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Lançamento Oficial Do Livro “1984: A Febre Dos Videogames Continua”

Amigos, esta é somente para os privilegiados residentes da cidade de São Paulo: o Marcus Garret estará lançando o 1984: A Febre dos Videogames Continua na Game World 2012, que acontece neste final de semana.

O Marcus estará presente no estande da ACIGAMES, do Moacyr Alves Jr., batendo papo com os visitantes e autografando exemplares nos dias 31 e 1º. Ele fez um preço especial para o evento, para quem adquirir os dois livros.

Para os retrogamers que não poderão pintar no evento, como vocês já sabem, os livros podem ser adquiridos diretamente com o autor no já tradicional euquero1983@gmail.com.

Como prometido, estaremos sorteando em breve exemplares do 1984 aqui no Cosmic Effect e no Gagá Games.

Segue o press release do lançamento que vai fazer a Game World 2012 virar Game World 1984! ^_^

Press Release

Lançamento do livro “1984: A Febre dos Videogames Continua”

O autor independente Marcus Vinicius Garrett Chiado, conhecido no meio do colecionismo de games clássicos como Garrett / Garrettimus, está lançando seu novo livro dedicado ao retrogaming: “1984: A Febre dos Videogames Continua”.

“1984” é a continuação da primeira obra do autor dedicada a historiar os acontecimentos que conduziram ao surgimento do videogame no país, “1983: O Ano dos Videogames no Brasil”, lançada em 2011 e sucesso de vendas. Ela é a sequência do processo de pesquisa e de investigação de nosso passado gamístico. Ao invés de publicar uma segunda edição, Marcus preferiu escrever outro livro, adicionando-lhe fatos extras descobertos posteriormente e complementando-o com histórias ocorridas, de fato, em 1984. Histórias, curiosidades, “causos”, números, valores, entrevistas e fotos, muitas fotos.

O período analisado perfez um ano muito interessante apesar da situação difícil do Brasil – por causa da persistente inflação, da recessão. Várias manchetes de destaque aconteceram por aqui, em especial o movimento pelas votações diretas, o “Diretas Já”. O povo viu a Emenda Dante de Oliveira, a favor das eleições diretas para a presidência da república, ser rejeitada pela Câmara dos Deputados. Por outro lado, coisas felizes também aconteceram, tais como a inauguração do Sambódromo, no Rio de Janeiro, e a vitória do atleta Joaquim Cruz nas Olimpíadas de Los Angeles. Na música, as rádios tocavam os sucessos “Como eu Quero”, do conjunto Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, “Bete Balanço”, do Barão Vermelho, e “Me Chama” de Lobão e os Ronaldos.

Após a chegada oficial do videogame ao país, em 1983, tivemos lançamentos bem interessantes no ano seguinte, alguns até inusitados, que são assunto do novo livro.  Novos similares do Atari, como o Dactar, o Onyx Jr. e o Supergame, o novo Intellivision II, cartuchos inéditos para todos os consoles, sistemas de carga de jogos em cassete, como o Supercharger e o Comp-K7, teclados que “transformavam” os videogames em microcomputadores, como o Basic Keyboard da Dynacom, e o “quase” lançamento de um jogo da Turma da Mônica no fim daquele ano.

O autor procurou não repetir passagens destacadas previamente em “1983” nem utilizar imagens e fotos iguais às do primeiro livro. Tencionou trazer à luz fatos redescobertos, melhor explorados – ou, ainda, discutidos pela primeira vez na forma de apanhado histórico. “1984: A Febre dos Videogames Continua” funciona como um misto de segunda edição e de novidade, sendo um balanço ideal entre o material analisado.

O lançamento de “1984” acontecerá nos dias 31/03 e 01/04, no evento Game World 2012, no estande da ACIGAMES (www.acigames.com.br) do empresário Moacyr Alves Jr.

O local do evento: Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, situado à R. Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo. O autor estará no estande para comercializar ambos os livros autografados e bater papo com os visitantes.

Valor dos livros no local:

1983: O Ano dos Videogames no Brasil = R$ 40,00

1984: A Febre dos Videogames Continua = R$ 50,00

Ambos os livros em uma promoção para o evento = R$ 80,00

Mais informações sobre o evento: http://tambordigital.com.br/gameworld_expo_2012

Mais informações sobre o autor e os livros:

Website (em construção): http://www.memoriadovideogame.com.br/

Contato: euquero1983@gmail.com

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Revista Jogos 80 – Especial De Natal 2011

Amigos, o Marcus Garrett, autor do livro 1983: O Ano dos Videogames no Brasil, pilota outro projeto muito legal: a revista Jogos 80. Foram publicadas 7 edições incrivelmente bem-feitas, altamente nostálgicas e informativas, entre os anos 2004 e 2006.

Sempre dividindo igualmente seu conteúdo entre os consoles e os computadores da marcante década de 80, a revista retornou no final de 2010 em sua sétima edição e, após o lançamento do seu livro, o Marcus voltou sua atenção para a publicação online em grande estilo: esta edição “Especial de Natal”, terá mais de 100 páginas! A julgar pelas edições anteriores… teremos conteúdo suficiente para o Natal mais feliz dos últimos anos-retrô de nossas vidas! :)

Nota pessoal: as primeiras edições tiveram uma grande influência sobre meu interesse em comprar consoles antigos. Ao terminar de ler a primeira edição, em 2004, imediatamente fui procurar um Atari 2600 para comprar e… o resto é “história”. Dá pra dizer que a Jogos 80 foi a “gota d’água que faltava” para que me tornasse um pequeno colecionador de videogames antigos.

Oferecendo conteúdo 100% original, a Jogos 80 é um projeto que nós, retrogamers brazucas, somos privilegiados em ter disponível por aqui. Não somente revisitando jogos antigos, os caras tentam resgatar informações históricas – uma matéria favorita está presente na segunda edição, onde o Marcus fez uma visita aventureira ao local onde ficava o escritório da Canal 3, pioneira fabricante de cartuchos Atari no Brasil.

Com arte e tipografia que remonta às revistas da época, lembrando em estilo a Atari Age americana, é um trabalho imperdível que deve ser conhecido. Baixem e divulguem, amigos: o download da edição integral é gratuito no site www.jogos80.com.br. Nem o Pac-Man vai perder esta edição da Jogos 80…

Arte do Banner: Andrey Santos

 Chegou a nova edição da Jogos 80 (número 8), especial de Natal, com muita coisa bacana e com 117 páginas! Passamos 6 meses preparando a revista e esperamos que ela esteja do agrado de vocês. Eis um pouco do que encontrarão nela:

– Programando jogos “One-Liner” no TK90X. Dicas e informações sobre como fazer seus próprios games na modalidade em que toda a programação é feita em somente uma linha de código. Verdadeiro desafio!

– Entrevista Internacional: Tim Follin. O “mago” compositor de trilhas para Commodore 64, Spectrum, Amiga e outras plataformas conta curiosidades sobre seu trabalho e revela informações fantásticas.

– Especial: Don Priestley. Conheça ou relembre o notório programador de jogos – Popeye, The Trap Door e outros! – para o ZX Spectrum.

– Faça você mesmo: cartucho de Atari com 15 jogos. Saiba, passo-a-passo, como construir seu próprio multicart de Atari; do software ao hardware.

– Entrevista Nacional: Kazuaki Ishizu. O ex-funcionário da Splice do Brasil, responsável pela produção e pelas vendas do SpliceVision (clone nacional do Coleco), conta curiosidades e sana dúvidas antigas em uma excelente entrevista.

– Especial: Ficção Interativa. Um gênero muito popular – e comercial! – nos anos 70 e 80 que fez a cabeça dos jogadores. Saiba como funcionavam – e ainda funcionam – os “parsers”, os interpretadores de texto que eram o coração dos adventures de texto puro.

– Fairchild Channel F. Conheça o console que precedeu o Atari 2600, sendo o primeiro a usar cartuchos na história!

– A história do Commodore Amiga – Primeira Parte. Saiba como o famoso micro de 16 bits da Commodore começou!

– Entrevista Nacional: Paolo F. Pugno e Mario Camara. Os ex-funcionários da Plan-Soft, da Disprosoft e da Orionsoft revelam como foi trabalhar em empresas que vendiam jogos em cassete para MSX, ZX Spectrum e outros à época. Esperem por “causos” engraçados e muita informação!

– Segunda parte da matéria “Túnel do Tempo da Folha de S. Paulo”. Com, entre outras, reportagem sobre o lançamento do Expert da Gradiente!

– Reviews de jogos: Poltergeist (TRS-Color), 1 Million B.C. (Atari 800), Beyond the Ice Palace (ZX Spectrum), The North Star (ZX Spectrum), Goonies ´R´ Good Enough (MSX/MSX2) e outros.

– Computer Camps. Conheça ou relembre os lendários acampamentos de computação dos anos 80 em que as crianças, além de nadar e de praticar esportes, aprendiam programação em Basic.

– Os jogos da Activision no ColecoVision. Veja um comparativo com as respectivas versões – mais conhecidas – do Atari 2600 em relação ao console da Coleco. Melhores? Piores? Comprove!

– Exposição Game ON no MIS. Estivemos na exposição, no dia de estréia, e contamos o que vimos por lá – além de entrevistarmos, brevemente, um dos curadores, o inglês Patrick Moran.

E muito mais!

Acessem:

www.jogos80.com.br

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1983: O Ano Dos Videogames No Brasil

***ATUALIZAÇÃO (28/jun/2011)***

Um recado do Marcus Garrett, para os interessados em adquirir o livro:

Já estou de posse do valor final do livro “1983: O Ano dos Videogames no Brasil”: R$ 45,00 com o envio incluso para qualquer parte do país. Porém, ele está em promoção de lançamento: quem efetuar o depósito até sexta-feira, dia 01 de julho, pagará R$ 39,99 e ganhará ainda o FRETE GRÁTIS para qualquer lugar do Brasil.

O email para aquisição do livro diretamente com o Marcus é o euquero1983@gmail.com.

Amigos do Cosmic Effect, tive um breve bate-papo com o paulistano Marcus Vinicius Garrett Chiado, autor do livro “1983: O Ano Dos Videogames No Brasil”. O Marcos é um colecionador de videogames antigos (e também de Transformers,  He-Man, Thundercats…) e faz parte de uma das maiores comunidades de colecionadores de videogames/computadores do Brasil, a Canal 3. Através do mailing list, soube que o Marcus está prestes a lançar um livro que retrata um ano muito especial para os videogames no nosso país – o ano de 1983, período que simbolizaria a “chegada dos videogames ao Brasil”. Através de extensa pesquisa em fontes saudosas como a revista SomTrês, Vídeo News, Micro & Vídeo e também publicações maiores como Veja e Exame, ele deseja mostrar como as empresas nacionais desenvolveram suas idéias, como foi a aceitação por parte dos consumidores daquela época e diversos outros detalhes. Puxa, prato cheio pra qualquer trintão brasileiro que começou no Telejogo, Odyssey ou Atari. A idéia do cara foi super-original, fiquei imediatamente curioso em saber o que há de tão especial no ano de 1983. Eu tinha 5 anos de idade e o Marcus 10 anos – ele certamente lembra de muito mais coisa do que eu :)

Sempre buscando embasar-se nas publicações citadas e também através de informações de amigos que também vivenciaram o período, o livro tem aproximadamente 120 páginas que exploram com profundidade os sistemas Atari, Odyssey, Intellivision, Colecovision e outros – tudo no contexto brasileiro. Possui muitas ilustrações e fotos que adornam o conteúdo, e até inclui algumas entrevistas inéditas. A diagramação ficou pronta exatamente hoje (na data deste post) e algumas páginas estarão aqui no bate-papo para nos deixarem com (mais) água na boca. Vamos conhecer um pouco mais do Marcus e do seu livro tão esperado pelos retrogamers brazucas.

Eric: Com a imensa popularidade que os videogames alcançaram nos últimos anos, parece ter surgido com ela um crescente interesse em retratar a história dos jogos eletrônicos. Em 2008, saiu a primeira publicação oficial do Guinness, que tem se mantido anual desde então – um exemplo de canais reconhecidos da mídia agora também passearem pelos videogames, tratando-os com seriedade. Como começou seu interesse pela história dos videogames?

Marcus: Apesar de não colecionar mais, fui colecionador de games por uns 15 anos. O interesse surgiu ao constatar quão rico é o cultivo da história dos aparelhos no exterior e quão pobre é isso no Brasil. À exceção da revista de banca OLD!Gamer e de algumas publicações hobbysticas, o interesse do brasileiro parece estar mais no ato de colecionar, não tanto em documentar. Nossa história gamística é tão rica por causa de particularidades que aconteceram no Brasil, tais como a política de Reserva de Mercado. É muito triste ver isso se perder.

E: Você era editor da Jogos 80, revista online publicada exatamente no mesmo período em que passei a colecionar videogames e jogos antigos, por volta de 2005 – lembro deste detalhe particular porque achava o máximo a revista, até imprimi algumas edições e certamente me estimularam ainda mais a comprar “velharias”. O que aconteceu com o projeto, ele está parado? Há interesse de voltar?

M: Era não, ainda sou. A revista ainda existe. Ocorre que de uns tempos para cá passamos a publicá-la com espaços de tempo bem maiores. A mais recente saiu em dezembro de 2010, mas já estamos preparando a próxima, que sairá em julho agora. Aguardem por matérias, reviews e entrevistas muito legais!

E: O Brasil passou por todos aqueles conhecidos problemas nos anos 80, e um dos principais teria sido a famigerada “reserva de mercado”. Ao mesmo tempo, tal fato criou a cultura dos clones que, no final das contas, marcaram nossa história. Conte-nos porque 1983 foi o ano dos videogames no Brasil.

M: 1983 foi o ano em que, efetivamente, as empresas nacionais resolveram arregaçar as mangas para colocar à venda, “oficialmente”, os primeiros consoles no Brasil. Claro que, por meio de contrabando e de vendas na Zona Franca de Manaus, os videogames já chegavam ao país desde fins dos anos 70. Só que em 1983 os primeiros consoles foram realmente produzidos por aqui e chegaram às lojas, tornando-se acessíveis à população. Foi quando a febre do videogame acometeu o Brasil!

E: Qual conteúdo encontraremos no seu livro?

M: Eu procurei contar, sem “encher linguiça”, em que termos os primeiros videogames foram lançados, como as empresas nacionais se envolveram e desenvolveram suas idéias e estratégias, de que modo foi a aceitação por parte dos consumidores e outros detalhes. Tentei também – e sempre que possível – embasar as informações com dados reais retirados de publicações da época (jornal Folha de São Paulo, revista Veja, revista Exame, revista Vídeo News etc.). Faz muito tempo, faz quase 30 anos!

Importante ressaltar que o livro somente contém informações acerca dos primeiros aparelhos vendidos no país: Atari e similares, Odyssey, Intellivision e Colecovision. Não há material algum, por exemplo, sobre NES, Master System, Mega Drive etc.

E: Quais foram suas principais fontes de informação? Imagino que possua coleções de Micro Sistemas, CPU-MSX, Ação Games… elas fizeram parte do seu material de pesquisa?

M: Bem, além da memória de quem viveu o período, utilizei os acervos digitais do jornal Folha de São Paulo e da revista Veja, bem como outras publicações da época, tais como as revistas Exame, Micro & Video, Vídeo News e Video Magia, além de alguns sites muito bons. Pesquisei muito mesmo!

E: Qual seu console e micro-computador antigo favoritos?

M: Meu console do coração é o Atari 2600 mesmo. Ganhei o meu no Natal de 1983. Foi muito bacana, tenho inúmeras boas recordações do “inimigo”. Meu micro clássico favorito é o Atari 800, que não chegou a ser fabricado no Brasil. Estes são os únicos dois itens que ainda mantenho.

E: Fala pra gente seus 5 jogos favoritos, em qualquer plataforma.

M: Não necessariamente em ordem de preferência:

River Raid (Atari)
Demon Attack (Atari)
Desafio Estelar (Intellivision)
Zaxxon (Colecovision)
Renegade (ZX Spectrum)
Castle Wolfenstein (Atari 800)

E: O que acha da geração atual de jogos eletrônicos? Você joga nos consoles atuais?

M: Eu acho bacana. Há jogos verdadeiramente fascinantes. Só que, para mim, os consoles modernos não têm o mesmo impacto, o mesmo “frescor” de antigamente. É questão, de fato, de nostalgia, tenho de concordar. Eu possuo um Xbox 360 com o Kinect, mas quem jogam mesmo são minha esposa e minha filha. Elas adoram jogos como Dance Central e Kinect Sports.

E: Ainda falando em geração atual, a durabilidade dos consoles foi posta em xeque por conta de aparelhos falhando sob condições normais de uso, alguns até mesmo em menos de 1 ano – e sendo condenados. O videogame atual é um produto descartável ou estas falhas têm motivos técnicos e serão corrigidos com o avanço tecnológico?

M: Creio que esses problemas decorram da pressa de se lançar consoles cada vez mais complexos antes da concorrência. Acredito que os projetos não sejam testados à exaustão, ou seja, a pressa para bater a concorrência é tanta que os produtos vão parar nas prateleiras um tanto prematuramente. Esta é a impressão que tenho. “O importante é chegar na frente!”

E: O que acha do “movimento retrogaming” ganhando força e popularidade, através de publicações periódicas impressas como a britânica Retro Gamer ou mesmo a OLD!Gamer brasileira, fora a infinidade de sites e blogs sobre o assunto?

M: Eu acho bacana. É importante cultuar o passado, reviver coisas que foram muito importantes para nós. Só não pode virar obsessão, deixar de ficar com a família para ficar com os games ou viver exclusivamente do passado.

Um dos grandes problemas da vida adulta é que, com frequência, esquecemos das coisas que um dia foram importantes. Um dos grandes males do Homem é esquecer-se.

E: Para terminar, como e quando poderemos adquirir o seu livro?

M: O livro teve sua diagramação finalizada exatamente hoje. Estou montando uma lista de interessados para poder dimensionar a impressão. Peço a todos que tenham interesse que, por favor, enviem e-mail para euquero1983@gmail.com.

Quando a coisa estiver bem engatilhada mesmo (em até uma semana, creio), as instruções para compra serão enviadas. O livro tem preço máximo de R$ 50,00, mas este valor pode cair se houver bastante procura.

Obrigado!

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