estiloso para digamos “estiloso demais”, hehe.

    Engraçado que a personagem do Enslaved até lembra um pouco a de Heavenly Sword.

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    • @FrankCastle Sim, Frank, você certamente vai amar jogar o Enslaved por inteiro: tem muito valor de produção, visual bem cuidado, coloridíssimo para um mundo pós-guerra, é agradável “estar lá”.

      Falou tudo: os títulos que citou são “relaxantes”, às vezes precisamos deles… Ninja Gaiden (Sigma, se não me engano?) que joguei no PS3, meu Deus, aquilo era dificílimo (deve ser no quilate deste do Xbox que mencionou, imagino?) Mais do que Bayonetta ou DmC 4, por exemplo, rs… fiel ao original do NES! Se o cara quer curtir uma viagem single-player sem frustração, o Enslaved é boa pedida (só não precisava fazer a plataforma tão bobinha… aí não há como negar que “negaram” gameplay em prol do “cinemão”, aí mora o perigo pois não fui ao cinema e sim peguei o joystick, né? Rs… fora isso, o jogo funciona bem).

      Pessoalmente, sim, o Enslaved decepcionou um pouco pois há muito potencial naqueles mapas para boas sequências de plataforma. Mas aquela rigidez dos pulos ali… foi demasiada. Não deu pra aceitar aquelas sequências de pulo 100% automatizadas. Era melhor nem ter… como você falou, pode ser para não “interromper o clima cinematográfico”. Reforço que é uma posição pessoal apenas: quando isto acontece, considero uma grande falha. Os jogos não precisam do cinema tanto assim…

      Eles (os jogos eletrônicos) se auto-contém em sua maneira de contar a história, que deve ser, sempre, através do gameplay. Eu errava alguns quicktime de God of War! Isso tornava 10 vezes mais valiosa uma sequência de animação daquelas. Quando sacrificam gameplay em prol de “cinemão”, sinto logo um conflito de personalidade naquele título e ele perde “sustentação”, personalidade. Sinto que estou segurando o joystick à toa… rs…

      Por outro lado, o Enslaved tem muitos predicados e o combate com chefes (pena que são pouquíssimos) são bem arquitetados. Fico feliz em saber que estes vídeos não me posicionam como um crítico, e sim como alguém que “juntou as partes do jogo” pra todo mundo ver e apreciar o que mais gosta. Sua lembrança dos quicktimes, putz, foi excelente. Se a Ninja Theory tivesse visto seu comentário, teria colocado em algumas sequências (e se tivessem jogado Rayman, também, rsrsrs).

      Grande abraço mestre Frank! Vou deixar você com mais água na boca ainda pra o Enslaved: O final é bem interessante… ;-)

      @FAKEPIX Um favorito seu o Enslaved, lembro disso! :-) E esse “estiloso demais” devemos entender como “visual emo” do novo Dante da Ninja Theory, confere? :D Abração Sérgio!

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      • “aí mora o perigo pois não fui ao cinema e sim peguei o joystick, né? Rs…”

        Hahaha, é verdade! Isso você sempre deixa bem claro! Tanto, que até notei que você não deu muita ênfase na história. Às vezes, fico até com medo de tecer alguns comentários focando muito na história dos jogos e deixá-lo furioso, hahahah :-) Mas concordo plenamente com você, Eric quanto a video game ser algo para se jogar… Ainda que eu seja bem tolerante com alguns jogos ou “pseudo-jogos” que são mais experiências interativas para contar uma história, como o Indie game “To The Moon”, (acho que este você não gostaria)

        “Eles (os jogos eletrônicos) se auto-contém em sua maneira de contar a história, que deve ser, sempre, através do gameplay. Eu errava alguns quicktime de God of War! Isso tornava 10 vezes mais valiosa uma sequência de animação”

        Valorizo muito isso, ainda que eu aceite algumas exceções, como comentei mais acima. O que me deixa “P da vida” é ver pessoas exaltando jogos por causa de simples cutscenes e trailers mostrados em feiras como E3, por exemplo. Eu sempre falo: “Gente, isso não é o jogo, é só CG… vocês não vão jogar isso aí, isso não representa o gameplay do jogo!”. Mas as pessoas insistem em se iludir e quando o jogo sai, muitas vezes terminam decepcionadas.

        Agora no que vou falar a seguir, acho que você vai concordar 100% comigo Eric. Quando quero demonstrar o poder do gameplay para se contar (jogar) uma história, cito sempre a franquia Half-Life. Nada de cutscenes, tudo interativo! Você monta a cenas e olha para onde quiser! (Você é o diretor! hehe). Este é o maior exemplo de como cutscenes são recursos que podem ser totalmente descartados. Não vou dar spoilers, mas quem quiser um exemplo ilustrado, digite no Youtube: “Half-Life 2 dog strider” (aviso, será um grande spoiler do jogo).

        *fica a dica inclusive de usar isso para ilustrar algum Cosmic Cast / The Boss futuro, quando o assunto envolver “Cinematics vs Gameplay para contar uma história”

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        • É Frank, você tocou num ponto importante, batido, mas anda mais importante do que nunca: a modinha dos trailers da E3. Houveram anos onde só foi apresentado trailer de CG, e isso é… desconfortável para nós que iremos comprá-los, não? :)

          Seu excelente exemplo de Half-Life (não precisa nem dizer que um dia espero podermos fazer o co-op dele no Cosmic Cast, HL é um favoritíssimo cósmico…) eu MAIS do que concordo 100%: ali SIM é como se embute a história em um videogame. Exemplos ainda melhores que costumo repetir são: Out Of This World e BioForge. E, no universo dos atuais, alguns bons indies têm conseguido (Limbo, por exemplo).

          Outro exemplo clichê é Portal 1 (“Valve strikes again”…). Putz, como eu terminei querendo saber a origem daquela moça que eu só via de relance nos portais… altamente noir, como um bom Blade Runner ou Prometheus. E pertencente à linguagem DOS videogames, sem recorrer a história mais explícita, característica natural da mídia cinema. Já diria Yoda: “Caro em dinheiro produzir cutscene é… e barato em talento…” :)

          Pode ser uma conta simples: se caprichou no cinemático… é bom que o gameplay esteja, NO MÍNIMO, a par… senão… algo “grande” ficará faltando. Jogo (a não ser que mudem o significado original da palavra “jogo”) sempre será 90% gameplay e 10% os demais elementos. Claro que são 10% importantes (“às vezes, o detalhe é que importa…” já jogou um jogo somente pra ouvir um determinado efeito sonoro que te agradava? Eu já…), especialmente quando bem-feito. O cara não gosta de FPS, mas já jogou Crysis 1 com tudo no máximo? É um delírio visual, ninguém chegou perto e já estamos 5 anos após lançado… Mas, decididamente, não é uma experiência gamística tão rica quanto… Limbo.

          Outro ponto legal, Frank: a história nunca poderá ser o foco de um jogo, mas, por outro lado, é CRUCIAL para os designers. Eu já participei várias vezes (desde os anos 90) de equipes “ultra-homebrew” que tentaram desenvolver um jogo. E a história é essencial para eles: é onde o designer “puxa” as idéias para o gameplay. É um processo bonito de se ver, por conta da inventividade. Eu já fiquei imaginando porque as peças de xadrez refletem um regime monárquico em guerra. Aí fizeram “Game of Thrones! Quando comecei a assistir, pensei: “rapaz, acho que foi olhando para um tabuleiro de xadrez com suas peças esculpidas em madeira que o criador teve a idéia de escrever estes livros” (risos). De repente, na segunda temporada teve uma cena, que já virou clássica, com um mapa da guerra sobre uma mesa, mas que tinha um “clima de xadrez” claramente…

          Enfim, os jogos eletrônicos são mais profundos do que arte, por causa da interatividade… :)

          Sensacional o papo, Frank, e certamente vou dar uma espiada no To The Moon, valeu a dica meu amigo! Seguimos no co-op por aqui…

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  6. Interessante o joguinho… gostei do estilo dos gráficos, com as cores meio estouradas, ficou bacana. E a captura de movimentos, vou te contar, já vale o jogo mesmo: muito impressionante o resultado. Acho que nunca vi um jogo onde as atuações soassem tão naturais.

    A história parece bacana, e o jogo em si pelo visto diverte bastante, mas de fato não poder pisar na água e o lance de não deixarem a gente cair de lugar nenhum são coisas muito doidas. Entendo que eles possam ter investido na turma mais novata, mas se tivessem incluído um modo mais hardcore para a turma experiente, liberando as quedas e coisas do gênero, acho que o jogo teria mais apelo.

    Seja como for, acho que pesquei a mensagem do programa e concordo: mesmo sem grandes inovações e com limitações brutais, até deu vontade de dar umas partidas desse jogo, mesmo que só pelo visual e pelas atuações. Tanto é verdade que esses pontos são “poderosos” que você até fez um episódio do The Boss especial sobre o jogo, mesmo sem ter curtido muito o jogo em si, certo?

    Muito legal o programa, mais uma vez vocês estão de parabéns!

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    • Pô, é verdade Orakio: vou até tentar dar um new game no hard, só pra confirmar. Vai que dá pra cair da asa daquele avião? Se alguma surpresa acontecer, volto pra contar.

      Realmente o Enslaved envolve pelos pontos que você mencionou (visual, a dublagem surpreendente) e o combate é bem sólido, além de não ter aquela quantidade enorme de golpes diferentes de um Bayonetta ou DmC, vale a campanha numa boa que gerou o episódio… Valeu Gagá!

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  7. Primeiramente gostei muito da camiseta Eric, parabéns pelo bom gosto!..rs

    Você lançou o novo programa na semana certa, semana passada muita gente estava ocupada aqui no Sudeste comemorando o título da Libertadores do Corinthians, eu como um bom torcedor e sofredor que aguentou piada a vida inteira aproveitei ao máximo, vontade zero de vir trabalhar…hehe

    Eu ia comprar esse jogo na promoção do dia do Jogo Justo, mas andei lendo alguns reviews de jogadores no Metacritic e muita gente criticou a queda de frame e ser um jogo muito repetitivo/fácil.
    Acabei optando por pegar o Castlevania – Lords of Shadow pois tinha o dedo do Kojima por trás e estava curioso para ver o resultado.

    “Artista gráfico, claramente empolgado com seu recém adquirido iPad” – pensou um iPadão desse tamanho? hehe

    “Você que adorava o simples enigma de descobrir o caminho correto nos jogos de plataforma 3D” – é isso todos já sabem, os jogos de hoje não poderiam ser mais fáceis, com tutoriais e praticamente placas de sinalização indicando “o caminho certo é ali ->”.
    Acho que o público que cresceu jogando videogame hoje é adulto, pai de família e trabalhador, os desenvolvedores que também é esse público, já recebem ordens para fazerem seus jogos assim para poder vender mais, acho que jogos mais hollywoodianos hoje vendem mais e jogos um pouco mais complicados acaba saindo da grande fatia do mercado que não tem muito tempo pra se dedicar em X horas de gameplay numa campanha ou upar um char de MMORPG (se alguém jogar MMORPG acho que também só se dedica a isso praticamente…rs).
    Edit: fui vendo o vídeo e comentando junto, depois que vi que fez um comentário parecido mais pra frente.

    Na parte da asa da nave em que cita que não tem como morrer, isso é bom e não é, ruim pela facilidade que isso te proporciona e bom porque se você pensar bem, se tivesse como cair daquela asa, praticamente todo final de combo você faria em queda livre, iria ser também um “pé no saco” também…rs

    “INFORMATIVO: Enslaved é 75.89% menos charmoso do que Ico” – Caracas, agora morri de rir. Muito bom esses dados técnicos, que sejam bem vindos.
    Você foi generoso Eric, muito generoso ainda…rs
    Mas isso não é um fator muito negativo, sabemos que Ico e Shadow of the Colossus são jogos épicos muito acima da média, que jogos assim aparecem só de vez em quando.

    “A mocinha precisa comer muito arroz e feijão para chegar na pegada da Athena” – hahaha
    Esse é o vídeo que você está mais engraçado…rs

    Sobre a sequência de pulos nas plataformas que não tem como morrer, oh God…enquanto isso já na trilogia Tomb Raider que andei jogando esses meses, qualquer pulinho mais tortinho que a Lara Croft dava já era caixão, sofri muito lá para acostumar, eu vinha de jogos no estilo Enslaved onde esses pulos são bem mais fáceis, quase que mecânicos/automáticos (série Uncharted que o diga também).

    Uma coisa que isso estraga também (sobre a facilidade de movimentação e caminho a seguir) é que torna o jogo mais rápido também, depois o jogador termina o game em 6horas e fala que o jogo é muito curto, uma dificuldade na movimentação deixaria o jogo em um ritmo mais lento aumentando tempo de gameplay também…

    17:45 – rapaz, vou te dizer que fiquei encantado com essa parte, esses azulejos no cenário parecem daquelas casas mais antigas, na casa da minha vó tinha alguns assim, que nostálgico isso…rs

    Acho que eles colocaram puzzles apenas pra dizer que o jogo têm quase que todos os tipos de “elementos”.

    O melhor estava no final dessa vez…kkkkkkk
    Isso foi muito hilário, sua cara, a risadinha, você xingando…uhauhauha
    O meu Black Ops é assim, depois que o Bluray encaixa no encarte tem que fazer toda uma preparação psicologia pra começar as tentativas de retirar sem quebrar o disco, você aperta aquela bolinha bem no furo do disco mas nada acontece…rs

    Ótimo programa Eric e CFX Team, parabéns mais uma vez!!

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    • “com tutoriais e praticamente placas de sinalização indicando “o caminho certo é ali ->”
      É verdade, certos tutoriais, desanimam quando estamos testando um demo ou jogo completo pela primeira vez. Em Sonic Generations, aquele Omochao enche o saco, ahahaha. Ainda bem que dá para desativar ele. Em Darksiders, se você demora muito para fazer algo (ou simplesmente está explorando e apreciando o cenário), aparece um ícone piscando sugerindo pressionar uma tecla para que lhe seja dada uma dica…

      Em ambos exemplos (no caso de Sonic, nunca joguei os 3D antes) acho necessárias as dicas. 1) Porque jogos como Darksiders, não são suficientemente intuitivos para que você descubra sozinho certos macetes de chefes, por exemplo. Porém, jogos mais competentes conseguem fazer isso de maneira mais sutil, deixando que você pense um pouco. Já no Sonic, achei até necessário (como a dica para dar o dash lateral com L/R quando o Sonic está de costas, para não perder velocidade), mas tinha que ser de uma forma menos chata, hahahah;.

      “Acho que eles colocaram puzzles apenas pra dizer que o jogo têm quase que todos os tipos de ‘elementos’.”

      Acho que um jogo que foi feliz nisso foi Shenmue :-)

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      • “…Sonic Generations, aquele Omochao enche o saco, ainda bem que dá para desativar” Opaaaa, valeu a dica Frank! Voltando ao Generations no PS3 aqui, agora sem aquele aspirante a Navi entediante (risos).

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    • Mister Julio, certamente um belo movimento ter escolhido o Lords of Shadow… joguei no 360 e, putz, é uma espécie de reboot mas ficou muito bom (como falou, dedo de Kojima ajuda…).

      Bem apontado sobre os finais de combo ali na asa, poderia ficar frustrante mesmo… bom, se eles (os designers) não tivessem medo de perder um pouco o realismo, podia fazer como alguns jogos onde a gente teria uma área maior e “flutuaria” um pouco nas pontas…

      Tem razão: perder no charme para os jogos do Team Ico é lugar comum, bem lembrado :) E a “Atena” ali tá muito magrinha né? :P Caraca, Uncharted também é assim “automático” nas plataformas? Pena…

      A cena que te deu nostalgia dos tijolos é a casa onde ele encontra uma máscara com flashback né? Realmente, as texturas são soberbas no Enslaved. Detalhe: a captura foi pixel-perfect, mas notei que o bitrate que sempre uso (8000 kbps) foi insuficiente para manter o nível de detalhes deste jogo em especial, no YouTube. Portanto, é bom ressaltar: este jogo é ainda mais bonito do que viram no vídeo. Até encodifiquei o vídeo de novo, em 16000 kbps e a diferença foi notável. Se você ou alguém mais quiser conferir, é o MP4 que está para download no post (pena que é 2.4 GB).

      “…uma preparação psicologia pra começar as tentativas de retirar sem quebrar o disco” Hahaha, bom saber disso, pensei que era só comigo… abração Julio!

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  8. Eric,

    Parabéns por mais um incrível The Boss. Não posso deixar de comentar a qualidade impecável da produção.

    Enslaved é um jogo que já estava no meu radar desde que foi lançado. Mas como a lista de prioridades é grande, ainda não dei a atenção necessária ao jogo. Jogarei no futuro, com certeza!

    A primeira sequência me lembrou um pouco o começo de Uncharted 2, quando Drake precisa escalar o trem…

    Depois nos diga se o modo hard é um pouco mais desafiador, ok?

    Grande abraço!

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  9. Mesmo recheado de clichês Enslaved tem algo de especial que o torna diferente.Se por um lado o gameplay premia o jogador que não está disposto a um bom desafio,por outro lado o game cumpre a missão de entreter com bons gráficos,e nos oferece uma “química” entre os personagens principais que o torna cativante e recompensador.
    Eric,eu ri muito com as “cenas cortadas” com a mídia que insistia em não sair,he he he.

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    • @Marcelo Martins Marcelo, valeu mesmo meu caro amigo, pelo apoio de sempre.

      E confirmando: o hard continua com os caminhos sinalizados, mas rola aquela mudança nas variáveis de perda de life do personagem e no dano cometido nos inimigos. Joguei por uns 20 minutos e só notei essa diferença mesmo para o normal.

      Ah, estou de olho em um Demon’s Souls… :) Um abração!

      @Dactar Belo sumário do Enslaved: é um belo “piece of entertainment”, e neste ponto ele brilha mesmo. Falando em gráficos, você que costuma baixar o MP4, Dactar: te peço que baixe o deste episódio se puder, só pra dar uma olhada no visual. A diferença na encodificação está gritante para o que viu no YouTube (o jogo tinha muitos detalhes para o bitrate que costumo usar). Abração!

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  10. É… o The Boss tá ficando famoso. Ainda bem porque o trabalho está fantástico, até um jogo como Enslaved, típico “ninguém arrisca jogar”, dá vontade de jogar só por causa da sua análise Eric.

    Lembrei de Castlevania Lords of Shadow, não por parecer (os jogos nada tem a ver um com o outro) mas porque ambos fazem uma salada de estilos encontrados em outros jogos. Pelo vídeo percebi que eles o fazem com resultados distintos. Castlevania é bem difícil e não existem cenas feitas para não morrer – pelo contrário, você morre bastante.

    No final das contas dá para ver que se houverem problemas de arte, imitações de outros jogos, duração fora do ideal (muito longo ou curto) ou outros problemas no jogo mas o gameplay for sólido, jogadores vão querer joga-lo. O contrário nem sempre é verdade, poucos se arriscam num jogo com excelente narrativa/história/atuação se de “jogo” mesmo ele tiver muito pouco.

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  11. Sei que é off topic mas, olhem só a notícia que acabei de achar: Actvision prepara novo Pitfall, em virtude de seus 30 anos.

    http://gamehall.uol.com.br/v10/comemorando-30-anos-pitfall-tera-jogo-inedito-para-celulares/

    Desculpe qualquer coisa mas, como o Pitfall é figura ilustre, quis compartilhar o achado. Rss!
    Até mais!

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  12. Realmente o jogo guarda semelhanças com o Heavenly Sword Eric, mas achei HS superior. Vc lembra de ter jogado ele aqui em casa certa vez?

    Essa produtora, a Ninja Theory, mostrou competência nos seus projetos, pena que não produzem com mais frequencia. Todo mundo que já jogou HS fica se perguntando pq nunca saiu uma sequencia de um jogo tão bom.

    Ahhh gostei dos erros de gravação à la filmes do Jackie Chan. São sempre engraçadas essas sequencias rs

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    • @Dancovich Caraca, interessante comparação com o Lords of Shadow (nota: pretendo voltar pra seu LoS que me emprestou agora e terminá-lo, se conseguir passar de um certo boss que travei, putz…) que por sinal, perto do Enslaved, tem ótimas sequências de plataforma mesmo sendo o elemento menos brilhante no LoS…

      Aliás, o visual de ambos tem uma semelhança “acidental”, mesmo não tendo nada a ver um com o outro, não é? Curioso… ambos usam Unreal? De qualquer maneira, os dois são muitíssimos detalhados, talvez acima da média. Os 1280×720 desses jogos “não-PC” mal aguentam segurar tantos detalhes! :)

      @Douglas Deiró Opa Douglas, valeu por compartilhar conosco aqui, com certeza! A notícia do GameHall ficou muito bem posta: “…quem apostou que o primeiro jogo da Activision para celulares seria “Call of Duty” se enganou. Será Pitfall…” Estamos todos aqui com os Androids a postos para voltar à floresta!

      @Euler Vicente Lembro sim, Euler! Quando vi o gameplay no YouTube do Heavenly, por sinal de um trecho no gelo que havia visto em sua casa, aí lembrei “ahh, eu tinha visto esse jogo…”. Curiosidade frívola: gravei a cena da introdução onde falo que “não o conheço” antes de ter visto o gameplay do HS.

      Realmente também aposto na empresa, Euler, ela só precisa se “soltar mais”… o Devil May Cry que estão fazendo, li que estão em contato direto com a Platinum, vi numa entrevista uma atitude muito legal do designer-chefe do jogo em caprichar mais do que o HS e o Enslaved (responsabilidade alta). Aguardando ansiosamente, já acho os Devil May Cry muito difíceis, acho que da Ninja Theory ficará mais equilibrado pra mim, rsrs… E erros de gravação: oh my, são tantos mesmo nessas cenas curtas que faço que se editasse por eles, os episódios seriam ainda maiores (risos) — já que você e a turma curtiu, vou deixar sempre alguns a partir de agora :) abração!

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  13. É incrível como pérolas como essa não são conhecidas pela maioria. Eu por exemplo nem sabia de sua existência. Fiquei até empolgado para conferir esse título.

    O que mais me chamou atenção foi essa ambientação pós-apocalíptica que foge do imaginário comum que sempre se baseia em terras sem vidas e desvatadas por completo.

    Parabéns equipe Cosmic Effect por mais esse episódio incrível da série The Boss.

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  14. […] hack and slash com alguma plataforma, mas falhou em encantar este jogador que vos fala. Fizemos um episódio em vídeo sobre ele também: o jogo vale muito pelo seu visual e é aquela diversão “porto […]

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