Call of Duty: Black Ops. Será… que ele já é retrô o suficiente?
Danilo Viana, o nosso Dancovich, levanta esta e mais algumas questões acerca da franquia mais lucrativa da história — do entretenimento, diga-se de passagem.
Mas será que é “saudável” comprar um Call of Duty por ano? Você sabe mesmo o que está fazendo, Activision?
H.E.R.O. do Atari 2600. Um show de jogo. Um sucesso entre os jogadores brasileiros.
Conheça ou reviva conosco, com toda a riqueza de detalhes que este super clássico merece, o jogo estrelado por Roderick Hero: o primeiro grande herói dos videogames. Física e level design são características a serem apreciadas neste título. Como é? Em um catucho feito para um hardware que previa jogos “tipo Pong melhorados?” É para isso que existem os gênios…
Este episódio teve seu gameplay inteiramente capturado no Game Room da Xbox Live do Xbox 360, com o H.E.R.O. oficial da Activision portado/emulado com perfeição absoluta nesta plataforma. Nosso vídeo também exibirá um pouco deste excelente serviço exclusivo da Microsoft que oferece jogos de Atari 2600, Intellivision e arcade numa apresentação que realmente homenageia a era dourada dos jogos eletrônicos.
Mas estamos falando de Atari. O foco mesmo… reside em atingir o high-score. Um milhão de pontos e “a operação de resgate deixa de existir”. Será mesmo?
Amigos: gostaria de apresentar-lhes o vídeo definitivo sobre o SuperConsole. Um Cosmic Cast especial, para celebrarmos juntos o episódio de número 40 da nossa série.
Este vídeo substituirá, em breve, o conteúdo da página fixa “SuperConsole” encontrada logo acima do título deste site. Espero que curtam o passeio, acreditem: vocês nunca viram o SuperConsole como neste vídeo…
A primeira “super máquina do tempo” é única, é nossa. É brasileira. Peço, por gentileza, que os amigos divulguem este vídeo o máximo possível!
Amigos, exatamente no dia do lançamento do “maior Resident Evil de todos os tempos”, convidamos vocês para assistirem a conclusão do nosso Cosmic Cast sobre Resident Evil 4.
Chaves, enigmas, quadros macabros e bazucas. Desta vez, não no sentido figurado…
Amigos, para ser um mocinho autorizado a disparar contra alvos humanos: arrume uma desculpa e os torne zumbis. Nem que seja temporariamente… Seja como for, Resident Evil 4 definiu padrões. De 2005 pra cá, quase todo jogo de ação em terceira pessoa tem um sentimento que lembra o clássico da Capcom.
Uma franquia adorada, um jogo criado por japoneses onde seus protagonistas são americanos “da gema” que, no Wii, ganhou força como um dos poucos jogos hardcore daquele sistema à época do seu lançamento.
Atualmente, os títulos andam a passos largos em direção à ação frenética. Resident Evil 4 talvez represente o equilíbrio perfeito entre o adventure de tensão que deu origem ao gênero de horror, com a ação necessária para que o jogador sinta-se lutando pela sua sobrevivência.
Enquanto Zombie U não vem, apague as luzes e não se sinta culpado por atirar em todo mundo que se mexe em Resident Evil 4: afinal, é a filha adolescente do presidente dos EUA que está em jogo…