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Game Music > Sword Of Vermilion – The Last City

Sword Of Vermilion para Mega Drive é um ilustre desconhecido RPG no cenário geral, mas é um jogo cultuado por muitos fãs do Mega Drive. Sou fanático por este role play da SEGA: joguei-o diversas vezes na época, em 1990, e até guardei o hintbook de 100 páginas que o acompanhava, até hoje (curiosidade: ninguém locava este jogo numa locadora que eu frequentava na época e o balconista entregou-me o cartucho com o hintbook; na devolução, ele não fez questão do livrinho… tudo bem que eu não fiz questão de devolver também, mas acho que ficou em boas mãos, afinal :-)

A música é fantástica: o jogo é de 1989 e a SEGA foi ao limite utilizando samples de bateria de excelente qualidade, deixando a síntese FM somente para os sons melódicos. Uma coisa que me marcou muito neste jogo: o soundtest é acionado utilizando o segundo joystick, pressionando A+B+C+Start simultaneamente; um belo dia, eu fiz isso sem querer. Não acreditei quando surgiu o soundtest, dentre outros testes (testes do joystick e de vídeo, se não estou enganado). Era um debug mode, na verdade. Como eu já gravava as músicas dos jogos e o Mega Drive tinha soundtest em quase todos, corri, peguei o gravador e eternizei, em k7 :-0 minhas musiquinhas favoritas de Sword Of Vermilion. Que, por acaso, são todas.

A versão que lhes apresento é tocada num único momento do jogo: na última cidade, Cartahena. Este jogo tem seus seguidores, mas não é muito popular. De qualquer maneira, está aí: Sword Of Vermilion – The Last City. No soundtest, ela era chamada de “Last City”, sem o artigo.

Um fato importante acerca deste remix: foi feito em 1995 –  portanto há 15 anos. Na época eu estava com 17 anos de idade – não tinha os equipamentos e o amadurecimento “game-musical” de hoje. Portanto, conto com a compreensão dos ouvintes, uma vez que não é uma versão que teria a qualidade de algo que eu fizesse nos dias atuais. Para os interessados, todos os sons são de um Yamaha PSR-510, que tive por muitos e muitos anos. Já utilizava MIDI com o computador nesta época – minha limitação técnica maior era a fonte sonora. Mesmo assim, tenho muito carinho pela música (é tudo “filho”, não é mesmo? :-)

Escute agora (clique em ▼ para baixar):

A original do Mega Drive:

Sword Of Vermilion – The Last City (by Cosmonal).
Versão por (c) 1995 Eric Fraga.

* * *

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39 Respostas

  1. Cara, gostei muito do remix. Lembro que peguei esse jogo sem o manual, e sabia quase nada de inglês. Por isso, parei numa parte em que o rei de uma cidade exigia um item que eu havia usado sem querer – e que foi descartado do inventário ¬¬

    Mas a trilha sonora, principalmente a das cidades, ficou na minha cabeça por anos. Só bem depois que fui descobrir que quem a compôs foi o genial Hiroshi Kawaguchi.

    Essa música, da Last City, eu nunca ouvi no jogo, mas apenas no CD da trilha sonora que saiu recentemente. Ficou na minha cabeça por vários meses. O que eu mais gosto dessa música (e da Boss B) são das linhas de baixo

    Já fazia um ótimo trabalho naquela época, parabéns!

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    • Valeu Rafael!

      Pois é, ela só toca num momento rápido do jogo, então só quem foi até o final ouviu – e nem sempre poderia marcar o jogador. No meu caso, lembro que a música chocou logo de cara, na primeira “ouvida” – acho que juntou a empolgação de chegar em Cartahena com o estilo da música que me agradou.

      Sem dúvida, os arranjos de baixo de Vermilion são acima da média: inclusive são praticamente a melodia numa das músicas de dungeon e é um timbre FM que a SEGA conseguiu encontrar que soa como baixo elétrico mesmo e com variantes: às vezes soa como se fosse de paleta e outras vezes (como na própria Last City) soa como slap. Sensacional, musicalmente e também na exploração do sintetizador FM do Mega.

      Qualquer hora sai a do Boss B pra você ;-)

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      • É, eu lembro que tentei fuçar no FM8 para fazer um efeito igual de baixo ao que eles fizeram, mas é difícil ficar 100% como no jogo. Eles se superaram brincando com o YM2612.

        A Boss B foi o primeiro remix que fiz (já que é curtinha e ficaria fácil), mas vou esconder a minha versão e aguardar a sua… rsrs! Chegou a ouvir o arranjo do Micky?

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  2. Belo remix!

    Cheguei a jogar esse jogo, só que em japonês e, sinceramente, acho ele ruim. Meus amigos alugavam o mesmo jogo na locadora e chegaram bem longe nele.

    Ah, e ratifico a sugestão que foi dada por alguém: se possível coloque a versão original para podermos comparar.

    Falou. Abraços.

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    • Valeu!

      Mas entendo que Vermilion não é o melhor RPG da história não… mas se você der uma chance, ele te prende. Mas sabe como é, tem sempre aquele jogo não muito popular (e às vezes nem tão bom) que a gente adora, a sensação é até gostosa eheheheheh

      Sim, sim, estou falhando em colocar a original, vou corrigir isso até a noite :-)

      Abração!

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  3. O Sr. ANTIDEUS aí em cima me apresentou o seu blog hoje, nem preciso dizer que gostei de cara.

    Você tem muito bom gosto e manda bem nas composições, a única coisa que vou discordar é sobre o Sword of Vermilion, que juro que me esforcei para gostar, mas não consegui.

    Ah, já fui intrometido e coloquei seu blog como parceiro, ok? ;)

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    • Cara, sou fã do seu blog, é uma honra tê-lo aqui. Aproveitando, realmente precisei de um pano pra limpar o teclado quando vi aquela do seu post mais atual :-)

      Sobre Vermilion, é, tem jeito não, poucos gostaram mesmo, eu entendo ehehehe

      E eu, deixa corrigir a injustiça e colocar logo aqui no bloguezinho o banner do Retro Fantasy. Ô blog bonito esse seu viu :-)

      Abração e espero que também curta as próximas versões de game music que postarei, se preocupa não que só tem mais duas de Vermilion (uhauhauahhuaauh)

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  4. Po Eric, tu fez essa com 17 anos? Já tocava a quanto tempo? Me lenhei, só vou aceitar minha Battletoads quando tiver realmente botando pra fu***.

    Vou um dia dar uma de masoquista e jogar esse jogo. Se você já não tivesse virado ele do avesso elegia ele como nosso “RPG retrô co-op”, hehehe.

    E atendendo a pedidos, a parte do jogo onde essa música toca: http://www.youtube.com/watch?v=Smjzjigj8zs

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  5. Danilo, mais uma vez agradeço postando o link com a original velho.

    Inclusive foi deste vídeo que capturei a imagem do post, eu nem pra deixar logo o link eheheheheh

    Uma hora seria bom você fazer um playthru dele, nem que seja pelas músicas: são desconhecidas somente porque o jogo não decolou na época. Só por isso mesmo, porque tecnicamente são até superiores à trilha de Phantasy Star 2 e 3, por exemplo – e, claro, são músicas inspiradas. De qualquer maneira, são pérolas “game-musicais”.

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  6. […] This post was mentioned on Twitter by ANTIDEUS. ANTIDEUS said: #Nowplaying The Last City – Sword of Vermilion remixado por Eric Fraga @Cosmonal em #1995 na @TheGamerStation. #SEGA http://bit.ly/9YzPsp […]

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  7. Com dezessete anos eu tinha um teclado. Mal conseguia tocar aquele treco, e você já estava fazendo remixes… coisas da vida :)

    Muito legal o remix. Eu joguei pouco do Sword of Vermillion, e sei que a turma se divide entre adoradores e haters, mas eu fiquei no meio do caminho. O jogo tem suas falhas, mas o estilo é único, acho interessantíssimo. Aliás, cabe observar que é um RPG com envolvimento do mestre Yu Suzuki.

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    • Sim, Gagá, o “nosso” Miyamoto – ele mesmo :-)

      Qualquer hora dessas você vai encaixá-lo em alguma Cruzada sua aê e sei que vai gostar porque você sabe apreciar o cara da SEGA.

      Pois é, eu dividia o tempo entre jogar e fazer as músicas dos jogos. Estou embalado e vou postando tudo que tenho por aqui esses dias, vão ter coisas estranhas como música de fase bônus de Dinolando e mais… ehehehehe

      (Alguém aí já jogou Dinoland do Mega? Gagá? Eu achava melhor do que Devil’s Crash e ambos tinham excelentes músicas, por sinal…)

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  8. Na correria!
    Vou baixar as musicas e escutar no caminho da aula… Outro dia eu volto pra ler o post e deixar o meu comentário sobre o mesmo.

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    • Legal JFSouza, espero que goste e aproveito pra dizer que, caso goste da trilha de Vermilion, estou preparando a música da primeira vila, “Statts” em breve estará aqui no blog.

      Espero seu comentário mesmo, valeu :)

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      • Na época em que ganhei um Mega Drive do meu Pai, eu tinha pavor de games de RPG, eu simplesmente jogava e respirava games do Sonic. Um dia, um amigo locou o Phantasy Star II e me pediu emprestado o meu Console porque ele queria muito ver o jogo, já que só havia visto o Phantasy Star I. Quando emprestei, resolvi observar o game, e passei a gostar do mesmo também (Pena que naquela época ainda faltava muito pra Tec Toy lançar a versão traduzida). Depois de Phantasy Star II fui experimentando outros games do gênero, mas a maioria para SNES porque era o console que mais tinha games incríveis do estilo citado. Um belo dia, numa locadorazinha dessas de fim de mundo, topei com o Sword of Vermilion, eu já havia quebrado a cara com o Mega Drive porque o console simplesmente não tem tantos games de RPG quando o Super Nintendo, e te digo que tomei um baita susto quando joguei o SoV! Adorei e cada vez que jogava ficava mais viciado. O que eu quero dizer com isso? Que apesar de ser um ilustríssimo desconhecido do “finado” SEGA Genesis, Sword of Vermilion é uma puta jogo :-P, adoro as musicas, adoro a diversão, mapa, cidade etc.

        Curiosa essa sua história do HintBook! Me lembrou inclusive quando eu alugava o Phantasy Star II, nessa locadora tinha o HintBook, mas, o dono não se desfazia dele nem se apontasse uma arma pra ele, tentei de tudo, mas, o cara não quis acordo, hoje a locadorazinha dele faliu e tudo foi que ele tinha foi para o inferno. Azar o dele, hoje eu tenho duas versões novinhas do Hint do Phantasy Star II, fora as Scaneadas que temos disponíveis na Gazeta de Algol. Outra coisa, você tem a versão scaneada do Hint do SoV? Eu nunca vi esse Hint.

        Pois é! Tava me esquecendo desse SoundTest! Ví a dica numa revista da época e as vezes ligava o game só pra ficar escutando as musicas.

        Curioso também o fato deste remix ter sido feito em 95, e eu aqui bestando nunca vi! :-) E olha que volta e meia eu sempre procuro por essas coisas.

        Eu sempre tive vontade de aprender a mexer nesses programas que permitem criar remixes, tenho um teclado velho lá em casa que nunca mais toquei, nem tenho tempo pra isso, mas um dia eu irei criar o meu próprio remix de Phantasy Star II. A propósito, não rola um da série Phantasy aí não?
        :-)

        Valeu pelas musicas, escutei as duas (Primeiro a original pra relembrar e depois a outra) e gostei muito da remix.

        PS: Caramba! Vai rolar a da primeira vila? Putz! Maneiro, fico no aguardo… Qualquer coisa pode me enviar um email que eu respondo assim que puder.

        Até mais!

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        • Cara, seu comentário foi no mínimo emocionante. Muito legal ele ter marcado seu “retorno” ao Mega Drive. Como sempre gosto de ressaltar, a SEGA, mesmo na era 16-bit, sofria ainda as consequências do passado – da Nintendo ter feito acordos de exclusividade com todo o mundo; a empresa teve de arregaçar as mangas e produzir seus próprios sucessos (nem sempre “sucessos”, mas muitos são ótimos jogos, acima da média inclusive), em todos os gêneros.

          E observe que ela consegue isso, tanto com o Master quanto com o Mega. O Super Nintendo contava com Square, etc. priorizando ou, na maior parte das vezes, dando exclusividade à Nintendo. Mas as equipes desenvolvedoras de jogos da SEGA eram mais do que esforçadas, ao meu ver, pois conseguiram fazer quase todo tipo de jogo BOM: Truxton (schmup), Sonic xx (plataforma), Phantasy Star xx (rpg), Columns (puzzle), Streets of Rage (beat’em up) e outros gêneros (os de esportes são bons também) com maestria.

          E Sword of Vermilion é um destes. O jogo também me marcou bastante e corresponde à minha trilha sonora favorita em jogos de Mega Drive. Acho que ele é incompreendido, talvez muitos jogadores que até gostavam de RPG na época, largaram SoV por conta de jogos do Mega de outros gêneros que ganhavam mais atenção da mídia. Bom… ficou um pérola para muito fã de RPG que hoje é retrogamer aproveitar.

          Juro que vou me esforçar pra scannear o hintbook todinho e postar aqui no Cosmic Effect, prometo. E falando sobre a data desta versão, eu fiz em tempos pré-Internet mesmo, até antes de 1995 um pouco; mas só virou áudio digital em 1995, por isso esta data. Mas eu não postava minhas game musics até o início deste ano de 2010, quando começamos este blog que vos fala, então não tinha como achá-las ainda.

          Vou “furar a fila” das vesões que ando fazendo e colocar Statts logo na frente, por conta do seu comentário :-) Na verdade, ela (Statts), o tema da vila que é meio “reggaezinho” e a música da história – todas existem em .MID desde 1992, 1993. Só não as produzi e publiquei, mas isso será breve.

          Sobre Phantasy Star, se estiver se referindo ao 1 do Master, pretendo um dia fazer todas músicas dele, pois é, overall, minha trilha favorita no Master. Tem uma por aqui já pra você, escute lá https://cosmiceffect.com.br/2010/05/03/game-music-phantasy-star/ :-) Tem outras game musics que fiz por aqui, clique na aba “Game Music” acima do banner pra ver se tem mais alguma coisa que goste também.

          O mesmo vale para Sword of Vermilion. Um dia terei feito versões de toda a trilha, até da vinheta de avançar de nível :-)

          Abração J.F. Souza e apareça sempre por aqui, prometo que no máximo em 1 semana estará a versão de Statts aqui.

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          • Agora que eu estou sacando o sistema de comentários, vamos ver se eu acerto.
            Esses contratos de exclusividades era uma droga mesmo, o Mega bem que poderia ter tido grandes games nessa época, até que rolou um Street Fighter (Tarde de mais pra surtir algum efeito considerado já que o Street Fighter II detonou o mercado na época) e quem sabe uns Final Fantasy’s pra deixar as coisas mais equilibradas. já que eu era SEGuista de carteirinha. Hoje esses contratos perderam a força, meio tarde pra minha softhouse preferida. E de fato, a SEGA tinha um talento excepcional, ela precisava disso pra se sustentar na guerra dos 8 e 16 bits. Mas no 32 e no 128 ela simplesmente desandou num mar de azar lascado. Uma pena não só pra ela quanto para os fans.
            Em relação ao Hint e a Statts, eu agradeço desde já, vou ficar no aguardo.
            Já referente ao Phantasy Star, qualquer remix é sempre bem vindo e muito bem escutado se me permite dizer :-), mas se fizer uma do Phantasy Star II, garanto que vou soltar até fogos :-P. Vou escutar essa que você indicou sim! Na verdade eu já estou indo lá. Mas vou deixar pra comentar com mais calma depois.

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      • Se não me engano, a Statts toca quando você vai entrar com o nome do personagem, não?

        http://www.goear.com/listen/231a28c/Statts-%5BSword-of-Vermilion%5D-Hiro

        Ela toca na primeira vila também? Não me lembro, hehe!

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        • Statts só toca na primeira vila mesmo, Rafael, que se chama “Wyclif”. A entrada do nome do personagem tem um loopzinho, que inclusive, tem uma curiosidade interessantíssima sobre ele, tente descobrir e me fale pra gente discutir :D, depois entra a música da história, belíssima também e por fim a sombria, melancólica, original e belíssima Statts, quando o jogo começa.

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          • Acabei lembrando de outra coisa, além da dica do Sound test do Vermilion, existe um bug pra aumentar alguns status através de um item amaldiçoado, eu até menciono isso num post meu sobre Phantasy Star II onde eu realizo algo mais ou menos parecido no mesmo…:
            http://intellectdeluxes.zip.net/arch2009-02-01_2009-02-28.html

            Deu muita saudades agora do Vermilion :-( , quem sabe não role uma semana bizarra só dedicada a ele.

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          • Eu me lembro pouco desse jogo mesmo! Eu pensava que a Statts era a que tocava enquanto entrava com o nome. Vou ver qual música que é então e, se eu achar a curiosidade, te falo!

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  9. Muito bom! hehe

    Admito que nunca joguei muito Sword of Vermillion. Mas isso não impede que eu goste da música, certo? Gostei bastante, parabéns!

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    • Valeu Senil, obrigado! Espero que um dia você jogue Vermilion e tenho certeza que vai virar fã da trilha toda também, é acima da média no Mega Drive, tanto pelos acertos melódicos do tal Hiroshi Kawaguch (que é um dos mais famosos compositores da SEGA, porém é desconhecido porque o nome da banda da SEGA, a SST Band, ganhava bem mais atenção) quanto pelo nível técnico dos samples que foram usados nas músicas deste jogo.

      Abração e obrigado de novo. Como você gostou da música sem jogar o jogo, estarei ansioso para ouvir sua opinião sobre mais algumas da trilha que irei postando por aqui :-)

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      • Só ouço falar bem desse jogo. Vou deixar na minha lista aqui. hehe Quando tiver tempo dou uma testada mais a fundo. Ainda mais eu que adoro música e ouvir você falando que ela é acima da média; já joguei muito game só por causa de uma música ou duas e não me arrependo.

        E SST Band é o esquema! Eles têm muitas músicas legais. Aliás, quando vamos no estúdio gravar nossas versões com uma banda (quase) completa? hehehe

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        • Tomara que você jogue mesmo, pelas suas palavras, é CERTO que gostará do jogo como um todo.

          Pô, essa banda da “game music blogosgera gamer brasileira” rs tem de sair mesmo, nosso problema é a distância e só ela eheheheh

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          • huahuahuahau

            Por isso que falei no outro post agorinha mesmo: vou dar um jeito de arrumar uma boa bateria eletrônica. Daí a gente faz um encntro meio virtual, eu toco bateria pelado (como no filme “O roqueiro”) e ficamos famosos. :-P

            Tirando a piada, se eu pelo menos tivesse um quarto com isolamento acústico e um set completo de microfones, a gente podia fazer isso o mais breve possível. Mas vou ter que depender das limitações (e praticidades) de uma eletrônica mesmo. Já tentei trabalhar com samples e MIDIS, mas não curti muito; mesmo manjando de partitura, é chato só escrever (é mais legal tocar mesmo hehe).

            Mas sério, vou começar a juntar grana. Vamos torcer para que comecemos o ano que vem com esse projeto engatilhado e engatinhando.

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  10. Infelizmente só encontrei o manual comum…:
    http://www.replacementdocs.com/download.php?view.87

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  11. Que legal ver que Sword of Vermillion causa tantas boas memórias em tanta gente. Acho que todos nós temos esses jogos, que ninguém gosta ou ninguém conhece mas pra você tem lugar especial, seja porquê era o que veio no console e você aprendeu a gostar, seja porque só você vê o “appeal” do jogo.

    Lembro que meu Phantom System veio com Ghostbusters, o jogo era e é uma merda mas eu jogava direto e sempre que não alugava nada na locadora eu voltava pra ele. Com tempo eu aprendi a gostar dele, comecei a ver um desafio genuino alí ao invés da coleção de bugs e más decisões de design que ele realmente é, e eis que hoje vendo um vídeo de Matt Barton exatamente sobre Ghostbusters descubro que a versão original era pra computadores (acho que Amiga, Apple II, algo assim) e tinha objetivos bem diferentes da versão de NES que eu joguei.

    Tem um outro jogo que tem lugar especial pra mim (Eric provavelmente sabe qual é) mas esse por enquanto não falo porque pretendo fazer algo especial com ele.

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    • Você tinha comentado esse lance que teve com Ghostbusters, legal mesmo, esses jogos que podem não ser tão bons no geral têm potencial, ironicamente, de se tornarem simplesmente sensacionais por quem dá uma chance a eles e descobre como apreciar.

      Um dia você joga Vermilion, Danilo. E SpellCaster do Master. Um dia…… um dia…… ehehehehehhe, sem brincadeira, aguardarei seus comentários sobre estes jogos, em especial o Sword of Vermilion.

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      • Eu já joguei Sword of Vermillion, gostei muito do que vi.

        Claro, a primeira coisa que bateu foi a música, ela é top no Mega Drive. Muitos jogos antigos tem músicas que gostamos na teoria, porque a execução no console é meio pobre, devido as limitações do hardware. Não aqui, em SoV a música é de primeira no Mega Drive mesmo, não precisando de nenhum remix (mas claro que isso não parou Eric).

        Claro, por eu não ter jogado na época algumas coisas soaram feias, como a velocidade com que o personagem anda e o sistema de batalha um pouco caótico, mas com certeza é um jogo que teria me prendido muito a atenção na época.

        Já Spellcaster… soon, soon.

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        • ehehehe, esse (Spellcaster) vai lhe prender, você já gosta de um 8-bit… e adventure…. e underground… a música é boa (acredite)… só não é de NES, mas “é” de Dingoo :D

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  12. […] Espero que gostem, e quem curtir as músicas deste jogo, também aqui no blog está presente uma versão da música da última cidade deste mesmo RPG da SEGA. Em breve, mais versões de game music deste clássico do Mega Drive. Deixe-se levar pela trilha […]

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  13. Quer dizer que essa versão foi feita HÁ QUINZE ANOS?

    Só por isso já fiquei impressionado. Gostei do resultado, ficou bacana. Fiel à original, com uns detalhes a mais que fizeram a diferença.

    Diferentemente da maioria dos retrogamers, passei longe dos RPGs da Sega (fui doutrinado com aquela série que começa com “F”). Phantasy Star conhecia de nome, claro, mas o Sword of Vermilion vim a descobrir somente pelos arranjos da S.S.T. Band. Tempos depois fui me dar conta de que havia outras tantas músicas fantásticas. Junto com o Rent-A-Hero, creio que são os únicos RPGs com trilha composta pelo Hiro, não?

    E quem venham novos arranjos do Sword of Vermilion. Como são raros!

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    • Valeu mesmo Alexei, bem-vindo ao fã clube de Hiro ;-) Muito legal saber que você reconhece o valor da trilha de um jogo como Vermillion mesmo fora do jogo, mesmo sem tê-lo jogado.

      Pois então, não resisto e lhe convido a escutar a versão da música da primeira cidade do mesmo Vermillion, essa já numa versão 2010, bem acabada. Realmente são raras versões de músicas de Vermillion, a que está a seguir até submeti ao OCR, ainda não julgaram :)

      https://cosmiceffect.com.br/2010/08/09/game-music-statts-2010/

      Abração e venha sempre por aqui, estou aprontando nova versão de game music estes dias inclusve.

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      • Isso acontece muito comigo de conhecer as músicas e nem ter jogado. Na verdade, conheci muitos jogos da Sega e o próprio Hiro por meio da S.S.T. Band. As trilhas de Out Run e After Burner são eternamente clássicas e a do Power Drift sou completamente fascinado.

        Legal! Vou comentar sobre a música no respectivo post.

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