Desafio Do Balde De Gelo

Teste Anti-Bot Do YouTube

MASHINIMAN – Uma Nova Era

TheBoss 022 – Diablo III

Amigos, Diablo III está nos consoles. A Blizzard surpreende e traz o primeiro Diablo portado por ela mesma para videogame doméstico. Puristas estão curiosos com o resultado do mega-clássico do clique-clique-clique de mouse; mas quem nunca jogou no PC, também…

Este é um episódio especial da série TheBoss do Cosmic Effect. Conheça o Jogador Genérico #1…

TheBoss 006 – Dead Trigger

E você, já jogou Snake? Nada a ver com Kojima: refiro-me ao clássico… da Nokia. O famoso “jogo da cobrinha” é coisa antiga nos telefones celulares… antigos.

Jogos eletrônicos em “torradeiras” evoluíram muito. Smartphones — não é assim que são chamados? Você deve suspeitar que até jogos outrora pesados nos computadores, rodam em “velhos telefones” numa boa. Alguém pensou em Doom sendo executado em um modelo de smartphone com teclado físico?

Mas… e hoje, 2012, como estamos? Ah, claro: tablets. Chips de processamento de vídeo, específicos para gráficos 3D, efeitos de iluminação, enfim — aquele papo todo de placa de vídeo que vocês já conhecem.

Com tanto processamento e nenhum dispositivo tátil de entrada, será que dá pra jogar de verdade — mesmo — em um dispositivo que não foi criado para este fim?

Amigos, curtam conosco a nossa “filosófica” primeira incursão em jogos de Android no…

TheBoss 006

Dead Trigger

 

Download MP4 TheBoss 006 – Dead Trigger

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Diablo, BioForge e a Revista OLD!Gamer Edição 11

Amigos do Cosmic Effect: há uma revista impressa no Brasil que trata somente da apreciação dos jogos antigos. Claro que vocês a conhecem, ela é única: a OLD!Gamer, da Editora Europa.

Gostaria de apresentar-lhes a edição atual da revista, de número 11. Nela, tive o imenso prazer de compor, em parceria com o nosso amigo Orakio Rob, O Gagá (quem mais? ^_^), uma matéria sobre Diablo, o original para PC.

Com relação ao jogo, foi uma experiência gamística como poucas: jogamos por inteiro, tiramos fotos sombrias dos labirintos e fomos devidamente hipnotizados pelo gameplay mágico da Blizzard. Até criamos uma VPN e jogamos online “como se fosse 1996”. Tudo para a matéria da revista mas, confesso: foi extremamente divertido, afinal, estamos falando de videogame.

Não dá pra ver direito com tanta vermelhidão, mas o Gagá amarelou feio quando viu o Butcher.

Depois de tanto clicar com o mouse em Diablo, era hora de clicar no editor de textos. Nesta etapa, aprendi tremendamente com o Gagá no que se refere às preocupações com a normatização da “coisa toda”, com o andamento de um texto que seria promovido à artigo de revista impressa.

Obviamente, mesmo sendo para uma revista, tudo começa no Word (ou no Google Docs). É você e o teclado, exatamente como acontece com o texto “de blog”. Será mesmo?

Nem tanto. Desta vez, você precisa ser mais cuidadoso do que de costume. E qual seria o prêmio por este cuidado extra? Este: É possível aprofundar-se mais, praticamente até onde o autor desejar. Não amigos, eu não me perdi, estou me referindo ao conteúdo impresso mesmo. Parece contraditório, não?

Na Internet, quando produzimos um artigo sobre um determinado jogo, sua liberdade teoricamente é máxima. Pessoalmente, sempre acreditei no benefício da auto-imposição de limites a esta liberdade.

Seja aqui neste espaço de máxima democracia que compartilhamos, seja numa revista impressa, acredito muito na ideia de que o conteúdo seja normatizado, polido e equilibrado. Sem excessos de informações pessoais ou opiniões excessivamente contundentes — afinal, o foco, o astro… sempre serão eles: os videogames. Nunca o autor. A conclusão do conteúdo apresentado é sua, somente sua. Sempre.

Irrelevante é o nível de paixão ou desgosto de um autor por qualquer jogo abordado num post, vídeo ou artigo impresso — acredito. Importa, sim, a qualidade da informação apresentada a quem ofereceu seu precioso tempo e honra de abrir uma aba do navegador para consumir o seu blog, canal de YouTube ou… folhear a revista.

Além deste artigo que tomou conta da capa da revista, tive a oportunidade de escrever sobre um jogo à minha escolha, para uma outra matéria. O próprio redator-chefe da revista, Humberto Martinez, ofereceu a possibilidade de escolher o título. Aliás, praticamente o H.E.R.O. do Atari este cidadão representa, só por manter esta revista de pé. Quantos países possuem periódicos impressos sobre retrogaming, em pleno 2012?

Como marinheiro de primeira viagem — desta vez, sem um experiente marinheiro à bordo escrevendo comigo — logo procurei um porto seguro… e BioForge, um título de MS-DOS pertencente ao “Top 3 Pessoal” foi o escolhido. Completam esta tríade os jogos Starflight do Mega Drive e Out of This World, este revisitado brilhantemente pelo próprio Gagá na edição número 4 da revista.

É um daqueles jogos que, todo ano, em algum momento mais introspectivo de sua vida, você decide ter o prazer de jogá-lo novamente. Vocês reconhecem este sentimento, cada um sabe qual é aquele seu Top 3 inseparável.

A escolha de BioForge para a matéria da OLD!Gamer trouxe a liberdade de esticar o braço buscando tudo que o título tem de bom, médio e também que poderia ser diferente. Joguei-o inteiro, pela enésima vez em quase 20 anos de “relação”. Fazia anotações enquanto jogava. Capturei imagens do gameplay que, efetivamente, foram para a diagramação da matéria. Um sonho.

Falando em diagramação, ah… os prazeres do alto valor de produção! Um revista de uma grande editora nacional, puxa, não dá pra explicar o sentimento de felicidade quando você recebe o PDF com a matéria diagramada. O leitor de PDF vai abrir, atenção… são os 2 segundos mais demorados da sua vida.

Sério, ao ver a beleza do trabalho de diagramação, questionei se realmente fui eu quem escreveu aquilo. O texto “soa” mais interessante quando há um artista gráfico definindo um visual desprendido do template de um blog.

E eles, muito simpaticamente, ainda seguiram algumas sugestões de minha parte quanto à apresentação visual. Pedi ao Alexei, editor da OLD!Gamer e o Yoda das orquestras de game music: “se possível, evite usar a mão robótica na matéria. É que ela está em 10 entre 10 matérias de BioForge…” O pedido simbólico meu foi respeitosamente atendido, olha só que legal.

É isso amigos, perdoem este desejo incontido de felicidade ao compartilhar com vocês este momento. Afinal, depois de ler tantas Ação Games, Videogame, SuperGame e GamePower nessa vida… estar do outro lado das páginas foi uma grande descoberta.

Agradecimentos sinceros a todos citados neste artigo. Estendo estes cumprimentos aos amigos leitores que compartilham conosco suas emoções gamísticas por aqui. Este espaço vivo, repleto de textos, vídeos e o doce som das músicas dos jogos é o nosso eterno co-op.

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Sidequest:
Veja Gagá distorcendo os fatos do nosso encontro com o Butcher
em seu post sobre a mesma edição da revista, aqui :)

TheBoss NewGame 001 – Sleeping Dogs

Pessoal, uma série secundária em nosso canal sobre jogos atuais. Batizada de TheBoss NewGame (nome da série por Andrey, como de costume), daremos uma espiada aqui e acolá — ou seja, nas principais plataformas — em demos, trials e se um dia conseguirmos um tíquete para um beta privado não perdoaremos: seu gameplay será devidamente capturado para posterior apreciação dos amigos do Cosmic Effect.

Vídeos com menor duração, apenas com trechos do gameplay e alguns comentários acerca do mesmo, como de costume. Talvez um pedido para “aumentar o volume” se a trilha sonora for muito boa, no máximo algo por aí. Espero que gostem e até gostaria de pedir-lhes que divulguem, se possível, em suas timelines.

Nesta primeira incursão, Sleeping Dogs da Square Enix. Pra animar um pouco a conversa, capturei do Xbox 360, PS3 e do PC também. O jogo promete, mesmo com o v-sync desabilitado de sempre do PS3…

TheBoss NewGame 001

Sleeping Dogs

 

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