Mini-Reviews: Dark Messiah of Might and Magic: Elements (Xbox 360)

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Dark Messiah pintou baratinho numa promoção da LIVE no ano passado. Li críticas ruins, dizendo que a versão de PC era muito melhor.

Se isso é verdade eu não sei, mas adorei o jogo. É fantasia medieval em primeira pessoa, com fases muito bacanas nas quais você explora cavernas cheias de armadilhas, anda por esgotos, cruza túneis escuros infestados por aranhas gigantes… é AWESOME. Adorei a ambientação.

Há quatro classes de personagens disponíveis. Escolhi o assassino, que usa basicamente adagas, podendo se aproximar sorrateiramente por trás dos inimigos e matá-los com um só golpe surpresa. O elemento de stealth funciona muito bem e de maneira bastante atmosférica. A visão noturna exclusiva da minha classe tornou a exploração de túneis escuros muito envolvente. Jogar com outras classes deve oferecer uma experiência completamente diferente.

Honestamente, não entendo a malhação generalizada e recomendo fortemente o jogo aos fãs de aventuras ao estilo Dungeons & Dragons.


Gamesfera 002 – River Raid Daqui A 100 Anos

Neste Gamesfera: estaremos jogando River Raid do Atari 2600 na TV da sala dos nossos abrigos nucleares?

Cosmic Cast #45 – Silpheed & Project Sylpheed

Silpheed, um jogo de nave exclusivo (nos consoles) da Game Arts para o SEGA CD e Project Sylpheed, um presente da Square Enix exclusivo para o Xbox 360, que conta com, entre os desenvolvedores, parte da turma que produziu o original para o acessório do Mega Drive.

Viaje conosco neste tiroteio espacial de alto calibre, seja em 2D com vetores de baixíssima resolução ou em três dimensões com resolução HD e cutscenes padrão Square Enix em um shmup 3D.

Mini-Reviews: Prince of Persia 2008 (PC)

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Depois da bem-sucedida e desafiadora trilogia Sands of Time, a franquia Prince of Persia estava começando a se repetir. Para sair da mesmice, a Ubisoft resolveu sonhar tudo de novo em 2008 com esta abordagem… inusitada.

Que o jogo é belíssimo, ninguém discute. A polêmica é que o príncipe não morre: sempre que erra um salto, é salvo por sua parceira de aventura e pode tentar de novo. Sim, heresia instantânea para os velhos fãs, mas as aparências enganam!

O que a Ubisoft fez foi multiplicar por mil as peripécias acrobáticas do príncipe. Há sequências alucinantes de saltos ousados misturados a descidas em alta velocidade por rampas e escaladas em paredes; momentos que seriam frustrantes e inviáveis em jogos implacáveis como seus antecessores, que puniam o jogador a cada erro. Prince 2008 dá sim uma canja ao jogador, mas essa canja é um preço a pagar por uma experiência deliciosa e inesquecível. A trama empolga, o clima envolve e o final é extraordinário. Recomendadíssimo.


Gamesfera 001 – Não Dá Pra Confiar Num Humano Renderizado

Amigos do Cosmic Effect: conheçam a série Gamesfera, onde Arnaldo nos trará bits de conhecimento técnico-gamístico a cada novo episódio para um posterior co-op com todos nós.

No primeiro vídeo: um pouco de reflexão acerca da validade das cutscenes na atualidade dos games. De Monkey Island até The Last of Us, estamos andando pra frente ou perdemos a referência?