Cosmic Fast #11 – O Primeiro Portátil A Gente Nunca Esquece

E então amigos, um jogador de videogame pode viver sem um console portátil? Toda a sua vida? Parece que não.

Este Cosmic Fast é um unboxing de uma vida inteira…

Cosmic Fast

Edição #11: O Primeiro Portátil A Gente Nunca Esquece

Canais somente com vídeos produzidos pelo Cosmic Effect

* * *

Cosmic Cast #8 – Game & Music II

Com a ótima e inesperada recepção da nossa comunidade de retrogamers brasileiros ao Cosmic Cast #5 – Game & Music, nós do Cosmic Effect decidimos brincar mais uma vez com a história de juntar um jogo antigo com uma música de preferência igualmente velhinha. O objetivo é brindar a relação deliciosa que bons jogos de videogame possuem com a boa música.

Só que desta vez, convidamos 7 blogueiros que admiramos e um ilustre leitor dos nossos blogs de videogame, para que eles selecionassem e nos contassem uma historinha acerca de cada jogo/música escolhidos. Recebi emails maravilhosos com histórias empolgantes e até emocionantes, com material suficiente para umas 3 horas de vídeo (calma, o vídeo ficou bem menor do que isso!).

Além de ótimos escolhas em jogos, as escolhas musicais me fizeram concluir de uma vez por todas: retrogamer tem um gosto muito requintado pra música. Para minha grata surpresa, OITO das 37 (!) músicas que os amigos retrogamers escolheram são favoritíssimas do meu repertório – isso garantiu um prazer adicional durante a edição do vídeo. Pareciam escolhas pessoais. A música que fecha o vídeo é uma delas… mas vou deixar vocês assistirem, não é? :) Pra terminar, músicas de bandas que eu tinha algum preconceito me foram gratas surpresas e alguns artistas desconhecidos citados por alguns blogueiros me fizeram procurar pela discografia inteira…

Será que a boa música que cultivamos ao longo do tempo influencia até mesmo nas nossas boas escolhas de jogos eletrônicos? O contrário também poderia ser verdade? De qualquer maneira, faço questão de fazer um último pedido: aumente o volume do seu notebook, iPad, iPhone ou de preferência daquele seu desktop com aquelas caixas de som turbinadas antes de clicar no play. Não ouça esta seleção com volume baixo. E preste bastante atenção nas divertidas, inusitadas e emocionantes histórias que os amigos retrogamers compartilharam conosco.

Enfim, o Cosmic Effect orgulhosamente apresenta:

Cosmic Cast

Episódio #8: Game & Music II

No YouTube, a reprodução das músicas foi desabilitada por violação de copyright :(

O Cosmic Effect é imensamente grato a:

Orakio Rob, “O Gagá”
André Breder “Andremcleod”
Thiago Cruz “O Senil”
Gagá Games (www.gagagames.com.br)

Marcos Valverde “mcs”
Rafael Fernandes “Rafael00Agent”
Passagem Secreta (passagemsecreta.wordpress.com)

Manoel Soares “Manogamesenior”
Reinaldo Ferreira “OldGameMaster”
Revista Game Sênior (revistagamesenior.wordpress.com)

E o ilustre leitor Douglas Oliveira “Sephrox”.

Nossos canais somente com os vídeos da série Cosmic Cast:

No YouTube
http://www.youtube.com/user/CosmicEffectGaming

No Vimeo
http://www.vimeo.com/user4397129

* * *

Game Music > Chrono Trigger – Schala’s Theme

Schala Theme Tittle

Por Danilo Viana

Como todos os visitantes deste blog devem saber, o Eric – comandante general líder e manda-chuva do blog – além de ser nerd viciado em vídeo game (ou videogame? ou videogueime?) e fã de carteirinha da SEGA, de vez em quando também resolve por seus dons artísticos pra funcionar e nos presenteia com versões de sua autoria de game musics de alta qualidade. Também – tendo tocado como tecladista em bandas de sucesso como Chiclete com Banana, Asa de Águia e Aviões do Forró – adquiriu ampla experiência na arte da composição musical (brincadeirinha, hahaha, larga meu pescoço Eric).

Bom, um mestre nada é sem um ou dois discípulos e eis que este Danilo que vos fala resolveu ingressar no mundo da composição, re-edição e remixagem das videogame musics que tantos amamos.  Após adquirir um teclado Yamaha PSR-323 bem bacaninha, comecei a plagiar aprender a arte da música com velho mestre Jedi da game music Eric Fraga.

Após algum tempo de aprendizado, muito trabalho, alguns semi-sucessos e bastante dor de cabeça, lhes apresento meu primeiro trabalho do qual não morro tanto de vergonha me orgulho – Schala’s Theme, tema da NPC Schala de Chrono Trigger.

Esta música me é querida por várias razões – primeiro o fato de ser uma das músicas de um dos RPGs mais fantásticos já criados, Chrono Trigger; segundo por ser em sí uma música linda, singela, que traz calma quando se escuta; terceiro porque a personagem Schala que dá nome à música é uma personagem extremamente interessante em Chrono Trigger. Como não quero spoilar, melhor deixar que vocês descubram porque; e quarto porque é melhor eu parar de listar senão passo a noite toda aqui.

Para criar a versão eu usei apenas o teclado e o software de sequenciamento Power Tracks Pro, recomendado a mim pelo mestre Jedi Eric. O tempo de criação varia, se for contar em horas consecutivas deve ser algo em torno de 15 a 20 horas, mas se for contar em dias deu mais de um mês, trabalho e outras tarefas (cof cof, vício de Halo ODST, cof cof) me atrasaram mas finalmente consegui chegar no fim dela.

Não ficou exatamente como eu queria, eu pretendia usar sons de natureza como introdução e um lindo solo de piano como finalização, mas a realidade me lembrou que eu ainda sou um jovem padawan e dessa vez não deu, quem sabe eu não reposto uma versão updated 2.0 caso consiga fazer essas frescuras importantes adaptações.

Então não vamos mais adiar o inevitável. Sooo, without further ado, let’s play Chrono Trigger – Schala’s Theme.

A original pra comparar:

Chrono Trigger – Schala’s Theme (by Dancovich)

Remix por (c) 2010 Danilo Viana.

* * *

Chrono Trigger (SNES)

Uma Viagem no Tempo…

Por Marcelo Araújo

Já faz 15 anos que Chrono Trigger foi lançado no Japão, pela Squaresoft. Esse RPG, que é considerado um dos melhores RPGs de todos os tempos, foi desenvolvido pelo “dream team”, formado por:

a) Hironobu Sakaguchi: criador da série Final Fantasy. Seus projetos mais recentes foram Blue Dragon e Lost Odyssey, ambos para o Xbox 360;
b) Yuji Horii: diretor da série Dragon Quest;
c) Akira Toriyama: criador de alguns animes, como Dragon Ball;
d) Kazuhiko Aoki;
e) Nobuo Uematsu: compositor da trilha sonora de alguns jogos, como Final Fantasy. Tem uma banda de game music chamada “The Black Mages”.

Chrono Trigger, além de ter uma história marcante e ser um RPG que prende o jogador do início ao fim, marcou época em vários aspectos. Dentre eles, podemos citar: múltiplos finais (são 13 finais diferentes disponíveis a partir do término do jogo), inexistência de batalhas dentro do mapa (aquelas que começam de forma aleatória), história espetacular e uma trilha sonora empolgante. Há também alguns eventos opcionais que podem ser resolvidos durante o jogo, ocasionando mudanças em alguns finais.Ao contrário de alguns RPGs, em que a história demora de engrenar, em Chrono Trigger a ação é imediata. Em menos de 30 minutos de jogo, ela já começa e o jogador já se vê preso à história, realmente com pena de desligar o console…

O jogo começa no ano de 1000 AD, no reino de Guardia, no dia em que acontece a Millenium Fair (feira do milênio). Cronos (o protagonista) vai à feira e lá conhece a nova invenção de sua amiga Lucca: uma máquina de viagem no tempo. E aí tudo começa…

O único defeito do jogo é que ele, infelizmente, tem curta duração. Longe dos RPGs atuais, em que se leva, pelo menos, umas 60 horas de jogo, Chrono Trigger tem uma média de 15 horas.

Oficialmente, foram lançadas 2 continuações: Chrono Cross, para o psOne, e o Radical Dreamers, para o Satellaview. Esse último, disponível apenas em japonês (depois me perguntam o porquê de eu querer aprender japonês)…

Uma comunidade de fãs do Chrono Trigger começou a desenvolver um remake para ele, chamado Chrono Resurrection (http://www.opcoder.com/projects/chrono), que foi barrado pela Square.

O motivo de eu ter feito esse pequeno review hoje é que o meu Chrono Trigger acabou de chegar. Daí, para “comemorar”, resolvi escrever esse post :)

(Esse post foi retirado do meu “antigo” blog, o videogames-ever).

* * *

Side Pocket (SNES)

Sinuquinha básica.

Por Marcelo Araújo

Ontem eu estava jogando um cartucho que há muito tempo não via: Side Pocket. Trata-se de um joguinho de sinuca produzido pela Data East e lançado para Mega Drive/Nintendo/Super Nintendo/Game Boy/Game Gear e Wonderswan em 1992.

O jogo é bem interessante e divertido, mas peca na precisão das tacadas. Quem já jogou sinuca na vida real vai estranhar um pouco o fato de certos ângulos não poderem ser alcançados. Exemplificando: você quer acertar uma bola na caçapa do canto, mas você está no meio da mesa. Aí você até sabe mais ou menos o ângulo que você vai precisar usar, mas o jogo não permite que você o escolha. Resultado: certas bolas você não vai conseguir acertar mesmo, o que vai te levar a querer acertar outras bolas ou tentar outra caçapa. Isso é um pouco “broxante”, mas você acaba acostumando. Esse é o único aspecto negativo do jogo.

Cada fase do jogo tem uma pontuação que deve ser alcançada. Para isso você pode acertar as bolas na sequência numérica, o que te dá uma pontuação extra, e/ou derrubar bolas em sequência. Você começa o jogo com um número limite de tacadas para errar. Conseguindo a pontuação necessária você passa para a próxima fase. Mas antes é preciso passar por uma fase bônus, onde você tem que derrubar um número X de bolas com apenas uma tacada. São fases “puzzle”, digamos assim. Inclusive, é recomendável começar o jogo na opção “trick game”, que já permite que você pratique essas fases antes de começar a jogar de fato. Caso você consiga passar pelos puzzles, vai ganhar pontuação extra e/ou mais tacadas.

É possível fazer algumas jogadas virtuosas aplicando efeitos na bola. Em algumas situações isso será extremamente necessário, como nas fases puzzle.

O jogo é bem divertido e vale a pena. A versão que eu joguei foi a do Super Nintendo, porém, as screens desse post são da versão do Mega Drive.

Existem continuações lançadas para Saturn (Side Pocket 2 e 3) e PlayStation (Side Pocket 3).

(Esse post foi retirado do meu “antigo” blog, o videogames-ever).

* * *