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Retrospectiva 2013! Parte 2

Relembre conosco o segundo semestre gamístico de 2013 e descubra o melhor jeito de passar um reveillon, para o caso de videogame ser mais que um hobby pra você.

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TheBoss 025 – Pokémon X & Y

O Nintendo 3DS finalmente recebe o esperadíssimo Pokémon nativo para este console portátil e Danilo disseca por inteiro o jogo dos simpáticos monstrinhos de bolso aqui no TheBoss.

TheBoss Extra 004 – A Magia Do Nintendo 3DS

TheBoss Extra 004

A Magia Do Nintendo 3DS

 


TheBoss Informa 008 – PES 2014? Saints Row 4? Metal Gear Phantom Pain? Pokémon Rumble U?

TheBoss Informa, seu resumo semanal de notícias relevantes e irrelevantes sobre games.

Nesta edição, você entra em fúria assassina ao saber que PES 2014 vai ficar um pouco mais parecido com FIFA; tem crises de ansiedade com o anúncio iminente de um novo Metal Gear; descobre que vai poder jogar com um Batman zumbi em Injustice; começa a contar os centavos para o novo Pokémon de Wii U; fica empolgado com o novo Saints Rows, mas cai em depressão de novo logo em seguida ao ver o vídeo de um Star Wars que talvez nunca saia do limbo; e tem a chance de mostrar seu rostinho lindo na próxima edição do Informa e virar um ídolo nacional…

Assistam, comentem, e por favor, cliquem no botão “Curtir” do YouTube para ajudar o TheBoss a acabar com a fome no mundo!

PS: Além do atraso de um dia, esta edição também atrasou algumas horas adicionais porque o YouTube resolveu nos “trollar” e não acabava nunca o processamento do vídeo… mas antes tarde do que nunca ^_^

TheBoss Informa 008

 


Carnaval 2013 – Videoclipes E Músicas Toscos De Games No Brasil

É carnaval, época de músicas mal compostas martelando nos nossos ouvidos (com frequência maior do que o normal) e erotismo exacerbado.

Irei ajudá-los a dar uma fugidinha disso apresentando-lhes minha lista de videoclipes e músicas de qualidade ímpar com temática gamística, apelidada carinhosamente de Video Lame Music do Brasil.

As canções e videoclipes a seguir não contêm vergonha alheia nem apelo sexual. Confira comigo no Cosmic Effect!
Parabéns, você achou um easter egg inútil!
Comecemos pelo jogo do carrinho branco do Super Nintendo (SNES), Top Gear. Segundo a internetz, Matthew Bellamy, da banda britânica Muse, “inspirou-se” nas músicas do jogo para compor Bliss.

No Brasil, vários compositores copiaram na caradura o magnífico tema da primeira corrida (Las Vegas). A alta popularidade do jogo no país contribuiu para essa 10grassa isso acontecer.

Edredom – Forró Sacode

O vídeo começa com um apelo escancarado à nostalgia, porém as memórias do cantor/rapaz são nebulosas. Aparecem dois garotos jogando Top Gear no Playstation 2 (PS2), ou seja, os organizadores do clipe não se deram ao trabalho de procurar dois controles de SNES.

Carnaval 2013 - Top Guia

Em vez disso, fizeram uma animaçãozinha malfeita de carro. Essas são as únicas referências visuais ao jogo, que terminam aos 0:44. Depois, só tem edredom, pegação e sucessão de verbos terminados em “ar” ao ritmo de Las Vegas.

Top Gear (Super Nintendo) – Total Mix

Este tecnobrega/tecnomelody/Tecnódromo é um clássico que provavelmente muitos de vocês já devem ter escutado. Apesar do seu título ser bem completo, não há nenhuma menção ao jogo na letra.

Por outro lado, não faltam referências ao nome da banda e outras informações indispensáveis. O destaque fica para a licença poética “as perninha”, feita pra rimar com “bundinha” e “cinturinha”. Se houvesse uma pista em Belém-PA no Top Gear o tema certamente seria esse.

Não gostou? Reclame pro Marquinhos de Fortaleza, basta ligar.

Top Gear (Praia do Meio) – Forró Estourado

Mais um forró e mais uma licença poética (no refrão): “Top Guia” pra rimar com “dia” e “contagia”. Só pra contrariar, a letra não tem nada haver a ver com o jogo, há várias informações de suma importância e a música é uma obra-prima.

Pelo menos desta vez não utilizaram a melodia da Las Vegas como base para o vocal.

Come-Come – Banda Beija-Flor e DJ Ninja

ComeCome! é o nome brasileiro do jogo de Odyssey (na verdade Odyssey²; qualquer semelhança com o personagem homônimo da Vila Sésamo seria mera coincidência?) e por isso o Pac-Man (do Atari 2600 principalmente) ficou conhecido como Come-Come por aqui.

Carnaval 2013 - Come-Come Separados No Nascimento

Um belo dia, tiveram a brilhante ideia de fazer uma música intitulada Come-Come com uma metáfora nunca antes pensada neste universo (e neste país também): a associação do verbo comer com ato sexual. Uma salva de palmas para os responsáveis pela coragem em publicar o videoclipe!

Imitações do jingle de abertura e de morte do Pac-Man de arcade (fliperama) tocam mais de uma vez durante a canção.

Os jogos mostrados no vídeo são um espetáculo à parte: Pac-Man em flash com o cursor do mouse na tela, idem para o Ultimate Mortal Kombat 3 (tela de seleção chupada do SNES), tela estática de menus do Street Fighter II: The World Warrior do SNES (certamente não acharam um flash dele) e um vídeo de algum Winning Eleven/Pro Evolution Soccer (o que um jogo moderno faz aqui?).

Pra melhorar, as imagens de todos os jogos (exceto a de Street Fighter) aparecem cortadas nos telões do fantástico mundo do croma key.

Analisando a seleção de jogos (sem levar em conta o vídeo), chutaria que o console da letra seria o SNES ou Mega Drive (Master System ou NES como próximas opções). Já no vídeo, seria mais razoável eles estarem jogando num computador com controles de PS2.

Carnaval 2013 - Pac-Man WTF

A pergunta que não quer calar é: como se joga Pac-Man de dois jogadores? No âmbito do videoclipe, não é possível. Desconheço algum jogo da série até a era de 16-bit em que seja possível um jogador comer o outro, isso certamente é uma licença poética para propiciar um duplo sentido no videoclipe.
É preciso limpar sua tela, ela está suja bem aqui.
Saindo de seu escopo, existem ports de Ms. Pac-Man para NES/Master/Mega/SNES nos quais é possível jogar com dois jogadores simultâneos (o player 2 controla o Pac-Man), tanto cooperativamente quanto competitivamente. Há também um jogo oficial, Pac-Man Vs., no qual um jogador controla o Pac-Man e de um a três outros jogadores controlam os fantasmas.

Além do mais, para celebrar o 30º aniversário da bola amarela comilona foi lançado o Pac-Man Battle Royale – jogo competitivo de um a quatro jogadores – e o Google fez um joguinho, que tem modo cooperativo, substituindo o logo na página principal da empresa.

Pena que a música não se chama “Come-Come Beija-Flor”.

Seria uma paranomásia notável.

Pac Man – Na Varanda

Primeiramente, o título da música está escrito errado. Segundamente Ela começa com uma cópia do jingle de abertura do Pac-Man do arcade (aguda o bastante para causar danos cerebrais) e segue com a mesma metáfora originalíssima da canção anterior, que foi certamente mimeografada xerocada dela (outra salva de palmas).

A melodia do refrão foi provavelmente chupinhada da guitarra da Vira-Vira dos Mamonas Assassinas. Ainda sobre o refrão, não me lembro do personagem “mamãe” nem “papai” no jogo.

No final, há outra releitura do jingle de abertura, seguida do jingle de morte original do Pac-Man de arcade. Enfim, coisa de gênio.

Pac Man – Lucas Lucco

Novamente há um engano no nome da música. Em seu início toca o jingle original de abertura do Pac-Man de arcade e há várias imitações dos efeitos sonoros do jogo em seu decorrer.

Mais uma vez empregou-se a criativa metáfora utilizada nas duas músicas anteriores (mais palmas). Ademais, a letra também referencia o Bomberman, cuja metáfora deixo pra vocês interpretarem.

Por fim, esse sertanejo universitário é tão bom quanto o port do Pac-Man para Atari 2600 e quanto a paródia que fiz logo abaixo:

Eu tô que nem Aretuza
Que nem a Aretuza
(…)

Funk do Mortal Kombat – Funk You Bit

Finalmente fizeram um videoclipe sobre jogos de Super Nintendo utilizando seus controles e cartuchos! Aleluia! A dupla usou partes do superestimado tema de Mortal Kombat, que nunca tocou em um jogo da série, para fazer um funk escrachado e de baixo escalão sobre seus personagens.

Além disso, usaram vídeos do YouTube, vozes, imagens e animações dos jogos da série MK – os quais não são necessariamente retiradas do SNES (licença poética em ação).

Carnaval 2013 - Virei Macho E Mortal Kombat

Destaque para o refrão do Sub-Zero, para o trecho sobre o Kano (que não faz o menor sentido), o Goro (sem sentido também), a Sheeva e o Striker. Eles foram no Programa Eliana e apresentaram uma versão censurada com direito a “subzeretes”, tão boa quanto aqueles filmes feitos pra TV.

Censuraram até “bolas”. Deve ser por isso que Dragon Ball não passa mais no SBT (claque). Ah, e “Funk You Bit” é uma paranomásia deveras interessante.

Swing Baiano – Hit do Hadouken

Meses antes da Dança do Street Fighter viralizar, este pagode moleque repercutiu timidamente na interwebz. A introdução meio mística (com direito a um grito de Hadouken com eco) faz lembrar do tema de Ryu & Ken do anime Street Fighter II V.

Basicamente, a letra fala de jogatinas infantis de Street Fighter reunindo uma galerinha do barulho soltando altos Hadoukens e Shoryukens.

Por falar na letra, ela é bem trabalhada, nem dá pra notar as repetições ad infinitum. Durante a música, escutam-se os gritos de Hadouken e Shoryuken retirados de algum jogo.

Finalmente, esta canção lembra da Savamu do Libera o Badaró.

Dança do Street Fighter – Mantena e JP

Chegamos ao famigerado hit do verão de 2011, cujo vídeo original foi apagado do YouTube por pedido da Capcom. O videoclipe começa com imagens do jogo Street Fighter IV e vários sons e vozes do Street Fighter II, recursos repetidos ao longo do vídeo.

Logo após aparece a dupla trajada de Ryu e Ken com o estágio do Ryu de Street Fighter II como plano de fundo. As rimas “site”/”Street Fight” (arredondado de “Street Fighter”) e “ibope”/”Cybercop” – (Tiger) Uppercut – são tão forçadas quanto a rima “sacrifício”/”orifício”.

Outros nomes populares de golpes aparecem na letra: Roliúgui (Shoryuken) e Alec Fu (Sonic Boom). Por falar nisso, a dupla faz uns golpes completamente aleatórios em relação à música, rolam até uns Hadoukens.

Carnaval 2013 - SF Homenagem Irônica

Para delírio da galera, saíram posteriormente dois clipes alternativos: o primeiro parece a matriz do original (não tem as partes de SF IV para causar menos problemas com a Capcom; reparem a superedição em 0:14) e o segundo tem um ambiente branco e um elenco de apoio.

Na introdução de ambos há referência aos momentos que antecedem o início dos rounds no jogo, no qual os lutadores ficam se encarando fixos em suas posições.

A seguir, uma breve análise dos cosplayers do último videoclipe: Ryu e Ken parecidíssimos com quimonos legais como no outro clipe (agora com luvas), Chun-Li com o branco dos olhos parecido, Sagat sem tapa olho e Guile quase igual ao do filme hollywoodiano.

Por fim, a canção me lembra o “Hit do Hadouken”, talvez porque essas músicas são todas parecidas mesmo.

Dança do Mortal Kombat (VS Mortal Kombat) – Mantena e JP

Agora falarei sobre o crossover do século. Capcom vs. Street Chaves? Sonic & Mega Man? Battletoads & Teenage Mutant Ninja Turtles & Golden Axe & Double Dragon & Final Fight & Streets of Rage? Não, Mortal Kombat vs. Street Fighter.

Logo no começo do vídeo aparecem trechos da abertura de Street Fighter IV, trechos de Mortal Kombat (2011), vozes e efeitos sonoros de SF e MK e um cameo de um lutador de UFC (?) – há uma versão alternativa do clipe sem os trechos dos jogos. Aparecem, então, Sub-Zero com roupa inspirada na do MK (2011) e Ken com cabelo arrumado, diferente dos outros vídeos.

Existem dois ambientes: um é a “Soul Chamber” de MK3/UMK3/MKT e o outro é branco com músicos tocando ao fundo. Diversos nomes de personagens do MK são citados e somente Ryu, Ken e Chun-Li representam o lado do Street Fighter. O segundo verso de “Chun-Li dá Mini-tac / Na Kitana é legal” não faz nenhum sentido e “Mini-tac” é um nome popular pro golpe Spinning Bird Kick.

Carnaval 2013 - Abaixo de Zero (Sub-Zero)

É interessante apontar o uso dos nomes originais dos golpes Hadouken e Shoryuken, ou seja, eles empregaram do jeito que lhes convém para soar melhor na música. Além disso, “Fataly” foi comprimido de “Fatality” pra rimar com “Kombat” ou algo do tipo.

Observam-se também o Shoryuken do Ken e o “Fatality” bem peculiar do Sub-Zero.

Para finalizar, a dupla apresentou as duas danças no programa Astros do SBT caracterizados como nesse clipe. Eles foram aplaudidos pelo público e desdenhados pelos jurados. A melhor parte foi quando a dupla afirmou que o público alvo deles são crianças.

Assistam ao próximo videoclipe e tirem suas próprias conclusões.

Passinho do Mário Bros – Mantena e JP

Este é o hit de verão de 2012 (nada em 2013 ainda, infelizmente). As primeiras imagens do clipe são trechos de “Super Mario Xuxaine Sunshine” e “Luigi’s Mansion”.

Logo em seguida, surgem o Mario e Luigi do Village People, cujas alças dos macacões não param de cair. Os cenários se alternam entre o “interior de um castelo” com piso xadrez (piso presente em Super Mario Bros. 3 e Super Mario 64; esqueceram de esvaziar a prateleira da direita) e o já famoso fundo branco.

Quanto a letra, espera-se que o par “brother”/”bros” não seja uma tentativa frustrada de rima e o verso “Atrás da princesinha, o Mario se meteu” já está nos anais da música brasileira. Aliás, a princesa Peach do vídeo é a personificação perfeita da personagem.

Carnaval 2013 - By Miyamoto

O “jacaré” da letra certamente refere-se ao Bowser/Koopa (que é uma tartaruga), todavia o Sub-Zero (?) aparece em seu lugar no vídeo.

Há explicações razoáveis para isso: ou o Bowser está disfarçado de Sub-Zero ou o Bowser foi embora por falta de pagamento e contrataram o Sub-Zero às pressas para substituí-lo ou o Sub-Zero quer virar turbo. E o que a gíria “brotinho” faz nessa letra? Certamente está lá para atingir o público idoso, morô?

Pra fechar com chave de ouro, o refrão é um plágio da “Dança do Créu” do MC Créu e escreveram “Mario Bros.” errado no título da música.

Pelo menos “Passinho do Mário Bros” levou um prêmio: o troféu Donkey Kong pelo excelente reaproveitamento de fantasia em um videoclipe.

Super Mário – Banda IDR

Mario is Missing! e esta canção é tão divertida quanto o jogo citado. Nela, Luigi pede ajuda a vários amigos como Bob Esponja, Batman e Fred Flintstone (?).

Em suma, a letra da música é um amontoado de variados personagens de desenhos animados com pouca relação entre si e menos ainda com Mario e Luigi – só pra constar, há desenhos animados do Mario.

Carnaval 2013 - Mario WTF

Não faz sentido a canção se chamar “Super Mário” e não haver personagens do universo dos irmãos Mario (ou de video game) além deles próprios. Ademais, novamente o título da música tem um erro de grafia.

No fim das contas o Mario não foi encontrado (sabemos que ele está no encalço da princesa), coitado.

Geração Pokébola – bit.players

Antes de mais nada, a música é uma plágio paródia da “Geração Coca-Cola” da “Legião Urbana” e, felizmente, o fato do vocalista cantar o final de vários versos com tonalidades diferentes da original não é nem um pouco irritante.

A rima da vez é “três”/”SNES” que indubitavelmente é dêz dez. São vistos no vídeo diversos pokémons, tais como Biriridama, Purin, Meu Tio e Canis familiaris (senti falta do Sawamurao demolidor).

Ademais, aparecem algumas pokébolas, um boneco do Pikachu preso no violão, o Satoshi de barba e muitos videogames: Game Boy, Game Boy Advance, GBA SP, DS Lite, 3DS, GameCube, Wii, SNES amarronzado e vários jogos de Pokémon.

Destaque para as batalhas Pokémons com direito a pixel art e chiptune.

Este clipe não pode passar no SBT pois contém muitas bolas.

Pac Man Rock – MegaDriver

Mais uma música do Pac-Man com o nome do jogo grafado errado! Para compensar, milagrosamente não existe a bendita e raríssima metáfora sobre o personagem no videoclipe (vaias).

Logo de início surge uma agradável e familiar apresentação do logotipo da banda. Depois, dois marmanjos caracterizados como crianças trocam jogos de Atari 2600: “Pac Man” (da CCE, talvez isso seja a causa de parte das grafias erradas) e Enduro – não tem como não lembrar de Chaves.

A seguir, a lista dos consoles que aparecem no clipe: Atari 2600 (com o esplêndido Pac-Man), Dynavision Radical (clone não muito antigo do NES, com Duck Hunt e Operation Wolf), Mega Drive (com Road Rash), Nomad (Mega Drive portátil, com Golden Axe), PlayStation Portable 2000, Xbox 360 e PlayStation 3 (só na letra).

Há ainda uma animação de Pac-Man de arcade e outras de Atari 2600, imagens adicionais de Super Mario World, Sonic the Hedgehog, Sonic Adventure, Streets of Rage e Super Mario Bros. 3.

Além dos consoles e jogos antigos, há numerosas referências nostálgicas no videoclipe, tais quais a caixinha RF (usada nos video games antigos), vinis, toca-discos e a antiga máxima de que videogame estraga a TV (em um verso).

Carnaval 2013 - Operation Wolf 2 Players

É interessante atentar ao fato de Duck Hunt e Operation Wolf não suportarem duas light guns e Road Rash não ter um modo de dois jogadores simultâneos, diferente do que se vê no clipe (licenças poéticas em ação).

Ao final do clipe três músicos aparecem fantasiados de astros do rock (aparecem também as icônicas guitarras do Sonic e do Mega Drive) e vale lembrar que os roqueiros homenageados estão presentes em video games de alguma forma.

Por fim, destacam-se as atuações engraçadas dos músicos, em especial a interpretação da mãe.

Bem, amigos (e inimigos), espero que tenham se divertido com a minha lista e espero que nenhuma infância foi destruída.

Assim como Pitfall, desejo que pulem muito no carnaval deste ano!

OBS: ainda bem que não existe videogame do Crepúsculo... Fin.


TheBoss Informa 002 – PS4 Chegando, Wii U Preocupa Nintendo, Top De Vendas Japão E Livro de Zelda

TheBoss Informa, seu resumo semanal de notícias relevantes e irrelevantes sobre games.

Nesta edição: a Sony promete anunciar o novo PlayStation no dia 20 de fevereiro, as preocupações da Nintendo com relação à situação do Wii U, ranking dos jogos mais vendidos no Japão em 2012 e o novo livro oficial do universo de Zelda!

Esperamos que gostem e, por gentileza, divulguem o quanto puderem!

TheBoss Informa 002

 


Projeto Parallax – Engine Em Java Para Jogos 2D

Por Michel Montenegro

Olá turma do Cosmic Effect! Mais um fanático pelos jogos em 2D por aqui desejando compartilhar um pequeno projeto com vocês. Bom, uma rápida apresentação: sou daqueles que não deixa passar nenhum Final Fantasy, Pokémon e Chrono Trigger, tornando-me mais um enfeitiçado por estes títulos clássicos — mas não somente pelos jogos em si.

Sem conseguir desgrudar da estética dos retrogames em duas dimensões, tenho me deliciado com jogos online atuais que seguem aquele estilo visual, como o “épico e cômico” Dofus, o conhecido Tibia e mais recentemente o Club Penguin — este, um MMO em flash sob o selo de qualidade Disney, portanto, imaginem a qualidade da arte 2D.

Somando a paixão pelos velhos sprites com a mecânica do RPG old-school, comecei a ter um sonho recorrente: fazer o meu próprio MMORPG. Bom, já cheguei a administrar servidores com até 1000 pessoas online, através da utilização de um projeto de servidor open source em Java, o L2J. Tudo isso me motivou a uma pergunta: “será que é possível um MMORPG em 2D, recuperando o estilo de jogo clássico”?

Daí nasceu um pequeno projeto que havia batizado de “JMMORPG”. Após algum tempo aprendendo com este primeiro modelo que havia desenvolvido, caindo e levantando muito… nasceu o Projeto Parallax, que supera de longe seu antecessor e que gostaria de lhes apresentar neste pequeno artigo.

Uma engine em Java para RPGs em 2D

Percebi que não existem engines em java para desenvolver jogos: há somente o JMonkeyEngine, porém direcionado à confecção de jogos 3D. Existem muitas bibliotecas, mas nada que possa ser descrito como uma engine totalmente funcional. Então, por que não me ajudar e, no processo, ajudar também outras pessoas? Será que é possível conseguir contribuições e, como um projeto mútuo, ter seu desenvolvimento acelerado? Como diz o ditado, “em solo fértil, um povo unido não passa fome”. Pois bem, respirei Projeto Parallax nos últimos dois anos e no site http://www.einformacao.com.br/parallax/ você pode encontrar em que pé a engine está neste momento.

Um relato rápido: no início, alguns profissionais da área de TI/desenvolvimento de jogos até me desmotivaram com relação a esta ideia, por conta da existência do XNA (framework de jogos para PC/X360 e Windows Phone), o GameMaker e até mesmo o próprio HTML5. Dei uma espiada nelas e pude concluir que, para o meu objetivo, Java continuou como a opção mais interessante.

Enfim, o objetivo do projeto é criar uma engine que possibilite a criação de jogos 2D sem que haja a necessidade de digitar uma única linha de código por parte do desenvolvedor, assim como acontece com o RPG Maker, porém com as seguintes vantagens:

  • Projeto open source. O usúario da engine poderá, se assim desejar, fazer alterações personalizadas.
  • Compatibilidade. Possibilidade de rodar em qualquer sistema operacional que tenha uma JVM (Máquina Virtual Java) desde que atenda os padrões mínimos de hardware.
  • Sem programação. Não ter a necessidade de conhecer nenhuma linguagem de programação, apenas conceitos básicos de operação em qualquer sistema operacional.
  • Expansivo. Inicialmente, oferecer a capacidade de gerar jogos no mesmo estilo do RPG Maker para então expandir para outros modos. O Projeto Parallax é totalmente modular.
  • Offline e online. Oferecer suporte online, possibilitando MMOG ou MMORPG. Importante lembrar que o JMMORPG, protótipo do Parallax, obteve sucesso neste aspecto e suas estruturas estão sendo aproveitadas.
  • Custo zero. O Projeto Parallax somente faz uso de tecnologias 100% livres e de código aberto em sua construção.
  • Padronização no código e na criação final do produto. Utilização de técnicas modernas durante o desenvolvimento, garantindo compatibilidade com conceitos e tecnologias atuais.
  • Porta aberta para todos. Para quem deseja entrar na área de desenvolvimento de jogos, principalmente em Java, nosso projeto pode ser uma excelente escola.
  • Qualidade e simplicidade. Se for para qualquer um poder criar, não pode ser complexo. Procuro manter o código-fonte o mais objetivo, enxuto e padronizado possível.

Que tipo de apoio o Projeto Parallax precisa

  1. Designer/artista gráfico. Para desenhar as telas do jogo, personagens, etc.  Sei que podem ficar mais bonitas visualmente. Do ponto de vista operacional, é bem fácil, pois as telas funcionam no conceito de skin/template. A tela é composta por painéis, um dentro do outro. Os painéis têm uma imagem de fundo. Os botões carregam a imagem pré-estabelecida, se mudar a skin da imagem, muda no projeto. Fazer arte/design na engine é bem fácil, pode acreditar. Há um vídeo planejado para ser feito somente para desmistificar qualquer possível complexidade que por ventura o projeto possa passar no que se refere aos gráficos.
    .
  2. Desenvolvedor (para o database do projeto). Por exemplo, estou usando XML para os dados e isto deve se manter assim para os dados estáticos e de baixo volume baixo que fiquem no cliente (Um desenvolvedor só para fazer a tela de “cadastro e edição destes dados”). Como o projeto tem vários “flancos” a serem projetados e estou focado no código da engine, um outro desenvolvedor que possa cuidar dessa parte seria de grande ajuda. Futuramente, certamente haverá a necessidade para um banco de dados em um formato “X” (MySql, DBD ou outro…).
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  3. Desenvolvedor (Java): Ajudaria bastante para dividir as tarefas comigo, acelerando a parte da engine mesmo.
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  4. Music Composer: Alguém para compor músicas e sons, seria de grande ajuda. [Nota: o Eric Fraga “Cosmonal” já estará contribuindo conosco com game music e efeitos sonoros!]
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  5. Map Designer: Seria ótimo ter alguém para desenhar os mapas.

Para quem tiver curiosidade, dá uma olhadinha no vídeo que apresenta a engine funcionando, com o jogo “As Crônicas Do Aventureiro”.

O Projeto Parallax já incentivou outros a pensarem em fazer engines para Android e Symbian, uma outra vertente que gostaria de ver nossa engine se expandindo no futuro. Espero que gostem do trabalho e acreditem: foram 2 anos e “uns quebrados” de muito estudo e pretendo levar a frente, de verdade.

Peço que divulguem este artigo o máximo que puderem para seus amigos nas redes sociais e onde mais acharem relevante. Estarei contando o progresso da engine aqui no Cosmic Effect para vocês ( ^^ ) um abraço a todos e obrigado!

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