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TheBoss 006 – Dead Trigger

E você, já jogou Snake? Nada a ver com Kojima: refiro-me ao clássico… da Nokia. O famoso “jogo da cobrinha” é coisa antiga nos telefones celulares… antigos.

Jogos eletrônicos em “torradeiras” evoluíram muito. Smartphones — não é assim que são chamados? Você deve suspeitar que até jogos outrora pesados nos computadores, rodam em “velhos telefones” numa boa. Alguém pensou em Doom sendo executado em um modelo de smartphone com teclado físico?

Mas… e hoje, 2012, como estamos? Ah, claro: tablets. Chips de processamento de vídeo, específicos para gráficos 3D, efeitos de iluminação, enfim — aquele papo todo de placa de vídeo que vocês já conhecem.

Com tanto processamento e nenhum dispositivo tátil de entrada, será que dá pra jogar de verdade — mesmo — em um dispositivo que não foi criado para este fim?

Amigos, curtam conosco a nossa “filosófica” primeira incursão em jogos de Android no…

TheBoss 006

Dead Trigger

 

Download MP4 TheBoss 006 – Dead Trigger

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16 Respostas

  1. Eric sempre se superando com as referências e montagens dos videos. Dá prazer em assistir cada novo video!
    Baixei o jogo e gostei também dos controles! Dá pra controlar sem problemas, mas a falta de um “gatilho” pro tiro fora da tela deixa a precisão um pouco prejudicada, pois temos que mirar e depois levar o dedão direito até o botao de tiro (e até lá um headshot já era). Não fixar o controle a uma área pequena da tela deveria ser padrão para todos os jogos (Adventura Saga será assim!).
    Graficos incriveis, porém a questão de comprar ouro, mesmo sendo a tendência atual, desestimula o progresso.

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  2. muito bom esse vídeo Eric, como sempre. mas não tenho ainda esses tablets e IOS da vida.

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  3. Na boa, Eric, NINGUÉM MERECE jogar Doom no celular :)

    Mas fiquei surpreso com esse Dead Trigger, ele parece funcionar bem no tablet. E ele tem um jeitão meio arcade, jogando um monte de inimigos pra cima do jogador sem muita frescura… eu curti, se tivesse um tablet já estaria jogando.

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    • @Andre Nunes Opa, valeu Andre! Pergunta, você baixou para o Android, iOS ou esse negócio tem também pra Windows Phone?

      Entendi seu comentário do tiro, talvez um “tap” depois de arrastar fosse legal. Mesmo assim, eles conseguiram chegar num ponto bom, deu pra passar mais de 1 hora seguida numa sessão sem me sentir “deficiente pelos controles virtuais”, rs…

      @Leandro alves (@cybertechwyvern) Hehe, qualquer hora vai acabar se rendendo a um tablet da vida :)

      @Orakio “O Gagá” Rob Foi mesmo Gagá, Doom só com muito esforço na alavanquinha do Nokia, rs…

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  4. Mias um vídeo interessantíssimo no Cosmic Effect. O mais legal é a contextualização do avanço dos jogos nos dispositivos móveis (primeiro os celulares e mais recentemente os tablets). É de espantar o quanto esses jogos (assim como os próprios dispositivos móveis) evoluiram num prazo de, sei lá, 15 anos, no máximo.

    O jogo parece ser bem interessante, e, pelo visto, consegue suplantar o maior problema de jogos em tablets (pelo menos para mim): a falta de um controle físico e/ou a falta de precisão do “controle virtual” na tela de toque. Já tentei inúmeros jogos no meu celular (Xperia Arc S), e sempre esbarrei nesse problema, não consegui me adaptar.

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  5. Muito bom o vídeo, a inovação da captura do framebuffer de um dispositivo móvel chama a atenção! :-) Cosmic Effect sempre surpreendendo.

    Sem dúvida que o jogo tem valores de produção sólidos. Realmente impressiona o patamar que a qualidade gráfica já atingiu nos tablets. Ele também pareceu se esforçar para implementar soluções visando melhorar a jogabilidade.

    Confesso, entretanto, que esse tipo de jogo nesse tipo de plataforma não consegue despertar em mim algo mais do que um interesse superficial e efêmero, a jogabilidade sempre me parece “errada”.

    Creio que a situação na qual os tablets brilham como plataforma de games é quando eles usam as suas características intrínsecas a seu favor.

    Por exemplo, já joguei ótimas conversões de jogos de tabuleiro para tablet (Ticket to Ride, Carcassonne, Puerto Rico, Small World, etc), pois é possível traduzir a mecânica sem muitas perdas e ainda ter o ganho de não ter que fazer o “setup” (embaralhar cartas, etc) nem atualizar o estado (jogar dados, movimentar peças, etc) do jogo. Isso dá uma dinâmica bem legal.

    Há outros jogos, originais, que caem como uma luva em tablets e rendem muitas horas de diversão. Para citar um destaque lembro o excepcional Kingdom Rush, que é um jogo extremamente polido, muito bem produzido e balanceado, que leva o cansado gênero Tower Defense a um outro patamar. Terminar o jogo fazendo “o mínimo” não é tão complicado, mas vencer todos os desafios pode ser realmente bem difícil e gratificante :-) É muito bacana ver um estúdio independente, uruguaio e fundado por apenas três amigos ter um êxito como esse. Há também uma versão grátis online em Flash.

    Confesso que já completei mais horas de jogo em tablets do que poderia supor há alguns anos. :-)

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  6. Sempre vejo com certa inquitação os aparelhos não específicos para jogos.Porque se por um lado seu público jamais será fiel como os de consoles e PC,por outro lado,é um público gigante que em boa parte são jogadores casuais dispostos a consumir,até que ponto um lado (tablets e afins)pode influenciar o outro(consoles e PCs) na preferência das grandes empresas.Será que eles podem coexistir pacificamente como o rádio e a televisão?Do jeito que o Android e o IOS cresceram nos últimos tempos da até medo de pensar nas possibilidades.
    Eric,quando você usou a “linha evolutiva” para comparar os aparelhos eu realmente fiquei pensando até onde esses “tabletes” podem chegar em relação a gaming he he he.Tenho uma forte sensação que eles(objetos com tela de toque) não vão cair no esquecimento como aconteceu com os Netbooks,por exemplo.

    Ha ha ha gostei da Sheila,pô Eric,é ela quem está no comando da filmagem,vc não pode entrar em “conflito” com a cinegrafista,mesmo sendo DOOM.É ela quem vai dar suporte ao seu roteiro.Trabalho em equipe pessoal!!!he he he.
    Mas agora sério mesmo,seria legal se a Sheila aparecesse só pra gente conhecer ela,afinal ela é fundamental para que os Casts aconteçam.
    Abraços pra você Eric e pra Sheila também.
    :)

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    • @Alan Freitas Grande Alan! É interessante assistir essas “tentativas console” nos tablets não é mesmo? Dá gosto de ver o esforço dos desenvolvedores, pois de fato é como falou, não é um gênero que nasceu para touchscreen. Vamos observando até onde eles irão extrair jogabilidade “tátil” de uma tela de toque em jogos “deslocados” à plataforma… vamos ver até onde os artistas de interface vão conseguir “empenar” a realidade… :)

      Valeu pelas dicas dos jogos, vou experimentar o Kingdom Rush.

      @Dactar Hahaha, Dactar é uma figura mesmo, rs, fique ligado nos reflexos nos vidros do SuperConsole ;-) Pois é, ela sempre “lembra” que seu braço cansa rápido quando está segurando a câmera, mas era Doom, pô! :)

      Sim rapaz, os “tabletes” ainda estão cheirando a leite mas realmente como você menciona já apontam para uma realidade onde eles farão parte dos nossos dispositivos. Se eles servirem para atrair novos jogadores para os jogos de verdade (em console/PC), será interessante como dizem que o Wii fez também.

      Pobres netbooks… rsrs Abração Dactar!

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      • Entendido mestre Cosmonal!
        Eric,dentro das pautas que você provavelmente já deve ter para os vídeos de Android seria interessante se algum dia vc fizesse uma matéria sobre os emuladores nesta plataforma,deste modo estaria falando de jogos antigos e por outro lado demonstrando outras possibilidades dos Tablets.Pelamordedeus Eric,não estou querendo induzí-lo é apenas uma dica.
        :)
        Abraço e que a força esteja com todos nós!

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        • Boa Dactar, rapaz, esse que você mencionou é um dos episódios que ficamos de fazer e ainda não fizemos, bem lembrado. Na época, ia ser algo comigo e Danilo juntos por sinal (o episódio sobre emulação no tablet). Bom que hoje a coisa melhorou ainda mais nos tablets, joystick do PS3 funciona na boa no Android… combina bem com os emuladores. Aguarde, mestre Dactar! May the Force…

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  7. Caramba!
    Ainda não estou muito familiarizado com jogos para Smartphones e nem procuro correr atrás para saber das novidades.
    Este Dead Trigger é muito legal e vou ver se ele roda no meu LG Optimus… se não rodar, vou ficar “na seca” de vontade.
    Hahahah!

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  8. Muito filosófica a introdução do vídeo, ficou bem legal! Faltou só o subtítulo A Aurora do Homen e aparecer um monolito alí :p. Nunca tive muita vontade de ter um tablet ou smartphone, mas fiquei querendo ter um agora só para jogar esse jogo.

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  9. Fala Eric, mais uma vez na novidade.
    Eu ainda não curti os games para tablets, ou smartphones pois ainda são muito limitados na minha humilde opinião.
    Eu joguei o Trinity Blade do IPhone e achei embasbacante o visual mas é um pouco repetitivo.
    o Street Fighter ficou bem prejudicado (pra não falar Podre rsrsrsrs.)

    Vi que tem um ciume da Shiela pois nem respondeu direito o comentario do amigo acima ( eu tenho ciume da minha esposa um pouco tambem é normal rsrsrsrsrs..).

    Brincadeiras a parte continua muito bom seus videos cara e obrigado por nos presentear com seus excelentes videos.

    Ano que vem eu me rendo aos next gen consoles, me preparando para comprar o kit TV e console, por enquanto qual TV e Game recomenda amigo??

    abraços.

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    • @Douglas Deiró Hehehe, verdade Douglas, em se tratando de jogar em tablet/telefone, estamos todos navegando em território desconhecido — tanto nós jogadores quanto os desenvolvedores, rs

      @leo_jiraya Rsrs, que bom que gostou da intro mister Leo. Agora, cara… se Andrey ver esse comentário, ele me confirma: eu havia mencionado com ele a possibilidade de rolar a exata cena de 2001, e Andrey iria trocar o osso por um smartphone. Sério. Mas acabou ficando de fora por tempo hábil mesmo.

      @Ulisses Seventy Eight or Old Gamer 78 É curioso mesmo Ulysses, paradoxal: enquanto eles são poderosíssimos em hardware, são primitivos no controle. Uma combinação atraente, suponho, para desenvolvedores acharem maneiras de otimizar este sistema. Nós jogadores, estamos acompanhando a evolução… :)

      Videogame atual para comprar, Ulisses? Eu indico somente o Xbox 360 nessa geração, sem sombra de dúvidas. Abração!

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  10. Grande Eric,

    Parabéns pelo review e por explorar novas plataformas.

    Acho que o que mais me chamou a atenção nesse jogo foi a voz do personagem, altamente inspirada em Duke Nukem!

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    • Marcelo, meu filho… passei batido no “estilo duke” total das frases soltas do cara, caramba… valia uma menção, é Duke Nukem TODO mesmo! Se o youtube permitisse, faria um “SAP” no áudio agora depois da sua observação… grande abraço, Marcelo.

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