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The Secret Of Monkey Island (PC)

Amigos do Cosmic Effect: estamos iniciando uma série com posts sobre jogos do gênero adventure. É sempre gostoso relembrar os clássicos que nos contavam divertidas histórias através (principalmente) do clique do mouse. Estamos vivendo um modesto revival do gênero, com relançamentos de antigas franquias em novas plataformas e alguns jogos inéditos, principalmente para os computadores. Mas a nata mesmo está no final dos anos 80 até meados dos 90… Quem nunca jogou um adventure hilário e deu gargalhadas incríveis, sozinho, de frente para o monitor? Ou quebrou a cabeça com um puzzle, mesmo quando não estava jogando? Se você ainda não teve este prazer gamístico, tomara que nossa série o estimule! :)
Nosso post de estréia é do Sérgio Oliveira, que é mais um baiano participando conosco neste blog. Conhecemos o Sérgio numa convenção de Star Wars que aconteceu em Salvador recentemente — um fã de carteirinha dos adventures, consome o gênero como se não houvesse amanhã jogando os retrogames que não conhecia, assim como os novos títulos que são produzidos.
Espero que gostem!

Por Sérgio Oliveira

Preparem-se cães sarnentos, pois neste grande clássico do gênero adventure, criado pelo mago Ron Gilbert e produzido pela mítica LucasArts, auxiliado pelas lendas Tim Schafer (Full Throttle) e Steve Purcell (Sam and Max), começa a maior saga bucaneira dos games. The Secret of Monkey Island é um daqueles jogos que atestam a beleza de ser retrogamer.

Você se locomove e interage através do “revolucionário” Point and Click; os puzzles são lógicos ou ilógicos, porém consistentes com a fantasia do universo. Há total despreocupação com o fator morrer, deixando o jogador experimentar à vontade. O soundtrack original esbanjava charme e era divertido até pra quem não tinha placa de som. O gráfico desenhado de rostos “estouradinhos” quadriculados era impagável, assim como espiar o inventário carregados de itens. E as árvores de diálogo que muitas vezes não te levam a nenhum lugar além de uma piada? Sem falar na mística ambientação do caribe, cercada por voodos, piratas, lendas incoerentes e o nascimento de um arqui-inimigo. Tudo isso representa praticamente um espelho da série de filmes Piratas do Caribe, com certeza o maior paralelo que se pode traçar para os não conhecedores deste título genial que, importa informar, precede – e muito – a trilogia de Hollywood.

A LucasArts, na chamada era de ouro dos games do gênero, cria nesta obra uma referência absoluta que passa a ser parâmetro de qualidade a todos os futuros adventures. Piadas que te fazem até parar de jogar… mas, devido a melhor das razões: rir, gargalhar até. Tudo isso na frente do monitor de um micro-computador. Não é raro o jogador parar um pouquinho e pensar alto “ Que tirada genial”.

Para situar o amigo leitor na trama: você joga com Guybrush Threepwood, um jovem que decidiu dar um rumo em sua vida com uma simples sentença: “I want to be a pirate!”. Com essa aspiração, perfeitamente comum a qualquer pessoa, ele ruma ao seu primeiro destino: o SCUMM™ Bar. Lá, o simpático e ingênuo herói encontra os mais conhecidos e embriagados piratas do Caribe, enchendo a cara de “Grog”: uma bebida tão ácida que tem de ser consumida antes que o barril derreta.

Das grandes figuras da pirataria, Guybrush recebe um teste dividido em três objetivos, que é tido como condição para alguém poder se intitular pirata. No entanto, o verdadeiro desafio a ser enfrentado é a nova ameaça do Caribe representada pelo Pirata Fantasma Le Chuck, um capitão que se tornou um amaldiçoado depois de zarpar para descobrir o segredo de Monkey Island. Esta descoberta seria um presente que pretendia dar ao seu amor platônico, a encantadora governadora Elaine Marley.

O game é cercado pelo cômico e criativo. As ilhas, por si só, são atração à parte: é como se cada uma tivesse uma ideologia própria que se reflete no visual e no estilo de vida dos habitantes e comércios.

Sobreviva nesse ambiente sarcasticamente hostil, seja na arte de aprender como um duelo de espadas entre piratas é, na realidade, vencido pela qualidade dos insultos verbais (e não por habilidades espadachins), quanto descobrir que nem no Caribe as pessoas estão livres dos maliciosos revendedores de veículos usados. No caso, navios…

Há um personagem dentro tantos incríveis que vale destaque: na figura de revendedor de navios usados no primeiro capítulo da série, conhecemos Stan, um dos indivíduos mais articulados dos games. Um homem que se adapta bem as mudanças de tendência dos consumidores. No segundo game é um revendedor de caixões usados. “Stan’s Previously-Owned Coffins”, um bom negócio já que “os clientes nunca retornam para reclamar” segundo ele próprio; no terceiro, já como corretor de seguros de vida, Guybrush o encontra após soltá-lo de um dos caixões que vendia no game anterior (Sim, nós o prendemos num caixão…).

Não posso deixar passar o fato de que no quarto título ele veio a se tornar um fabuloso corretor de imóveis e, finalmente no último, Tales of Monkey Island, vende souvenirs de um julgamento de grande projeção que está ocorrendo. Stan fala gesticulando como o mais “nobre” dos políticos mentirosos, sempre com um sorriso branco cristal que “inspira a melhor das confianças”. É um esteriótipo do capitalismo selvagem em pleno ambiente caribenho.

Outra passagem genial de Monkey Island é a luta de espadas com insulto, o “Insult Sword Fighting”. O oponente insulta Guybrush, e este insulto deverá ser devolvido com a resposta equivalente a aquela ofensa. Depois de uma quantidade de “lutas”, o jogador assimila as respostas pré-moldadas a serem selecionadas nas opções de diálogo e a coisa flui deliciosamente.

O sistema por si só é genial no contexto do jogo: é como se os designers do game tivessem conseguido trazer a luta de espadas típicas dos contos de pirata para um “adventure”, sem torná-lo uma peça de ação. No que diz respeito ao humor, é hilário perceber como os bucaneiros se ofendem infantilmente, remetendo aos bate-bocas de crianças na escola. ”You make me want to puke”. Resposta: “You make me think somebody already did. (“Você me faz querer vomitar” ,  “Você me faz pensar que alguém já o fez”).

Não dá mais para abordar esta franquia sem citar o remake, batizado de The Secret of Monkey Island Special Edition. Com a repaginada, o clássico ganhou gráficos renderizados em HD que caricaturam um pouco mais os personagens e ambientes sem estragar o espiríto original. O 2D foi mantido, a trilha sonora foi remasterizada e os diálogos foram totalmente dublados. O antigo quadro de verbos foi substituído por um simples clique do mouse com a opção mais adequada ao pixel clicado.

Foi adicionado um “botão nostalgia” sensacional: através dele, temos acesso imediato aos gráficos e sons do original, em qualquer instante. Tudo como deveria ser — tornando o remake uma experiência completa.  Quem é fã da série não resiste em trocar o visual a cada ambiente novo, apenas para embriagar-se na nostalgia. Ah, é válido informar que é sempre possível rodar a versão original através do programa intitulado ScummVM (nítida homenagem) encontrado no site http://www.scummvm.org/.

Só fiquei sentido com o fato de a LucasArts não ter lançado a edição especial em caixa, para nenhuma das plataformas (ele está disponível também para PSN, XBLA e Mac). Quem é colecionador adora ter os seus games favoritos na estante, ainda mais quando se trata da melhor saga de adventure de todos os tempos…

* * *

Todos os jogos da série “Adventure no Cosmic Effect”

The Secret Of Monkey Island (PC) por Sérgio Oliveira

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27 Respostas

  1. Fantastico post!
    A trilha sonora deste ai sempre foi uma das favoritas. Putzz Parabens!

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  2. Ah sim, e seja bem vindo!! Parabens pelo post!!!

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  3. ótimo post Sergio!!

    Deu pra notar pelo seu Avatar que vc é fã de adventures hehe E a propósito, estou aguardando um post caprichado sobre Full Throttle viu? rs

    Seja bem vindo à equipe! Forte abraço!!!

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  4. Euler e Andrey, valeu pelas boas vindas.

    Com certeza a trilha sonora é a melhor de todos os games do gênero. Memórias de quando a LucasArts anunciou o 4 que saiu um bom tempo depois do anterior, a primeira coisa no video era a trilha, eu era criança ainda e já fã, fiquei doido.

    Sim, o avatar e o Twitter estão óbvios, hahahaha. Estou praticamente a imagem de um “adventure freak”, mas realmente apesar de jogar de tudo, esse estilo sempre teve uma atenção especial para mim. Pode esperar o de Full Throttle, meu primeiro adventure, grande abraço!

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  5. Sérgio belo texto!
    Monkey Island está na minha lista dos grandes jogos que nunca joguei ha ha ha ha,mas espero que em 2012 eu consiga ter esse prazer,tem tanto jogo na lista de gameplay…
    Gostei muito da sua frase:
    “os puzzles são lógicos ou ilógicos, porém consistentes com a fantasia do universo” é bem isso! todo jogo,romance ou filme não precisa se preocupar se está certo ou errado com a realidade deve entretanto ser coerente com seu universo,criado pelo autor.Falando em coerência,o que você quis dizer com:

    “Sem falar na mística ambientação do caribe, cercada por voodos, piratas, lendas incoerentes e o nascimento de um arqui-inimigo…”

    O que seriam “lendas incoerentes” essa eu não entendi,incoerentes com o quê?
    Jogos point and click moram no meu coração…foi uma época muito gostosa,Full Throttle,por exemplo, foi o jogo mais importante da minha vida ,neste estilo é claro.
    É sempre um prazer reviver os point and clicks,isto é,jogos inteligentes que exigiam grande poder de concentração do gamer,sem falar que os enredos tinham uma conotação bem mais madura que os games de console,realmente eu preciso jogar Monkey Island e corrigir essa lacuna gamística imperdoável e o seu post Sérgio renovou a minha vontade de fazê-lo.
    Parabéns,forte abraço e… may the Force be with you!

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  6. Que bom que a vontade de revisitar o estilo voltou com esse post Dactar, já fico satisfeito de estimular alguém a jogar esse clássico, hehehe.

    Respondendo sua pergunta a incoerência citada, seria a falta de lógica, mas não no sentido de coerente com a realidade. O que de fato eu quis dizer é que é engraçado e vital a ambientação do game essa “incoerência”.

    Ora se fala de um macaco de três cabeças que todos duvidam da existência mas de fato tá ali atrás do outro personagem; ou dos canibais que na verdade são vegetarianos; ou mesmo do cobiçado segredo de monkey island que todos querem mas ninguém sabe o que é. Ou seja, meu ponto foi que essas lendas desmistificadas ou não no game sempre se inserem como elemento de humor e fazem rir, seja por serem verdadeiras, seja por não fazer sentido algum, hahahaha.

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  7. Seja bem vindo Fakepix, um excelente post para marcar sua presença no blog.

    Adventure é um daqueles gêneros que vivemos desejando que retorne. Não sei porque mas acho que o momento está extremamente oportuno, com smartphones, tablets e agora consoles (Wii U anyone) valorizando telas sensíveis, o ato de “clicar pra jogar” está mais vivo que nunca, só esperando os grandes clássicos voltarem.

    Pelo seu avatar e pela paixão que você demonstrou no post, pelo visto aqui no Cosmic Effect eles já voltaram.

    Um grande abraço.

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    • Só comentando minha própria resposta, percebi que nunca tive a mais óbvia das curiosidades, se o ScummVM tem pra Android, iOS, etc.

      …e tem. A versão mais atual (1.3.1) ainda não tem pra Android, mas a 1.3.0 tem. A versão de iOS está atual. Link: http://www.scummvm.org/downloads/

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      • Dancovich, na Europa vem acontecendo nos últimos anos um ressurgimento do gênero, produtoras como a Adventure Company e Pendulo Studios lançaram games que já conseguiram 2 atos admiravéis: Alcançar pelo menos 1 milhão de cópias vendidas em algum dos seus títulos e mais, obter projeção suficiente para ter bons reviews ou ao menos um ligeiro espaço em grandes sites que a muito abandonaram os point and clicks, como por exemplo a gamespot.

        Em plenos anos 2000 temos já clássicos istantâneos dos adventures como Syberia 1 e 2, Trilogia Black Mirror, Trilogia RunAway, The Longest Journey, DreamFall, etc. O surgimento dos tablets e plataformas com Touch Screen com certeza impulsionam esse segmento, o Nintendo DS( que ainda conta com uma versão do scummvm também) e o Motion control do Wii foram palcos de algumas franquias novas e até mesmo um remake notável, como a nova versão Directors Cut do primeiro game da série Broken Sword.

        Recentemente já soube que os monkey 1 e 2 vão sair em caixa nessas versões remake, me deixando mais feliz já que lamentei nesse review a ausência dessa opção. Para se informar melhor quanto ao gênero adventure e até mesmo comprar games que não temos acesso no Brasil, visite os sites http://www.adventuregamers.com/; http://www.justadventure.com/; http://www.gameboomers.com/.

        Grande Abraço e valeu os elogios!

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  8. Poxa vida, acho que nunca joguei um adventure. Tenho aqui o Monkey Island 2 no Steam, mas ainda estou aguardando uma promoção legal para pegar a edição especial do primeiro. Pelo que vi, é essencial!

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    • Semana passada se não me engano estava em promoção o bundle com os 2 games no Steam, a versão retail tá saindo também esse ano no Velho Mundo.

      E sim, com certeza esse game é essencial, toda saga tem um começo né? Então monkey 1 é indispensável, grande abraço Rafael!

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  9. Sérgio, parabéns pelo post e bem-vindo ao time. Resgatou um grande clássico. The Secret of Monkey Island é não só representante da era de ouro dos games desse gênero, como você mesmo disse, mas também da era de ouro da multimídia no PC, uma era gostosa em que muitas empresas estavam experimentando, descobrindo novos gráficos e formas de interação. Era bem aquela época de tentar tratar um game como um livro ou um filme, assim me parece. Sobre o botão “Nostalgia” do remake, impagável! Que recurso fabuloso! Abraços. ;-)

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    • Na minha opinião essa coisa de história nos games começa a ter uma “cara” (apesar de estouradinha), mais definida nos adventures. Quanto a isso é só citar o também clássico da LucasArts, The Dig, esse jogo contava com roteiro de Steven Spielberg, incialmente seria um filme mas por problemas de efeitos e orçamento virou mais uma obra prima dos games.

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  10. Bem-vindo ao clube, FAKEPIX ^^. Ótimo texto, por sinal, ele está muito bem escrito.

    Lembro da primeira vez que vi The Secret of Monkey Island: foi numa loja, o funcionário me mostro como o jogo era. Ele deve ser o primeiro adventure que vi, porém nunca cheguei a jogá-lo. O único adventure que me lembro de ter zerado no PC é Torin’s Passage feito por Al Lowe na Sierra.

    Pelo que vi, os gráficos pixelados dele são muito bonitos e o jogo esbanja bom humor. Parece que o remake ficou muito bom também, mas é claro que prefiro o original.

    Conheci o ScummVM por causa de suas versões para DS e PSP, mas não cheguei a testá-lo.

    Achei interessante a luta de espadas, não sabia que funcionava assim. Lembrei-me das referências ao jogo no vol. 2 americano da graphic novel Scott Pilgrim: http://imageshack.us/photo/my-images/13/tsomiinspvol2.png/

    Tirei a screenshot para poupá-los de mais spoilers. Se não fosse o GamesRadar eu nunca iria saber, mesmo porque eu li a versão brasileira. Fonte: http://www.gamesradar.com/f/scott-pilgrims-precious-little-videogame-references/a-20100811123011995002/p-2

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    • Como também fã de quadrinhos que sou, posso falar que Scott Pilgrim é uma das HQS mais originais dos últimos tempos, tive oportunidade de ler e é bem recomendada a todos que curtem games, toda a história tem uma pegada retrogaming, hehehe.

      O Torin´s Passage é legal, mas não foi um grande adventure na minha opinião, valeu pelas boas vindas, abraço!

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  11. Eu só lamento muito que toda vez que alguém traz um remake desses jogos, a trilha sonora só dá opção para os clássicos “Adlib/soundblaster” Mode.

    A minha lembrança mais memorável de MI1 é a musiquinha dos irmãos Fetuttini em PC Speaker! Devia ter essa opção.

    Dia desses o Eric botou um link pra um pra música do LeChuck em Pc Speaker e eu senti de novo aquela nostalgia toda da época do PC XT do meu vizinho.

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    • Concordo com você, deveria ter opção para PC speaker mesmo. Por falar em PC speaker, já ouviu Lotus III: The Ultimate Challenge com essa opção de áudio? Eu jogava ouvindo isso: http://www.youtube.com/watch?v=k2ne18FSjfQ http://www.youtube.com/watch?v=9SwBHmNn1zw .

      Cara, eu tinha um XT também, era de 12MHz. Meu pai pagou uma fortuna nele, era para o local de trabalho. Depois que ele ficou ultrapassado o PC foi parar em casa.

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      • YES YES! Eu só joguei Lotus no PC Speaker também!! Legal Émerson, bela lembrança!

        Outro que adorava no PC Speaker: Xenon 2, escutem aí: http://bit.ly/q2wiv0

        Engraçado que nos comentários do vídeo, o pessoal acha que tá dando lag, até o cara que subiu o vídeo confirma que pode ser: mas não é não! Tá igualzinho como lembro, e é justamente porque há uma alternância rápida entre a melodia, baixo e bateria, porque o PC Speaker é 1 canal só – isso dá uma impressão de que tá rolando um stutterzinho. E também porque, pra não ficar “irritante”, quando rolava uma nota contínua, alguns jogos “flickavam” aquela nota propositalmente, pra dar uma percussividade maior!

        Ah, Émerson, vou chutar daqui que seu pai te trouxe um 286 (AT, portanto), pelo menos não lembro de XT com clock tão alto, mas tenho certeza não! Também porque lembro que 286 de 12 MHz era uma configuração típica.

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        • Boa também, parece que dá umas travadas mesmo ^^. Ainda tá pra sair um jogo novo que tenha a opção de som PC Speaker (ou já saiu e eu não sei?).

          Você acertou na mosca, era um XT AT. Como eu nunca entendi essas nomenclaturas que terminam em 86 da Intel, eu não sabia que modelo era :P .

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          • Acho que também ainda não, estão demorando… se produtores de remake de jogo de MS-DOS lessem nosso bloguinho aqui, com certeza um deles estaria com uma lâmpada acima da cabeça agora, enquanto mandava um programador escrever um emulador do PC Speaker para o próximo remake eheheheheh

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      • Caramba, Lotus III ! Taí um game que eu juro que não lembrava, até você mencionar e mandar o vídeo!

        Eu confesso que nunca fui muito fã de jogo de corrida, então acho que só vi Lotus 3 na casa de algum amigo uma vez.
        Mas tinha dois joguinhos de corrida que me prendiam a atenção pelos diferenciais – Stunts e Street Rod!

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    • Que legal sua observação Johnny! Realmente, é o que falta mesmo, muitos de nós jogaram no PC Speaker e ia ser nostalgia extra-bônus-power se a gente pudesse trocar pros beeps do IBM-PC nos remakes!!

      Sobre o lance da música de LeChuck em PC Speaker, em breve mais uma novidade legal por aqui relacionado ao assunto :) Abração!

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      • Sem querer cobrar… mas e aquela do Altered Beast heim? :-D

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        • Hahahaha, fique tranquilo que ela vai sair sim. Estou com uma penca de material em vídeo “bruto” pra uns 4 Cosmic Fast e outras game music não-terminadas, incluindo obviamente a de Altered Beast.

          Mas essa, em especial, o motivo é exatamente este da demora: há um desejo de utilizar alguns instrumentos orquestrados (virtuais); então, estou aproveitando um outro “case” para estudar e melhor executá-los no sintetizador (estes instrumentos virtuais). Então, retornarei para completar a Rise From Your Grave, em seguida. Justamente porque ela tem realmente um significado maior, então há o objetivo de fazê-la com uma certa grandiosidade… bom, essa é minha intenção e tenho certeza que você é um dos que vai gostar muito do resultado, se der certo :)

          Valeu por lembrar dela, Johnny!

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  12. […] num outro nível. Ontem voltei a pegar no Monkey Island, a saudade bateu forte depois de ter lido este excelente artigo no Cosmic Effect, mas desta vez regressei às origens. Em vez de jogar a versão PC VGA decidi ir […]

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  13. […] interessados em retrogaming. E não é que encontramos um novo colaborador para o nosso blog (o Sérgio Oliveira) e até uma garotinha de 3 anos que já fala papai, mamãe e… “Yoda”? […]

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  14. […] The Secret Of Monkey Island (PC) por Sérgio Oliveira Full Throttle (PC) por Sérgio Oliveira Rate this: Pra quê asas?Like this:LikeBe the first to like this post. […]

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