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Game Music > Lord Of The Sword – Battle Theme

O não muito popular Lord Of The Sword para o Master System é um daqueles esforços feitos pela SEGA visando divulgar o console de 8 bit da empresa, frente às third parties desenvolvendo com exclusividade para o NES. Um híbrido de RPG com ação, com gráficos fantásticos (com direito a paralax), três continues, sem save ou password, LotS é, pessoalmente, um dos melhores jogos feitos para o querido Master System. Porém, o backtracking excessivo e a dificuldade um pouco acima da média, não permitiram que esta pérola da SEGA fosse muito apreciada.

Como fã do jogo e tendo jogado muitas e muitas vezes na época, a música da batalha ficou tanto em minha cabeça que nem tenho certeza se ela é tão boa assim, merecedora de uma versão. Mas, vocês jogadores, sabem como é: de tanto ouvir e de tanto gostar de um determinado jogo antigo, o fator nostálgico fala mais alto quando se escuta aquela “musiquinha”, mesmo que você saiba que ela não é tão maravilhosa. Em 2007, produzi esta versão que agora compartilho com vocês e, realmente, estou curioso em saber se alguém vai gostar. De qualquer maneira, considerem isto uma raridade pois nunca vi outra versão desta música na web.

Escute agora (clique em ▼ para baixar):

A original:

Gameplay pra quem não conhece:

Lord Of The Sword – Battle Theme (by Cosmonal)

Versão por (c) 2007 Eric Fraga.

* * *

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35 Respostas

  1. É um tema bem heróico, muito bom, apesar de algumas esquisitices que ele próprio possui. Você sabe dizer quem compôs?

    E o remix ficou muito bom, fez jus à música!

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    • ehehehe, gostei das “esquisitices”. Uma delas seria a batida meio atrasada de propósito? (interpretei desta maneira a bateria da original e acho que é por aí mesmo).

      Rapaz, eu até procurei um pouco antes de fazer o post e não achei. Faltou palavra-chave boa, ou a info é meio obscura mesmo. Ummm, talvez um speedrun, ver os créditos no final… :-) Tem um tema mais à frente no jogo que sempre me lembrou muito uma de Spell Caster.

      Valeu Rafael, bom que você gostou. Olha, pra sua curiosidade, a bateria é um sampler real (SF2 de SoundBlaster) – observe a qualidade dos pratos. Pra cada nota, são mais de 10 forças diferentes sampleadas. Pra você ter uma idéia, o arquivo com o kit dessa bateria tem 60 MB.

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      • Caramba, que sofisticação! Eu tenho aqui uns kits de bateria bem mais pesados, mas eles rodam tudo pelo PC – não tenho um sampler de verdade que nem você ;D

        E, pelo que vi no vídeo do Youtube, parece que nem tem créditos… Enfim, deve ter sido o Bo, rsrs

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        • São samples no PC mesmo, no padrão da SoundBlaster, basta você ter uma AWE32 ou superior que é possível carregar na memória da placa de som ou, nas X-Fi de hoje (que é a que uso) carrega-se na RAM do PC e acessar por MIDI, aí já viu: memória “ilimitada”.

          E observe que esse kit só tem as peças básicas da bateria acústica, o trabalho dos caras foi de samplear diversos volumes por instrumento.

          Voltando ao jogo, tem créditos não né? Putz, vamos ter que nos infiltrar num fórum de fãs da SEGA no Japão pra descobrir? :-)

          (melhor assumir que foi Bo mesmo eheheheheh)

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          • Será que tem algum set em formato .vgm que alguém pode ter creditado? Tô com preguiça de procurar também ;D

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            • Diretamente do set que usei pra converter pra MP3:

              * VGM music package *
              * http://www.smspower.org/music *
              ***********************************************

              Game name: Lord of the Sword
              System: Sega Master System
              Complete music dump: Yes
              FM: No

              Original author: Unknown
              Publisher: Sega
              Files created by: Johnnyz
              Files version: 1.00


              Vamos ter de ir na sede da SEGA?

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  2. Show a sua versão, para variar…

    Eu joguei o LOS na minha Cruzada Master System. Achei o jogo muito interessante, principalmente o lance da exploração, de ter vários caminhos… dose é que tem um mapa lá que, pelo que eu entendi, não serve para nada, porque não indica onde você está :)

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    • Valeu Gagá!

      E pra piorar, o mapa é acessado pelo pause do console, que em geral ficava lá longe né… vai ver foi por isso que eles deixaram ele lá inútil, dava só pra “imaginar” pra onde você estava indo – ninguém ia lá no console só pra isso (em Miracle World ainda valia a pena né :p)

      Na época, na locadora que eu locava, praticamente só eu pegava Lord Of The Sword. Assim como Spell Caster e High Tech World, pouca popularidade, eram as últimas escolhas do povo. Tudo bem, todos tinham o problema da língua na época, mas Phantasy Star (antes da Tec Toy traduzir) saía bastante… :-)

      Mesmo assim, Lord Of The Sword, como você deve ter percebido em sua cruzada, tem mais qualidades do que defeitos e é um exemplo da força da SEGA de fazer tudo sozinha e levar o console nas costas. Compare com as coisas bizarras que a Atari fez para o Atari Jaguar e lembre do resultado…

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  3. Mais um remix sensacional do Eric Fraga! O tema de batalha é heróico, como de costume, gostei dele.

    Não cheguei a me aventurar em Lord Of The Sword na época nem nos emuladores (já passou da hora de jogá-lo), mas logo que vi seu avatar sabia que ele tinha sido tirado do jogo. Lembro-me até hoje desse jogo por causa de pequeno texto sobre ele na revista Supergame: eles não tinham mais imagens do Lord Of The Sword e puseram uma foto do “Chefe” com uma observação dizendo que a imagem não era relacionada ao jogo XD.

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    • Valeu antideus! Sempre achei super heróico esse tema, de fato. Como poucos. Espero que você arrume um tempinho e jogue este jogo algum dia, certamente vai gostar. Os save states vão funcionar como um “patch” do jogo :-)

      Putz, que lembrança ultra-under foi essa!! eheheheheh

      Aquele chefe com olho de drogado?

      (rapaz, deixa eu procurar essa edição aqui….. putz….)

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  4. Comecei um Retronado desse jogo há alguns meses, mas mais pra testar o jogo e ver do que ele era feito, se vc me entende. Não fui muito longe, a coisa começa a ficar muito confusa, com muitas idas e vindas, tirando que os controles são horríveis, mas é jogo bom.

    Qualquer dia eu termino e posto no Shugames meus resultados.

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    • Pô Cosmão, legal. Faz assim: se você terminar este Retronado de Lord Of The Sword, eu faço uma versão de uma música de The Immortal à sua escolha :-)

      Gosto (muito) de toda a trilha de The Immortal e imagino que você, a essa altura do seu Retronado (que estou acompanhando) já goste de algumas…

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  5. Sim, é aquele mesmo! Se encontrar, posta a imagem aí ^o^. Só pra constar: é a Super Game, não Super Game Power. Eu sei que você sabe, só escrevi por precaução.

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    • ehehehehe, achei um Lord Of The Sword naquela seção de dicas, mas ali com a fotinha, na edição número 13. Fui descendo até a primeira (chutei que antes eles podiam não ter imagem do Lord ainda) mas não achei, pelo menos nas dicas.

      http://www.twitvid.com/CFJOG

      Depois vou olhar todas direitinho aí posto outro vídeo eheheheheeh

      O divertido é que deu vontade de reler a coleção toda agora :-)

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  6. Sei lá porque, mas esse jogo me lembra esse aqui http://www.youtube.com/watch?v=I8P5KhepWIE e eu vi pessoalmente na casa do Eric ele jogando, ô joguinho casca viu?

    Esses jogos que só nós gostamos são os melhores. Lembro que quando comprei Shadowgate (de novo ele?) na minha rua todo mundo me achava fumado. Oxi rapá, que porcaria de jogo é esse que nada se meche? Eu nem ligava, passava horas jogando.

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    • Porra Danilo, esse joguinho de nome estranho do NES me encantou. Sei lá, acho que me lembrou Saint Sword do Mega, seguindo sua linha no “elo perdido” e outro desconhecido que ninguém jogava. E o Shadowgate esse ainda vou jogar, ele é o The Immortal em RPG 8 bit!

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      • Faxanadu é da Falcom também (será que ela me persegue?). O jogo é um spin-off de Xanadu e o nome é uma fusão de Famicom com Xanadu (fiquei sabendo agora que li o http://en.wikipedia.org/wiki/Faxanadu ).

        Vi agora o vídeo do Saint Sword. Achei bizarro o cara se transformando num centauro O_o .

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        • Que viagem. Essa série Dragon Slayer, vocês já jogaram?

          O Saint Sword era da Capcom ou Taito se não me engano, era uma espécie de “Rastan sem carisma” como você deve ter percebido no vídeo eheheheh

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  7. Mais uma bela versão, Eric! BEm no estilo épico/herói. Achei curioso o gameplay que você colocou; como o personagem anda sem parar ignorando os inimigos que vem atras… algum tipo de cheat? rsrsrs

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    • Ôpa, Márcio, valeu!

      E o gameplay é um daqueles speedrun, em que o cara tenta chegar ao final no menor tempo possível. Por isso ele tá ignorando muitos inimigos e às vezes não se preocupa muito com perda de life aqui e ali, já está tudo calculado. Acho que esse speedrun está dividido em 3 partes, ou seja, o cara zera em tipo menos de meia hora um jogo action-RPG. Mas não se engane, o jogo é bem difícil de primeira, até pra esse cara que gravou o speedrun :D

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  8. Ah, agora descobri de onde você tirou seu avatar XD

    Nunca joguei Lord Of The Sword (e também nunca tinha ouvido falar). Vou dar uma chance para ele no Dingoo!

    E a música… Nem precisa falar, a qualidade é habitual… Já baixei!

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  9. Nossa! Parabéns e muito obrigado por essa verdadeira obra de arte!!! Muita nostalgia ouvindo essa música…parabéns mesmo!!!

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    • Valeu mesmo!! Que bom encontrar outros fãs de Lord Of The Sword e que sabem apreciar a belíssima música que este jogo tem. Ainda pretendo fazer a música da abertura e dos pergaminhos quando contam a história no início (essa é lindíssima também).

      Abração e volte sempre por aqui.

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  10. Curti a original, que, para variar, não conhecia, e o arranjo. A parte que mais gostei foi a bateria, muito melhor que umas baterias sintetizadas horrorosas que têm som de metralhadora por aí.

    É…realmente não tem o que fazer para descobrirmos quem é o compositor, já que não há créditos como o 00Agent comentou aí em cima. Tampouco a trilha foi lançada em CD. Diria que é impossível descobrirmos, a não ser que dê uma louca na Wave Master para lançar uma coletânea do Master System e o autor se revele…

    Como não conheço os mencionados SpellCaster e Sting Ogawa no post do Altered Beast, não saberia opinar, mas pela época é possível que foram feitos pela mesma equipe.

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    • Legal Alexei. O kit de bateria que utilizei foi soundfont de sampler, é uma bateria que uso com certa recorrência pois não é muito popular (foi um indie que montou o kit para o formato da Soundblaster, faz muito tempo e eu uso até hoje). Uma preocupação típica em se produzir música utilizando sintetizadores é o cuidado de não se utilizar certos timbres “populares demais” – dando um “efeito clipart” à sua música. O mais comum é utilizar sons do módulo mais famoso dos últimos 20 anos, o Soundcanvas da Roland… dele, a maioria dos músicos (eu incluso) quer distância, mesmo sabendo da existência de alguns timbres bons ali.

      De novo abusando do seu tempo, recentemente fiz uma versão que me satisfez bastante da música de Motavia, de Phantasy Star I. Usei o mesmo kit, e até teve um baixo real, executado pelo meu irmão. Dá uma escutada se puder, é curtinha. Nessa, tentei caprichar mesmo nos arranjos da bateria (toquei este instrumento quando era bem pequeno, rs) para tentar dar um aspecto de “banda”, muito por conta da presença do meu irmão no baixo.

      https://cosmiceffect.com.br/2011/04/01/game-music-phantasy-star-new-motavia/

      Abração!

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  11. Muito interessante isso. Lembro de ter lido no VGMdb esse caso da trilha do killer7/Front Mission 4. Veja que até os compositores acabam caindo nos timbres clichês:
    “Contrary to what some believe, “Shoot Speed” does not sample music from Front Mission 4 OST; Takada and Iwasaki merely used the same sample from a sample library for the two tracks that sound alike. Iwasaki did not compose for killer7.”
    http://vgmdb.net/album/392

    Que abusar do tempo que nada! Eu que perdi tempo em não ter conferido antes.

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  12. Hahaha!

    Que isso, imagina. Mas ressalto que duas das três sugestões (Black Belt e Sword of Vermilion) inclusive eu já havia conferido e comentado. :D Além de ouvir de novo as duas, vou conferir a que faltou, do Phantasy Star II.

    Na verdade, não passou pela minha cabeça que a pobreza dos timbres fosse uma escolha de design. Apesar disso, acho melhores que alguns jogos de PlayStation – esses sim por limitação técnica, com CD não tinha desculpa. Não me lembro de um exemplo agora, mas pela quantidade de títulos do console não é difícil de imaginar.

    Aliás, aproveitando que você planeja arranjar/produzir as músicas do Ocarina, imagino que já conheça o ZREO. De qualquer forma: http://www.zreomusic.com/z5

    Não sei se sou chato demais, mas não curti muito o projeto. Algumas ficaram legais, outras estão meio fake, ainda que sejam tocadas por instrumentos reais.

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    • Você colocou muito bem – na era dos CDs isso não era desculpa, e desde o SEGA CD surgiram trilhas insossas por conta da liberdade sonora – quem diria, hein? :) A música de Lunar por exemplo: a trilha é bonitinha e tal, mas dói ouvir aquele soundcanvas escancarado, tudo assim “bem default”, sem personalidade nenhuma.

      Claro que isso afeta mais o julgamento de quem se envolve com produção de música – mas garanto que era bem mais interessante quando as músicas eram produzidas presas a um chip FM (MD) ou um PCM limitado (SNES), onde os músicos pareciam se esforçar mais pra tirar “leite de pedra”, justamente usando as características de sintetizador destes chips de som. No CD… muitos foram no conforto de um módulo de som típico com “bons timbres” e mataram a personalidade sonora.

      Conhecendo o ZREO aqui, valeu mesmo! Trabalhão dos caras.

      Ah, fui ler o FAQ deles e afirmam usar somente softsynth, sem instrumentos reais (só curiosidade).

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      • Valeu pela correção. Eu me confundi com o Twilight Symphony, que é o projeto similar deles do Twilight Princess. É nesse próximo que vão misturar softsynth com performances de alguns instrumentos.

        E concordo que a limitação fomentava a criatividade – o Yuzo Koshiro recorrente é um exemplo por tirar leite de pedra.

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  13. Cara foi você que fez?!?! Muito show!!! Baixei do grooveshark a um tempo e sempre escuto no mp3!!! muito bom

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    • Puxa, brigadão Denner! Que bom encontrar outros fãs de Lord of the Sword, e mais ainda, da trilha sensacional desse jogo. Sim, fiz em 2007 essa versão e ainda está na minha “to-do list” fazer uma versão da música da história (a rela dos pergaminhos inicial). Um abraço, continue conosco por aqui!

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  14. Olá, Cosmonal.
    Adoro esse jogo. Tem ele nos dois consoles de Master System que eu tenho. Aliás, amo o Master System, na minha opinião, o melhor videogame do mundo! Você poderia dizer quantas fases esse jogo possui. Ainda não consegui passar de muitas fases. Obrigado e tenha uma semana maravilhosa!!!!!

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