Come-Come! (Odyssey)

Por Euler Vicente

Maior rival do Atari 2600 na primeira metade dos anos 80, o nosso Odyssey fez relativo sucesso no Brasil. Graças a uma excelente estratégia de marketing, que se apoiou na regionalização dos seus títulos e no teclado alfanumérico, que dava um aspecto mais educacional ao console, o Odyssey deu trabalho à concorrência — apesar de sua inferioridade técnica.

Com minhas 8 primaveras completadas, começava a  me sentir encantado por essas diversões eletrônicas: havia chegado o momento de ganhar meu primeiro console!

Escolha complicada na época: Atari ou Odyssey?

Devo confessar: fui uma das “vítimas” dos marketeiros da Phillips na época. Aproveitando o estrondoso sucesso do filme Os Trapalhões na Serra Pelada, tiveram a fantástica ideia de batizar o título “Pick Axe Pete” como “Didi na Mina Encantada”. Criaram uma nova capa bem simpática com o Didi, muita publicidade e pronto: tinham um system seller! Como qualquer criança brasileira da época, era absolutamente apaixonado pelos Trapalhões. Como resistir ao apelo de jogar um videogame com nosso maior herói, o Didi Mocó?

Além disso tudo, meu pai via com bons olhos o teclado que acompanhava o console. Lembrava uma máquina de datilografia! Talvez acreditasse que eu pudesse aprender a datilografar com o Odyssey (risos). Imagino que, talvez, alguns dos nossos amigos leitores possam nunca ter visto uma máquina de datilografar, mas nos anos 80 era a ferramenta de trabalho principal nos escritórios. Aprender datilografia para conseguir um emprego era tão importante como saber usar o MS-Office hoje em dia!

Surpresas no dia da compra!

A guerra dos consoles lá de casa teve um vencedor: O Odyssey! Aniversário, Natal… não lembro exatamente. Sei que, naquele dia, um fato inusitado ocorreu, que remete ao título revisitado: Ao comprarmos o console, meu pai permitiu a escolha de um cartucho extra. Logicamente… escolhi o jogo do Didi! Então, em tese, teria 4 jogos para me divertir: o do Didi e os 3 que já vinham no console (Criptologic, Interlagos e F1).

Antes de levar, o console foi testado na hora. O vendedor ligou numa TV que estava em exibição e trouxe um certo jogo que parecia usar para demonstrar o Odyssey na loja. O cartucho tinha aquele aspecto de produto de mostruário mesmo, estava sem o adesivo frontal. Em seu lugar tinha escrito a lápis: “Come-Come”.

Meu pai pediu para que eu jogasse um pouco, para confirmar se o console estava funcionando mesmo: tudo ok, o moço da loja embalou o Odyssey e levamos pra casa. Ao chegarmos, apressadamente fui abrindo a caixa. Para minha surpresa… o vendedor havia esquecido o cartucho do Come-Come dentro da caixa, ainda conectado ao console (risos)! Mais um jogo, de “presente”!

Eufórico, pedi ao meu pai para ligar o Odyssey. Mas, para minha surpresa (outra?), minha primeira jogatina durou menos de 10 minutos: o console pifou. Depois de várias tentativas naquele dia, constatamos que o console travava após alguns minutos ligado, provavelmente ao esquentar. Por azar, o defeito não aconteceu no momento do teste na loja. Tive que passar o fim de semana inteiro paquerando o Odyssey, morrendo de vontade de jogar — que castigo!

Meu pai ficou de levá-lo para trocar na semana seguinte. “Não fala nada do cartucho, viu?!” — falou pra mim (risos). Bem, a loja não aceitou a troca; fomos para a assistência técnica. Foram mais algumas semanas angustiantes de espera, mas o Odyssey retornou funcionado perfeitamente. Enfim, sós!

Mais um clone do Pac-Man?

Naquela época, o Pac-Man era o que havia de mais legal em diversões eletrônicas. A Atari logo lançou sua versão para o console caseiro e fez muito sucesso, ainda que tenha sido um port “polêmico”. A Magnavox percebeu que tinha que fazer alguma coisa e, desta forma, nasceu o K.C’s Krazy Chase (o nosso “Come-Come!”) para brigar com o Pac-Man.

No jogo, controlamos o Come-Come (“Munchkin” no original americano), um bichinho peludo azulado. O objetivo é comer todas as pílulas presas ao corpo de uma centopeia para passar de fase. Só que existem 2 fantasmas e a cabeça da própria centopeia que nos atacam. O Come-Come precisa abordar a centopeia por trás e, somente assim, conseguir comer as pílulas. Quando isso acontece, os fantasmas ficam brancos e podem ser devorados pelo Come-Come. Podemos também comer uma pílula que está numa posição intermediária da centopeia. Quando isso acontece, as demais pílulas se desprendem do corpo, sendo deixadas no labirinto. Portanto, o básico para um clone do Pac-Man está aqui: o labirinto, os fantasmas e as pílulas.

Porém, a grande sacada do Come-Come foi mesmo a centopeia. No Pac-Man, as pílulas que permitem que o Pac-Man fique invulnerável e devore os fantasmas ficam nas extremidades do labirinto, em locais fixos. Para os jogadores mais habilidosos, é possível criar estratégias para se jogar indefinidamente o Pac-Man do Atari — lembro bem que o Eric conseguia fazer isso. Também sempre tive a impressão que o Pac-Man entrava em looping quanto a progressão da dificuldade. Parecia que, ao chegarmos a um determinado ponto, a dificuldade regredia para depois voltar a aumentar. Não tenho certeza se isso procede, mas sempre tive essa sensação, tal qual acontecia com Frogger do Odyssey.

No Come-Come, com as pílulas nas costas da centopeia se movimentando velozmente pelo labirinto, adicionava um fator de aleatoriedade ao gameplay que simplesmente não existia no Pac-Man. Outro ponto positivo é a dificuldade acentuada. A progressão ocorre de tal forma que, já a partir da 4ª-5ª fase, o jogo torna-se bem rápido e difícil. A partir daí, o jogador deve permanecer na defensiva fugindo dos fantasmas e da centopeia, até surgir uma oportunidade de comer as pílulas. A combinação: randomicidade, velocidade e dificuldade, na minha humilde opinião, tornam Come-Come um jogo superior ao Pac-Man!

Pac-Man é infinitamente mais popular que o Come-Come, inclusive tornando ícone da cultura pop, como todos sabemos. Mas o Come-Come é um jogo superior. Vou ser apedrejado pela comunidade retrogamer por dizer isso (risos)!

Foi uma situação muito parecida com a que ocorreu alguns anos depois com o Final Fight e Streets of Rage. SoR nasceu como um clone do FF, mas penso que o jogo da SEGA superou o original.

O dia do campeonato

Nós, gamers, adoramos testar nossas habilidades. E um campeonato é perfeito para isso. Então, juntamente com meus coleguinhas, decidimos organizar uma contenda de Come-Come lá em casa. Coisa que se fazia nos tempos offline dos videogames, com razoável frequência.

Na época (1984), acho que nem conhecia o Eric, ou não eramos muito próximos, pois ele não participou da peleja. Eu era amigo de um outro garoto chamado Márcio Levy, por sinal vizinho do Eric. Apesar de ter outros jogadores, sabia que ele era meu único rival, pois também tinha Odyssey também e era ótimo jogador. Meu pai até comprou medalhas, especialmente para este dia!

Treinei bastante antes do campeonato. Mas Come-Come é um jogo extremamente imprevisível… como pude constatar naquele fatídico dia de 1984.

Puxando pela memória, lembro que meu pai organizou o campeonato da seguinte maneira: jogávamos várias partidas e, no final, calculava a média de pontos obtida por cada participante. Eu não joguei bem naquele dia, não consegui repetir o desempenho dos treinos — meu rival e amigo Márcio Levy jogou muito bem e ganhou a medalha de ouro e eu terminei com a prata :-(

Mas, a lembrança mais forte que ficou daquele dia foi minha reação ao perder o campeonato: me acabei de chorar (risos)! Aos 9 anos de idade acho que era um péssimo perdedor. Lembro de ter me trancado no quarto, emburrado — não queria falar com ninguém (mais risos). Márcio Levy lembra disso até hoje e não perde a chance de me alfinetar. O cara já está com seus 40 anos de idade, casado e com filhos, mas não esquece daquele dia (risos)!

Anos depois, meus pais se divorciaram e meu pai foi morar em São Paulo. Em 2001, no dia do meu aniversário, ele fez uma visita e trouxe de presente uma caixinha preta:

– Euler, estava lembrando daquele campeonato de videogame…

Curioso, abro a caixinha e…

Aquele campeonato de videogame tinha me feito chorar pela segunda vez…

SCORE

GAMEPLAY: O que o Pac-Man gostaria de ter sido e nunca foi… 5/5
GRÁFICOS: O jogo era bem colorido e a animação do Come-Come era bem simpática. Não lembro de gráficos melhores no Odyssey 5/5
SOM: Dita o ritmo da partida, ajuda a aumentar a adrenalina… apesar de ser chato. Dizem que o Come-Come funcionava com um adaptador que permitia vozes digitalizadas no Odyssey, mas nunca vi 3/5
TRILHA SONORA: N/A
DIFICULDADE: A aleatoriedade e a velocidade crescente dos inimigos à medida em que passamos de fase tornam o jogo realmente difícil 5/5

DADOS

NOME: Come-Come! (K.C.’s Krazy Chase! nos EUA)
PLATAFORMA: Odyssey (Odyssey² nos EUA)
DESENVOLVEDORA: Magnavox
ANO: 1982

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Insanely Twisted Shadow Planet (X360)

Este post faz parte da série “Indie no Cosmic Effect”


Por Danilo Viana

Para quem joga desde pequeno e curte jogos antigos e novos, é comum o senso de déjà vu ao jogar certos títulos “inspirados” em sucessos do passado. Mas, ao pensar no que escrever para este review, minha sensação não foi a típica “já joguei isto antes”; mas sim de “já escrevi isto antes”.

Há pouco tempo, mostramos aqui o Outland. Após a leitura, chegávamos à conclusão de que travava-se de um “jogo de nave sem nave”. Bem, podemos dizer que Insanely Twisted Shadow Planet (ou simplesmente SP, para poupar meu pobre teclado) é um “jogo de plataforma sem plataforma”. Mais especificamente, SP é um jogo de exploração como Metroid e Castlevania Symphony of the Night, mas seu personagem principal é uma nave! Por mais estranho que isso possa parecer, este pequeno “twist” (infame essa) tornou o que seria mais um metroidvania em um jogo totalmente novo.

Uma seção de "plataforma"

A história em SP é contada sem nenhum texto. Pela cutscene de introdução, você fica sabendo de uma pequena lua onde vivem alienígenas que se locomovem em naves parecidas com discos voadores. Um dia, uma espécie de organismo sombrio invade o planeta próximo e o corrompe (o tal Shadow Planet) — e isso acaba afetando sua lua. Você  decide enfrentar este novo planeta sombrio, na esperança de salvar seu pequeno satélite.

Você então controla a nave do pequeno E.T. Os controles lembram Geometry Wars, onde o analógico esquerdo move em qualquer direção e o analógico direito usa os diversos ataques e ferramentas. O jogo se desenrola à la Metroid, com um mundo aberto. Para acessar as diversas partes do mapa, você precisa encontrar as ferramentas adequadas para resolver um determinado puzzle. Sendo um jogo tipo Metroid, pode-se imaginar que o elemento de exploração seria arruinado pelo fato de sua nave poder voar à vontade; no entando, isso não poderia estar mais distante da verdade. Já que o jogador não está limitado pela presença de um “chão”, os desenvolvedores foram bem criativos bolando o design do planeta; e o desafio de explorá-lo é igual ou maior que o visto nos jogos que o inspiraram.

Exemplos disso não faltam. Em um dado momento você precisa atravessar um labirinto, mas há um fluxo constante de água te forçando para a direção indevida. É necessário usar o gancho (uma das ferramentas da nave) para segurar-se em pontos específicos, evitando ser jogado fora do curso. Em outro momento, precisa-se atirar um míssel e guiá-lo por um caminho estreito, sem bater muitas vezes, afim de atingir uma alavanca necessária para abrir a passagem. Os chefes mostram ainda mais a engenhosidade de SP. Pouquíssimos exigem um ataque mais direto, a maioria deve ser enfrentada usando o cenário e as ferramentas da nave, sendo assim mais um puzzle do que um típico chefão.

Graficamente, o jogo é um colírio aos olhos. Entrando na escola de Limbo, Winterbottom e Outland, SP utiliza gráficos estilizados, com alto contraste e visual abstrato. É difícil dizer se são completamente 2D, ou  3D com efeitos de shading elaborados para parecer um desenho: o fato é que o resultado é excelente. Você sente a constante impressão de não estar seguro, mesmo que o ambiente atual não tenha perigo imediato algum.

A trilha sonora segue o estilo agora talvez um pouco batido, o gênero da “quase ausência”. É composta, basicamente, de sons ambientes que estrondam em momentos mais tensos. É um estilo que funciona para aumentar a imersão mas, sendo um fã incondicional de Super Metroid, não deixo de lembrar como este jogo apresentava músicas memoráveis. Com suas melodias marcantes que, ao mesmo tempo, garantiam toda a ambientação necessária, perto do clássico da Nintendo os jogos atuais parecem preferir um caminho mais fácil, através da sonoridade “ambient”.

Em contrapartida, os efeitos sonoros são muito bem elaborados, dando a impressão de que o próprio planeta faz barulho. Te faz sentir dentro de um organismo vivo e não de um planeta alienígena. Sua nave é um show de nostalgia, com armas que fazem o velho “pew pew” e mísseis que usam ruido branco como esplosão, tudo de muito bom gosto. O fato do jogo não conter texto para explicar os eventos reforça tanto a parte visual como a sonora e estes elementos nunca vão te deixar perdido no que está se passando.

Cada vez mais me convenço que o futuro da inovação nos videogames está nos estudios indies e nos jogos para download. A indústria de videogame se tornou muito grande e a necessidade de altos valores de produção e de vendas massivas faz com que os jogos usuais inovem cada vez menos; é aí que entram jogos como Shadow Planet, feitos por estúdios pequenos e sem o compromisso de durar 20 horas. Certos títulos estão segurando o nível de inovação lá no alto e, se depender deles, o futuro dos jogos está assegurado.

Trailer do Insanely Twisted Shadow Planet

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SCORE

GAMEPLAY: Como grande parte dos jogos Live Arcade, o foco do jogo. Divertido e diferente 5/5
GRÁFICOS:
 O contraste forte e os inimigos pouco definidos passam a sensação de medo e solidão 5/5
SOM:
 Som retrô e sinistro 4/5
TRILHA SONORA:
 Som ambiente apenas para dar o clima. Funciona mas não é um Super Metroid… 3/5
DIFICULDADE:
 Muito bem dosada, você nunca se sente frustrado nem sente que a vitória é garantida 4/5

DADOS

NOME: Insanely Twisted Shadow Planet
PLATAFORMA: Xbox 360
DISPONÍVEL EM: Xbox Live Arcade
DESENVOLVEDORA: Shadow Planet Productions
DISTRIBUIDORA: Shadow Planet Productions
ANO: 2011

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Todos os jogos da série “Indie no Cosmic Effect” (até este artigo)

Jamestown: Legend Of The Lost Colony (PC) por Heider Carlos
Outland (X360) por Danilo Viana
VVVVVV (PC) por Émerson Watanabe
Insanely Twisted Shadow Planet (X360) por Danilo Viana.


Cosmic Fast #13 – Zelda Day 2011

O nosso Mario Cavalcanti deu um pulinho no Zelda Day de 2011, que aconteceu na capital do Rio de Janeiro no dia 30 de julho. Como o nome sugere, é um encontro dos fãs de uma das maiores franquias de todos os tempos, e a galera se reúne pra celebrar e tocar as músicas marcantes dos jogos do herói Link. Eles tentam transformar a bela praça que escolheram para o encontro numa Hyrule em miniatura.

Amigos do Cosmic Effect, dêem um descontinho (!) na turma que tocou violino nas músicas de Zelda e curtam este episódio – além das imagens do evento, não deixamos de tentar emocioná-lo com alguns momentos marcantes de um certo episódio da série…

Cosmic Fast

Edição #13: Zelda Day 2011

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Canais somente com vídeos produzidos pelo Cosmic Effect

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Cosmic Fast #12 – Telejogo II – Uma Nova Esperança

Amigos do Cosmic Effect, apresento-lhes a conclusão da saga de tentar trazer de volta à vida um console fabricado na década de 70, que introduziu muitos jogadores brasileiros ao mundo dos jogos eletrônicos: o Telejogo II. Acompanhe a finalização do processo de manutenção em um dos primeiríssimos videogames fabricados no Brasil e, quem sabe, curta uma boa partida de Telejogo conosco.

O Cosmic Effect apresenta…

Cosmic Fast

Edição #12: Telejogo II – Uma Nova Esperança

Quem não assistiu a primeira parte da saga Telejogo II:
Cosmic Fast #8 – Telejogo II

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Canais somente com vídeos produzidos pelo Cosmic Effect

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Lançamento Oficial Do Livro “1983: O Ano Dos Videogames No Brasil”

Amigos do Cosmic Effect: o Marcus Garret estará lançando o seu ótimo livro sobre os acontecimentos que envolvem o ano de 1983 do ponto de vista da nossa indústria, do nosso mercado brazuca de videogames. O livro é fabuloso, eu comprei minha cópia pelo email do Marcus e posso assegurar: é uma viagem no tempo, cada página. Preços dos videogames em cruzeiros nas propagandas da época, os clones brasileiros dos cartuchos/videogames cheios de criatividade e até mesmo jogos que só foram lançados aqui no Brasil, em cartucho. Ah, e muito mais :) Para os felizardos que moram na capital de São Paulo, ele estará lançando oficialmente no dia 5 de agosto de 2011, na UZ Games do Shopping Ibirapuera.

O release completo com o anúncio do lançamento:

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A ACIGAMES em conjunto com a rede de lojas UZ Games irá realizar na unidade UZ Games Ibirapuera, no dia 05 de Agosto (sexta-feira) a partir das 19:00h o lançamento do livro 1983 – O ano dos videogames no Brasil, de autoria do especialista Marcus Vinicius Garrett Chiado, que estará pessoalmente presente no dia distribuindo autógrafos.


O livro, que é fruto de anos de pesquisa do autor, conta a história da entrada dos videojogos em nosso país (com ênfase no console Atari 2600), e é leitura obrigatória para todos que quiserem entender nosso fascinante mercado.

Serviço

O que:

Lançamento livro 1983: O Ano dos Videogames no Brasil

Quando:

sexta, 5 de agosto · 19:00 – 22:00

Onde:

Loja UZ Games – Shopping Ibirapuera

Av. Ibirapuera, 3.103, Loja 64, Piso Moema

São Paulo – SP

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