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Gamesfera 008 – O som dos jogos do Apple ][

Qual a mágica da Apple para gerar sons tão legais sem uma interface de som apropriada, em um dos mais importantes micro-computadores já produzidos?

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7 Respostas

  1. Parabéns por mais este episódio! O som do Apple ][ tinha um charme, algo mais ficção científica :-)

    E essa coisa de ser uma tecnologia mais primitiva, mas ainda assim ser considerado melhor, me lembra o “paradoxo” do PC Engine (desculpe não saber precisar o modelo exato), onde o console tinha os sons comuns com uma qualidade de um NES, logo bem inferior ao SNES… mas quando o assunto era trilha sonora, matava a pau, com sua trilha de CD :-)

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    • Frank, obrigado, Frank!!!

      Realmente qdo olhamos bem de perto o Apple ][ era uma coisa de louco. O SW era tão otimizado que o desempenho sempre foi muito mais do que se podia esperar. Sempre uma boa surpresa atrás de outra.

      Contrastes como este que vc citou do PC Engine (áudio sintetizado vs. trilha gravada) demonstram tentativas claras de se dar um salto qualitativo quando a tecnologia ainda é nova e/ou cara… e quando os programadores ainda não dominam o HW =]

      Chega a ser engraçado mas alguém lá dentro aprovou isso e o mercado comprou. Seria isso um mal necessário? Eu acho que sim, e muitas vezes sempre bem-vindo, rs.

      O que vc acha?

      []s

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      • Olá Arnaldo!

        Bem interessante esse ponto que você citou. Fico meio dividido: por um lado gosto muito da inovação, já por outro fico um pouco chateado de não ver extraída toda capacidade de um hardware que os programadores já dominam. Me refiro a mudanças de tecnologia que nos “forçam” a comprar um novo player ou novo console.

        Mas em se falando de acessórios, acho interessantíssimos projetos como do PC Engine e também daqueles acessórios da SEGA, em especial o VMU, aquele joystick com aquele dispositivo acoplado é um dos projetos mais visionários que já pude conferir. É claro que quando mexe em nosso bolso, nem sempre somos tão entusiastas assim, não deve ser nada legal investir caro em um aparelho que fracasse e seja abandonado.

        Outro exemplo para ilustrar esse meu ponto de vista (ainda sobre Programadores e capacidade de Hardware) são as Engines de jogos. Vejo muitas que exigem muito do hardware e não entregam metade do que uma engine mais “leve” traz. Também fica a teoria da conspiração do DirectX, tecnologias proprietárias de cada fabricante, etc.

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        • Sim! Vc foi no ponto (ou nos pontos).

          O problema da frustração vem principalmente do $$$. Claro que não render tudo que tem pra dar é chato, mas a perda do investimento dói de cara.

          O lance das Engines e do que gosto de chamar de eficiência do SW é notório. E a M$ é conhecida por soluções de SW que usam força bruta. Historicamente a M$ está sempre exigindo mais do que o HW tem pra dar… isso vc não vê nos outros ambientes como Mac e Linux, e claro, nos consoles modernos.

          DirectX é uma super gambiarra que a M$ inventou na época do Win95 (OSR2) quando percebeu que estava perdendo o bonde da era gráfica dos PCs (quem tocou o alarme foi a 3dFX em 1994, mas a M$ estava muito ocupada com seus códigos espaguete).

          Assim, até incluir algum suporte decente para OpenGL e aceleração em HW, a M$ preparou esse “crack” chamado DirectX (tanto que ela refez o DX todo na virada do XP para 7; ou das versões anteriores ao DX10… sempre remendando [DX4 (nunca saiu), DX7 e 8; DX9… ]).

          A 3dFX estava tão à frente (e acho que faliu por isso – para o bem da Nvidia), que seu HW foi escolhido para equipar o DreamCast (1997)!!!
          Nesta época a M$ estava brincando de dar suporte aos novos jogos “para Windows” o.O – – – imagine o contraste?!

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          • Nossa! Coisa de loco mesmo! Eu bem me lembro que minha placa de vídeo onboard da Intel rodava jogos como Shogo num gráfico bem decente em Open Gl (aquele gráfico com textura mais lisa, mais brilhante, bem melhor que o opaco estilo PSX do modo Soft Render).

            Sobre o Dreamcast, caramba, legal saber disso! Não é a toa que ele estava tão a frente do seu tempo!

            Valeu pelas informações, Arnaldo!

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  2. “Enquanto a IBM buscava o business, a Apple iniciava um diálogo com as pessoas comuns, de todos os gostos, de todas as raças”

    Boa Arnaldo…hehe
    Bem que agora a Apple também podia começar o diálogo com as pessoas de todas as classes sociais e abaixar um pouco o preço do iPhone…rs

    Valeu por mais essa pérola Arnaldo :D

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    • Com certeza certa! Na história da Apple, percebe-se a ação da mente “criativa” de Jobs, atropelando os “sonhos originais” compartilhados com Woz e cia. Acho que Steve percebeu cedo que ele poderia “dominar o mundo com botões”, e surtou um pouquinho.

      Mas afinal, o que era sonho virou business… e a Apple se tornou uma corporação “like any other computer enterprise”, rs.

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