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Retrowave [001] – F-Zero, Senhor Das Trevas, SpellCaster

Retrowave: Embarque conosco na busca pelo último pixel do retrogaming numa trilogia de jogos a cada episódio.

F-Zero do Super NES, Senhor das Trevas do Odyssey e SpellCaster do Master System. O que estes três jogos têm em comum? Nada?

Pois é… esta é a ideia.

Amigos, o Cosmic Effect Team orgulhosamente apresenta mais uma série em vídeo para curtirmos em co-op!

Capturas reais. Retrogaming real. Retrowave: Não configure o seu emulador.

Retrowave [001]

* * *

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35 Respostas

  1. Eric e equipe CE,

    Meus parabéns por essa belíssima sessão de nostalgia.

    Rapaz, eu tinha o Odyssey, mas quem disse que me lembro de alguma coisa dele?

    Agora, SNES e MS eu joguei alucinadamente! Também me lembro do SpellCaster. Você acha que a parte de ação/plataforma lembra um pouco Kenseiden?

    F-zero é um clássico definitivo. Nunca joguei muito o GX, do Gamecube. Acho que vou dar uma olhadinha nele pra saber se vou gostar tanto quanto a versão de SNES.

    Grande abraço.

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    • Valeu Marcelo, pô, esqueceu do seu Odyssey? Hehehe, então o vídeo ajudou sua memória com certeza, que bom! :)

      Sim rapaz, na mosca: certamente SpellCaster, Kenseiden e Lord of the Sword são uma “trilogia informal” da Sega com muitos designers se repetindo. Na trilha de Lord of the Sword e SpellCaster, por exemplo, há músicas com melodias que exibem o velho “estilão inconfundível do compositor X”. Todos os 3 jogos, por sinal, underrated porque o SMS vendeu pouco nos EUA…

      Abração!

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  2. Eu gosto de programas grandões e superdetalhados, mas também aprecio muito coisas curtas, light, que levem informações úteis, curiosidades e um pouco de diversão para quem assiste. É difícil fazer isso, e você acertou! Ficou dez! Faz mais!

    Sobre o “caldeirão”, o engraçado é que além de “cauldron” e “caldron”, chamam o treco de “pot” (no menu, “Go inside pot”). Ninguém sabia que diabos era isso, rs… acho que era uma escotilha mesmo.

    Joguei muito Senhor das Trevas, era um dos meus favoritos. Sempre imaginava que depois de horas jogando o senhor das trevas apareceria em toda sua glória esverdeada, igualzinho ao que consta na caixa. Claro, totalmente inviável para o “poder” do Odyssey, mas dá um desconto que eu tinha uns 4, 5 anos nessa época :)

    E esclarecendo sobre as equipes de desenvolvimento: Rieko Kodama e Naoto Oshima, ambos “pop-stars” da Sega (Oshima desenhou o Sonic), era designers de Phantasy Star e também trabalharam em Spellcaster. Tá explicada a semelhança.

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    • Só para prolongar a polêmica do “caldeirão”:
      Na versão original ele é chamado de カマ (kama), que nada mais é que uma espécie de panela (como vocês podem ver no Google Images) com um fogareiro, e que no dicionário de japonês-inglês traduziram como… metal pot.

      Sobre os créditos, Rieko Kodama (Phoenix Rie) e Naoto Oshima (Big Island) estão lá, mas quem são os outros, como Spanish Fly ou Sexy Dynamite? Fiquei curioso. Alguém sabe?

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      • Valeu Edu pelas infos do outro lado do planeta! Ah rapaz, suspeito que o músico de SpellCaster também compôs Lord of The Sword, e é seguro afirmar que Bo (compositor de Phantasy Star) não chegou perto desses pois ele não utiliza os timbres de bateria usados em SpellCaster, Lord of the Sword ou Kenseiden, por exemplo. Suspeito, intuitivamente, que o músico de SpellCaster é o mesmo de Lord of the Sword e com grandes chances de ser o mesmo também de Kenseiden. Tudo suposição baseada em muita audição e “tirada de música ao teclado” na época desse videogame, portanto, sem comprovação, rs…

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        • Se você falou, está falado!

          Bem, nos créditos vemos que o sound composer é Sachio Ogawa (Sting Ogawa), então quer dizer que ele é o “culpado”? Hehe! Aqui tem uma lista com alguns jogos em que trabalhou.

          Se você conseguir confirmar isso, você fará história, já que até hoje ninguém (até onde eu saiba) conseguiu comprovar com firmeza uma única pessoa que fizesse parte da equipe de produção de Lord of the Sword ou Kenseiden!

          P.S.: Errei em um link de um comentário anterior. Onde se lê “romanizar” (escrever com letras romanas), o link deveria redirecionar para cá.

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          • Eu Já até coloquei Sting Ogawa como “suposto compositor” em crédito em um dos meus vídeos por aqui, Edu, para música de Kenseiden. Tenho “certeza” (quase, obviamente), do ponto de vista musical/intuitivo, que é. Mas ninguém tem de verdade, como você verificou aí e eu o fiz quando consegui acesso a Internet, rsrs…

            (sim, sim, as únicas infos confiáveis sobre isso encontra-se no Sega Retro)

            Confirmar essa informação já é trabalho para os jornalistas de plantão, hehe, sai da minha ossada (risos) mas um dia esses japas aparecem no twitter e contam tudo! :)

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    • Pô Gagá, aprovado pelo “avatar da faixa Sega 92”, então é lei: fazendo mais. :) Sei que você me trollou mentalmente quando eu derrapava feio em F-Zero, rsrsrsrs… (Gagá é daqueles que joga de cabeça para baixo na King League do F-Zero, reza a lenda).

      Ih, é mesmo, logo depois tem o “inside pot” hahaha, nem liguei os pontos! Valeu Gagá.

      Putttzzzz, aquela imagem esverdeada, é mesmo! Sensacional, se aparecesse você desmaiava com seus 5 anos de idade, rs…

      Ah, então é oficial mesmo né, legal a informação de que além da Kodama tinha mais outro designer de Phantasy Star no SpellCaster!

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  3. Estava justamente indicando o canal do Cosmic Effect no post de um podcast que fez um episódio sobre Youtube… e olha só: Uma nova série de vídeos do Cosmic Effect!

    1:06 – eita, deu uma batida como se fosse um carro que passa sem reduzir na lombada :-) Lembro que se você manter o direcional para baixo, ele amortece a queda e mantém a velocidade. Eric não é bobo, o Fire Stingray (Arraia de Fogo) é o veículo mais rápido de F-Zero com 478 km/h (informação do manual aqui que fui obrigado a tirar da gaveta!). Quanta emoção e nostalgia! – > A versão que tenho é em português, o manual é todo colorido e em português, com direito a uma HQ no final!

    Odissey, seus cartuchos figuram, para mim, como os que tem as melhores caixas e design (aquela espécie de alça que possuíam, bonito e funcional). Seu saudoso teclado… lembro de um jogo de 2 players, onde um escrevia uma palavra, pressionava ENTER e embaralhava, mas o outro não podia ficar olhando antes! Depois tinha que descobrir. Quem descobrisse a palavra do outro com menos tentativas, ganhava :-)

    Já Spellcaster me surpreendeu: que gráficos!!! … HAHAHA: pause no console: uma das maiores mancadas do Master System! :-) E que plot twist: o jogo se torna sci-fi!

    Parabéns Eric e toda Cosmic Effect Team! Gostei muito dessa nova série de vídeos, a proposta é muito legal. Pois dá para mostrar mais jogos retrô para a galera, sei que dá um enorme trabalho para fazer um episódio inteiro dedicado a cada jogo, Um abraço!

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    • N sei o q aconteceu; meu comment n subiu…

      Recap:

      Uma escapadinha rápida pra desanuviar a rotina por aqui (dpois eu volto com calma =])

      Frank, como sempre, comentando em classe A+…

      F-Zero é SNES até o sangue dos bits! gFX e sFX a 120%.

      O lance do pause no Master…
      O MS foi um projeto inspirado no A2600. E naquela época ninguém pensava em pausar o jogo; fora de questão. E para que isso fosse possível no controle, o HW teria que ser diferente. Afinal, n havia botão de pause no controle e a “semântica” teria q ser diferente para o jogador. Ou seja, pause era “nova cultura”. Pasmem!

      Alguém notou semelhanças entre o MS e o A2600?! =]

      []s e… vamo jogar, meu povo!

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      • Caramba, muito interessante isso do Master/Atari! Arnaldo, por que o Onyx Jr que tinha pause, muitas vezes dava pau no jogo, como se tivesse “folgado repentinamente” o cartucho do slot? Tinha um coleguinha vizinho na época que tinha, e eu evitava pausar em River Raid por exemplo, pra não perder a partida. Você poderia elaborar um pouco sobre?

        Outra confirmação sua, eu gostaria: F-Zero a 60 FPS era mais bonito de olhar do que muito arcade de carro de 1990, mesmo num console doméstico; o projeto do SNES teve pouco ou nada de inspiração nos arcades da época? Essa é minha impressão, que foi uma “pequena obra prima” da equipe de HW da Nintendo, mas só você pra dar uma ideia mais apropriada sobre…

        “Pause era a nova cultura” O_O

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  4. Ahhh Senhor das Trevas! Márcio tinha esse cartucho e eu jogava sempre na casa dele. Ele era viciado e lembro até hoje que em certa oportunidade ele conseguiu um feito no jogo: passou a barreira dos 1000 pontos! rs

    abs

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  5. o Senhor das Trevas parece bacana, pelo Oddysey, não lembrava que era colorido. e ver o controle do Master…eu não sei explicar, mas para mim, era muito bom tocar nos botões do seu controle. Spellcaster somente dei uma jogadinha e o deixei pegando poeira, ao ver esse vídeo, bateu a vontade. vou pelo pela passar de algumas fases antes de ir trabalhar.

    faça mais desse programa Eric, o pessoal vai pedir também

    Hee-Hoo

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    • @FrankCastle Puxa Frank, valeu como sempre pelas “divulgações” viu! E sim, apesar de estar enferrujado, ninguém esquece que o “carrinho rosa” é o mais rápido, aliás, acho que ninguém pegava os outros lá na locadora, rs… muito bom você ter o manual, queria ter esse danadinho!

      Ah sim, a apresentação dos cartuchos de Odyssey era fora de série, produto de luxo. E o jogo que está falando é o Criptologic que acompanhava o console (um cartucho 3 em 1 por sinal).

      Valeu Frank, já produzindo o próximo Retrowave…

      @eulervicente Pois é Euler, vai ter mais Odyssey, aguarde, rs… e muito, muito Atari, sem dúvida ;-) Abração!

      @Leandro alves (@cybertechwyvern) Caramba, você achava que o Odyssey não era colorido? Heheheh, pobre Odyssey, rsrs… mas era sim e rolou até um sucessor do console, acho que era Videopac+ (seria Odyssey+ no Brasil se lançasse) com telas de fundo super-coloridas. Valeu Leandro, que bom que gostou desse formato, vamos com mais sim!

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  6. Uma pergunta boba: Eric, seu Master System está conectado com um conector RF ou RCA? Indaguei-me como você fez a captura.

    Eu devo ser muito tapado para nunca ter feito a associação de F-Zero com carrinhos de bate-bate! Como não tinha pensado nisso antes?

    O Odyssey é bonitão, não? E Senhor das Trevas é difícil pra caramba! Acho que não devo nem ter feito mais de duzentos pontos como mostraram no vídeo! Ouch!

    Quanto ao Master, concordo com o que foi dito: muitos de seus jogos são “underrated”. Pena que por esse motivo muitas pessoas nem sequer têm curiosidade de visitar a biblioteca do console.
    Spellcaster… Pérola do Master! Adventure, platformer e shoot ‘em up, tudo isso num só jogo! Algo curioso nele é que, assim como Black Belt, ele também foi um jogo adaptado de um jogo de um mangá japonês, só que não muitos citam isso. Ambos foram bastante alterados, provavelmente por causa de direitos autorais.
    “REMEMVER”! Talvez tenha sido um japonês que traduziu o jogo, pois assim tal erro faria sentido, mas não vou me aprofundar no assunto.
    Hahahaha! “Corre!” Essa foi memorável. Definitivamente o botão PAUSE do Master System nos arranjava grandes encrencas às vezes.

    Isso aí, pessoal! Sempre inovando, hehe! Parabéns pelo início de mais uma saga!

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  7. Mais uma série para prestigiarmos! Ficou muito boa esta ideia de analise de 3 jogos distintos.
    Spellcaster eu devo ter alugado uma ou duas vezes, porém como meu inglês era bem fraco na época eu não consegui aproveitar muita coisa (mesmo o estilo de jogo tendo me atraído bastante, o idioma, neste jogo, criou uma barreira grande).
    Quem serão os três proximos “sortudos” a serem detonados?

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    • @E. Shiroma Fala Edu! Está por vídeo composto mesmo, só que ele passa por um conversor externo que converte para HDMI. Vantagem dele é que, mesmo obtendo o sinal do vídeo composto, o conversor externo reduz o vazamento de cor (especialmente do vermelho) — note, especialmente no SpellCaster que tem muito vermelho, como as cores estão sólidas. Na verdade, todos os consoles do SuperConsole viram HDMI na saída e de lá caem na placa de captura (uma Blackmagic Intensity Shuttle, boa demais).

      Hahaha, os carrinhos bate-bate e F-Zero, tudo a ver e a gente nunca percebeu, rs… e sim o Senhor das Trevas é o típico ‘arcade shooter’ mesmo, quer high score o negócio é jogar, jogar e deixar o cérebro aprender, rs…

      Sim sim, até conhecia esse lance da inspiração (de ambos) em mangás japas!

      Ficamos curiosos com o “REMEMVER” poder significar um erro com algum sentido, conta aí Edu!

      @Andre Nunes Grande Andre, o formato de “trilogia retrô” funcionou mesmo, bom saber esse feedback. Que legal que você teve contato com SpellCaster!! Sem dúvida, mesmo problema aqui, apenas tive um pouco mais de sorte por ter jogado Lord of the Sword antes e ser sócio de uma locadora que importava tudo que é cartucho de Master e NES; como eu era sócio, podia ficar até 7 dias com o mesmo cartucho — SpellCaster & cia foram “renovados” algumas vezes, aí acabava conseguindo terminar esses jogos na época…

      Sim, os próximos 3 jogos bem randômicos, vamos girar a roleta, aguarde viu! Valeu Andre!

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      • Rapaz… Não sou muito bom em explanações, mas aqui vou eu.
        Com certeza vocês conhecem o Janglish, que nada mais é que “ajaponesar” o inglês (aqui há alguns exemplos). Devido a isso, os japoneses se confundem bastante ao romanizar o japonês. Mas por quê?

        O porquê está no fato da ausência de alguns fonemas do inglês na língua japonesa, sendo os mais notáveis o /l/ e o /v/. Exemplos são palavras como lollipop e video chegaram ao Japão como roripoppu (ロリポップ) e bideo (ビデオ), ou seja, são as mesmas palavras, mas adequadas ao modo japonês de falar. A ausência de tais fonemas fez com que fossem substituídos por fonemas “parecidos” (/l/ por /r/, /v/ por /b/).

        Agora temos que pensar no processo reverso do que indiquei antes. Acontece que os japoneses escrevem as palavras inglesas do modo japonês, e ao romanizá-las novamente eles muitas vezes não sabem o modo correto de se escrever a palavra: roripoppu era lollipop ou rollipop, ou loripop, ou lolypop, ou rolippop… e por aí vai. Aí aparecem os erros.

        “Remember” em japonês é rimenbā (リメンバー), e talvez a pessoa tenha se confundido ao escrever (era com “b” ou “v”?).

        Sinto muito pela prolixidade, mas foi você quem pediu a explicação!

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  8. Uai! Se esqueceu que, no F-Zero, quando pular nas rampas precisa manter o direcional para baixo para que o carro absorva o impacto ao atingir o solo novamente?!

    Tsc! Tsc! Tsc!

    :-)

    Cara! F-Zero foi um game que quando eu vi pela primeira vez, achei inacreditável! Pra mim é , de longe, o melhor game de corrida de SNES. Nunca deixei de jogar, lembro até que quando eu visitava aquelas velhas locadoras (Que as vezes nem alugavam jogos, mas mesmo assim eram chamados de locadoras –Alguns chamavam de casa de jogos-) e enquanto alguns estavam quebrando o pau com Top Gear, eu, por minha vez, estava batendo cabeça com F-Zero.

    Agora convenhamos, andar naqueles carrinhos de bate bate dos parquinhos de diversões, é o mesmo que enfrentar aqueles adversários enjoados do F-Zero que só estão na corrida pra te atrapalhar. É a primeira lei de Newton te lascando o juízo de várias maneiras irritantes possível, principalmente quando tem bombas na pista, ou quando a pista fica inacreditavelmente estreita. Mas nem um nem outro anula a diversão e o replay eterno de F-Zero.

    Inclusive eu tenho até uma história relativamente recente com esse jogo! Logo quando eu levei o meu Net Book pro trabalho (Acho que foi um das primeiras vezes) eu resolvi levar um Joystick de PC meia boca e comecei a jogar o F-Zero na hora do almoço, e uma senhora que trabalha lá como secretária, e que sempre me vê na hora do almoço jogando games de maneira peculiar (Quebrando regras :-p) ficou admirada com aquele jogo (o F-Zero) e mais ainda quando eu disse que era um projeto do início dos anos 90. Ela queria porque queria que eu instalasse o game no PC dela! Pode! Eu fui, levei o emulador e a ROM e coloquei o game, mas ela acabou não jogando muito porque ela não tinha Joystick e ainda por cima não conseguiu assimilar “o Newton zumbi doido lá usando o caixão como carrinho de bate bate e gritando, venha para mim! Venha para mim!”.

    Cara! Parecia que quando a gente dava uma batida e que levava a outra batida, botar o direcional para onde queríamos ir só fazia piorar a nossa situação, e a pobrezinha, que nunca tinha jogado nada parecido com isso, sentiu na pele o que eu queria dizer.

    :-)

    Mas é como eu disse! Nada anula a diversão e o replay eterno de F-Zero.

    Por falar nisso! Esses carrinhos de bate bate devem estar custando em torno duns 600 reais, você bem que podia montar uma pista de F-Zero no seu quintal com uns 15 carros desses mas com carcaça confeccionadas dos carros do F-Zero e criar a pista F-Zub-Zero né não?

    :-p

    Agora o Senhor das trevas (attack of the time lord) Odyssey eu joguei bem pouco, mas Super Cobra e Pac Man eu joguei até que razoavelmente bem. Agora você mencionando o chip da Intel foi muito engraçado, impagável mesmo!

    SpellCaster eu quase não joguei nada, mas Mystic Defender eu joguei tanto que quase fico viciado! Mas correr pra dar pause no Master System foi ótima também. Agora no momento em que você encaixou o plug do Joy no Master System, pareceu que você estava estuprando o buraquinho lá! Velho!

    Velho!

    Velho!

    Veeeeeeeeeelho!

    “Se o Master pudesse falar ele diria: Empurra devagarzinho!”

    HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

    Por falar em Joy de Master System, o Joystick dele foi o que eu mais estranhei, mesmo quando eu me perdia na quantidade “insana” de botões do Mega Drive e mais ainda no SNES, logo quando eu iniciei a minha “carreira” de jogador de games.

    Por falar nisso, eu to doido pra comprar um par de Joystick de SNES, Genesis (3 botões) e um de Master System. Vou dar uma olhada na internet e ver se encontro algo.

    Parabéns pelo excelente vídeo e idéia!

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    • Hehehe, valeu pelo relato Yoz e pelas dicas meu velho! Vou falar com Arnaldo pra ver como construir uma mini-pista de F-Zero aqui no playground :D

      Sobre o joystick do Master, ali foi com carinho sim! Os conectores são emborrachados justamente pra sofrer essa “pressãozinha” para os lados, o que eles não gostam muito é de para cima e para baixo; fique tranquilo que esse Master vai fazer 100 anos com o conector db9 dos controles funcionando! :)

      E sim, F-Zero é um show em qualquer lugar, seja no netbook no seu trabalho, no SNES da sala, até no Android usando pad virtual o negócio é divertido! Miyamoto sabe como fazer jogo para dispositivo mobile! ;-) Abração Yoz!

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  9. Olá, Cosmonal!
    O Cosmic Effect não decepciona mesmo. Aqui, realmente vemos os jogos “de ontem e de hoje” :). Ainda bem que vc não abandonou os retrogamers.
    Essa nova série está demais. E os vídeos têm uma qualidade absolutamente profissional. O Cosmic Effect ainda vai ser um programa de TV. E da TV aberta! :)
    Parabéns pelo excelente trabalho.
    Uma dúvida, porém, não foi esclarecida e a curiosidade está me consumindo: o que é Kusanagi?!? :D.
    Até mais!

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    • Fique tranquilo que o “Cosmic do CFX” é a garantia das doses retrôs! E altamente lisonjeado com o calibre dos seus elogios, Dcnautamarvete. Brigadão mesmo meu caro.

      Já que você perguntou sobre a Kusanagi… sabe um item na cena adventure logo após o cara gritar “Kusanagi”? (caso não possa rever o vídeo lá no ponto: uma espada) — É ela… só que ainda há um twist e depois a gente descobre que aquela é a “Fake Kusanagi Sword”… e o adventure continua… abração!

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  10. Cara, eu amei essa parada, muito foda, muito bom!!!

    Parabéns Eric, cara, acho que você acertou em cheio, talvez essa tenha se tornado até a minha série preferida agora no Cosmic Effect (que legal falar assim né? Agora tem tantas opções, tem Cosmic Cast, TheBoss, TheBoss NewGame, Retrowave, e a família vai crescendo)…rs

    Mais jogos em um mesmo episódio, mais direto, mais descontraído (menos cara de review, mais cara de play4fun), mais gameplay, é sensacional, agora nem sei se a ansiedade maior é pelo próximo Cosmic Cast ou pelo próximo Retrowave (que alias feliz escolha de nome também, parabéns para quem deu a idéia), na dúvida agiliza os dois logo…rs

    O ano está acabando, o Natal chegando, será que não rola um Retrowave especial de jogos natalinos, será que não existem alguns jogos assim com essa temática mais específica (tipo o The Grinch)?…rs

    Boraaaa fazer mais vídeos mister Cosmonal, go go go, ninguém mandou nos deixar viciados…hehe

    Até mais, valeu!

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    • Que bom mesmo Julio, adorei você considerar “talvez a preferida”, “tantas opções”! E esse formato é danado de funcional como você bem ressaltou é mais leve, isso ajuda durante a edição, vai dar pra sair semanalmente eu acredito.

      E o título da série é coisa dele, de Andrey como sempre. Na verdade, ele me mostrou o nome já com a vinheta e tudo produzido, basicamente o “pai da criança” é o Andrey. Eu só cliquei a ideia da série ter uma trilogia de jogos por episódio, uma “onda” de retrogaming…

      Taí, boa sugestão para um “Retrowave temático”!

      Keep yourself retro-addicted,

      Cosmonal

      :)

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  11. Gostei do formato,ficou muito bom Eric!Legal falar aleatoriamente de 3 jogos sem se preocupar com a época ou a relação entre eles.
    O Retrowave lembrou o conceito de “Drops” que rádios ou emissoras de TV fazem,trazendo com periodicidade programas curtos.

    Ri muito por aqui com o “pause do master” e o “som da Intel” KKKKKK.
    E falando nisso o que você acha Eric.O som do Odyssey era melhor que do 2600?Pergunto porque desconheço completamente o Odyssey.
    O Speellcaster me lembrou o jogo também de 1989 Mystic Defender(Mega Drive) o estilo do personagem ao concentrar a magia lembra um pouco!Eric voce conhece Mystic Defender?

    O pause do Master System foi algo sensacional na época!
    Não existia a idéia de pausar o jogo(no Atari começou…já era he he he) e ter um botão mesmo no console,foi um puta avanço.O pause do Master só ficou esquisito quando os clones de NES chegaram pouco tempo depois por aqui trazendo o start-select no joystick.

    Retrowave,queremos mais!!!

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    • Haha, taí, um “drops retrô”, muito bom Dactar! O Retrowave cumprindo este papel!

      Rapaz, seu questionamente do som é muito, MUITO interessante mesmo. Tenho a impressão que o gerador do Odyssey consegue sons mais “sci-fi”, alguma coisa lá consegue tirar sons que simulam um efeito chamado “phaser” ou “flange”, típico de pedais de efeito de guitarrista, pra dar um exemplo simples do que se trata. No Atari, tem aquele famoso lance dos caras tirarem leite de pedra e aí conseguiam “empenar” o hardware, no Odyssey não houveram programadores que, conhecidamente, fizeram o mesmo em sua biblioteca de jogos. Mas eu, subjetivamente, acredito que há uma leve vantagem no chip de áudio do Odyssey com relação ao do Atari 2600.

      Sim Dactar, Mystic Defender??? Puxa, foi o primeiro jogo que ganhei do Mega Drive — por sinal, ANTES de ter o console! Ganhei no campeonato de Master System daqui de Salvador, cujo prêmio principal foi um Master System (daí vendi os dois Master System e comprei o Mega Drive). Aquela camisa que uso em alguns Cosmic Cast (especialmente nos primeiros) é um mosaico de imagens de SpellCaster *e* Mystic Defender, que é, Dactar, sua continuação espiritual no Mega Drive! Porém, é somente um jogo de ação, nada tão impactante quando SpellCaster, mas um ótimo jogo de ação.

      Pois é rapaz, esse pause no console… eu morria de inveja dos amiguinhos que tinham Phantom… só um riquinho daqui da área tinha um NES original, por sinal, mas sem transcodificar… rs

      Já no segundo Retrowave Dactar! Mas antes, uma paradinha para um Cosmic Cast ainda hoje? ;-)

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      • Eric vou na sua análise então,se vc acredita que o Odyssey mandava melhor no som,eu assino embaixo.O Atari no início tem muito dessa coisa quase artesanal mesmo,acho que os caras da engenharia tinham essa liberdade em mexer e testar o que ficava melhor,dentro do possível com aquele hardware.
        Pô com certeza,agora eu lembrei daquela camisa mosaico,putz pode crer,nem me liguei,he he he.Não sabia dessa ligação entre Mystic e Spellcaster.
        A primeira vez que vi um NES original foi em uma locadora mesmo,e veja só,lembro bem na época que ODIEI O CONSOLE ORIGINAL,por vários motivos:
        1 Sistema de cores diferente
        2 A fita entra no console,portanto usar adaptador 60/72 pinos esqueça!Logo,esqueça cartuchinhos japoneses!
        3 Jogos não oficiais dava uma mensagem na tela de erro se eu não me engano,portanto tinha que ser tudo certinho…pô inviável,eu com meu Turbo Game CCE tava muito mais feliz!KKKKKKKKKK
        To muito curioso sobre o próximo Retrowave!

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  12. E eu aqui formatando o pc paa um upgrade rsrsrsrs, mas sem deixar meus backups de lado porém.

    Meu Pc novo é um AMD que troquei pelo cansado Core2Duo, chega de pensar nisso e vamos a postagem rsrsrsrsrsrs . . . viajei . . .

    Putz, master com pause foi diferente eu diria, mas foi o primeiro e único console com pausa em seu gabinete, engraçado.

    Odyssey com Intel Inside me rachei de rir aqui. A melhor parte do video inteiro, ficou genial cara.

    O jogo Spellcaster foi memorável, algo que quase chorei aqui de saudade, mas é um jogo denso e um pouco difícil para a época em que era bem novinho e cheguei longe, mas não o finalizei infelizmente.
    Estou pensando na possibilidade de terminar ele, é tentador.

    Sobre F-zero, simplesmente o segundo melhor jogo de corrida do SNES pois para mim foi Top Gear o primeiro ou Top Racer, essa trilha do Top Racer é espetacular e que o maluco do Nino Megadriver simplesmente chutou bundas com sua trilha espetacular em versão metal. A do F-Zero também é fantástica, tanto que a do N64 ficou sensacional as trilhas e depois a GX do cube com a assinatura da SEGA ficou apavorante mas perdeu o charme um pouco de suas trilhas e ficou insanamente difícil.

    Eric Cosmonal continue com esse lindo trabalho e eu tenho certeza que voce será chamado para a Record para falar sobre games em breve. Ficaremos de olhos em voce e nessa excelente equipe.

    Bem mais tarde jogatina no Saturn recem adquirido com Sonic Jam e Ninja Hayate, vai ser demais, fora os recem adquiridos Cart ram entre outras coisas rsrsrsrsrsrs . . .

    Abraços

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  13. Só tenho a agradecer existir um blog com esse! Parabéns pelos videos!

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  14. F-Zero é de uma época em que a Nintendo ainda lançava excelentes franquias novas a cada geração! Os vídeos do Eric tem uma qualidade tão incrível que faz com que a gente tenha vontade de testar o mais rápido possível cada jogo apresentado no vídeo. Já estou esperando ansiosamente pelo próximo Retrowave!!

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    • @Ulisses Seventy Eight Curiosamente Ulisses, teve um clone de Atari brasileiro com pause! Era o Onyx Jr, um amiguinho na época tinha e isso era o máximo! Ainda que, lembro que o pause muitas vezes travava o jogo ou o deixava “louquinho”, rs, acho que não parte do projeto original do Atari mesmo!

      Vinhetinha da Intel no Odyssey foi “o sucesso”, hahaha! Valeu! E obrigado pelos seus super-elogios meu velho, vamos em frente aqui! Abração!

      @Sandro Vasconcelos “Tandrilion” Muito lisonjeado com seu comentário, Sandro. Valeu mesmo e não suma meu amigo!

      @leo_jiraya Rapaz, não é mesmo? Isso que falou da Nintendo realmente criar novas franquias, é raro de acontecer mas quando acontece… para tudo que é topo da qualidade! Sonho (utópico) com um dia a Nintendo, Miyamoto mesmo e tal, criarem um jogo para PC, exclusivo mesmo; aliando a tecnologia — aquela bruta mesmo, de framerate alto e contagem de polígonos absurda, etc que “não tem nada a ver com a Nintendo” — ao gameplay mágico deles. Sei que é meio “doido” falar isso, mas o SNES era exatamente isso: uma (super) MÁQUINA com uma empresa gamística de verdade no comando…

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  15. “jogava com o dicionário do lado”
    Eu fiz muito isso com vários jogos.

    Aqui uma curiosidade pra vocês – O Spellcaster não é uma idéia originalmente feita para jogos, mas baseado num anime, assim como sua continuação para Mega Drive.

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