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Cosmic Cast #41 – H.E.R.O.

H.E.R.O. do Atari 2600. Um show de jogo. Um sucesso entre os jogadores brasileiros.

Conheça ou reviva conosco, com toda a riqueza de detalhes que este super clássico merece, o jogo estrelado por Roderick Hero: o primeiro grande herói dos videogames. Física e level design são características a serem apreciadas neste título. Como é? Em um catucho feito para um hardware que previa jogos “tipo Pong melhorados?” É para isso que existem os gênios…

Este episódio teve seu gameplay inteiramente capturado no Game Room da Xbox Live do Xbox 360, com o H.E.R.O. oficial da Activision portado/emulado com perfeição absoluta nesta plataforma. Nosso vídeo também exibirá um pouco deste excelente serviço exclusivo da Microsoft que oferece jogos de Atari 2600, Intellivision e arcade numa apresentação que realmente homenageia a era dourada dos jogos eletrônicos.

Mas estamos falando de Atari. O foco mesmo… reside em atingir o high-score. Um milhão de pontos e “a operação de resgate deixa de existir”. Será mesmo?

“Quem disse que H.E.R.O. não é eterno?”

Cosmic Cast

Episódio #41 – H.E.R.O.

Cliquem em Gostei no YouTube!

* * *

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40 Respostas

  1. Eric e equipe CFX, parabéns por mais um maravilhoso vídeo!

    Rapaz, você é muito viciado nesse jogo, perdeu a primeira vida no nível 17?

    Eu não tive Atari, por isso não joguei H.E.R.O. Sempre quis entender porque as pessoas gostavam tanto dele e vendo seu vídeo percebi o quanto o jogo é inovador e genial. Todos os fundamentos de level design, curva de aprendizado e dificuldade foram aplicados com perfeição neste jogo. É uma aula de game design!

    Parabéns pela conquista!!! O final do vídeo foi sensacional e emocionante! E então, é possível fazer uma pontuação maior?

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  2. Eu também não joguei H.E.R.O. na minha época de Atari e só fui conhece-lo com emuladores (já com menos empolgação do que deveria), mas este vídeo me motivou a adquirir esta pérole e ficar, pelo menos, entre os 1.000 primeiros neste ranking!
    Otimo video! Otimas montagens! Não tem como não se empolgar assistindo!

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  3. Não sei se é o melhor joga da 2ª geração, mas ele inova quando apresenta um desafio real e tenta minimizar o efeito repetição. Adorei o cast pessoal do Cosmic!

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    • @Marcelo Martins Puxa Marcelo, me pegou no flagra: perdi uma vida antes da 17a fase mostrada no vídeo! Mas como a cada 20000 pontos ganha uma nova, ficou parecendo que ali foi a primeira depois da edição, rs… lembro que deixei o comentário assim mesmo pois era a primeira vida perdida no vídeo editado; mas ocasionalmente (raro) consigo passar as 20 fases sem perder. Quase sempre perco na vigésima, como deu pra notar no episódio…

      Não sei porque, tinha certeza de que você também teve Atari. Fico feliz em ter conseguido no vídeo, como você falou, conseguir mostrar de fato quão genial foi o joguinho, justifica essa popularidade mesmo.

      Rapaz… sua pergunta final: juro que estou tentando respondê-la. Falta fazer uns cálculos com relação ao bônus de cada fase pra ver se é possível um pouco mais do que 999.960. Parece que é… sem dúvida, num Retrowave, caso consiga, entra o “DLC do vídeo”, rs… abração!

      @Andre Nunes (@andrenunes1) Pô Andre, valeu. Você que é da turma do game design, deve ter reconhecido fácil o valor deste joguinho de 84…

      @Rita Braz Chtt Que bom que curtiu, Rita! Pois é, o H.E.R.O. é um jogo difícil de ser batido no “Top 3 Segunda Geração”, rsrs…

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  4. “Tem um jogo aí que não é da Activision… tem que ver isso” – > hahaha!

    Já joguei Atari, mas só os títulos mais populares, como: Pac-Man e “Enduro”. Só soube da existência de H.E.RO. através do Cosmic Effect. E que jogo ein! Já impressiona por ter o sprite do personagem principal com 4 cores e parece ter uma mecânica bem interessante… tanto é que não entendi como jogá-lo apenas com 1 alavanca e 1 botão. Então resolvi baixar o Game Room e conferir o demo…

    … alguns minutos depois:

    É impressão minha ou essa música do Game Room é bem parecida com “This is Radio Clash” da banda The Clash?

    Peguei o demo de H.E.R.O. e tentei jogar uma partida, só digo uma coisa amigos: quem não jogou experimente para ver! Mas jogue com cautela, pois o demo dá direito a apenas 1 ficha! Quem vê o vídeo e a forma fluente que Eric joga, não imagina o quanto é difícil! Parabéns Eric!!

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  5. PS: Muito legal o inception do Gagá na abertura! :-)

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  6. Mais um fantástico vídeo. Antes de mais nada, deixo públicas aqui minhas congratulações pelo desempenho invejável no game, certamente que o Eric é o melhor jogador de H.E.R.O. que eu já vi em ação.

    Respondendo à pergunta: sim, esse jogo certamente é o melhor da segunda geração dos videogames e, além disso, é um dos melhores de todos os tempos. Quando comparamos o jogo médio que tínhamos na plataforma, fica evidente que o trabalho feito no H.E.R.O. foi muito especial. Para quem conhece um pouco de programação e da arquitetura do Atari 2600 (um console que tem 128 bytes de memória RAM – menos que um tweet! – e nem mesmo processador de vídeo dedicado) fica claro que o programador sabia mesmo o que estava fazendo.

    Claro que os méritos não são apenas técnicos, de fato a jogabilidade é muito interessante e refinada. Há realmente uma dinâmica e design até então inéditos em jogos de consoles caseiros. Lembro como se fosse hoje da tensão quando vi o polvo/lula pela primeira vez, e da curtição que realmente era pegar a prancha.

    Enfim, vídeo imperdível para quem gosta de games. Parabéns!

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    • @FrankCastle Pô, gostei foi de conhecer a This Is Radio Clash aí, valeu Frank, rs — E é verdade, é um dos personagens mais coloridos do Atari, quase todas as cores da Activision estão ali no Hero… Que máximo você ter dado uma partidinha dele lá no Game Room, bem lembrado: quase todos os jogos do serviço dá pra jogar uma partida completa, sem limitações, sem precisar comprar o título. E Altered Gagá na abertura! Valeu Frank!

      @Alan Freitas Valeu Alan Kidd! Ah rapaz, cada um de nós tem aquele joguinho especial em que parece que a mecânica foi “feita sob medida”… é meu caso com o H.E.R.O., por isso o bom desempenho. Opa, e notei pelo seu comentário que você sentiu a magia deste jogo na época… o trecho sobre a criaturinha da lava, o lance da prancha… Brigadão mais uma vez Alan!

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  7. O que é isso rapaz!Acho que vi o Gagá em Altered Beast?!KKK E peraí, onde eu compro essa jaqueta do Leon com a logo do CFX Team?Fala aí Eric!Tem no mercado livre?KKKK
    Esse é o @Andrey sempre surpreendendo com suas artes!!!

    É de se elogiar muito o ON-Line do XBOX,caraca,Eric sempre trazendo boas surpresas via Microsoft.No caso do Game Room é incrível essa possibilidade de relembrar os tempos de jogatina com amigos nos dias de hoje através da pontuação on-line.

    O Cast ficou ótimo, o suspense principalmente prendeu a atenção do começo ao fim,o episódio 41 H.E.R.O já nasceu clássico!
    Visualmente(não posso falar do gameplay pois nunca joguei essas plataformas) eu prefiro o H.E.R.O do 2600 mesmo,as versões do SEGA SG-1000 —ZX Spectrum— MSX— ColecoVision—Commodore 64 por exemplo,cometem o mesmo erro,na minha opinião,que é inserir detalhes desnecessários as paredes da caverna,eu prefiro do Atari mesmo,com as cores sólidas e chapadas,eu acho que fica mais clean.

    Não sei porque H.E.R.O não aparece(pasmem!) em nenhuma lista Top 10 ou Top 20 dos melhores games do Atari na opinião de jogadores e/ou sites americanos!Procurei e não achei uma boa colocação,se alguém encontrar por favor me avise.Jogos como Adventure e Pitfall sempre aparecem(com todo mérito,claro) e jogos como Missile Command,Pacman e Combat acabam alternando nas listas mas H.E.R.O definitivamente é um ilustre desconhecido pra eles.Eu acho que o fato do jogo ter sido lançado em 1984,já no final da era Atari,e somado a isso a popularização dos computadores(o Macintosh nasceu em 1984) talvez tudo isso tenha favorecido o ofuscamento do brilho de H.E.R.O.

    “Meu Deus do céu” a IGN,por exemplo,numa lista SÓ da Activision,colocou H.E.R.O em 6º,na frente ficou…Pressure Cooker e Kaboom,pode isso!? PQP KKKKK no site “Atari Age” H.E.R.O ficou em 6º também mas detalhe,foi uma votação livre dentro do forum deles emesmo assim Kaboom ficou em 4º,PQP Kaboom é legal mas não é tão bom assim KKKKK!!!

    Abraços a equipe do CFX!

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  8. Antes de mais nada…

    ERIC, SEU VICIADO!!!!
    Hehehehe!

    Com esta gíria saída direto dos anos 80 (pelo menos da galera daqui de Cubatão/SP) começo este meu comentário parabenizando, não só por mais este fantástico Cosmic Cast como também – e principalmente – pelo desempenho extraordinário de Eric Fraga em H.E.R.O.
    Aliás, extraordinário é um termo que pode ser aplicado perfeitamente à esta mágica em forma de dados feita pela Activision para o saudoso Atari 2600.
    O Eric é sabedor de minha opinião com relação aos jogos deste sistema de uma maneira mais generalizada, ou seja, os acho que envelheceram mal somado ao fato que ele recebeu muitas tranqueiras (como o famigerado E.T.).
    Tendo em vista isto, poucos títulos deste eu ainda consigo jogar, por “coincidência”, a maioria são da Actvision, a que melhor soube explorar as parcas capacidades deste console. H.E.R.O., Frostbite, Keystone Kapers, River Raid, Pitfall, Megamania, Moon Patrol, Missile Command são os games em questão, os que ainda brinco atualmente e, quais destes, não são da Actvision? Apenas dois.
    Na época, mesmo com minha pouca idade, eu ficava empolgado quando colocava um título desta empresa. Comparado aos das demais, eram nitidamente mais bem elaborados em todos os aspectos e, para uma criança, ver o emprego das cores de forma tão harmoniosa, era algo que encantava mesmo. É impressionante como os programadores ainda conseguiam pensar em detalhes como este, trabalhando também para a beleza dos cenários.
    Há uma categoria de jogos que julgo “eternos” dada à sua mecânica única e H.E.R.O. é um deles. São atemporais, assim como Frostbite, Tetris, Ms. Pac-man, Super Mario Bros., Sonic, Out Run, entre tantos outros. Jogos assim, precisam ser reverenciados como “Estado de Arte” e lembrados da melhor forma: jogando-os. É um legado que precisa ser mantido vivo para que as novas gerações saibam que existiram.
    Dentre aqueles que só olharão com mera curiosidade, sempre haverá os que ficarão fascinados, mesmo que não da mesma forma como nós há 30 e poucos anos – por não terem vivido aqueles tempos – mas reconhecendo ali algo raro de se ver nos chamados “Next-Gen” de hoje.
    Até mais.

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    • @Dactar O nome do arquivo que Andrey me mandou: “Altered_Gaga.mov” (risos), caraca, bem pensado sobre a roupa do Leon, uau, será que dá pra imprimir a logo numa jaqueta por aqui? :) Sobre seu comentário dos ports, na mosca, Dactar: todos eles exageram nessa de detalhar deixando o visual “sujo”. E há falhas graves até mesmo no port para Atari 5200, onde há equívocos estranhos na detecção de colisão. A única versão, pasmem, “decente” que não seja a original é um… homebrew de 2005 feito para o obscuro Amstrad CPC!

      Sobre o lance do H.E.R.O. ser considerado top nos EUA, também acertou: lançado na “era pós-crash”, poucos jogadores por lá de fato o conheceram. Já aqui no Brasil, como foi lançado pela Polyvox, ganhou reconhecimento.

      De qualquer maneira, o AtariAge está tentando compilar um top 100 Atari 2600 faz um tempo, e H.E.R.O. por lá está em sexto lugar! É um ranking “responsa” o deles, vejam:

      http://www.atariage.com/forums/topic/62626-top-100-2600-games-of-all-time/page__st__550

      Pitfall é o primeiro e Pitfall II é o segundo :)

      Ops… você falou logo depois do top 100 do AtariAge! Rsrs… valeu Dactar!!

      @Douglas Deiró Sim sim, o “viciado” era, pelo jeito, o adjetivo padrão pelo Brasil :)

      Douglas, sabia que o pessoal da Activision levavam suas ROMs em fase de teste para definir as cores do jogo… na casa da avó de um dos programadores? Ela tinha uma TV velhinha, meio estragada… a escolha das cores era lá pois isso valorizaria o visual quando conectado em TVs boas (contou David Crane numa entrevista). De fato, é indiscutível que a Activision era a melhor do Atari. Mas houveram outras…

      Imagic: Cosmic Ark, Atlantis, Demon Attack, Dragonfire, Riddle of the Sphinx e Laser Gates (shmup fora de série este!)

      Parker Brothers: Montezuma’s Revenge (Tomb Raider para o Atari, acredite!), Amidar, Frogger, James Bond 007 (um dos jogos mais bem feitos do Atari 2600!), todos os Star Wars (são ótimos) e Super Cobra (sem palavras pra esse pré-Choplifter…).

      Sem falar na Atari…

      Eu já acho o contrário: os (bons — e eles são muitos pois o acervo total é enorme) jogos de Atari envelheceram muito bem, tão bem… que são copiados direto na era mobile. A Atari anda de olho, por sinal, e até jogo da Apple Store já foi removido porque ela provou plágio. E jogar seja na TV ou no emulador certos títulos, putzzz… não é só H.E.R.O. que é perfeitamente jogável até hoje não, tem muito mais de onde ele veio…

      E os clichês? Continuam insuperáveis. River Raid, por exemplo. Um shmup onde a gente controla o scroll da tela e isso tem um efeito TREMENDO na estratégia? Demais. Estou até batendo uns contras de River Raid com Gagá na Live, tá divertidíssimo. O velhinho é bom no danado, por sinal viu…

      É como falou, são mesmo o estado da arte… Valeu Douglas!

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      • “Altered_Gaga.mov” KKKKK sem comentários! :)
        Eu dei uma olhada no youtube e realmente o HERO do Amstrad CPC é muito bom mesmo.Só os efeitos sonoros que eu achei um pouco…histérico,assim…caindo pro agudo,entende,talvez seja a captação do vídeo,sei lá,mas no 2600 o som é “rasgado e grave” e o agudo do laser no Atari parece ser mais definido também,posso estar equivocado,lógico,mas foi essa impressão que tive do Amstrad,um belo port de qualquer forma.
        Bom,como diria Tina Tuner lá em 1985:

        “We Don’t Need Another Hero…” esse do Atari 2600 já me basta.
        :)

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  9. Nossa Eric, meus parabéns. Nada melhor que comprovar que os magníficos vídeos do cosmic são realizados por quem não apenas entende da história dos jogos, mas também que tem habilidade com o joystick na mão. rsss

    Muitas vezes, pela falta de tempo mesmo, contento-me em ler sobre retro-games e deixo a jogatina um pouco de lado. Mas estou tentando harmonizar essa divisão de tempo para poder desfrutar desses clássicos ainda não explorados por mim.

    É ótimo acordar no sábado e assistir os videos ainda deitado, rss.. E que venha o próximo.

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    • Puxa, valeu mesmo pbrejo! Entendo perfeitamente o lance do tempo, bom saber que está dando um jeitinho por aí de achar uma brecha pra jogar. Por acaso tem o Xbox 360? Caso sim, não deixe de experimentar o Game Room, é uma excelente maneira de jogar clássicos, você viu no vídeo. Para quem tem pouco tempo, melhor ainda, é tudo muito fácil e a interface bem gratificante, digamos assim.

      Um grande abraço meu amigo, já preparando o próximo sim!

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  10. Olha só, momentos de tensão com esse hi-score!!!

    Pô, Eric, vai ser viciado assim na China! Não é possível, esse cara devia passar horas jogando Shinobi e HERO enquanto eu perdia minha infância estudando geografia no colégio. Holy shit!

    Ótimo programa, muito relevantes os comentários sobre level design. Naquela época essas coisas não me ocorriam, por isso é tão relevante a gente sempre retornar a esses jogos antigos, com mais experiência, olho mais vivo.

    Ai, era um inferno jogar HERO com o controle do Atari. Era difícil ser preciso com aquela alavanquinha. Deve ser um zilhão de vezes melhor com o controle do Xbox, confirma?

    Adorei o seu comentário sobre o sprite novo que aparece perto do final, porque a sensação era exatamente essa na época, a gente ficava empolgadíssimo quando algo novo aparecia no meio do jogo. Batia logo uma curiosidade. Sempre me lembro dos meus tempos de The Castle no MSX; os elementos do jogo são recorrentes em várias telas, mas lá pelas tantas aparecia uma fadinha numa área que a gente não tinha como acessar ainda. Não conseguia nem dormir até descobrir que diabos aquela fadinha fazia.

    E olha eu lá na abertura do Altered Beast, he he… só faltou eu dizer “Rise from your grave” ^_^

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  11. A apresentação deste Cosmic Cast foi uma das melhores compilações de jogos não tão conhecidos. Blazing Star e Growl aparecendo com todo o seu esplendor. E são jogos interessantíssimos para um futuro Cosmic Cast #ficaadica

    Não cheguei a pegar a febre do Atari, só me tornei gamer de verdade com os 8-bits, mas reconheço a importância da segunda geração e da genialidade dos designers da época (especialmente os da Activision). E H.E.R.O., nesse quesito, é um dos mais impressionantes de se ver. Como eles conseguiram fazer tudo aquilo com 8k? Por isso que, com algumas exceções, vejo os programadores de hoje um pouco engessados em relação a saber explorar esses atalhos. Claro que têm muita coisa boa nessa nova geração (tanto é que já encomendei o meu XBOX 360), mas o que faziam na época do Atari e na terceira e quarta gerações era algo digno de nota.

    E reitero o que o Orakio comentou: vai ser viciado assim lá na Terra do David Crane!!!

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    • @Orakio “O Gagá” Rob Geografia? Ah Gagá, qual é, rsrs…

      Você falou uma coisa muito pertinente: é até engraçado, hoje, uma expressão como “level design” sendo atribuída a um jogo que a gente cresceu vendo/jogando e apenas curtindo pelo que ele é. Atualmente, especialmente para a gente que vive voltando ao passado, é curioso passar esse “olhar experiente” que falou, nós achamos é coisa…

      Orakio, acredite: é melhor, por uma pequena margem claro, com a alavanca do Atari mesmo! Por exemplo, tem uns toquinhos pra diagonal que tem de dar pra manter Hero voando em linha reta; no direcional é menos preciso fazer isso. Já na alavanca, tranquilo mesmo. Agora, como o direcional do 360 parece os nossos direcionais favoritos (Saturn, Mega…), a gente se sente em casa também com ele.

      Rise from your grave… ummmm… ;-)

      @adneybr Pô, ambos os jogos citados na abertura Adney, estão sim, digamos, “programados”. Pode não ser no Cosmic Cast… mas no mesmo canal… ;-) O que falou sobre o possível não-uso da poder total das gerações atuais, o Arnaldo me comentou outro dia uma visão muito interessante sobre este assunto, vou torcer para que ele pinte por aqui e deixe um reply para enriquecer o papo! Valeu Adney, grande abraço meu velho!

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      • Se o Arnaldo aparecer por aí, peça para ele dar uma explicadinha como é que “esses caras” conseguiam trabalhar só com 8k e fazer maravilhas como o H.E.R.O.
        Rss!
        Abraço!

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        • Olá meus caros, Adney e Deiró. Eric me convocou para lhes dar um reply…
          Aqui vamos nós, para atender a todos os interessados =]

          Eu posso começar minha exposição sobre vsa. indagação com aquela frase manjada do “quem não tem tempo arranja tempo”.

          É a mesmíssima coisa quando se trata de desenvolver SW, e, com certeza, é o mesmo para Games – que eu considero sempre como um SW de Aplicação Crítica =] Vc acaba dando um jeito de passar dos limites.

          Quando se tem memória de sobra, processador de sobra e um framework amigão (me refiro ao conjunto ambiente, workflow e toolkit) de desenvolvimento/programação, muita coisa foge ao interesse e controle do programador. Todas as otimizações devem estar previstas pela ferramenta e só podem ser feitas por ela mesmo. E se não rolar otimização, o HW dá conta.

          Eu diria que quando estamos criando jogos com “engines” estamos abrindo mão de qualquer possível otimização “máxima” para nos beneficiar de uma interessantíssima “ajuda” para chegar aos resultados rapidamente. Mas é isso aí. Não tem outro jeito. Com o tempo os programadores vão aprendendo a empenar os engines tbm, rs. Um poderemos falar aqui da curva de aprendizado dos coitados que programar jogos de PS3, já que aproveitar tudo que um Cell tem pra dar é coisa pra Thor ou até mesmo Odin. Mas isso fica pra outra conversa.

          No caso do Atari (especialmente do Atari), não tem esse lance de compilador nem framework nem ferramenta coisa nenhuma. É vc e o HW. Tudo bem que hoje em dia tem compilador Basic e até ambiente gráfico (IDE com editor de PlayField, Sprite e SoundMachine). Mas naquela época era assim mesmo: matar ou morrer.

          Ou seja, cada byte presente num jogo de Atari é/foi colocado manualmente pelo programador, num trabalho minucioso para atomizar em cada instrução da máquina seus objetivos lógicos, artísticos, e ainda cumprir “obrigações” impostas pelo HW. O cara conhecia cada byte do jogo, contado, inclusive com os tempos de execução anotados para cada possível desvio!!!

          Era quase uma brincadeira, uma gincana, para, por exemplo, descobrir maneiras diferentes de limpar a RAM (128 bytes!?) e a TIA na inicialização. Existem otimizações brutais daquela época usando apenas 5 instruções: 2 de preset e 3 de loop/controle (!).

          Acho que é um lance de ourives mesmo. Uma fascinante forma de arte: os jogos eram polidos, faceta por faceta, byte a byte, um clock de cada vez. Por isso temos jogos maravilhosos, exemplos de uma autêntica lapidação Amsterdã (David Crane é um destes, assim como Wosniak e os brothers da Parker). Mas também temos coisas desastrosas como ET e tantos outros games sofríveis ou lixosos.

          Como os jogos eram “pequenos”, acho que dava pra fazer um trabalho de chinês. Mas nos dias de hoje com jogos em Gigabytes, fica fora de questão. Foi um momento singular no qual ocorreu uma ruptura entre o que a computação pode fazer e o que podemos fazer com a computação =]

          Pra concluir, eu gosto de dizer que fazer um jogo de Atari nos idos 197X, começo dos 80, era completar um doutorado como se fosse um curso de verão =]

          Não conheço exemplo algum que se compare a este tipo de esforço, exceto, é claro, ao que se faz em tempos de guerra!

          []s, e… vamo jogar, meu povo!

          PS: Fiquem à vontade para “futucar”. Como todos aqui sabem, é um assunto que me fascina.

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          • Ainda bem que Eric te convocou he he he.

            “…Foi um momento singular no qual ocorreu uma ruptura entre o que a computação pode fazer e o que podemos fazer com a computação…”

            Mais uma aula do nosso amigo Arnaldo!

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  12. Muito bom!rs

    Vc chegou a ver no Twin Galaxies qual o recorde geral de HERO? Tá fora do ar o site, mas acho que vc tem boas chances de ser primeiro lá tb!

    abs

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    • Não cheguei a ver não, estou empenhado em conseguir os 999.970/80… na Live mesmo! Tem TANTA gente jogando na Live, o nível é alto (vi os replays dos primeiros, são todos feras) e americano, principal consumidor do 360, é quem mais adora Atari! (=muitos jogadores no Game Room) — Megamania, por exemplo: os scores são altíssimos, me sinto um nada no Megamania lá… rs… estou tentando chegar em primeiro no Beamrider, lembra desse Euler? Você viu quando eu jogava aqui em casa na época, se não me engano.

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  13. Nossa eu sou um baita prego no HERO, isso eu vejo.
    Joguei muito mas não sabia que tinha final.
    To ficando velho kkkkk.

    To vendo que vou ter de me juntar aos caixistas pq o Game Room é muito interessante.

    Eric parece que voce foi um dos beta testers do HERO pois eu nunca vi na vida alguém jogando como voce joga, nunca mesmo, you rock man!!!

    E mais uma vez obrigado pelo seu video educacional, garanto que sera visto mais vezes.

    Abraço.

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  14. Melhor jogo do Atari, junto com Megamania!
    É meio redundante ficar elogiando seus post, né Cosmonal?

    Abraço!

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  15. VAI SER VICIADO ASSIM LÀ NA P&$A QUE P#%#U!!!

    Parece esses orientais jogando Ikaruga, nunca vi! Eu tento jogar essa joça e não tem nem graça, meu recorde é uns 47k + ou –

    Dei foi risada com o barulho da espada cortando o “clichê”. Até a escolha foi corte de clichê porque todo mundo costuma usar barulho de vinil arranhado, hehehe.

    Parabéns pelo speedr…. episódio e se não me engano…. ano passado foi prometido um vídeo sobre todo o Game Room do Xbox não? (acho que vou ter que fugir depois que entreguei o ouro dessa forma!)

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    • @Ulisses Seventy Eight Beta tester do H.E.R.O., putz, teria sido uma honra. Valeu Ulisses!

      @Sandro Tandrilion Opa mestre Sandro, valeu meu caro, e Megamania é outro ‘super clássico’ mesmo! Abs

      @Dancovich Sim Danc, tem razão, hehehe, bem lembrado sobre o episódio do Game Room. Processando, vamos capturar uns ‘challenge’ no serviço pra demonstrar.

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  16. Grande Cosmonal!!
    Cara, que abertura sensacional, eu piro, gosto muito da edição, das idéias, junção dos jogos, essas paradas que vocês fabricam…rs
    Muito legal o Game Room, só o conhecia através de você mesmo de vídeos anteriores e pelos updates do Twitter…rs
    Não pensei que fosse algo tão “bem montado”, achei que fosse algo mais direto ao ponto, ops, quero dizer, ao jogo…rs
    Você é muito viciado em H.E.R.O, dá um baita desanimo quando vamos jogar…
    Joguei H.E.R.O mas para mim na época era um jogo muito difícil, eu ficava mais olhando meus primos jogarem, eu ficava mais no Pitfall…rs
    Lembro que adorava o barulho da explosão da bomba, que parece essas bombinhas do tamanho de um palito de fósforo e quando você resgata o carinha, o “pipipipi” (que lembra o som da bomba de gasolina do River Raid também, eu achei, mas como são todos jogos da mesma produtora Activision acho que “tá tudo em casa”)…rs
    HOLESHIT – não acredito que dá pra destruir a parede com o laser (sensacional, quero ver a cara do meu primo quando souber disso após todos esses anos).
    Interessante é que conforme o vídeo vai avançando e o final do jogo chegando, a gente parece que vai jogando junto e torcendo pra você não morrer. No final quando você perdeu algumas vidas já fiquei preocupado, é a torcida mais fiél do mundo, a torcida retro gamer, a torcida CE…rs
    Nem vou comentar como ficamos em relação ao enigma do 1 milhão de pontos…rs
    Cara, ficou muito bom esse episódio, uma mistura de tudo, conhecimento e humor.
    Valeu Eric e CE Team por mais essa!

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  17. O que me deixa mais impressionado neste site é que não há limites para as expectativas. Eu imagino: “Pronto! Eles atingiram o auge. Nada pode superar isso.” E, repentinamente, sou surpreendido por um vídeo mais fascinante ainda.
    Caramba! Que vídeo sensacional!
    O espetáculo começa com a abertura. A tradicional (e belíssima) música tema aliada aos efeitos especiais/artísticos do nosso amigo Andrei, que são extraordinários.
    Em seguida, temos a apresentação do episódio: edição fenomenal e roteiro impressionante, ligando o “ontem” (o jogo) e o hoje (o game room). Aliás, certa vez eu disse que o Gagá era o velhinho-propaganda do XBOX. Pelo jeito, o Cosmonal é o marketeiro supremo da caixa; sei que eles não fazem de propósito, mas vou acabar comprando um xbox por absoluta influência desses caras… Até hoje nunca simpatizei com o joystick, por isso optei pelo wii e ps3; mas, depois desse game room absurdamente atrativo… Será que vai rolar uma matéria mostrando ainda mais detalhes sobre o Game Room? ;)
    Por fim, o que dizer da habilidade mostrada no jogo, senão engrossar o coro e gritar: “Eric, seu viciaaaaaaaaaado!!!!” :D. Com tanta manha de sua majestade Cosmonal, ouso chutar que veremos se o score de H.E.R.O. pode ficar mais alto, quem sabe, no Atari do Superconsole (que tal, hein?).
    Parabéns outra vez, pessoal!

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    • @Julio Soares Gostei do seu comentário sobre o Game Room, Julio, exatamente: a impressão “de fora” é que é só um “frontend de emulação” só que dentro do Xbox 360. Como notou, é um pouco mais do que isso, é uma agradável homenagem aos retrogames, pelo menos os que tem um estilo arcade. E tem razão também sobre os sons do H.E.R.O./Pitfall: até nisso a Activision era líder… Valeu Julio!

      @dcnautamarvete Puxa, lisonjeado mesmo com seu primeiro parágrafo, dcnauta! Ahahaha, essa do ‘marketing xbox’ foi boa, rs, de fato não é nada ‘fanboy xbox’ não, pode acreditar, rs. Mas de fato, um serviço como este ser exclusivo do 360… pode vir a pesar para um retrogamer. É outra coisa jogar Atari, ou alguns de arcade antigos… com um high-score global. E sim, vai ter um Cosmic Cast sobre o Game Room (já prometido anteriormente) já em breve!

      E curioso você falar do Atari: só não capturei nele (no console) porque meu cartucho de H.E.R.O. é um pirata que estragou de vez há coisa de um mês. Fui procurar o original pra comprar e não acreditei nos preços atuais de um H.E.R.O…. muito alto! Estou de olho ainda, no entanto. Abração dcnauta, obrigado mesmo!

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  18. Realmente era empolgante jogar H.E.R.O. no ATARI…

    E continua sendo…

    Só não dava pra jogar como Eric….

    E continua não dando….

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  19. Fantástico!! E vai se viciado asism la na casa do %$#@#$% Eric XD pqp!!!
    Rapaz, o que o separa do 1º lugar? tempo total de jogo?

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    • @Eduardo Ferraz Fraga (@edufrg) Seu negócio é River Raid, uma vez fizemos 1 milhão nele no Atari, lembra não, uma vida de cada.

      @Sabat Santos Sabat, acho que ele exibe por “ordem de chegada”, ou seja, o Vardulon fez 999.960 antes de mim e por isso fica listado na posição 1. Mas estamos calculando como fazer 999.970, 980… aguarde… ;-)

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  20. Eric é o Billy Mitchell brasileiro! Assim como todos fiquei na torcida aqui para ver vc em primeiro, foi como ver a final de um campeonato, o Brasil pode ter os melhores jogadores do futebol do mundo mas o que importa é que temos o melhor jogador de H.E.R.O do mundo!! Virou questão de matematica vc ficar em primeiro agora Eric, essa limitação de um milhão de pontos acontece com os outros jogos tambem? Os videogames podiam chegar atrasados antigamente no Brasil mas em compensação aproveitavamos pérolas como H.E.R.O que foram ignoradas quando lançadas no seu país de origem por causa do crash.

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  21. […] recomendo enfaticamente que você assista ao vídeo produzido pelo meu amigo Eric Fraga – uma verdadeira homenagem e lição de jogabilidade rumo ao seu destino como número 1 no rank do […]

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  22. […] enfaticamente que você assista ao vídeo produzido pelo meu amigo Eric Fraga – uma verdadeira homenagem e lição de jogabilidade rumo ao seu destino como número 1 no rank do […]

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  23. […] para quem não o conhece. Portanto, recomendo enfaticamente que você assista aovídeo produzido pelo meu amigo Eric Fraga – uma verdadeira homenagem e lição de jogabilidade rumo ao seu destino como número 1 no rank […]

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  24. […] recomendo enfaticamente que você assista ao vídeo produzido pelo meu amigo Eric Fraga – uma verdadeira homenagem e lição de jogabilidade rumo ao seu destino como número 1 no rank do […]

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  25. […] as produtoras de cartuchos, de modo que não teve alta vendagem, vindo a ser apenas posteriormente reconhecido como um dos melhores games de todos os tempos, principalmente por colecionadores. Produzido pela Activision (a melhor criadora de games do […]

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