Mini-Reviews: Catherine (Xbox 360)

Análises com um máximo de 1.000 caracteres para você ler enquanto toma um café

Este puzzle da Atlus vendeu 500 mil cópias. Metade deve ter ido parar nas mãos de adolescentes virgens em busca de um pouco de “sacanagem animética”. Mas se você pretende comprar o jogo só por causa do “boob factor”, pense duas vezes!

Catherine é sim meio safadinho, mas é um PUZZLE safadinho. E um puzzle daqueles infernais, descabelantes. Durante o dia, o herói enche a cara no bar com os amigos e tenta “gerenciar” duas garotas: a namorada que quer casar e uma fogosa e desinibida amante. Mas toda noite, um pesadelo o leva a uma enorme torre que ele deve escalar movendo blocos. É frenético, viciante e exige o domínio de várias estratégias.

A trama sobrenatural, que mistura sexo, horror e medo de compromisso, vai ter mais impacto sobre quem é casado ou já sente a pressão. Nos intervalos entre as fases, as decisões do jogador conduzem o protagonista para os braços da namorada ou para os seios da amante. Não vi os oito finais, mas adorei o louco destino que dei ao meu personagem.


Mini-Reviews: Final Fantasy XIII (Xbox 360)

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Fãs e críticos espinafraram este jogo por ser linear demais: você passa o tempo quase todo andando por corredores sem muitas opções de exploração. Mas esse também é o maior trunfo de FFXIII, que corta todas as “gordurinhas” típicas de RPGs.

A trama, movimentadíssima, segue que nem uma flecha do início ao fim, sem nunca perder o pique (coisa rara em RPGs). Os personagens não são lá grandes coisas, mas são unidos por uma luta desesperada por suas vidas, que somada à mecânica otimizada dos combates dá ao jogo um ritmo invejável.

Com o sistema de paradigmas, você não precisa escolher magias nas batalhas: apenas diz “você é o healer e você é o cara das magias de ataque” e pronto, o jogo escolhe as magias com base nas suas ordens.

Parece fácil? Não é: até as batalhas comuns são desafiadoras e exigem um uso criterioso dos paradigmas, senão é derrota na certa. Quem anda meio de saco cheio dos excessos do gênero como eu vai amar; os demais devem passar longe.