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Lendária Antagonista: A Medusa Nos Retrogames

Ela nem é tão bonita assim, mas seu olhar deixa os homens paralisados. Ou eu deveria dizer… petrificados? Provavelmente vocês conhecem essa figura.

Na mitologia grega, a Medusa é um monstro do sexo feminino, um híbrido de mulher e serpente, e que tem na cabeça, em vez de cabelos, diversas cobrinhas. Quem olha diretamente para seus olhos é transformado em pedra. Nos contos gregos, a criatura foi derrotada pelo heroi Perseu, que, guiado pelo reflexo de um escudo, mas sem olhar direto para a Medusa, conseguiu decapitá-la. Posteriormente, ele usou a cabeça dela como arma (assim como o Kratos gosta de fazer).

Nesse meu post de estreia aqui no Cosmic Effect, relacionei dez games onde a fantástica Medusa marcou presença. Tentei organizar de forma cronológica crescente. Deliciem-se!

Eggerland Mistery (1985 / HAL Laboratory)
Plataforma:
MSX

O nome é estranho? No NES, esse jogo de raciocínio ganhou uma espécie de versão ou continuação chamada Adventures of Lolo (ligou?). Você controla uma coisa azul fofinha (Lolo) que basicamente precisa empurrar caixas de forma estratégica e pegar joias para passar de fase. Existem alguns inimigos, como um dragãozinho que solta fogo quando você passa por ele. Mas a Medusa, que nesse jogo fica com os olhos sempre fechados, é um dos obstáculos mais difíceis, pois você não pode simplesmente passar por ela. Ao fazer isso, a danada abre olhos e solta um raio fulminante. Logo, é preciso empurrar uma caixa para frente dela, a fim de bloquear seus olhares. Eu passava horas jogando esse game na infância. A música ecoa na minha mente até hoje. O MSX ainda teve o Eggerland Mistery 2, e houve um remix (muito bom, por sinal) para o Game Boy Color.

Knightmare (1986 / Konami)
Plataforma:
MSX

O saudoso Knightmare é apontado por muitos MSXzeiros como um dos melhores jogos de MSX. Resumidamente falando, no jogo você controla o valente cavaleiro Popolon, que deve enfrentar uma série de desafios para resgatar Afrodite, a deusa do amor e da beleza, que está presa no castelo do Príncipe das Trevas. Em Knightmare, a Medusa é a chefe logo do primeiro estágio (e é bem retratada com características de uma bruxa). Ela fica se movendo para os lados e lança uma espécie de fumaça ou magia contra você.

Kid Icarus (1986 / Nintendo)
Plataforma:
NES

Talvez a representação mais estranha da Medusa tenha sido nesse primeiro jogo da série. Mas isso tem uma explicação: Palutena, a deusa da luz, ficou chateada com Medusa, a deusa das trevas, e a transformou em um monstro horrendo. Posteriormente, em uma batalha entre treva e luz, Palutena foi capturada pela Medusa, e a tarefa de resgatá-la sobrou pra você! Em Kid Icarus, o jogador controla o anjo guerreiro Pit, um soldado de Palutena (personagem inspirada na deusa Atena) que tem que passar por uma série de desafios para encontrar três tesouros sagrados que vão ajudar a destruir a Medusa e a resgatar Palutena. Logo, neste game a grande serpente aparece como principal vilã. Uma curiosidade: o protagonista Pit chegou a aparecer também no desenho animado Capitão N e em outras franquias de games, como Tetris (versão do NES) e Super Smash Bros. Brawl, do Wii.

Phantasy Star (1988 / Sega)
Plataforma:
Master System

Na primeira versão da lendária série de RPG, a heroína Alis percorre masmorras, florestas e labirintos enfrentando diversos seres. Em alguns momentos, o jogo traz uma perspectiva 3D com jogabilidade em primeira pessoa. Confesso que joguei pouquíssimas vezes esse clássico, onde a Medusa aparece como um dos desafios entre inúmeas criaturas como escorpião, centauro, esqueleto, vampiro, zumbi, lobisomem e dragões. A fantástica protagonista desse post também aparece nas sequências e versões de Phantasy Star para outros consoles.

Lord of the Sword (1988 / Sega)
Plataforma:
Master System

Esse aqui foi indicado pelo Cosmonal, que o considera um dos seus games favoritos no Master System. Inclusive o avatar de arqueiro usado por ele é o protagonista do jogo, o guerreiro medieval Landau. Não lembrava, então baixei pra jogar. Achei ótimo colocarem o botão 1 pra disparar flechas e o 2 pra golpear com a espada. Ou seja, armas de longo e curto alcances são default do personagem. Para pular, usa-se o direcional pra cima. Há uma batalha importante no jogo contra a Medusa. Segundo o Cosmonal, ela foi bem retratada pros padrões 8-bit, por conta do gráfico do jogo ser um pouco acima da média pra época. A tela de abertura também é boa.

Monster Party (1989 / Bandai)
Plataforma:
NES

Aqui a Medusa, um dos chefes da segunda fase (sim, tem mais de um chefe), foi interpretada praticamente sem a sua parte mulher, sendo ela, nesse game, um grande ofídio com os clássicos cabelos de serpentes. Você controla um garoto que, com seu taco de baseball, tem que baixar o cacete em monstros pequenos e grandes. No jogo também figuram outras tradicionais criaturas como múmias, dragões, aranhas gigantes, plantas carnívoras e zumbis. Curiosamente esse jogo não se tornou popular no NES (pelo menos no Brasil), mas poderia, já que tem ingredientes interessantes. Durante o jogo, por exemplo, o heroi se transforma em um dragão (numa vibe meio Altered Beast) quando pega uma determinada pílula.

Rings of Medusa (1991 / Bomico)
Plataformas:
Amiga / Atari-ST / Commodore 64 / IBM PC (DOS)

Sei pouco sobre Rings of Medusa (também chamado de ROM). Cheguei a vê-lo em 1991 no Amiga de um coleguinha da escola. Rodava em disquete de 3 1/2 polegadas (eu babava por esses disquetes, pois no MSX, nessa época, eu só tinha o formato maior, de 5 1/4 polegadas). Nunca baixei para jogar em emulador, mas, recorrendo à Wikipédia, resgatei parte da história, que se passa num mundo imaginário. A tarefa do jogador é ganhar dinheiro para construir um exército a fim de destruir a Medusa. A grana basicamente era levantada comprando itens mais barato em uma cidade e os vendendo mais caro em outras. Naquela época, o jogo já tinha um esquema de mapa interativo que lembra Age of Empires e outros games de estratégia. Ele é classificado como um misto entre adventure e estratégia, com uma pitada de simulação (aliás, no Amiga eram comuns os jogos adventure, estratégia, RPG…). Apesar de eu não ter conseguido uma tela que mostre a Medusa, fica claro que neste jogo ela é a principal vilã (e objeto de todo o enredo). Teve uma continuação (Rings Of Medusa 2 – Return Of Medusa), lançada em 1991, e um remake (Rings Of Medusa Gold) em 1994, ambos para PC (DOS).

Super Castlevania IV (1991 / Nintendo)
Plataforma: Super Nintendo

A híbrida criatura aparece neste clássico como sendo o segundo chefe de fase. E aparentemente aqui ela está com queda de cabelo, visto que as serpentes saltam de sua cabeça e rastejam em direção ao nobre Simon Belmont. Quando nosso vampire killer derrota a Medusa, rola uma pequena explosão de serpentes. A figura fantástica também marca presença em outros games da franquia, como Castlevania: Harmony of Despair (Xbox), Castlevania: Resurrection (DreamCast) e Castlevania: Curse of Darkness (Xbox e PlayStation 2). Uma coisa legal: em Curse of Darkness, existe um anel chamado Anel da Medusa, que oferece resistência à petrificação.

Sexy Parodius (1996 / Konami)
Plataformas:
Arcade / Sega Saturn / PlayStation

No quinto jogo da alucinada série Parodius, a Medusa aparece numa versão toda graciosa, com direito a batom, cílios longos e orelhas pontudas. No arcade, ela é a chefe do quarto estágio e para afetá-la é preciso atirar em seus olhos. Cada vez que se acerta a Medusa, ela emite um gemido um tanto quanto erótico, como se tivéssemos encontrado um ponto G ou coisa do tipo. É um inimigo difícil, já que ela lança raios pelos olhos, e as serpentes na cabeça soltam tiros, proporcionando um festival de projéteis. Está longe de ser um bullet hell, mas dão um certo trabalho. Em 2007, Sexy Parodius foi lançado para o PSP.

God of War (2005 / Sony Computer Entertainment)
Plataforma:
PlayStation 2

Viajando alguns anos para frente, temos o God of War como exemplo de jogo recente onde a Medusa aparece. A história é boa. Em sua passagem pela cidade de Atenas, Kratos, o Fantasma de Esparta, encontra a deusa Afrodite. Ela o diz que os deuses estão esperançosos com seu progresso e que, por causa disso, receberá uma nova habilidade, a capacidade de petrificar seus oponentes. Para isso, entretanto, ele deve derrotar a Medusa, cortando sua cabeça (pois é, “só isso”). Então Kratos, com seu incansável vigor físico que deixa qualquer triatleta no chinelo, parte pra briga. Uma maneira eficaz de escapar do olhar petrificante é sair rolando pelo chão igual um louco. O mais legal é que depois de derrotar a híbrida, o heroi é realmente recompensado com a habilidade de usar a cabeça dela para petrificar outros inimigos. Nesse game, a Medusa é retratada com longas garras afiadas e se movimenta com muita agilidade. Está quase sempre acompanhada de minotauros um tanto quanto violentos. Uma festa! Em God of War 2, Kratos enfrenta uma Medusa maior e mais gordinha.

Conclusão: é interessante notar que em todos os jogos citados a Medusa sempre foi inserida ou como um chefe de fase, ou como um obstáculo relativamente difícil de ser contornado. Isso nos faz concluir que é um senso comum entre as desenvolvedoras adotar a Medusa como um ser com, digamos, valor agregado. Ou seja, evitam usá-la como um inimigo simples. Caso lembrem de outros games, por favor, adicionem nos comentários. Abraços!

* * *

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22 Respostas

  1. Faltou somente o Phelios. No qual a medusa é o primeiro boss.

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    • É mesmo! Bem lembrado, Julio! Haha. Essa Medusa, por sinal, era bem medonha na época. E seus raios ricocheteavam nos limites da tela. Gostava do Phelios também por reunir o conceito de options do Gradius com o de tiro concentrado similar ao do R-Type. Abraços!

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      • Caramba, é mesmo, Phelios! Jogaço, acho até que exclusivo do Mega, não? Aquele trecho de God of War 2 onde Kratos está montado no Pégasus foi um momento “Phelios 3D” marcante, na hora me veio a cabeça o Phelios :)

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  2. Ótimo artigo, espero que surjam mais como este ^^ Bem interessante mesmo. Meu maior contato (e trauma) são com as cabeças de medusa que aparecem voando e petrificando nos Castlevanias nas Clock Tower. Ô inferno ser jogado l[a de cima por um destes seres malditos :D

    Tenho certeza que há Medusas em Final Fantasy tb, mas já joguei tantos que fica complicado lembrar ao certo quais ¬¬

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  3. Seja bem vindo Mario e sua estréia no Cosmic Effect não poderia ser melhor. A medusa é vilão clássico dos videogames, mas ao contrário de morcegos, esqueletos e franquenstein monsters, ela pode ser usada sem ser clichê, bastando ter uma história legal por trás.
    Tem alguns jogos aí que não conhecia, esse do Atari ST mesmo (computador que ignorei totalmente) parece ser bacana, vale a pena dar uma olhada.
    Um grande abraço e esperamos ver mais posts seus aqui no site.

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    • Fala, Dancovich! Pois é, ela é mais um fruto da originalidade da mitologia grega, que inspira muitas histórias até hoje hehe. Valeu pelas palavras e pela recepção! Trarei boas novas pro Cosmic Effect em breve! :-)

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  4. Bacana a postagem, com certeza a medusa enche bastante o saco… Eu Final Fantasy IV tem uma arma que tem o poder dela, por um tempo é uma das melhores armas, ae acontece alguma coisa lá que não se pode usar a arma mais…

    Sistema novo de comentários? Como que faz para comentar como Solo Player simplesmente e-mail e senha?

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    • Opa meu caro Solo Player, o WordPress remodelou o sistema de comentários, acho que só usando a aba “Guest” mesmo pra comentar usando email pra validar. Autentica com email e nome requeridos, mas dá pra deixar uma URL também.

      Abração!

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  5. Excelente post Mario, bem vindo!
    Interessante como ela esta presente em tantos jogos.
    Vem logo a imagem de Fúria de Titãs misturadas com God of War e KnightMare!
    Quem sabe no futuro um MK 52 com aquela voz Shao Kham:
    “Medusa Wins. Flawless Victory”

    Valeu!

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    • Hahaha. Daria um ótimo personagem de MK mesmo. Não faltariam golpes e fatalities! E o Sub-Zero teria que ser mais rápido se quisesse fazer um picolé de Medusa. ;-)

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  6. Medusa é figura carimbadíssima nos jogos Castlevania. Quase todos os jogos da série contam com a presença dela mesmo. Legal o post, que venham mais desse tipo!

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  7. Bem vindo Mário! Ótimo post!

    Lendo esse post me deu vontade de rever o Furia de Titãs original rs

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  8. Medusa Arrasa!
    É um dos personagens mais sexy da mitologia.

    Um luxo!
    Arrasô no Especial!

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  9. Ow, ow, ow, a medusa é um terror! Ela é, praticamente, a figura mais usada como chefe ou vilão de n jogos.

    Parabens pelo post.

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  10. Faltou a Medusa que apareceu em Mônica no Castelo do Dragão (Hack Mode de Wonder Boy in Monster Land) um dos castelos tinha a clássica antagonista dos games em uma aparição inesquecível para os usuários do Master System.

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  11. Em Golvellius: Valley of Doom logo na primeira caverna (Desba Valley) tem a aparição cameo de medusa em forma de estátuas. Final Fantasy Mystic Quest ( o engraçado é que ela vai ficando careca quando derrotada) Final Fantasy III (DS) tem como chefe a Medusa também. Sword of Mana e Dawn of Mana tem uma batalha contra Medusa em seus respectivos jogos e tem um jogo ( recente) chamado Castle Crashers que conta com uma batalha contra medusa.

    Olha sensacional este post, traz muitas lembranças e muitas batalhas travadas ao longo de diversas gerações de jogos e consoles, nostalgia impar parabéns! Foi um excelente trabalho.

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    • Boa! Não sabia que tem uma medusa no jogo da Mônica. Lembro que tem um ciclope, outro ser mitológico hehe. Pelo jeito ela está mais entre nós do que imaginamos. Valeu pela complementação e pelo comment. Abraços! ;-)

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  12. Primeiramente gostaria de parabenizá-lo por sua estreia, Mario! Mandou bem!

    A Medusa é personagem presente em centenas de jogos. A sua aparência amedrontadora é perfeita para adicioná-la como vilã em diversas histórias.

    O Old citou os dois jogos com a participação da Medusa de que me lembrava: Mônica no Castelo do Dragão e Golvellius.

    Um jogo que ninguém citou até o momento foi Spinmaster, do Neo-Geo, que também tem a Medusa com uma das chefes da última fase, como vocês podem ver aqui.

    Confira essa lista do Giant Bomb, ela tem relação com o seu texto.

    Parabéns, novamente! Sucesso para você!

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    • Obrigado pelas palavras. Boa essa medusa do Spinmaster! Mais um exemplo dela como boss. Valor agregado hehe. E a lista do Giant Bomb é show também. Abraços! :-)

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  13. @Mário Cavalcanti,seja bem vindo!
    Parabéns pelo seu texto,foi um recorte interessante de alguns dos
    inúmeros games que temos a “lendária antagonista” presente,gostei
    muito do título também!
    Mário,sei que foge totalmente da intenção do seu texto mas…eu
    lembrei das medusas “reais”,águas-vivas das fases aquáticas
    do Mário,por exemplo, seu chará famoso nos games,geralmente elas possuem um movimento ritmado e complicado de escapar!Neste caso específico a medusa não tem tanto valor agregado assim. :)

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    • Opa! Valeu pelo comment, Dactar! Você falou da medusa animal e lembrei de Blood Money (http://migre.me/53G9E), game do Amiga feito pela Psygnosis. O link leva pra um vídeo do jogo. Observe em 01:10 o sutil movimento das “medusas espaciais”, um exemplo do poder gráfico do Amiga naquela época (se não me engano, 1989). E já que você está com esse avatar da Atari, vale mencionar que acabei esbarrando com essa medusa mitológica de Secret Quest (http://migre.me/53UKI). Pois é, ela pintou por lá também. Abração! :-)

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      • Interessante este Blood Money e o louco é que as medusas quando morrem viram moedas,ha ha ha.E falando em datas eu pesquisei: Blood Money é de 1989 sim e surpresa… Secret Quest também é ?! eu não conhecia este game do Atari mas também pudera ele foge um pouco a escala de tempo que estamos acostumados a ver em relação aos jogos Atari… Mário,como você descobriu aquela “medusa em pixels brutos”? ha ha ha valeu pela citação e mais uma vez belo post.

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