TheBoss NewGame 005 – Dragon’s Dogma

Um RPG de ação com um novo mundo aberto para ser explorado, produzido pela empresa de Street Fighter, Devil May Cry e Resident Evil.

Com novidades curiosas como a possibilidade de escolher membros da sua party importando personagens criados por outros jogadores do mesmo console, Dragon’s Dogma é ambicioso, pra dizer o mínimo.

Perto da despedida desta geração de consoles, a provável nova franquia da Capcom estreia em grande estilo, levando ao limite o hardware do Xbox 360 e PS3. E, mais importante: elevando a ação em um role-playing game a um novo patamar.

TheBoss NewGame 005

Dragon’s Dogma

 

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Cosmic Cast #40 – O SuperConsole

Amigos: gostaria de apresentar-lhes o vídeo definitivo sobre o SuperConsole. Um Cosmic Cast especial, para celebrarmos juntos o episódio de número 40 da nossa série.

Este vídeo substituirá, em breve, o conteúdo da página fixa “SuperConsole” encontrada logo acima do título deste site. Espero que curtam o passeio, acreditem: vocês nunca viram o SuperConsole como neste vídeo…

A primeira “super máquina do tempo” é única, é nossa. É brasileira. Peço, por gentileza, que os amigos divulguem este vídeo o máximo possível!

Cosmic Cast

Episódio #40 – O SuperConsole

Cliquem em Gostei no YouTube!

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TheBoss 006 – Dead Trigger

E você, já jogou Snake? Nada a ver com Kojima: refiro-me ao clássico… da Nokia. O famoso “jogo da cobrinha” é coisa antiga nos telefones celulares… antigos.

Jogos eletrônicos em “torradeiras” evoluíram muito. Smartphones — não é assim que são chamados? Você deve suspeitar que até jogos outrora pesados nos computadores, rodam em “velhos telefones” numa boa. Alguém pensou em Doom sendo executado em um modelo de smartphone com teclado físico?

Mas… e hoje, 2012, como estamos? Ah, claro: tablets. Chips de processamento de vídeo, específicos para gráficos 3D, efeitos de iluminação, enfim — aquele papo todo de placa de vídeo que vocês já conhecem.

Com tanto processamento e nenhum dispositivo tátil de entrada, será que dá pra jogar de verdade — mesmo — em um dispositivo que não foi criado para este fim?

Amigos, curtam conosco a nossa “filosófica” primeira incursão em jogos de Android no…

TheBoss 006

Dead Trigger

 

Download MP4 TheBoss 006 – Dead Trigger

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Gagá confessa: “Comprei um Xbox 360!”

Xbox 360 Gagá Dashboard Exclusive

Heresia! Gagá na Live! (arte do Andrey)

Prezados amigos do Cosmic Effect, hoje eu tenho uma coisa muito louca para contar a todos vocês. Depois de anos de serviços prestados ao retrogaming, de juras de amor eterno à Nintendo e de críticas ao modelo videogame-central-de-multimídia-com-dez-fps-lançados-por semana, eu finalmente me rendi e comprei um Xbox 360. Sim, comprem bons agasalhos porque o inferno vai congelar.

Faz uma semana que comprei o console, e venho aqui contar para vocês por que decidi comprá-lo, o que estou achando e como é a sensação de cair de paraquedas no mundo de grandes lançamentos e alta tecnologia gamer – uma deliciosa e escandalosa heresia para um retrogamer velhaco e reacionário como eu.

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Diablo, BioForge e a Revista OLD!Gamer Edição 11

Amigos do Cosmic Effect: há uma revista impressa no Brasil que trata somente da apreciação dos jogos antigos. Claro que vocês a conhecem, ela é única: a OLD!Gamer, da Editora Europa.

Gostaria de apresentar-lhes a edição atual da revista, de número 11. Nela, tive o imenso prazer de compor, em parceria com o nosso amigo Orakio Rob, O Gagá (quem mais? ^_^), uma matéria sobre Diablo, o original para PC.

Com relação ao jogo, foi uma experiência gamística como poucas: jogamos por inteiro, tiramos fotos sombrias dos labirintos e fomos devidamente hipnotizados pelo gameplay mágico da Blizzard. Até criamos uma VPN e jogamos online “como se fosse 1996”. Tudo para a matéria da revista mas, confesso: foi extremamente divertido, afinal, estamos falando de videogame.

Não dá pra ver direito com tanta vermelhidão, mas o Gagá amarelou feio quando viu o Butcher.

Depois de tanto clicar com o mouse em Diablo, era hora de clicar no editor de textos. Nesta etapa, aprendi tremendamente com o Gagá no que se refere às preocupações com a normatização da “coisa toda”, com o andamento de um texto que seria promovido à artigo de revista impressa.

Obviamente, mesmo sendo para uma revista, tudo começa no Word (ou no Google Docs). É você e o teclado, exatamente como acontece com o texto “de blog”. Será mesmo?

Nem tanto. Desta vez, você precisa ser mais cuidadoso do que de costume. E qual seria o prêmio por este cuidado extra? Este: É possível aprofundar-se mais, praticamente até onde o autor desejar. Não amigos, eu não me perdi, estou me referindo ao conteúdo impresso mesmo. Parece contraditório, não?

Na Internet, quando produzimos um artigo sobre um determinado jogo, sua liberdade teoricamente é máxima. Pessoalmente, sempre acreditei no benefício da auto-imposição de limites a esta liberdade.

Seja aqui neste espaço de máxima democracia que compartilhamos, seja numa revista impressa, acredito muito na ideia de que o conteúdo seja normatizado, polido e equilibrado. Sem excessos de informações pessoais ou opiniões excessivamente contundentes — afinal, o foco, o astro… sempre serão eles: os videogames. Nunca o autor. A conclusão do conteúdo apresentado é sua, somente sua. Sempre.

Irrelevante é o nível de paixão ou desgosto de um autor por qualquer jogo abordado num post, vídeo ou artigo impresso — acredito. Importa, sim, a qualidade da informação apresentada a quem ofereceu seu precioso tempo e honra de abrir uma aba do navegador para consumir o seu blog, canal de YouTube ou… folhear a revista.

Além deste artigo que tomou conta da capa da revista, tive a oportunidade de escrever sobre um jogo à minha escolha, para uma outra matéria. O próprio redator-chefe da revista, Humberto Martinez, ofereceu a possibilidade de escolher o título. Aliás, praticamente o H.E.R.O. do Atari este cidadão representa, só por manter esta revista de pé. Quantos países possuem periódicos impressos sobre retrogaming, em pleno 2012?

Como marinheiro de primeira viagem — desta vez, sem um experiente marinheiro à bordo escrevendo comigo — logo procurei um porto seguro… e BioForge, um título de MS-DOS pertencente ao “Top 3 Pessoal” foi o escolhido. Completam esta tríade os jogos Starflight do Mega Drive e Out of This World, este revisitado brilhantemente pelo próprio Gagá na edição número 4 da revista.

É um daqueles jogos que, todo ano, em algum momento mais introspectivo de sua vida, você decide ter o prazer de jogá-lo novamente. Vocês reconhecem este sentimento, cada um sabe qual é aquele seu Top 3 inseparável.

A escolha de BioForge para a matéria da OLD!Gamer trouxe a liberdade de esticar o braço buscando tudo que o título tem de bom, médio e também que poderia ser diferente. Joguei-o inteiro, pela enésima vez em quase 20 anos de “relação”. Fazia anotações enquanto jogava. Capturei imagens do gameplay que, efetivamente, foram para a diagramação da matéria. Um sonho.

Falando em diagramação, ah… os prazeres do alto valor de produção! Um revista de uma grande editora nacional, puxa, não dá pra explicar o sentimento de felicidade quando você recebe o PDF com a matéria diagramada. O leitor de PDF vai abrir, atenção… são os 2 segundos mais demorados da sua vida.

Sério, ao ver a beleza do trabalho de diagramação, questionei se realmente fui eu quem escreveu aquilo. O texto “soa” mais interessante quando há um artista gráfico definindo um visual desprendido do template de um blog.

E eles, muito simpaticamente, ainda seguiram algumas sugestões de minha parte quanto à apresentação visual. Pedi ao Alexei, editor da OLD!Gamer e o Yoda das orquestras de game music: “se possível, evite usar a mão robótica na matéria. É que ela está em 10 entre 10 matérias de BioForge…” O pedido simbólico meu foi respeitosamente atendido, olha só que legal.

É isso amigos, perdoem este desejo incontido de felicidade ao compartilhar com vocês este momento. Afinal, depois de ler tantas Ação Games, Videogame, SuperGame e GamePower nessa vida… estar do outro lado das páginas foi uma grande descoberta.

Agradecimentos sinceros a todos citados neste artigo. Estendo estes cumprimentos aos amigos leitores que compartilham conosco suas emoções gamísticas por aqui. Este espaço vivo, repleto de textos, vídeos e o doce som das músicas dos jogos é o nosso eterno co-op.

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Sidequest:
Veja Gagá distorcendo os fatos do nosso encontro com o Butcher
em seu post sobre a mesma edição da revista, aqui :)