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Jogo Justo: Aceite Esta Quest

Moacyr Alves. Quero votar nesse cara quando ele crescer. Para quem não o conhece, o rapaz é um dos maiores colecionadores e entusiastas de videogame do Brasil. É fã de um console em especial (advinha qual? :-) e iniciou uma quest que merece o apoio de todo e qualquer gamer que se faz presente no território nacional. A quest chama-se “Jogo Justo” e é uma daquelas tipo chain, certamente com muitas sidequests. O sucesso dela depende muito de nós, jogadores-consumidores. Sim, nós que, por impulso, pagamos 2 vezes e meia o valor de um jogo recém-lançado para satisfazer a necessidade básica de qualquer gamer que se preze: jogar um game novo, lançamento.

Isso referindo-se aos jogos. Os consoles são um problema “ainda mais dramático”, como contam Moacyr e o Deputado  Luiz Carlos Busato, nesta coletiva de imprensa: são classificados pela receita como “máquinas de jogos de azar”. O imposto é ainda mais feroz, por conta desta classficação infeliz e desatualizada ao extremo. Voltando aos jogos: a indústria local de desenvolvimento é inexpressiva e não há mudanças visíveis neste horizonte, até por outras questões culturais do nosso país. Portanto, os impostos altíssimos poderiam servir para proteger uma indústria própria de jogos – mas ela não existe.

Todo o nosso apoio ao Projeto Jogo Justo. O Moacyr já é ídolo de muitos, pela sua vontade e determinação de fazer o impensável: tratar com seriedade e levar um projeto sobre videogames para Brasília. E ele dá sinais de que não deixará a “peteca cair”, até conseguir. Estamos com ele. Quanto mais videogame inserido em nossa cultura, melhor para o desenvolvimento a longo prazo do nosso país. Nós do Cosmic Effect, não temos dúvida desta afirmação.

Termino este post com este pensamento: os jogos novos e caros de hoje, serão os games que cultivaremos daqui a 10, 20 anos; serão os retrogames do amanhã.

www.jogojusto.com.br

twitter.com/jogojusto

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4 Respostas

  1. O pessoal de BSB tem que perceber é que financeiramente falando, o país não vai diminuir sua arrecadação cortando os impostos sobre os games. A grande sacada aqui é que diminuindo os impostos, diminui a pirataria e consequentemente aumenta a quantidade de jogos vendidos legalmente.

    A perda individual no recolhimento de impostos seria compensada pelo aumento da quantidade vendida.

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    • Verdade Euler. Quanto tempo eu admito ter me utilizado dos métodos “ilícitos” para jogar por conta de, tipo, estar estudando em faculdade particular e ter de priorizar a mensalidade em prol de um jogo original.

      Os gamers de verdade no Brasil (e somos muitos) gostam de gastar com o jogo original, sabemos disso. Só falta parar a extorsão brasileira e a gente deixa eles recolherem os impostos, ao invés de enriquecermos os governos dos EUA, ING, etc… quando compramos fora (quase 100% das vezes).

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  2. Sempre achei estranho que DVDs de filmes custem preços até razoavelmente aceitáveis, entre R$15,00 até R$80 ou R$90, mas jogos custem esses absurdos. Ambos não custam milhões para serem produzidos? Ambos não são feitos nos EUA, Europa, etc? Então porque os jogos são taxados de forma tão injusta?
    Mas esse projeto tenho esperança que vai trazer resultados, o Moacyr conseguiu o que ninguém antes tinha conseguido, unir essa gente toda que joga videogame em prol de um objetivo, com certeza o Cosmic Effect vai entrar nessa briga também.

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  3. Podes crer, dá pena pagar milhões por um único jogo ; (

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