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O Que Você Jogou Em 2012?

Amigos do Cosmic Effect: este post faz parte de um meme entre vários sites que versam sobre videogames por aqui. Como o título do artigo explicita, iremos revisitar os jogos que jogamos neste ano de 2012, porém de forma rápida e sucinta.
Não há conexão entre os mini-reviews, portanto apenas escolha títulos os quais gostaria de ler um parágrafo sobre e aproveite. E o mais importante: compartilhe seus principais jogos que se aventurou este ano com a gente nos comentários!
Espero que gostem!


Cosmonal


The Binding Of Isaac

Edmund McMillen – PC (2011)

Jogos independentes. Antes meras tentativas de programadores sonhadores, agora são uma moda na indústria. The Binding Of Isaac mostra que independente sabe fazer até Zelda. E com um plus: dungeons geradas aleatoriamente. O negócio é uma delícia para quem gosta de se rastejar dentro de cavernas, como eu. Dizem que vai sair até para Wii U no futuro, imaginem só onde esses caras chegaram.


Solar Fox

Midway – Atari 2600 (1983)

Um Pac-Man espacial. Mais um port de arcade bem-sucedido no console da Atari, o jogo até esconde uma palavra secreta que o jogador deveria descobrir vencendo as telas de bônus. Como colecionador, possuo alguns cartuchos ainda não jogados por aqui e este foi uma grata surpresa este ano. Ah, e se quiser saber qual a palavra secreta, leia nosso artigo sobre Solar Fox aqui


Gauntlet IV

Tengen – Mega Drive (1993)

O Que Você Jogou Em 2012 - Gauntlet IV

Gauntlet IV. Torres. Chaves. Poções. Paredes mágicas. Escadas de um só destino. Tesouros que fogem. Elfos (e anéis, claro). Em tempos de grandes batalhas com dragões nas gerações atuais de videogame, Gauntlet IV traz dragões sem vetores, mas com muita personalidade, em um surpreendente dungeon crawler exclusivo do Mega Drive. Afinal, você pode matar dragões nos RPGs por aí; mas… e tornar-se um deles?


Star Fox 64

Nintendo – Nintendo 64 (1997)

Praticamente um remake do já incrível Star Fox do Super NES, a versão para o Nintendo 64 é um deleite para o fã de jogos arcade. A própria Nintendo, que nada produzira nos anos 90 nos fliperamas, caprichava nos consoles domésticos e deixava até os donos de computadores babando com Fox McCloud a 60 quadros por segundo. E com Miyamoto no comando, Star Fox 64 ganha aquele clima de aventura, cortesia do mestre. Fiz até um artigo com capturas de imagens diretas do meu Nintendo 64!


Mass Effect 3

Bioware – PC (2012)

O “Effect” do título deste site que você visita agora veio desta franquia. Uma ficção científica na forma videogame, inspirada no meu jogo favorito de Mega Drive — Starflight — finalmente chegou a uma conclusão. Talvez a trilogia Mass Effect seja, um dia, considerada o Star Wars dos videogames. E não seja um troll e fale do final “que não cumpriu o que foi prometido”: Mass Effect 3 tem um gameplay tão afinado com a ficção da sua história que Jack Sheppard poderia até ganhar um papel importante em Star Wars VII by Disney. Seria o máximo. A nossa série de vídeos TheBoss, que trata somente da next-gen, abriu com ME3.


Enslaved: Odyssey To The West

Ninja Theory – PS3 (2010)

O que me chamou a atenção em Enslaved: Odyssey To The West foram as cutscenes: as expressões facias dos personagens eram chocantes. Mas o jogo… meh. Um hack and slash com alguma plataforma, mas falhou em encantar este jogador que vos fala. Fizemos um episódio em vídeo sobre ele também: o jogo vale muito pelo seu visual e é aquela diversão “porto seguro” com o joystick do PS3 nas mãos.


Astal

SEGA – Saturn (1995)

Oh. Meu. Deus. Que jogo bonito é Astal! Se fosse só isso… mas não: que trilha sonora soberba, com músicas que vão da “game music clássica só que em CD” até alguns jazz-fusion super charmosos. E o gameplay, amigo? Plataforma, 2D, by SEGA. Não tinha como não fazer um Cosmic Cast sobre esta pérola esquecida, esse, amigo retrogamer, eu insisto: se não assistiu antes, não deixe de ver este vídeo antes do mundo acabar!


Resident Evil 4

Capcom – Wii (2007)

Resident Evil 4 trouxe boas lembranças com relação ao survival horror. Com um tiroteio equilibrado com soluções de enigmas, ele é um jogo moderninho — definiu as bases do combate em terceira pessoa da última década — mas que retém o “sabor Alone in The Dark”. Como o joguei por completo às vésperas do lançamento do RE6, fiquei triste ao perceber que a franquia correu para o tiroteio desenfreado depois do RE4… pra isso, temos os FPS, ora! Mas este aqui, especialmente no Wii, é uma delícia de experiência gamística — tanto que fizemos um vídeo em duas partes somente sobre a versão que usa o Wiimote.


Diablo

Blizzard – PC (1996)

Quando penso em Diablo, seja escrevendo para este meme, seja pensando sozinho enquanto dou uma caminhada… dá uma vontade incontrolável de voltar e sentir o tom daquele jogo. Entrar na dungeon, escutar o ruído das flechas das caveirinhas. Que RPG de ação é esse, rapaz? Como todo jogador de PC, já tinha passado por ele antes mas nunca com a profundidade deste ano, para escrever uma matéria para a revista OLD!Gamer junto com meu amigo Gagá. Jogamos até em co-op, o velhinho no Rio de Janeiro e eu aqui em Salvador. Até hoje não sabemos como matamos o Butcher, mas eu insisto: o Gagá amarelou quando aquela porta abriu. Diablo não precisa de remake, ele funciona nesse seu Windows 7 aí numa boa, mesmo o jogo sendo de 1996. Até nisso Diablo 1 é fora de série.


Halo 4

343 Industries – Xbox 360 (2012)

Nada contra aos outros FPS atuais, mas a gente precisa priorizar um só, certo? Senão não sobra tempo pros outros jogos, multiplayer toma um tempo danado… e minha escolha é Halo. É o jogo de “tiroteio descerebrado” que mais me lembra Doom e Quake, os eternos favoritos do gênero aqui em casa. Por sinal, há alguns anos eu andava desencantado com FPS de console — a precisão do mouse+teclado era uma obsessão — mas o Danilo me convenceu a entrar no multiplayer de Halo 3 sem preconceito com as alavancas analógicas do joystick. De lá pra cá… é só fanatismo. Halo 4 é tão bonito, mas tão bonito que você nem acredita que está rodando no Xbox 360 e sua placa de vídeo de 2005. Tanto que ganhou “Best Graphics” no VGA 2012 há poucos dias, o negócio é sério. E o multiplayer azeitou ainda mais o já maravilhoso multiplayer do Halo Reach. Resumo: é o disco default do Xbox 360 até Halo 5. Dancovich, já baixou os mapas novos aí?


Mais alguns títulos jogados pelo Cosmonal em 2012:

Deadlight (Xbox 360)
Hybrid (Xbox 360)
Super Star Shooter (Wii homebrew)
Double Dragon Neon (Xbox 360)
Dead Trigger (Android)
H.E.R.O. (Atari 2600/Game Room, Xbox 360)

Dancovich

Este ano foi o ano do PC para mim. No finalzinho de 2011 adquiri finalmente, depois de várias insistidas de Eric, um PC apto a jogar os jogos mais recentes. Não foi um convencimento muito difícil, já que no final de 2011 vários jogos fantásticos tinham acabado de sair que gritavam “me jogue em um PC”.

The Elder Scrolls V: Skyrim

Bethesda Softworks – PC (2011)

elder-scrolls-skyrim

O primeiro — e não me sinto constrangido em dizer, mais importante — jogo da lista é nada menos que The Elder Scrolls V: Skyrim. Quando terminei Oblivion fiquei simplesmente faminto por mais um jogo da franquia e, enquanto Fallout 3 e New Vegas foram ótimas férias no mundo moderno pós-apocaliptico, o anúncio de que finalmente o mundo aberto medieval da Bethesda ganharia mais uma continuação foi demais para meu pobre coração. Mais de cem horas depois este fica invicto como meu favorito de 2012.


Battlefield 3

DICE – PC (2011)

Battlefield-3

Mas ainda não acabou a farra do PC, já que meu recente cansaço da série Call of Duty me levou a experimentar Battlefield 3. O jogo foi recebido com elogios e críticas mas eu fiquei com a parte dos elogios mesmo. Infelizmente sou ruim de doer no jogo, mas me divirto mesmo assim e o jogo põe um pouco de cérebro na fórmula “corra-que-nem-louco-atire-no-que-se-mexer” de Call of Duty.


Diablo 3

Blizzard – PC (2012)

diablo3

Dois mil e doze foi o ano em que finalmente a Blizzard deu o ar da graça com seu aguardadíssimo Diablo III. Engraçado que em Diablo II eu não entrei na febre de jogá-lo por mais de 400 horas como muitos faziam (e fazem até hoje), mas achei que iria entrar na febre em Diablo III. O jogo é bom — ainda que eu tenha algumas ressalvas — e me diverti um bocado, mas não fui tão fiel assim e logo passei para o próximo. A fila anda.


XCOM: Enemy Unknown

2K Games – PC (2012)

XCOM_Enemy_Unknown_Game_Cover

Para fechar o PC com chave de ouro, adquiri o fantástico jogo de estratégia em turnos XCOM: Enemy Unknown. Quem jogou o original não se decepcionou de forma alguma: XCOM apresenta a mesma fórmula da série Civilization, que é a síndrome do “só mais um turno”. Só sei que cheguei no trabalho como um zumbi duas ou três vezes após ir dormir quatro da manhã esperando mais um turno terminar.


Chrono Trigger, H.E.R.O. e Final Fantasy 6

Square Enix (SNES, 1995), Activision (Atari 2600, 1984) & Square Enix (SNES, 1994)

game room

Nem só de PC foi meu ano. Na frente retrogamer rejoguei alguns velhos amigos como Chrono Trigger que foi lançado no Android, H.E.R.O. no Game Room do Xbox 360 e Final Fantasy 6 no Super Nintendo (emulado) mesmo. Retrogames sempre terão lugar especial em meu coração e agora que smartphones têm emuladores de tanta qualidade meu passatempo ocasional sempre é uma partidinha de Mario, Pitfall, etc.


Metal Gear Solid HD Collection

Konami – Xbox 360 (2011)

Graças ao Gagá (ah miserável) fiquei sabendo de uma verdadeira pérola no Xbox 360: Metal Gear Solid HD Collection, contendo MGS 2, MGS3 e MGS Peace Walker. Destes três jogos. o MGS3 era um desafio pessoal, pois o tinha começado ainda no PS2 umas 10 vezes… mas nunca tinha passado da primeira missão. Comprei este remake em HD e fui direto para o MGS3, com espírito de “agora vai”. E foi mesmo: finalmente o risquei da listinha, ao mesmo tempo feliz por ter terminado um jogo tão elegante da franquia. Arrependido de não tê-lo feito antes.


Halo-4

Chegando no final do ano, o 360 reconquistou meu interesse com Halo 4. Sou fã incondicional da série que tanto me lembra as partidas online de Quake, e esta versão está fantástica em absolutamente todos os sentidos. Escrevo meu relato enquanto baixa o primeiro pacote de mapas para ele, então se pareço apressado no texto é porque estou mesmo. Baixou. Eric, entra na Live aê. Volto já, amigos. E um ótimo 2013 para todos!


BONUS STAGE DO MEME!

O Cosmic Effect convida os amigos dos blogs participantes do meme a assistirem o primeiro episódio de nossa nova série em vídeo sobre retrogaming: Retrowave.
Neste  primeiro episódio: F-Zero do SNES, Senhor das Trevas do Odyssey e SpellCaster do Master System. Com imagens capturadas diretamente dos consoles!
Espero que gostem!

* * *

Blogs Participantes do Meme

“O Que Você Jogou Em 2012″

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24 Respostas

  1. Bem ainda estou meio retrô, mas joguei muita coisa, mas vou deixar os priincipais aqui pois a falta de tempo não me deixa postar algo maior, vamos lá:

    1. Final Fantasy VI – Este para mim o melhor jogo de RPG já criado de todos os tempos, dispensa comentários.
    2. Rhythm Tengoku – Este é um dos viciantes games musicais e parece que o último jogo do GBA que vale muito a pena.
    3. Shadow of The Colossus – No caso desse eu sempre rejogo que para mim foi o melhor jogo lançado por sua cativação e não sei mais o que poderia te explicar.
    4. R- type 1 e 2 de Arcade: Eu tinha uma missão de terminar isso depois que vi o Cosmonal terminando o dimensions que ainda não o tenho, mas confesso que deu vontade de chutar o Pc de tão difícil que é mas consegui terminar com duas ou 3 costelas quebradas mas estou inteiro.
    5. Psyvariar 2 Ultimate Final: Outro Bullet Hell, esse é medonho mas consegui sim por incrível que pareça terminar essa obra prima de insanidade. Esse é um título do PS2 mais que recomendado para quem curte o genero.
    6. Red Dead Redemption: Esse eu joguei junto com um amigo na casa dele e revezamos controle mas esse é o jogo. Lindo e emocionante, puro oeste selvagem, é um sonho dar uma de John Wayne ou Billy The Kid, simplesmente excelente.
    7. Ninja Hayate e Time Gal: como recém adquiri um Sega Saturn, encontrei esse jogo na net e foi uma grata surpresa poder jogar ambos games que conheci no Sega CD, mas com uma qualidade melhor pois foram baseados do arcade em LD, são divertidissimos mas infelizmente são muito curtos, mas vale para conhecer e rir das cenas de quando voce perde.
    8. Need For Speed Underground 2 PC: Esse tambem eu torcia o nariz mas vi que é muito divertido, e acabei me rendendo a este jogo que é muito bom.
    9 . Crazy Taxi 3 PC: Esse é um dos meus preferidos e é umas das melhores experiencias de game, divertido, musicas bacanas e insanidade na dose certa. Muito bom para tirar o stress, mas sem fazer isso na vida real hein.
    10. Daytona USA Circuit Edition: No saturn eu não sabia que tinha diferenças gritantes entre a versão americana e japonesa desse jogo, mas vi quando comecei a jogar, os carros são mais estáveis, ou seja, melhor jogabilidade, tem opção de mais trilhas sonoras incluindo a musica irritante da DAytona 1, mas passa pois já me acostumei rsrsrsrsrsrs.
    Enfim a versão japonesa desse jogo é linda e corrigiu muits falhas da versão ocidental que é um dos melhores jogos de corrida do Saturn, tirando até o Sega Rally da primeira posição, simplesmente demais e obrigatório pra quem curte o amado console preto da sega (ou branco rsrsrsrsrs).

    Essa é a minha humilde lista mas eu tenho muito coisa pra jogar e pouco tempo, enfim sempre damos um jeito mesmo que seja umas 2 horinhas.

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  2. muito respeitavel a sua lista de games Eric.

    eu já tenho Mass Effect 1 e 2 no Pc, mas apenas eles. e jogasse Enslaved? é um game muito bom, mas que muitas pessoas não levam a fé no game. mas é assim mesmo. e Diablo 3 achei incrível, e o meu é dublado em português, com dubladores famosos daqui. e as dungeons não tão dificeis como Diablo 2, não sei porque o pessoal cismou com ele , sinceramente.

    e N64, Starfox é mito! lembro de eu e meu irmão explorando cada fase para se ter as benditas medalhas no normal e hard. odiava o setor V…é numa fase que fox tem que proteger a nave-base dos amigos. aquilo no Hard é um desespero para explodir os misseis a tempo.

    e tenho Battlefield 3…e concordo em tudo com o seu afirmamento.

    terei ainda essa coleção de MGS para jogar, ao menos essa trilogia não posso perder.

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  3. Olá pessoal,

    Achei legal o fato de vocês não chamarem a lista de “jogo do ano”, já que nem sempre a gente consegue acompanhar os lançamentos. Isso aconteceu comigo e também vou compartilhar o que joguei em 2012. A ordem é praticamente cronológica, já que peguei as informações no meu perfil do site Playfire.

    PS3:

    L.A. Noire (2011) – Um belo jogo policial, com uma tecnologia revolucionária de captura facial, mas um pouco raso pro meu gosto. A produção é maravilhosa, mas o gameplay não me empolgou tanto.

    3D Dot Game Heroes (2010) – Praticamente uma homenagem a Zelda 1 de NES. Belos gráficos estilo retro misturado com 3D e música que mescla chiptune e orquestra. Aliás, a música foi o principal motivo que me fez jogar esse jogo.

    Final Fight: Double Impact (1989) – Versão impecável do clássico jogo de luta dos arcades para a PSN. Para mim, o 2º melhor jogo de “andar e bater”, perdendo somente para Streets of Rage.

    Demon’s Souls (2009) – A experiência de jogo mais incrível que tive em 2012. Desafio acima da média, ambientes sinistros e um sistema de combate maravilhoso tornam Denon’s Souls uma das experiências gamísticas mais recompensadores para os jogadores persistentes que gostam de um bom desafio. Depois desse jogo, minha vida mudou.

    Final Fantasy XIII-2 (2012) – Apesar de ser bastante linear, Final Fantasy XIII me agradou, principalmente pela incrível trilha sonora. Joguei o 2 e não fiquei decepcionado. É melhor do que o anterior, apesar de não ser o meu FF favorito. Excelentes valores de produção e combate muito interessante para o gênero.

    Sonic Generations (2011) – De todos os jogos recentes da franquia que joguei, esse é meu favorito. Ele alterna as fases clássicas 2D com o novo Sonic moderno em 3D. A trilha sonora é excelente.

    Child of Eden (2011) – Criado pelo lendário Tetsuya Mizuguchi, esse jogo é bem diferentão e lembra um pouco o clássico Rez. É bastante curto, mas muito bonito.

    Dead Space 2 (2011) – Influenciado por Demon’s Souls, resolvi jogar na maior dificuldade possível e tomei uma surra retada dos necromorphs. Excelente jogo de survival horror que pega emprestado features clássicas de Metroid e Resident Evil.

    Rayman Origins (2011) – No começo, estranhei o estilo alucinado do jogo, que não acompanho há muitos anos. Porém, depois de me acostumar, o considero uma verdadeira obra de arte do gênero plataforma. Esse jogo é lindo demais!

    Portal 2 (2011) – O jogo que faz a gente “se sentir inteligente”! Muito melhor do que o primeiro, com puzzles geniais e história inteligente e bem-humorada. Um dos pontos altos do meu ano gamístico de 2012.

    Dead Nation (2010) – Jogo gratuito oferecido pela Sony depois da invasão hacker da PSN. Bem legal e desafiador. Prato cheio para quem curte zumbis e mundos pós-apocalípticos.

    Top Spin 4 (2011) – Simplesmente a melhor simulação de tênis que já joguei. É muito mais realista do que Virtua Tennis (que tem outra proposta, mas é bem divertido também) e demora um pouco pra pegar o jeito. Porém, dá pra usar técnicas que os tenistas usam na vida real e funciona surpreendentemente bem. Maravilhoso.

    Batman Arkham City (2011) – Gostei do Arkham Asylum e esse segue um estilo semelhante, mas ambientado em um mundo aberto. Muito divertido e diversificado.

    Para 3DS:

    Resident Evil Revelations (2012) – O melhor Resident Evil que joguei desde o IV. Ainda está mais para action do que survival horror, mas é muito divertido e bem-feito. O multiplayer é o mais viciante que já joguei em qualquer jogo!

    Mario Kart 7 (2011) – A mesmíssima fórmula que funciona perfeitamente bem desde o Super Nes. Excelente jogo.

    New Super Mario Bros. 2 (2012) – Clássico jogo de plataforma 2D. Muito bonito e com um certo grau de desafio, mas prefiro os jogos da série 3D, principalmente pela música que tem maor influência do Koji Kondo.

    Kid Icarus Uprising (2012) – A premissa e os valores de produção são maravilhosos, mas achei os controles bem cansativos.

    Para Wii:

    Kirby’s Epic Yarn (2010) – Parece infantil, mas é um belíssimo jogo de plataforma. Segue o estilo visual semelhante ao Little Big Planet e tem uma trilha sonora maravilhosa, focando principalmente no piano.

    The Legend of Zelda: Skyward Sword (2011) – Maravilhosa e clássica jogabilidade. A grande novidade é o sistema de combate com o controle do Wii que funciona maravilhosamente bem. Valores de produção incríveis e trilha sonora inesquecível.

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    • Marcelão, bela lista hein moço, só petardo. Cada vez que você elogia Demon’s Souls, eu fico mais doido aqui pelo joguinho. Pena que você não mora mais em Salvador pra me emprestar :D

      Obrigado pela dica do 3D Dot Game Heroes, procurando o danado agora mesmo. E valeu pelos excelentes mini-reviews, Marcelo!

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      • Estou curioso pra saber o que você vai achar dele! Como sei que seu console de preferência é o XBOX 360, você pode tentar também o Dark Souls. Eu nunca joguei, mas dizem que é até melhor que Demon’s Souls…

        Grande abraço!

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  4. Nossa, um monte de jogo de PC que eu nunca joguei, rzs. Esse The Binding Of Isaac é do pessoal do Super Meat Boy, certo? SMB eu tenho, achei muito bacana, só não jogo mais porque dá um desânimo ligar o PC pra isso :P

    Metal Gear Solid eu só joguei os dois primeiros, e mesmo o segundo eu gosto muito, o pessoal ficou de birra com o Rayden, mas só a história dele que eu acho ruim mesmo. Ainda quero muito jogar o terceiro, que todo mundo rasga uma seda danada.

    Mas muito legal as listas, vou baixar o vídeo aqui e depois vejo com calma, abraço!

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  5. Ei, eu não amarelei contra o Butcher não! Você é que tava lá jogando com a mulherzinha :P

    > Graças ao Gagá (ah miserável)

    Ah, que beleza, meu elogio favorito depois de “velho maldito”… ^_^

    Você zerou o MGS3 um pouquinho antes de mim. Sempre que eu ia jogar, dava uma conferida nos seus achievements para ver onde você estava; na maioria das vezes, estava um chefe à minha frente.

    Soube que o Eric andou tentando denegrir a minha imagem dizendo que amarelei no MGS3 porque era confuso demais… que nada, eu amarelei foi no Peace Walker! ^_^ O MGS3 deu para zerar numa boa, adorei o jogo.

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    • Vão ser dois retrogamers de bengala no futuro resmungando um pro outro: “amarelou”, “mulherzinha” (risos)

      Foi mesmo Dancovich, troquei os Metal Gear quando te falei o lance de Gagá!!!

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    • Pois é, ouvi falar que o menu do jogo usa uma fonte 28 que é muito pequena pra sua vista cansada e que os diálogos não tem legenda então como a audição já tá pifando ficou difícil entender o jogo…
      Quem amarelava no MGS3 era eu na época do PS2. Tinha acabado de jogar o MGS2 com a “moleza” do radar entregando a posição dos inimigos, quando fui jogar o três parecia que eu tava jogando o 2 no hard, não deu pra mim não.

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  6. […] Cosmic Effect Edi (FZ2D) Retro Reviews Espaço João Roberto Forum SEGA Forever Fúria: blog sobre games Gagá Games (Gagá) Gagá Games (Piga) Gagá Games (Cássio Raposa) Gamer Caduco GLStoque Passagem Secreta Marvox Brasil Nostallgia BR Revista Game Sênior Shugames The Twosday Code Vão  Jogar! Video Game.etc Zir0 Video Game Nerd […]

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  7. Finalmente alguém que jogou este game polêmico do PS3 Enslaved. Cosmonal, você conseguiu terminar? Gostei muito dos games que você jogou. Falando em H.E.R.O, você já jogou o remake em HD?

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    • Terminei sim Marvox, fiz até um episódio em vídeo sobre ele, dá uma olhada:

      E H.E.R.O., até onde sei não há um remake oficial em HD, apenas uma versão de fã (muito ruim por sinal…) chamada de H.E.R.O.I. Mas não vale a pena, o gameplay é todo quebrado, foi mais uma tentativa de homenagear o jogo.

      Melhor é um port feito para o obscuro computador Amstrad CPC:

      http://www.wincpc.ch/index.php?topic=projects-hero

      É o melhor port de H.E.R.O. já feito, e é coisa de fã recente por sinal. O único quase 100% fiel ao original do Atari nas nuances do gameplay.

      Se gosta de H.E.R.O. mesmo, uma dica: aguarde o próximo Cosmic Cast…… sai logo após este post, está imperdível ;-)

      Abração!

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  8. Ver sua lista Cosmonal é de certa forma fazer uma retrospectiva CFX na minha cabeça.Tenho que destacar o Astal…que jogo incrível!Aquele personagem nervosinho é muito marcante,pena que foi um grande jogo fora do tempo certo do mercado.

    Eu “belisquei” muito jogo durante o ano,mas dediquei um tempinho a mais com estes:

    N.O.V.A PSP
    Rurouni Kenshin Saisen PSP
    Astro Boy GBA
    Phelios MD
    Akumajou Special – Boku Dracula-kun NES
    Rocketeer, The NES
    Ridge Racer Type 4 PSX
    Rastan SMS
    Uniracers SNES
    Super Punch-Out!! SNES

    @Dancovich sua lista é um reflexo da boa fase do games para PC,só jogaço.E pensar que de tempos em tempos sempre apareçe um engraçadinho falando que o PC está com dias contados nos games,pode?

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    • Tem razão mesmo Dactar, foi um “reflexo cósmico” esta retrospectiva!

      Rapaz, dei uma olhada nesse N.O.V.A. (H.E.R.O. ? :P) e puxa, que demais! Uma espécie de “Halo para PSP”??? Fiquei babando com o estilo visual.

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  9. Olá senhores!
    Ótimas listas, vcs aparentemente se divertiram bastante nesse ano também!
    Sendo um pouco mais específico na lista de cada um…

    Eric
    The Binding Of Isaac é um título que me interessa demais (mesmo que eu não seja fã de Zelda), pena que eu não tenho paciência pra jogar no PC (sem trocadilhos com o jogo de cartas), e ainda bem que anunciaram que o jogo vai aparecer na XBLA e na PSN! \o/
    Não faço idéia de que jogo é Solar Fox, mas jogo de Atari 2600 com Easter Egg parece bacana, hein? Também não conheço Astal, eu sou o único “ex-seguista” que nunca jogou Saturn no mundo inteiro! hehehe
    Dúvida: vc terminou Gauntlet? Eu sempre achei esse jogo impossível de terminar! hehe! Embora eu não tenha jogado o IV no Mega.
    Vc mencionou o final do Mass Effect 3… eu não joguei nenhum título, mas achei uma besteira enorme o que os fãs fizeram por causa do final. Pô, aceitem o que acontece, seja lá o que for. É o desfecho que os roteiristas escolheram pro jogo, não entendo pq esse barulho todo de “não cumpriu o que prometeu”. Quer final feliz, veja novela das oito (que não passa as oito)… hahaha!
    Enslaved eu quase joguei, mas optei por Bayonetta… será que fiz bem? Pela sua opinião sobre o jogo, eu creio que sim, né?
    Halo, Star Fox e Resident Evil não são franquias que eu tenha investido tempo, então não me pronunciarei. Acho que vc deveria ter se pronunciado sobre Double Dragon Neon e H.E.R.O. no lugar de dois destes! hehehehe…
    Pra fechar, fez bem em jogar Diablo e não o 3! Com certeza vc e o bom velhinho carioca se divertiram a beça, pelo menos até a chegada do Butcher que fez com que o Gagá fugisse de medo! huahuahua

    Dancovich
    Eu queria ter essa empolgação de jogar no PC, mas nunca consegui.
    Entretanto, vc jogou jogos que realmente no PC parecem bem mais interessantes, especialmente Skyrim.
    Diablo 3 pra mim foi totalmente meh… eu fiquei com a sensação de ter gastado dinheiro a toa. Fiz que nem vc, terminei e parei. No normal mesmo. Vc chegou a jogar outros níveis?
    XCOM eu joguei a demo (no PS3) e fiquei maluco pra ter esse jogo. Sou fã de jogos do gênero (meu jogo favorito de todos os tempos é o FF Tactics). Esse negócio de “só mais um turno” todos nós gamers sabemos como é! huahuahuahua
    Como foi que ficou o Chrono Trigger no Android? Ficou legal? Tudo bem que adquiri recentemente a versão do DS (que é a mesma, não?), mas quase acabei comprando pro celular. É que jogar na tela touch é sempre um porre, eu pelo menos acho. Mas o jogo é incrível. Então fiquei nessa sensação paradoxal e acabei optando pelo de DS mesmo.
    Metal Gear é uma série que não curto tanto, então ficarei ausente de comentários pra não ser taxado de hater! hehe

    É isso aí!
    Abraços

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    • Fala Gamer Caduco! Rapaz, terminei o Gauntlet do Mega Drive, que é o IV. Nunca o do NES, por exemplo, que é mais difícil por sinal… Pô, sem querer fazer propaganda, dá uma olhada no vídeo sobre ele, vai gostar:

      https://cosmiceffect.com.br/2012/04/15/cosmic-cast-34-gauntlet-iv/

      Sobre ME3… (me alonguei, desculpas antecipadas amigos, ficou até meio “rant” o comentário a seguir, mas me perdoem, é por uma boa causa em nossa missão “anti-trolls”, rs)

      “É o desfecho que os roteiristas escolheram pro jogo” TUM! Pronto, é isso aí, puxa, penso exatamente da mesma maneira que você. Sempre foi assim, mas agora o “poder” das redes sociais & cia têm deixado algumas pessoas, na falta de uma palavra mais apropriada, “mal acostumadas” e/ou mimadas (mimimi?).

      Imagina se 2001: Uma Odisséia no Espaço, lançado em 1968, fosse lançado em 2012. As pessoas iam tuitar que “HAL 9000 é ridículo” ou “aquilo ali não é memória de computador!” (referindo-me a cena clássica em que é mostrada, visualmente, a “memória ” de HAL). Estes dois comentários de exemplo são completamente sem sentido e soltos; mas, com a Internet na forma em que está, incrivelmente… coisas como essas ganham relevância!!!

      É como você falou: quer final feliz ou quer final do jeito que VOCÊ quer? Escreva sua história, contrate uma equipe de 200 pessoas e mandem construir um jogo para ela. Aí, DEPOIS, a gente joga seu jogo e compara com Mass Effect 3 pra ver se foi melhor ou não. Sem fazer nada, só escrevendo um textinho cheio de retórica denegrindo uma obra de centenas de pessoas durante anos de trabalho? Passo, ignoro.

      Outro detalhe: sequer consigo ler críticas excessivamente negativas a qualquer “final de um jogo, filme, etc.” escritas por pessoas que NÃO fazem jogos, filmes, etc. Ou seja: se está criticando negativamente e dizendo com é que deveria ser, prove. Faça. Sério, sem exageros. E foi com pesar que vi a Bioware se ajoelhando e dando a MAIOR ALIMENTADA NOS TROLLS da história da Internet: lançando um DLC com um novo final. OMG… eu nunca me interessei em vê-lo, por sinal. Até porque… final de um jogo??? 1% da experiência, irrelevante. Não é cinema… onde um final tem de fato um peso grande na experiência daquelas duas horas.

      Se acertou escolhendo Bayonetta no lugar do Enslaved? Acho que é quase unânime viu…. Bayonetta ;-)

      Valeu mesmo Gamer Caduco!

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      • Concordo com tudo que vc disse, absolutamente tudo!
        Reclamar da jogabilidade que ficou ruim, de bugs, da física esquisita (Sonic 4 ep1, um abraço! hehe)… eu até entendo. Agora reclamar da estória, menor porcentagem possível da experiência de um game (outro ponto que concordo com o que vc disse) é coisa de gente muito mimada. É o que vc falou, vira roteirista e não enche a paciência de quem quer ver as idéias que saíram da cabeça de outra pessoa, independentemente se elas são felizes, tristes, engraçadas, irritantes, decepcionantes, que seja. Povo precisa parar de ver novelas e filmes com finais felizes! uhahuahuauha
        Triste realidade de um mundo com pessoas demais pensando que são gênios e só possuem acesso à Internet…
        Valeu!

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  10. Esse vídeo, de todos que eu vi do Cosmic Effect (é, eu já vi todos), é meu favorito. Em geral todos possuem uma qualidade excepcional, mas nesse, o jeito como a conversa acontece, a própria maneira de falar, ocorre de uma maneira muito natural, mais do que em qualquer outro. Ficou muito agradável, esse foi o melhor co-op de todos, foi muito agradável. Só minha opinião, todos os outros vídeos deveriam ser narrados dessa maneira, ficou show demais!!

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    • Valeu Guilherme, que bom que gostou do Retrowave! Neste exato momento, está em upload o segundo episódio. Como gostou do formato, não deixe de assistir viu. Brigadão amigo!

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  11. […] App Advisor – Your #1 Source for iOS Apps from the App Store!Chris Haffey & Jon Julio: Blading the Game, Park EditCanabalt Creator Releases ‘Hundreds’ Game for iOSYelp for the iPhone, iPad and AndroidNinja Fishing ($6.99) : [Free – Grab it Fast]Rabid Sports Fans Discovers A Way To Fulfill Their Fanatical AppetiteO Que Você Jogou Em 2012 […]

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