Um RPG de ação com um novo mundo aberto para ser explorado, produzido pela empresa de Street Fighter, Devil May Cry e Resident Evil.
Com novidades curiosas como a possibilidade de escolher membros da sua party importando personagens criados por outros jogadores do mesmo console, Dragon’s Dogma é ambicioso, pra dizer o mínimo.
Perto da despedida desta geração de consoles, a provável nova franquia da Capcom estreia em grande estilo, levando ao limite o hardware do Xbox 360 e PS3. E, mais importante: elevando a ação em um role-playing game a um novo patamar.
Amigos: gostaria de apresentar-lhes o vídeo definitivo sobre o SuperConsole. Um Cosmic Cast especial, para celebrarmos juntos o episódio de número 40 da nossa série.
Este vídeo substituirá, em breve, o conteúdo da página fixa “SuperConsole” encontrada logo acima do título deste site. Espero que curtam o passeio, acreditem: vocês nunca viram o SuperConsole como neste vídeo…
A primeira “super máquina do tempo” é única, é nossa. É brasileira. Peço, por gentileza, que os amigos divulguem este vídeo o máximo possível!
E você, já jogou Snake? Nada a ver com Kojima: refiro-me ao clássico… da Nokia. O famoso “jogo da cobrinha” é coisa antiga nos telefones celulares… antigos.
Jogos eletrônicos em “torradeiras” evoluíram muito. Smartphones — não é assim que são chamados? Você deve suspeitar que até jogos outrora pesados nos computadores, rodam em “velhos telefones” numa boa. Alguém pensou em Doom sendo executado em um modelo de smartphone com teclado físico?
Mas… e hoje, 2012, como estamos? Ah, claro: tablets. Chips de processamento de vídeo, específicos para gráficos 3D, efeitos de iluminação, enfim — aquele papo todo de placa de vídeo que vocês já conhecem.
Com tanto processamento e nenhum dispositivo tátil de entrada, será que dá pra jogar de verdade — mesmo — em um dispositivo que não foi criado para este fim?
Amigos, curtam conosco a nossa “filosófica” primeira incursão em jogos de Android no…
Prezados amigos do Cosmic Effect, hoje eu tenho uma coisa muito louca para contar a todos vocês. Depois de anos de serviços prestados ao retrogaming, de juras de amor eterno à Nintendo e de críticas ao modelo videogame-central-de-multimídia-com-dez-fps-lançados-por semana, eu finalmente me rendi e comprei um Xbox 360. Sim, comprem bons agasalhos porque o inferno vai congelar.
Faz uma semana que comprei o console, e venho aqui contar para vocês por que decidi comprá-lo, o que estou achando e como é a sensação de cair de paraquedas no mundo de grandes lançamentos e alta tecnologia gamer – uma deliciosa e escandalosa heresia para um retrogamer velhaco e reacionário como eu.