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Cosmic Cast #36 – A Magia Do Atari 2600 – Segunda Parte

Continuem conosco na viagem rumo às profundezas mágicas do Atari 2600, na segunda parte deste episódio “espontaneamente especial” de nossa série em vídeo sobre retrogaming.

O cartucho de Video Chess, o xadrez da Atari, que gerava imagens na tela da TV dignas de uma manifestação epiléptica (como assim, tanta ação em um jogo de xadrez?); a tradição de jogos de nave ambientados em cavernas e uma lente de aumento na arte atemporal de certos cartuchos — que inclui até um console dentro de um… porta-frios?

Amigos, a técnica de programar jogos começa a se transformar em algo que os criadores do Atari 2600 nunca iriam imaginar…

Cosmic Cast

Episódio #36: A Magia Do Atari 2600 – Segunda Parte

Cliquem em Gostei no YouTube!

Se não assistiu a primeira parte:

Cosmic Cast #36 – A Magia do Atari 2600 – Primeira Parte

* * *

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38 Respostas

  1. Eis que a espera valeu toda a pena! SENSACIONAL!
    Quase fui às lagrimas com tanto saudosismo. Ver os lables dos cartuchos, alguns nunca vistos por mim, outros que nem me lembrava mais (como os da Digivision) foi como voltar no tempo, lá pelos anos de 1986, quando ganhei meu Dynavision.
    Uma vez escrevi, em algum dos posts aqui do Cosmic Effect que a impressão que tenho é os videogames parecem ter o poder de nos conectar à todos. Vendo os depoimentos sobre os jogos, as sensações e impressões à cerca de um determinado título, bateram exatamente com os que sentia naqueles tempos como ficar “namorando” a qualidade dos cartuchos originais da Atari. Mesmo depois de jogar, eu ficava admirando a arte que ilustrava aquela peça.
    Outro ponto interessante, mesmo que eu seja um leigo completo em programação, foi ver o… (“Oooopa! Sem spoiler Douglas! Rss!”)… a criatividade em se criar games com tão pouco recurso disponível chega à ser espantoso.
    Por fim…
    As aberturas do Cosmic Cast são fantásticas. Um “Adventure 3D”?! Fiquei tão empolgado quando vi isto que, quando passava cenas da transformação do Altered Beast, cheguei a esperar que o resultado final, não fosse o Lobo, mas sim o Pitfall! Heheheh!
    Até mais!

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    • “videogames parecem ter o poder de nos conectar à todos”

      Tem razão Douglas,eu mesmo leio e ouço coisas de terceiros que parecem ter saído da minha mente,tamanha é a conexão que os games provocam na gente.Sobre o Adventure 3D,eu sempre fico surpreso com o talento do Andrey e no caso do Altered Beast seria um transformação e tanto,he he he,bem pensado.

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    • Que belo relato, mister Douglas!

      Especialmente o lance do “poder de conectar” que você muito bem coloca, particularmente emocionante. Todos fazíamos as mesmas coisas em 1986, e descobrimos os detalhes destas coisas pixeladas através de relatos gamísticos, décadas depois! Seriam os jogos uma memória eterna de emoções comuns? :)

      Realmente são emocionantes as brincadeiras das aberturas que Andrey faz, ele enxerga além do pixel! Por sinal, um passarinho me contou que o seu pedido da transformação de Altered existe… aguarde… :) :)

      Abração Douglas e minha demora de responder por aqui tem a ver com a parte final deste episódio… ;-)

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      • Eita! O “Pitfall Beast” existe?!
        Realmente, o poder do vídeogame conecta nossos córtex cerebrais…
        Abraço!

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  2. Soberbo, valeu a espera.
    Voce e o Gagá os melhores apaixonados por games do Brasil (sem canastrice ok).
    Gostei muito de rever os labels de jogos uns 2 ai que não conhecia mas o seu zelo pelos produtos é bacana.
    Espero um dia viajar a Bahia e poder lhe conhecer pessoalmente e ver o Superconsole de perto.
    Abraço para voce Cosmonal e obrigado pela contribuição retrogamer, faz isso muito bem!

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  3. Ambos os vídeos incríveis, sempre bom ver conteúdo ser tratado de forma profunda com paixão, flue naturalmente. Eu, como fanboy de mídia física, hehe, adorei a argumentação do Arnaldo em favor dos cartuchos, MORTE AO STEAMMMMMM! Brincandeira, hehehe, sou a favor da coexistência.

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    • Olá Fakepix! Confesso que sou grande fã da mídia física também e lutei até onde foi possível. Apesar da dificuldade enorme de conseguir cartuchos originais de SNES (a preços não exorbitantes), tenho muitos aqui e um ou outro completo. Mas na geração atual (estou com o Xbox 360), consegui jogos com apresentações muito boas, como Bioshock com sua capa em alto relevo, brilho metalizado e manual vasto e com cores. Algumas edições de colecionar bem legais também.

      Mas hoje, a realidade é triste: desde que começaram com os tais estojos ecobox e agora com o padrão dos jogos não trazerem mais manuais impressos, me desanimaram totalmente de comprar jogos em mídia física, sem contar o alto custo deles!

      Montei um bom PC para jogos e nesta última promoção do Steam fui a falência, mas peguei muitos jogos. É uma pena ter enveredado para este caminho, mas não vi outra via. Mas temos um ótimo site que nos traz um pouco dessa nolstalgia e nos presenteia com os sempre presentes extras e bônus em seus jogos: o GOG.com. Apesar de ser digital, é o site que mais respeita o jogador-colecionador.

      *PS: Nessa promoção do Steam peguei Back To The Future, será o primeiro Adventure que tentarei finalizar. Mas ainda quero finalizar algum dia Full Throttle, que dos Adventure da Lucas Arts, foi o que mais gostei ;-)

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      • Olá Frank, concordo com você, realmente caiu muito a qualidade, mas talvez seja uma consequência dos fins dos cartuchos também, não há como negar que um disco não tem o mesmo charme. Independente de edições de alto relevo, caixas grandes e manuais elaborados, que eu também adoro e sempre compro quando posso, como minha edição do metroid triloggy em stellbook (orgulho pessoal hehehe), ainda sou antiquado e não gosto mesmo de comprar digitais.

        Legal você falar do GOG, curto bastante a ideia e o comprometimento deles também, especialmente que os jogos não tem DRMs. Talvez seja um sentimento besta de posse material de minha parte, mas eu prefiro colocar essas capinhas na minha estante do que ter nas nuvens, em uma conta pessoal em qualquer empresa ou em um HD.

        Quanto a ter pego o De Volta para o Futuro, muito bom esse ai! A TellTalle Games tem feito coisas legais pelo gênero nos tempos de hoje, afinal eles são formados por ex funcionários da LucasArts, daí a confiança que lhes foi dada de lançar o Monkey Island mais novo que foi bem legal por sinal. No entanto, nos últimos anos, fora da era de ouro dos adventures, eu indico que você jogue Syberia I e II e The Longest Journey, esse são do nível de qualquer outro adventure de qualquer época. E o FullThrottle não espere mais, é obrigatório, hehe, eu to jogando The Legend of Kyrandia book one atualmente, o SCUMM VM faz maravilhas, abraço!

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        • @FAKEPIX Grande Sérgio “advogando” em defesa da coexistência! É isso aí, tem espaço para discos e downloads, até cartuchos ainda tem lugar para eles! Desde que os pixels cheguem até nós :) Abração!

          @FrankCastle Caraca, eu vi (mas não tenho) o Bioshock como mencionou, é soberbo mesmo Frank. Tem uma versão “mais cara ainda” com um vinil e uma caixa enorme ou estou trocando as bolas? O GoG como você e o FAKEPIX mencionaram tem uma apresentação SENSACIONAL, aquela estante de madeira… putz… é lindona, rs, estimula a gente a comprar só pra vê-la cheia de arte dos jogos, rsrs

          E FAKEPIX, tá jogando Kyrandia, que legal! Ó, se precisar do mapa de uma dungeon assombrosa que tem perto do final (sim, esse adventure tem dungeon labiríntica mesmo!) scaneio meu velho caderninho pois fiz o mapa quando o joguei em sei lá, 1994! Outro detalhe: fiz uma versão de uma das músicas dele, na época, no teclado! Porém perdi o cassete da gravação, infelizmente… :( Rsrs Abração!

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          • Opah Eric! Pode me mandar esse mapa de Kyrandia sim, eu já to até imaginando como deve ser esse Dungeon, de fritar a mente, como só jogo retrô sabe fazer, hehehe.

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  4. Ah, sexta-feira começando bem demais. Baixando e assistindo!

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  5. Eu não imagino minha vida hoje pelo menos no ponto de vista sobre ela se não tivesse visto aquele elemento verde pulando sobre cabeças que pareciam ser de jacaré, isso há + de 30 anos atrás na casa de um primo, foi motivo dessa paixão que alguns questionavam como distúrbio mental ou coisa parecida na época, parabéns pela matéria.
    Eu não sei se foi um deja vu mas tenho a impressão de já ter visto essa matéria há algum tempo atrás?
    Valeu, abraço!!!

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  6. Nossa, é muita nostalgia num vídeo só, rs… altas lembranças aqui. Esse pinball tinha desaparecido da minha mente, mas foi só ver que eu lembrei do quanto joguei. Aliás, quando tocou a música do Pitfall II eu lembrei todinha, no ato! Há quanto tempo eu não escutava.

    Além de instrutivo, o papo do Eric com o Arnaldo ficou bem solto, divertido, nota dez. Hilário o Eric cantarolando o Mr. Postman (a edição ficou excelente aqui).

    Parabéns por mais um episódio perfeito do Cosmic Cast! Ainda estamos esperando o DVD!

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    • Gagá teve uma “nostalgia MSX” quando escutou Pitfall II, não foi mesmo?:) A música do Atari ficou quase tão bem feita quanto a do MSX! Putz, curtiu mesmo a parte do Mr. Postman, hahaha, valeu Orakio!

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  7. Ótima conclusão para este episódio do Cosmic Cast! Parabéns a todos envolvidos!

    Quando Arnaldo falou do Bombril/Palha de Aço, foi impagável a cara de Eric abrindo um sorriso que nunca tinha visto. Geralmente o vemos sempre bem focado, contido, mas desta vez foi “desarmado” pela espontaneidade de Arnaldo!

    Outra parte sensacional foi quando Arnaldo questionou sobre o tal jogo de nave, até Andrey chutando alguns títulos e, quando Eric acerta, é notável a reação de satisfação de Arnaldo.

    *O chip do cartucho de Atari era bem pequeno, imaginava que eram maiores. O que ressalta a qualidade do “case” dos cartuchos.

    Um grande abraço! E agora que o episódio está concluído, acho que vale um “bis” assistindo os 2 em sequência, quem está comigo? :-)

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  8. Pessoal,

    Parabéns por mais um episódio primoroso do Cosmic Cast. Gostei muito da primeira parte e a segunda manteve o altíssimo nível.

    Eric, sei que a Bahia é um lugar perigoso para eletrônicos! Já vi equipamentos com menos de um ano de idade começarem a falhar por causa das alucinantes condições climáticas soteropolitanas…

    Arnaldo, seu argumento sobre o valor da mídia física foi talvez o melhor que já ouvi na vida. Não é só um argumento de colecionador, é de uma pessoa que valoriza as coisas de possui. Pessoalmente, prefiro a mídia digital por vários motivos, mas, nos dias de hoje, a gente não sabe mais o que pode acontecer com nosso conteúdo digital se um dia a empresa desenvolvedora resolver “tirá-lo do ar”.

    Grande abraço!

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    • Exato, Marcelo! Essa é minha maior crítica a mídia digital. Sem contar que, ainda, não é possível vender ou comprar jogos usados digitais. Quana Live do primeiro Xbox saiu do ar, já senti um pouco disso. Fico pensando em outros serviços.

      Recentemente, na promoção do Steam, o único jogo que peguei que não estava dentro de promoção foi Race Driver GRID da Codemasters, para mim, o melhor jogo de corrida realista da geração. Fiquei pensando em como seria jogar online e, quando vou testar o Multiplayer: mensagem de erro. Faço uma busca no Google e fico sabendo que os servidores (pelo menos os de PC) do jogo foram desligados em 2011!

      É duro, não faço questão de jogar jogos no lançamento, mas fica difícil perder funções dele só porque o jogo “ficou velho”.

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      • Excelente exemplos, FrankCastle!

        Realmente, é duro saber que alguns jogos ficam “pela metade” sem o conteúdo on-line. E que a gente não pode fazer muita coisa pra reverter isso.

        Queria compartilhar uma experiência que tive com o Demon’s Souls, que foi lançado em 2009. Terminei o jogo recentemente e não tenho dúvidas que é um excelente jogo single player, mas a função on-line dele é revolucionária! Em um determinado momento do jogo, eu não conseguiria passar sem a ajuda do modo on-line.

        Os servidores ainda estão no ar por pressão da comunidade, mas nada garante que alguém que começar o jogo amanhã ainda tenha essa função… Para esses jogadores, a experiência jamais será completa!

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    • @FrankCastle Hahaha, puxa foi mesmo Frank, o Arnaldo é um cara hilário (detalhe adicional, rs), a parte da “olha a propaganda…”. Rapaz, excelente observação sobre o tamanho, será que os cartuchos eram tão maiores que “os internos” por uma razão estética e/ou proteção? Arnaldo, o que acha?

      Pô, que honra este convite de assistir em sequência, hehe!! :) Frank, segura aí que falta a parte final da “trilogia” (risos) ;-)

      @Marcelo Martins “alucinantes condições climáticas soteropolitanas” você é baiano, só pode — nem precisei confirmar no seu facebook! Gastamos Corrosion-X (por sinal foi uma indicação do Arnaldo) em tudo que tem “placa” e “contato” por aqui, eu mesmo moro num local bonito mas indesejado neste sentido: 100 metros da praia… :) Grande abraço, Marcelo!

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  9. Eric,Arnaldo e Andrey construíram um Cast Clássico!As duas partes foram de tirar o fôlego de qualquer retrogamer,de ponta a ponta!!!
    Eu também fico impressionado até hoje com as artes maravilhosas dos cartuchos,a do Vanguard então…é emocionante.
    Eric meu velho,o jogo de DAMAS se chamava Checkers,inclusive eu joguei o do Dactar que era cópia da Activision(há não diga…he he he).Aliás era impossível jogar contra a máquina em um nível mais difícil porque o tempo de resposta do console era insuportavelmente longo,não sei se com Chess ocorria o mesmo. :(

    A comparação do Congo Bongo com Alex Kidd(alminhas voando) e a cena de Keystone Kapers com a música do Sonic se afogando ficaram sensacionais,he he he,ri muito disso!!!

    Parabéns a todos!!! Um dos melhores Cast´s de Todos Os Tempos!!!

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    • Olá Dactar, realmente comentávamos sobre a arte do Vanguard. Simplesmente demais. Parece até algum filme a ser lançado em breve em 3D. :)
      Imagine se existisse uma Loja Atari Retro com aquelas artes?

      Essa Parte 2 foi demais. Vamos aguardar o final da triologia! rss

      Valeu Dactar!

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      • Uma Loja Atari Retro seria sensacional!Por outro lado,eu dentro de uma loja dessas ia perder a noção do tempo e do dinheiro…
        comprando e comprando,he he he.

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    • Video Checkers, é mesmo!!! Hahaha, era um clássico “Dactar”, como você não lembraria? :) Rapaz, e ele ao invés daquele pisca-pisca de cores do Chess, era uma piscada preto e branco, confere? Sim, você pegou as “alminhas voando da Sega”, certamente alguém daquele Congo Bongo estava no primeiro Alex Kidd? Rsrs… Parte final quase em upload… valeu Dactar

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  10. Po, a cena do Keystone Kappers eu fiquei foi ansioso, hehehe!

    Achei muito bacana essa série ter saído próximo ao aniversário de 40 anos da Atari, é uma forma e tanto de homenagear a empresa que transformou jogo eletrônico na “oitava arte”. Fiquei surpreso (e feliz) também que vai ter uma terceira parte, a conversa com Arnaldo rendeu mesmo, queria ter estado lá.

    Quando vocês mostraram os dois cartuchos com a mesma arte, mas o primeiro mostrava “mais dela” lembrei imediatamente de discos de vinil versus CDs. Era isso mesmo que acontecia principalmente em bandas de metal (famosas por usar pinturas bem épicas nas capas). O vinil mostrava praticamente um poster da arte mas o CD mostrava versões reduzidas e com muito menos detalhes. Muito colecionador de vinil coleciona por este detalhe também.

    No mais, aguardando a terceira parte quase tão ansioso quanto aguardei o policial pegar o ladrão.

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  11. adorei a segunda parte.

    dos emuladores do Atari, Keystone Kappers é o que mais jogo depois do Pitfall. e poxa, o game do Et é tão ruim assim? o Cosmonal nem enrolou muito no vídeo. e o game Phoenix me lembrou daqueles mini games que se vendem no camelo com 9999 jogos.

    inveja do Cosmonal e do Dan que tem fitas de Atari tão bem conservadas, aqui no Recife nem posso contar com isso. e me interessei pelo Star Fight, acho que me lembrou Star Trek ou algo assim.

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    • @Dancovich Danilo sempre tem uma empolgação extra com cenas de gameplay, “you’re my man”! :D :D Boa comparação com a “perda artística” natural que aconteceu na troca para os CDs, putz…

      @Leandro alves(@cybertechwyvern) Opa, mais um fã de Keystone Kapers — digo, “Queistone” como falávamos na época, rsrs Sobre ET, curioso que fora o bug do buraco Leandro, o jogo é muitíssimo interessante e tem até final, que por si só era novidade na época. É uma aventura engenhosa, só que é aparente a pressa para o lançamento para aproveitar o Natal de 82, e aí o jogo “se confunde” com os bugs… na época? Eu ADORAVA ET, especialmente por ter entendido como funciona e o terminado. Era uma sensação rara (terminar um jogo de aventura) que só foi se repetir no NES e Master System anos mais tarde…

      E sim, Starflight tem o clima de Star Trek! Exploração, RPG, uma pitada de estratégia e até mesmo, um diálogo de fazer inveja aos Mass Effect de hoje (sem exageros! ^_^), oh my… Starflight é um daqueles jogos “poucos fãs, mas altamente dedicados” rsrs… abração Leandro!

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  12. Duas pitadas adicionais para os amigos do cFX:

    1> A respeito do Xadrez, quando eu falo sobre “tempo de scanline”, significa que os programadores estão usando memória do TIA para fazer o computador pensar a sua jogada =]

    É isso mesmo: usando os buffers do TIA como espaço de memória!

    Ou seja 2 bytes e 1/2 extras, já que usamos os registradores do PlayField!!! Claro que TODA a RAM do 6532 já foi nessa história tbm, e todos os outros registradores/buffers estão sendo usados para “pensar”. Nada de Player, Missible ou Ball em uso; absolutamente tudo alocado para a jogada da CPU!

    E pra pegar mais pesado ainda, é bom lembrar que estamos usando 100% de tempo da CPU. Afinal não existe nenhum compromisso em mostrar “sprites” na tela, ler Joystick, ou atualizar score. É simplesmente um “Estou pensando. Aguenta aí!”

    2> Percebi que teremos uma parte 3. E vejo Eric se superando tanto na síntese das inacreditáveis 3 1/2 horas de gravação – nem percebi que isso aconteceu; e Andrey foi nosso herói com a câmera na mão – quanto na direção dos 3 episódios como uma estória “fragmentada” mas que sabe de onde vem e pra onde vai =!

    Me diverti muito assitindo as partes 1 e 2 numa única sessão. Acredito que farei isso tbm quando sair a parte 3!

    [] a todos!

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  13. Olá amigos!

    Esses 3 posts serão como “emuladores” de um passado que vivemos naquela geração dos games e videogames.

    O primeiro jogo com caixa e manual que ví foi Indiana Jones.
    Tentamos traduzir até com a ajuda da professora de inglês, nos intervalo do colégio, e assim, tinhamos o caderno com a tradução!

    Lembro dos cartuchos da Dactar à venda no shopping mas com aquela arte primorosa do Atari, só a Atari mesmo.

    E a parte 2 veio para explicar o que ficou quardado por décadas.
    Os detalhes são tão ricos que tenho que assistir novamente.
    Valeu Arnaldo, valeu Eric!

    Parte 3 – Push Start!

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    • Ótima definição Andrey!Emuladores!Pô,os cartuchos Dactar eram muito fracos visualmente,nem se compara aos do Atari,até a textura do plástico do cartucho era bem diferente,em outras palavras,pode-se diferenciar um Dactar de um Atari até de olhos vendados.Agora,do ponto de vista funcional,nunca tive problemas com os cartuchos Dactar.
      Andrey gosto muito do seu trabalho com o Harry(ele tá bem saidinho com aquela moça do Mirror´s Edge hein!?) e suas artes em geral,curto muito,valeu mesmo por este episódio!O Eric,bom…o que falar de um retrogamer que idealiza o SuperConsole?Não tem como não admirar a paixão do Cosmonal pelos videogames e pela Gamemusic,que também gosto muito,e agora vem o Arnaldo e dá um show!Putz,era o Arnaldo falando e eu aqui em casa na frente do meu notebook DELL repentindo:
      “Isso mesmo!….Exatamente….Concordo Arnaldo….Essa eu não sabia!…”
      Entre outras,he he he.

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      • “isso mesmo!….Exatamente” Hahahaha! O co-op do nosso vídeo funcionou (os “emuladores de passado” cunhados por Andrey, rsrs), valeu Dactar! Essas histórias são de todos nós, cada um de nós tem muito pra contar das tardes de sábado regadas aos cartuchos de Atari, um dia faremos um vídeo onde todos relatam!

        E sim, Arnaldo “is the one” rsrsrs… :)

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  14. Muito bom, valeu a espera! E foi muito legal ver a questão do bank switching e outras técnicas que os programadores usavam na época. Cara, como eu queria assistir essa palestra do David Crane, o cara é um gênio! Vale notar que o Crane lançou um aplicativo para iPhone chamado 2600 magic, um livro interativo onde ele conta como era criar jogos para o Atari.
    Fico no aguardo pela continuação. :)
    Abraços

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    • Olha só, que dica interessante pra quem tem iOS hein! Putz, valeu, gostaria de ver esse app do David Crane, Arnaldo nem se fala… Abração Adinan, e *voz de locutor de trailer de cinema* a trilogia está perto de chegar ao fim… :)

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