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Mini-Reviews: The Starship Damrey (3DS eShop)

Análises com um máximo de 1.000 caracteres para você ler enquanto toma um café

Para quem não conhece o gênero Visual Novel, eu resumo: são jogos com ênfase na história, dos quais você não deve exigir muito em termos de jogabilidade. O foco está em viver a história e sentir-se parte dela. Assim é The Starship Damrey, e você deve ter isso em mente ao ler reviews por aí, pois tem muita gente analisando os quesitos errados em um jogo como esse.

Você começa preso em um lugar não identificado. Usando um terminal de computador, você controla remotamente um robô de manutenção, e é através dele que vai explorar os corredores da espaçonave Damrey para solucionar o mistério de quem você é e que diabos está acontecendo.

O jogo é curto, mas a trama é excelente e apresentada com muita inteligência. A nave parece abandonada; você aprende sobre a tripulação entrando em seus aposentos e vendo o que guardavam em seus armários e mesas. É uma experiência fascinante, sutil e profundamente solitária, com um desfecho surpreendente. Os fãs de sci-fi de qualidade não devem perder.


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6 Respostas

  1. As visual novels que tentei jogar eram iguais: imagens de fundo, muito texto e opções pra escolher nos diálogos. Embora isto me atraia, infelizmente todas elas tem um mesmo defeito: se você não escolher as opções certas se ferra mais pra frente. E pra mim jogar algo feito pra ser imersivo e reflexivo com um detonado é besteira.

    Gosto muito de jogos solitários. Limbo, Shadow of the Colossus, Metroid… Tem algo de poético em explorar um mundo desconhecido totalmente sozinho. Se eu tivesse um PS3 já teria comprado Journey, certeza.

    The Starship Damrey é curtinho? Ele me parece o tipo de jogo pra se zerar de uma vez, e não em pequenas jogatinas. Vai pra lista de compras, mas atrás de Crimson Shroud (já ouviu falar?).

    Dando uma boa cutucada, pra mim até o e-shop da Nintendo é mais interessante que os jogos pra PS Vita…

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    • Este aqui pelo menos não tem esses becos sem saída. Na verdade, você não tem muita escolha, meio que segue o roteiro. A interatividade está mais na exploração, naquela coisa de botar você para transitar pela nave procurando coisas.

      Acho que por isso teve gente que reclamou do jogo: é uma aventura que você segue “nos trilhos”, sem muita chance de variação (embora rolem uns segredinhos que expandem o final), mas acho que mesmo assim vale a conferida. Dá para zerar numa tarde mesmo.

      Você é o segundo a me indicar o Crimson Shroud… tá na minha lista, pegarei em breve com certeza!

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  2. Minha sorte é que um amigo de Gagá que também tem 3DS, chamado “Danilo”, mora em Salvador, pois estou enchendo o saco dele para comprá-lo desde que Gagá me mostrou essa pérola…

    Gagá, vi por aí que o Starship rende homenagens até ao 2001? Tipo, com Danúbio Azul e tudo??

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    • Isso, isso, tem uma homenagem sim! Aliás, é um momento curioso, porque é a única cena de humor do jogo. É engraçado, a gente realmente não espera que aconteça. Digo, vocês não ESPERAVAM que acontecesse, porque agora que eu já spoilei :P

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  3. Opa, chegando meio tarde aqui mas espero que leia.
    Eu peguei esses dias atrás um outro jogo de 3DS, não visual novel mas sim um adventure bem curtinho chamado “Attack of the friday monsters” é um adventure japônes que conta a história de um garoto que vive no japão dos anos setenta onde toda sexta-feira os monstros gigantes dos programas de TV ( estilo Ultraman e tal ) aparecem na pacata cidade do interior onde mora. A narrativa é toda de um ponto de vista infantil, como se estivesse vendo o jogo pelos olhos de uma criança mesmo, totalmente saudosista. Eu assim como acho que a maioria que faz parte aqui da equipe do Cosmic Effect tenho muita nostalgia por isso adorei o jogo.
    Vale dar uma graninha também por ser o primeiro jogo desse produtor japônes a ser publicado aqui no ocidente ( seus jogos são sempre nesse estilo nostalgico ) então o investimento soa mais como um estimulo para que não desistam de lançar esse tipo de jogo aqui no ocidente. Vale a pena conferir.

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    • Ih, esse “attack of” tá no meu radar desde que saiu. Só tenho lido coisas boas sobre ele, e parece mesmo coisa fina! Especialmente porque eu sou fã do Ultraman :) Aguarde que com certeza eu vou postar sobre ele aqui.

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